O ministério da Educação vai revogar a portaria em que determina o retorno das aulas das universidades a partir de janeiro. O ministro, Milton Ribeiro, afirmou à CNN que irá abrir uma consulta pública para ouvir o mundo acadêmico antes de tomar nova decisão.
O ministério foi criticado por universidades que se recusaram a voltar às aulas por não avaliar ser o melhor momento.
“Quero abrir uma consulta pública para ouvir o mundo acadêmico. As escolas não estavam preparadas, faltava planejamento”, afirmou o ministro à coluna.
O ministro afirmou que consultou mantenedores de universidades antes de publicar a portaria desta quarta-feira. E que não esperava tanta resistência. “A sociedade está preocupada, quero ser sensível ao sentimento da população”, disse.
De acordo com Milton Ribeiro, o ministério vai liberar o retorno às aulas somente quando as instituições também estiverem confiantes de que as aulas possam ocorrer em segurança.
VERGONHA, formar profissionais para o mercado de trabalho apenas com aulas remotas, como ficam as aulas práticas? Isso é uma ENGANAÇÃO.
Como esses profissionais vão ter condições de realizar qualquer procedimento no mundo real, se não praticaram em sala de aula.
As universidades privadas há muito retornaram, com as medidas de segurança as universidades públicas também já poderiam retornar.
Muitos outros profissionais estão trabalhando em condições muito mais arriscada para o Covid do que os professores, tais quais bancários, motoristas de ônibus, policiais, etc.
Parece que os professores gostaram de passar a maior parte do ano recebendo em dia e em casa. A sociedade é quem paga a conta.
Parece também que a educação de qualidade não é prioridade para as universidades, que parecem não se esforçar para melhorar a situação.
André, Severino e Osvaldo, grandes…,
Seus comentários equiparam-se aos seus conhecimentos. Lamentável! Não generalizem! A maioria desses que provocam aglomerações vocês sabem quem são e o que pensam. Desconhecem o trabalho dos professores. Gostaríamos muito de trabalharmos presencialmente. De moso remoto temos que replanejar, pesquisar, trabalhar por videoconferência, preencher dezenas de formulários, participar de formações e reuniões administrativas e pedagógicas on-line sem turno definido, acompanhar os e-mails para recebimento de atividades, acompanhar os grupos de mídias sociais para atender alunos, ir à escola pegar atividades impressas devolvidas pelos alunos que não têm acesso a internet, acessar o sistema para lançar conteúdos, atividades e acompanhar os que acessam. E ainda elaborar relatório de desenvolvimento parcial das atividades remotas em andamento, pois o MP também acompanha as ações realizadas pela escola. Falem apenas do que sabem com propriedade! Professor está acostumado a trabalhar. Afinal jornada de dois turnos de trabalho com cinco aulas cada um, com quarenta alunos em cada sala, mais um em casa planejando e corrigindo atividades não assusta ninguém!
Que revolta é essa, vamos estudar numa federal e publicar alguns artigos internacionais. Prometo que a raivinha passa.
quando vejo um posicionamento destes acho que deveríamos renomear as Universidades, para creches superiores. É um absurdo ! estamos lidando com o ensino superior deste país, se os professores e alunos não tem a capacidade de se adequar as exigências sanitárias imaginem a qualificação profissional dos que irão sair destas autarquias.
Infelizmente estão utilizando as UF´s como campo de batalha ideológico, pena que os alunos não enxergam o tamanho do dano que estão causando na sua formação profissional, os servidores estão com seus proventos garantidos e não estão preocupados com a perdas do aprendizado, acorda moçada o tempo perdido vai ser cobrado depois e na vida real não vale mimimi, nem choro e vela o fumo é grande.
sem condições de escolas e universidades voltarem na modalidade presencial.
nunca deram valor aos professores, agora tudo pedindo arrego… não aguentam seus filhos dentro de casa?
aprendam a respeitar os professores! são 40 adolescentes dentro de uma sala, você não aguenta 1 na sua!
Todo mundo pode voltar ao trabalho, enquanto isso vcs não podem voltar ? Os bares estão lotados de universitários de segunda a segunda
-Quem não aguenta aborrecente não vai ensinar.
