Cidades

Postes da orla de Natal começam a ser substituídos

18018O projeto de urbanização da Orla de Natal entra em uma nova fase e, a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur), em parceria com a Secretaria Municipal de Obras Públicas e Infraestrutura (Semopi), iniciou a remoção da rede de iluminação pública da Avenida Praia do Forte, em Santos Reis. A retirada dos postes será feita por etapas. O primeiro trecho começa no Forte dos Reis Magos e vai até as proximidades da estátua de Iemanjá.

Segundo informações do Diretor do Departamento de Iluminação Pública da Semsur, Antônio Fernandes, durante essa ação ele não descarta apagões ocasionais, mas sem grandes transtornos à população. ”Começamos este trabalho e fazemos um alerta à população para evitar trafegar nas áreas da obra, pois com a substituição dos equipamentos será inevitável que as vias fiquem escuras. Ele alerta também para a dificuldade provocada com a instalação do canteiro de obras, que diminuirá o passeio público”.

A Semsur pede a compreensão por parte dos moradores e frequentadores das praias urbanas, pois os transtornos causados são em prol do melhoramento da orla e que beneficiarão todos os que frequentam o local.

A fim de minimizar o impacto comercial e ambiental que as obras trarão aos comerciantes e banhistas, devido à baixa luminosidade, a Prefeitura colocou uma engenheira para explicar o projeto, tirar dúvidas e ouvir sugestões. A obra tem um prazo de seis meses para conclusão. A Semsur instalará também projetores na área afetada.

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Economia

Com prefeitura sem dinheiro, orla de Ponta Negra depende de ajuda federal

 

 

Não há nenhuma previsão otimista para a praia de Ponta Negra. A prefeitura já afirmou que não tem como fazer os reparos sozinha e os recursos tão aguardados do Governo Federal podem demorar a chegar. A prefeita Micarla de Souza esteve em Brasília para participar de uma reunião com o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, para tentar captar recursos. A meta era agilizar a liberação de  R$ 3,5 milhões para as obras da orla.

Segundo o secretário de Serviços Urbanos, Luís Antônio Lopes, há ainda cerca de R$ 13 milhões em verbais federais para chegarem a Natal até o fim do ano. Contudo, é necessário que os projetos para reconstrução do calçadão, que estão sendo geridos pela secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb), sejam finalizados.

O fato é que,  por enquanto, não há sequer uma previsão de quanto vai custar fazer os reparos no calçadão. Mas a prefeitura garante estar agilizando os trâmites burocráticos, que foram minimizados com o decreto de calamidade, mas ainda existem. É preciso, por exemplo, o reconhecimento do estado de calamidade pelo governo federal para que qualquer centavo da União seja investido ali.

Caso a prefeitura não consiga a verba com o Ministério do Turismo, Micarla de Sousa tentará outra forma de conseguir o dinheiro, afirmou Luis Antônio. E a situação do calçadão deve ser pensada mesmo com urgência. Em agosto estão previstas as maiores marés do ano. Se nada for feito até lá, é bem arriscado que Natal chegue ao final do ano e ao veraneio sem a mínima estrutura na orla.

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Jornalismo

Defesa Civil solicita à prefeita decretação de Estado de Calamidade na orla de Ponta Negra

O Secretário Municipal de Segurança Pública e Defesa Social, Carlos Paiva encaminhou a prefeita Micarla de Sousa o pedido para que decreto oficialmente o estado de calamidade pública em toda a orla de Ponta Negra e em todos os trechos destruídos pelo avanço do mar, provocado pelas altas marés acima da normalidade. A decretação do estado de calamidade terá um prazo inicial de 90 dias, podendo ser prorrogado por igual período, para que seja executada a recuperação, reconstrução e reparação dos danos acusados nos pontos atingidos.

De acordo com Carlos Paiva, a medida é de suma importância para a Segurança Pública do Município, vez que com o avanço das marés, “além da normalidade sobre todo o calçadão da praia, é imperativa a necessidade de proteger incolumidade física dos banhistas, turistas, moradores, comerciantes, hoteleiros, vendedores ambulantes e todos os freqüentadores do local, além da necessidade urgente de adotar medidas para a recuperação imediata da área”.

Carlos Paiva acrescentou que embora a decretação do estado de calamidade seja fundamental para acelerar a o processo de liberação dos recursos, a situação não será resolvida de imediato. Após a publicação do decreto no Diário Oficial do Município, o que deve ocorrer neste sábado (14), será necessária a elaboração de um relatório de danos, notificação preliminar e plano de trabalho para ser encaminhado ao Ministério das Cidades.

Para recuperar toda a área destruída, em torno de 300 metros, a previsão de gastos é de R$ 1,8 milhão. O primeiro trecho do calçadão destruído, que compreende cerca de 180 metros, já está sendo recuperado pela Prefeitura do Natal. Nesta obra, a cargo da Vecon, estão sendo investidos R$ 480 mil.

Em Brasília desde a última quinta-feira, a prefeita Micarla de Sousa tenta junto ao Gabinete da Presidência da República e o Ministério do Turismo agilizar a liberação de recursos para as obras de recuperação da orla de Ponta Negra.

Fonte: Assecom/PMN

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Jornalismo

Operações inibem crimes no trânsito e promovem a segurança na orla marítima

A Operação Rodovida, deflagrada pela Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed) no dia 23 de dezembro passado, até a tarde desta segunda-feira (9), submeteu 1.320 motoristas ao teste do etilômetro, popularmente conhecido como bafômetro; recolheu 168 Carteiras Nacionais de Habilitação e detectou 37 pessoas dirigindo alcoolizadas, o que resultou na condução à Delegacia de Polícia Civil, para que fosse lavrado o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). Também foram feitos 103 Autos de Constatação, documento registrado quando o motorista, em visível estado de embriaguez, se recusa a fazer o teste do bafômetro.

Sob o comando da Polícia Militar, o trabalho ainda resultou, no mesmo período, somente em barreiras montadas na Ponte de Todos Newton Navarro, na abordagem a 600 motocicletas, sendo que 75 foram multadas e 28 terminaram apreendidas.

 

Poluição sonora

No final de semana passado, houve a “Operação Paredão de Som”, destinada ao combate à poluição sonora e à embriaguez ao volante, nas Praias do Meio, do Forte, Ponta Negra e Redinha, com participação, na sexta-feira (6), do secretário de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social, Aldair da Rocha, e do secretário da Defesa Social de Natal, Carlos Paiva, que coordenou equipes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb) e da Guarda Municipal, quando foram abordados veículos e seus condutores foram alertados sobre a proibição dos “Paredões de Som” nas praças, praias e demais logradouros públicos da capital.

Somente entre sexta-feira e domingos passados, foram recolhidas 84 CNHs (67 por medidas administrativas por Auto de Constatação e por medição em etilômetros e 17 por autuação em crimes de trânsito constatados por medição do equipamento).

Para o secretário Aldair da Rocha, o Governo do Estado está cumprindo seu papel de fiscalizador, evitando que motoristas embriagados provoquem acidentes e evitando que a poluição sonora seja a motivadora de discussões que podem terminar em agressões físicas e até assassinatos. “Este trabalho de fiscalização é muito importante, a partir do momento que ele é inibidor. As barreiras policiais fiscalizam os motoristas, abordam motociclistas, tirando de circulação pessoas embriagadas que poderiam causar acidentes e até mesmo criminosos que estavam em deslocamento para a prática de algum crime ou, até mesmo, tentando escapar da polícia. E o combate à poluição sonora é importante para disciplinar o cidadão, que precisa entender que o direito dele termina quando começa o do outro. Sabemos que muitas confusões que até terminam em mortes começam com o som alto em um carro, que perturba o sossego alheio e aí gera a polêmica. As polícias estão nas ruas, os órgãos fiscalizadores da prefeitura também, sem o intuito de meter medo em ninguém, apenas para fazer cumprir a lei, nada mais”, disse Aldair.

 

Rigor

O comandante geral da PM, coronel Francisco Canindé de Araújo Silva, disse que empresários, políticos, jornalistas, autoridades do poder judiciário, artistas e populares em geral, quando parados nas barreiras, foram submetidos ao ‘teste do bafômetro’. “Nosso trabalho é para atingir o maior número de pessoas e esperamos ser compreendidos. Nossos policiais estão orientados a parar o maior número de veículos, independente de quem esteja dirigindo ou sendo transportado. Espero que haja tolerância por parte da sociedade, para que entenda o objetivo dessas operações, que levam segurança a todo mundo, no momento que flagra motoristas embriagados ao volante, pessoas dirigindo sem habilitação, veículos irregulares circulando por aí”.

O coronel Araújo lembrou, ainda, que o Governo do Estado entregou à Secretaria da Segurança Pública e da Defesa Social dez caminhonetes tipo Ranger, com tração 4×4, que estão sendo utilizadas na orla marítima do Estado, na fiscalização dos “paredões de som”, inibindo os motoristas alcoolizados e transportando policiais que evitam, ainda, a presença de veículos, como quadriciclos, motocicletas e picapes, em locais destinados aos banhistas.

 

“No final de semana que passou, não foi registrado nenhum caso de acidente envolvendo motorista alcoolizado, que tenha chegado ao nosso conhecimento, o que é resultado desse trabalho preventivo que estamos realizando”, comemorou o comandante.

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Jornalismo

Natal perdeu recursos milionários que serviriam para revitalizar toda a orla urbana da cidade

O deputado federal Rogério Marinho revelou nesta quinta-feira (22) que a Prefeitura de Natal perdeu recursos milionários que serviriam para revitalizar toda a orla urbana da cidade. Há cerca de dois meses, o Ministério do Planejamento retirou o projeto de pauta até que o município consiga comprovar capacidade de pagamento do empréstimo, que seria feito a uma agência de financiamento internacional.

“Esse projeto incluía a contenção do mar, reconstrução e ampliação dos calçadões, instalação de equipamentos de lazer, entre outras medidas, que mudariam para melhor a situação de abandono das nossas praias”, disse Rogério Marinho durante o programa “Pensar Natal”, que foi veiculado nesta quinta pela rádio 96 FM.

“Isso é um prejuízo irreparável para nossa cidade. As praias se encontram em péssimas condições, há poluição evidente, com a descarga de esgotos urbanos diretamente no mar e, agora, estamos impossibilitados de receber recursos para melhorar esta situação”, finalizou Rogério.

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