-Professor é pago para aturar (pelo visto não são os riscos de contágio, né? arrumaram um pretexto).
-Quem já é professor e não os atura pede demissão.
-As particulares já voltaram.
-Quem não dá valor a professor?
-EU até acho que professores públicos no Brasil são até sobrevalorizados para o que entregam.
Se os pais vão ter a função de educador, tranquilo, que vocês SEJAM DEMITIDOS.
Se professor não é para assumir sala de aula, que a função SEJA EXTINTA.
Simples assim.
Por sinal, desde quando alguns professores não são dispensáveis?
Professor deveria dar exemplo e não ficar querendo receber SEM TRABALHAR
O MEC é inocente ou se faz de desentendido?
Nunca os professores tiveram tanta chance de não trabalhar e receber, que conversa é essa de voltar as aulas presenciais?
Nem com a vacina isso vai acontecer, afinal o discurso já está todo preparado, depois de torrar bilhões com as vacinas, vem os "cientistas" dizem que o vírus mudou e o isolamento com lockdawn deve continuar, pois a vacina não tem efeito sobre o vírus novo.
Será uma situação cíclica, para todo o sempre, vacina, mutação, isolamento.
Ainda não entenderam? Já foi até desenhado e vocês não conseguem entender?
Pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) revelou que a pandemia deixou quase metade – cerca de 9 milhões – dos adolescentes do País entre 12 e 17 anos nervosos, ansiosos e de mau humor. Também aumentou o sedentarismo e o consumo de doces e congelados entre eles e está afetando o sono de aproximadamente 4,3 milhões (23,9%) de adolescentes. Os pesquisadores acompanharam de junho a setembro jovens entre 12 e 17 anos de todo o Brasil e investigaram as mudanças na rotina, nos estilos de vida, nas relações com familiares e amigos, nas atividades escolares e nos cuidados à saúde.
De acordo o relatório Covid-19 Adolescentes, o percentual de jovens que não faziam 60 minutos de atividade física em nenhum dia da semana antes da pandemia era de 20,9%, e passou a ser de 43,4%. Setenta por cento dos brasileiros de 16 a 17 anos passaram a ficar mais de 4 horas por dia em frente ao computador, tablet ou celular, além do tempo das aulas online e 59% sentiram dificuldades para se concentrar nas aulas a distância.
“Chama muita atenção também o estado de ânimo desses jovens, que relataram tristeza, ansiedade e a ausência de amigos. A falta de atividade física entre os adolescentes foi um dos resultados que mais se destacou. Em geral, os jovens brasileiros praticam mais atividades coletivas, como aulas de danças e jogos com bola. Com as medidas de restrição social, tornou-se mais difícil para eles manterem a prática de exercícios”, aponta a pesquisadora Celia Landmann Szwarcwald, coordenadora do trabalho.
O estudo foi coordenado pelo Instituto de Comunicação e Informação em Saúde (Icict), da Fiocruz, em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), e realizado de forma online.
Segundo o levantamento, a piora da saúde foi apontada por 5.488 milhões (30%) dos jovens, com as com as meninas relatando maior impacto na saúde (33,8%) do que os meninos (25,8%), e os adolescentes mais velhos (37,0%) do que os mais novos (26,4%).
O percentual de adolescentes que relataram piora na qualidade do sono durante a pandemia foi de 36% – aproximadamente 6.624 milhões -, sendo que 4,3 milhões (23,9%) começaram a ter problemas com o sono durante a pandemia e 12,1% relataram já terem problemas, porém, eles pioraram. Já a qualidade do sono foi mais afetada entre as meninas, e nos adolescentes com 16 a 17 anos, em relação aos mais novos.
“Também é importante destacar a piora na qualidade de sono e os problemas no estado de ânimo. Há um conjunto de fatores como sentimento de tristeza, nervosismo, isolamento, insegurança, medo por familiares, que está afetando diretamente a saúde dos jovens. Não é à toa que 30% deles identificam uma piora em seu estado de saúde”, explicou a pesquisadora.
Sentir-se preocupado, nervoso ou mal-humorado foi descrito por 48,7% dos adolescentes, na maioria das vezes ou sempre. Entre as meninas, o percentual foi de 61,6%. Os adolescentes de 16-17 anos de idade relataram esse sentimento mais frequentemente (55,3%) do que os de 12-15 anos (45,5%).
Sobre as aulas online, os adolescentes disseram estar tendo muita dificuldade para acompanhar e assimilar o conteúdo: 59% relataram falta de concentração, 38,3% falta de interação com os professores, 31,3% falta de interação com amigos, 47,8% dos adolescentes relataram estar entendendo pouco, e 15,8% disseram não estar entendendo nada. Apenas 1 em cada 4 adolescentes de 16-17 anos relatou estar entendendo tudo ou quase tudo das aulas presenciais.
Dados do IBGE indicam que o Brasil tem 18,2 milhões de jovens entre 12 e 17 anos. A pesquisa da Fiocruz ouviu de forma online 9.470 adolescentes. Eles responderam a um questionário virtual, entre os dias 27 de junho e 17 de setembro.
A taxa de desemprego no Brasil chegou a 14,6% no terceiro trimestre do ano, o que representa alta de 1,3 ponto percentual na comparação com o trimestre anterior, quando ficou em 13,3%. Segundo informou nesta sexta-feira (27) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é a maior taxa na sua série histórica, que começou em 2012, e corresponde a 14,1 milhões de pessoas.
“Foram mais de 1,3 milhão de desempregados que entraram na fila em busca de um trabalho no país”, disse o IBGE, que divulgou, no Rio de Janeiro, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) Trimestral, referente ao período entre julho e setembro de 2020.
Ainda conforme o estudo, a taxa de desocupação cresceu em dez estados e manteve a estabilidade nos demais. Os maiores índices foram anotados na Bahia (20,7%), Sergipe (20,3%) e Alagoas (20,0%).
Santa Catarina (6,6%) teve a menor. Segundo o IBGE, os maiores crescimentos da taxa de desocupação foram registrados na Paraíba (4 p.p.), Amapá (3,8 p.p.) e Pernambuco (3.8 p.p.).
Para Adriana Beringuy, analista da pesquisa, esse aumento no desemprego reflete a flexibilização das medidas de isolamento social para controle da pandemia de covid-19. Segundo ela, houve maior pressão sobre o mercado de trabalho no terceiro trimestre.
“Em abril e maio, as medidas de distanciamento social ainda influenciavam a decisão das pessoas de não procurar trabalho. Com o relaxamento dessas medidas, começamos a perceber um maior contingente em busca de uma ocupação”, observou.
Ocupação
O contingente de ocupados caiu 1,1% na comparação com o segundo trimestre, somando 82,5 milhões de pessoas. Esse, para o IBGE, é o menor patamar da série histórica iniciada em 2012.
A pesquisa apontou uma retração de 883 mil pessoas, o que resultou em um nível de ocupação de 47,1%, que também é o menor da série e significa recuo de 0,8 ponto percentual frente ao trimestre anterior (47,9%). Conforme os dados do IBGE, desde o trimestre encerrado em maio, o nível de ocupação está abaixo de 50%, “o que aponta que menos da metade da população em idade para trabalhar está ocupada no país”.
Segundo Adriana Beringuy, todas as categorias perderam ocupação. Além disso, o número de pessoas com carteira assinada caiu 2,6% no terceiro trimestre na comparação com o anterior. A perda é de 788 mil postos, alcançando 29,4 milhões de empregados com carteira assinada no país.
Carteira assinada
No terceiro trimestre o percentual das pessoas com carteira de trabalho assinada atingiu 76,5% dos empregados do setor privado. Os maiores percentuais foram registrados em Santa Catarina (90,5%), no Paraná (85,1%), no Rio Grande do Sul (84,3%) e em São Paulo (82,3%). Os menores no Maranhão (51,3%), Pará (53,9%) e Piauí (54,1%).
Informalidade
A taxa de informalidade ficou em 38,4% no trimestre encerrado em setembro. O percentual equivale a 31,6 milhões de pessoas sem carteira assinada, que são empregados do setor privado ou trabalhadores domésticos, sem CNPJ (empregadores ou empregados por conta própria) ou trabalhadores sem remuneração. No trimestre anterior, o percentual era de 36,9%.
O engraçado é que o IBGE coloca na população ativa os jovens de 14 a 18 anos, como é feito nos EUA. O problema desta metodologia é que aqui é proibido jovens de 14 a 16 anos trabalharem, então a estatística de desemprego está errada.
Não adianta reclamar pois o IBGE diz que segue padrões internacionais, totalmente errados para o Brasil, deve ser para ferrar com o governo mesmo.
ONTEM SAIU UM RESULTADO POSITIVO EM OUTUBRO DESDE 1992, 394 MIL EMPREGOS GERADOS !! EM APENAS UM MÊS, A MÍDIA DO NEGATIVISMO GOSTA DE 24HS COLOCAR O TERROR SEMPRE !! ABSURDO ISSO! MAIS É DE SE ENTENDER QUANDO , AÇÕES DO GOVERNO JAIR MESSIAS BOLSONARO COM SEU MINISTRO DA ECONOMIA FAZ ESSE RESULTADO HISTÓRICO EM PLENA PANDEMIA E TODA MARÉ CONTRA ESSE GOVERNO!! VAMOS DAR NOTICIAS POSITIVAS QUE VENDEM TAMBÉM,
REPLICAR NOTICIAS DE JORNAIS E MIDIAS NACIONAIS COM ALINHAMENTO DA OPOSIÇÃO AO GOVERNO FICA FEIO PQ HOJE SE PESQUISAR SE ACHA A VERDADE
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), até 5 milhões de mortes por ano poderiam ser evitadas se a população global fosse mais ativa. As estatísticas da organização mostram que um em cada quatro adultos e quatro em cada cinco adolescentes no mundo não praticam atividade física suficiente. Mulheres e meninas costumam fazer ainda menos exercícios do que os homens.
No momento em que muitas pessoas reduziram a prática devido à pandemia da Covid-19, a OMS lançou um guia com diretrizes sobre atividade física e comportamento sedentário. Pessoas de todas as idades e habilidades podem ser fisicamente ativas, informa o documento.
A organização destaca que a prática de exercícios é fundamental para prevenir e ajudar a controlar doenças cardíacas, diabetes tipo 2 e câncer. Outros benefícios mencionados são a redução dos sintomas de depressão, de ansiedade e do declínio cognitivo, o aprimoramento da memória e o estímulo à saúde do cérebro.
“Ser fisicamente ativo é fundamental para a saúde e o bem-estar — pode ajudar a adicionar anos à vida e vida aos anos”, afirmou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, que completou: “Cada movimento conta, especialmente agora que administramos as restrições da pandemia da Covid-19. Devemos todos nos mover todos os dias, com segurança e criatividade”
“Se não nos mantivermos ativos, temos o risco de criar uma nova pandemia de problemas de saúde como resultado do comportamento sedentário”, alertou Ruediger Krech, diretor de Promoção da Saúde da OMS.
‘Quanto mais melhor’
Krech destacou que qualquer tipo de atividade física e de qualquer duração pode trazer benefícios para a saúde e bem-estar. Mas acrescenta que “quanto mais melhor”.
“Se você precisa passar muito tempo sentado, seja no trabalho ou na escola, você deve fazer mais atividade física para combater os efeitos prejudiciais do comportamento sedentário ”, afirmou.
A OMS enfatiza que todos podem se beneficiar com o aumento da atividade física e a redução do sedentarismo, incluindo mulheres grávidas, puérperas e pessoas que vivem com doenças crônicas ou com deficiência. Por isso, as diretrizes também incluem informações específicas para esses grupos.
A organização incentiva os países a adotarem as diretrizes e a partir delas desenvolverem políticas nacionais de saúde, em apoio ao plano de ação global sobre atividade física lançado pela OMS em 2018, que tem como objetivo reduzir o sedentarismo em 15% até 2030.
Tem que voltar a votar no PT, só assim a polícia não pára de trabalhar. A lava jato tá na rua, fala-se que ainda tem trabalho pra 10 anos. Temos q votar no pt, assim a demanda de crimes de corrupção aumenta, e a PF tem que fazer mais concurso, pra atender mais fases da operação. Lulalá. Rarará
O desembargador do Tribunal de Justiça do RN, Claudio Santos, negou o recurso do Ministério Público para obrigar a Universidade Potiguar (UNP) a oferecer desconto linear na mensalidade de todos os alunos, em decorrência da pandemia do Covid-19.
O magistrado manteve a decisão da primeira instância e decidiu que: “não se pode deixar de se levar em conta que, apesar da redução de custos fixos, as instituições de ensino também acabaram por fazer investimentos na necessária estrutura tecnológica para o oferecimento da modalidade de ensino on line, inclusive com a permanência de seu quadro docente e administrativo. Assim, em que pese haver regramento legal quanto a possibilidade de readequação de cláusulas contratuais em situação de evidente desproporcionalidade, neste instante de análise perfunctória, não vislumbro demonstrado de forma evidente tal o desequilíbrio, a autorizar, de forma ampla e indiscriminada, descontos no alto percentual sugerido, o que só será possível após garantido o exercício do contraditório e mediante a devida instrução processual. Com tais considerações, INDEFIRO o pedido de concessão da antecipação dos efeitos da tutela recursal, até ulterior deliberação da Primeira Câmara Cível”.
Ao julgar recurso, a juíza convocada pela 1ª Câmara Cível do TJRN, Berenice Capuxu, determinou que a Associação Potiguar de Educação e Cultura (Apec), UNP, efetive o desconto de 20% no valor das mensalidades de estudantes de Medicina, que moveram recurso, durante o período de imposição governamental de aulas à distância, decorrente da pandemia (Covid-19), tudo até posterior deliberação do órgão julgador.
No recurso, os oito estudantes foram contrários ao indeferimento do pedido de redução do valor da mensalidade, visto como a forma adequada de garantir o reequilíbrio contratual e defendem que “o serviço está sendo prestado de forma diversa da pactuada entre as partes, com uma qualidade e assertividade inferior, de tal forma que uma parcela considerável do conhecimento que era pra ser adquirido estaria prejudicado”.
A decisão considerou que, no período de isolamento social, os contratos de ensino, neste caso superior, foram, de fato, “extremamente afetados”, precisando, tanto o contratante, quanto o contratado, se adequar às novas formas de comunicação (não presencial), para o fim de se manter a prestação do serviço.
“Neste ponto, se de um lado há a certeza de investimentos realizados para adequação ao novo formato de aulas, de outro, há a inegável redução de despesas ordinárias até então existentes, tanto que várias instituições em todo o país repassaram em forma de desconto essa redução aos seus contratantes”, destaca a relatora.
O julgamento monocrático considerou, desta forma, ser “prudente e necessária” a concessão de desconto no valor da mensalidade paga pelos estudantes, como forma de manter o vínculo contratual e evitar maiores prejuízos a ambas as partes, em um momento, ainda necessário, de isolamento social”.
(Agravo de Instrumento n.0809330-58.2020.8.20.0000) Justiça Potiguar
O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse hoje (23) que o país deve perder cerca de 300 mil vagas formais de trabalho neste ano. Apesar da retomada de criação de novos postos de trabalho nos últimos meses, o ministro prevê que haja uma desaceleração na geração de empregos até o fim de 2020.
“Nós vamos possivelmente chegar ao final deste ano perdendo 300 mil empregos, que dizer, 20% do que perdemos nos anos de 2015 e 2016. No ano que enfrentamos a maior crise da nossa história, uma pandemia global, vamos perder entre um quinto e um terço dos empregos perdidos na recessão anterior”, disse Guedes durante o seminário virtual Visão do Saneamento – Brasil e Rio de Janeiro, promovido pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).
Segundo o ministro, houve uma perda média anual de cerca de 1,3 milhão de empregos nos anos de recessão de 2015 e 2016.
“O Brasil criou 500 mil empregos em julho, 250 mil em agosto e 313 mil em setembro. Está para sair a qualquer momento [os dados de] outubro. Eu nem acredito que vá continuar nesse ritmo tão acelerado. É natural que dê uma desacelerada”, disse.
De acordo com o ministro, todas as regiões brasileiras e setores econômicos estão criando empregos. “A economia voltou em V como esperávamos. O FMI [Fundo Monetário Internacional] previa uma queda de 9,5% do PIB [Produto Interno Bruto] brasileiro. Vai ser bem menos que a metade”, disse Guedes.
O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil nesta sexta-feira (20):
– Registro de 552 óbitos nas últimas 24h, totalizando 168.613 mortes;
– Foram 38.397 novos casos de coronavírus registrados, no total 6.020.164 pessoas já foram infectadas.
– O número total de recuperados do coronavírus é 5.422.102, com o registro de mais 14.604 pacientes curados. Outros 429.449 pacientes estão em acompanhamento.
O discurso do presidente da Rússia, Vladimir Putin, durante a Cúpula dos Brics, encontro dos chefes de estado do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, nesta quarta-feira (17), pegou de surpresa integrantes do governo brasileiro.
Na avaliação de ministros e assessores do Itamaraty, a declaração de Putin corresponde exatamente ao que Jair Bolsonaro sempre disse desde o início da pandemia e que foi distorcido por parte da mídia e por ex-integrantes do próprio governo, como o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta e o ex-ministro da Justiça Sergio Moro.
Ministros chegaram a lembrar que a conduta do presidente diante da pandemia condiz com a passagem bíblica vista em Provérbios 24, versículo 10: “Se te mostrares frouxo no dia da angústia, a tua força será pequena”.
Vladimir Putin agradeceu a Jair Bolsonaro o empenho durante a pandemia no Brasil ao encerrar o encontro dos Brics.
“O senhor [Jair Bolsonaro] pessoalmente enfrentou essa infecção e passou por essa provação com muita coragem. Quero lhe desejar tudo de melhor e, é claro, muita saúde. Sei que esse momento não deve ter sido fácil, mas o senhor enfrentou tudo como um homem de verdade e demonstrou possuir as melhores qualidades masculinas, como a coragem e a grande força de vontade, enfrentando todos os desafios com grande respeito e consideração pela vontade de seu povo e pelos interesses do seu país. Isso faz do senhor um exemplo para todos nós, pois isso mostra como podemos ser corajosos no cumprimento dos nossos deveres profissionais, nos nossos deveres como chefes de estado”.
No início da noite, o presidente Jair Bolsonaro postou nas redes sociais o vídeo traduzido com a fala de Vladimir Putin durante o encontro.
Não adianta, a verdade sempre irá prevalecer, seja hoje ou amanhã. A mídia é considerada o quarto poder e quando distorce perde a credibilidade, suas informações fedem e seus divulgadores não passam de ratos de esgoto
Né isso! Vamos comemorar juntos: MUUUUUUU!!!! KKKKK. Na minha humilde opinião, PUTIN fez esse pseudo elogio para se aproximar do MINTO já que ele ficará órfão de TRUMP e precisa lamber as botas de outro …
Kkkkkkkkkk.
Né não? Tá vendo uma oportunidade de ganhar algum desse lixo-presidenta, que não fatura nenhuma eleição mais.
Aqui tem coisa.
Prepara o caminho pra boiada passar.
Como não tem mais menina-tramp (vagabunda no inglês) pra o lixo daqui ficar da altura da braguilha, Putan tá louco pra ocupar a vaga e levar algum nosso.
Wtf? Vtnc… os dois.
As vendas no comércio cresceram 0,6% em setembro frente ao mês anterior, o que representa a quinta alta mensal consecutiva do setor desde maio. No acumulado do ano, o setor conseguiu se recuperar e equilibrar as perdas da pandemia do novo coronavírus.
Os dados constam da PMC (Pesquisa Mensal de Comércio), divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quarta-feira (11).
Apesar do ritmo de crescimento, o resultado de setembro aponta uma desaceleração em relação às altas constatadas nos meses anteriores — agosto (3,1%), julho (4,7%), junho (8,7%) e maio (12,2%).
De janeiro a setembro de 2020, o varejo conseguiu reverter o impacto da pandemia e agora registra estabilidade (crescimento zero), depois de seis meses no campo negativo.
Segundo Cristiano Santos, gerente da pesquisa, a desaceleração é como se a série estivesse voltando à normalidade. “Trata-se de uma diminuição do ritmo de crescimento nos volumes do varejo nacional. A desaceleração é natural e representa uma acomodação, porque as quedas de março e abril foram muito expressivas, o que fez com que os meses seguintes de recuperação também tivessem altas intensas”, analisa.
Na comparação com setembro de 2019, o comércio cresceu 7,3%.
Santos também destaca o desempenho forte do trimestre que se encerrou em setembro. Em comparação com o trimestre anterior, foi registrada alta de 17,2%, recorde da série histórica iniciada em 2000.
“Isso ocorreu, porque os trimestres anteriores apresentaram desempenho muito baixo: -1,9% no primeiro e -8,5% no segundo. Em relação ao terceiro trimestre de 2019, o aumento é de 6,3%, a maior alta desde 2014”, ressalta o gerente da pesquisa.
Crescimento por setores
O IBGE diz que, entre as oito atividades pesquisadas, cinco tiveram alta em setembro:
– Livros, jornais, revistas e artigos de papelaria (8,9%);
-Combustíveis e lubrificantes (3,1%);
– Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (2,1%);
– Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (1,1%);
– Móveis e eletrodomésticos (1,0%).
Por outro lado, três setores pressionaram o desempenho do comércio negativamente: Tecidos, vestuário e calçados (-2,4%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,6%); e Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0.4%).
“A atividade de livros, jornais, revistas e artigos de papelaria, embora continue negativa em indicadores, como o acumulado do ano e nos últimos 12 meses, teve uma recuperação grande em setembro. Já a de Artigos farmacêuticos médicos, ortopédicos e de perfumaria teve uma trajetória claudicante nos últimos meses e em setembro chegou a 2,1%. Móveis e eletrodomésticos e Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação, continuam com crescimento. Parte desse desempenho pode estar relacionado à ida ao home office, embora já estejamos vivenciando a abertura”, explica Cristiano Santos, gerente da pesquisa.
Alta de preços influencia supermercados
O setor de hiper e supermercados, segundo o IBGE, está sendo impactado pela inflação de alimentos. De abril a setembro, o setor registrou crescimento de 10,6% na receita, enquanto em volume, o ganho foi de 4,7% nesse período.
Em setembro, o setor teve alta de 2,1%.
“A inflação de alimentos em setembro impactou bastante. Nos três últimos meses, os indicadores de receita do setor registram dois índices positivos, 2,1% em setembro e 0,5% em julho, e um negativo, -0,7% em agosto. Já os indicadores de volume foram todos negativos em setembro (-0,4%), agosto (-2,1%) e julho (-0,3%), o componente da inflação influencia os indicadores nos últimos três meses”, explica Santos.
O Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de Pernambuco (Sinepe-PE) que 200 colégios do estado vão fechar as portas devido à pandemia do novo coronavírus.
As instituições vão encerrar as atividades em dezembro deste ano, segundo a entidade. A maioria destas escolas atendem especificamente os estudantes da educação infantil e do ensino fundamental.
Fique em casa.
A economia e a educação a gente vê depois.
Os professores que defenderam o fique em casa, ficarão desempregados.
Como vai ser?
Os professores da rede estadual não perdem emprego por causa de pandemia.
Que nem todo mundo aderiu ao isolamento social durante a pandemia, não é novidade. Ainda assim, perceber que as buscas por motéis durante esse período tiveram uma alta alcançando volumes inéditos nos últimos cinco anos, surpreende.
O Google Trends é uma ferramenta gratuita que exibe o histórico de busca e aponta tendências. Quando pesquisamos por “motel aberto” os resultados mostram que o pico aconteceu em março deste ano.
Também é interessante notar que, comparando as buscas por motéis em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre e Belo Horizonte, os paranaenses parecem os mais interessados no assunto.
Foto: Divulgação/ Google
Pra entender esses resultados, já que durante boa parte desse período os motéis estiveram fechados (pelo menos oficialmente), rodei uma pesquisa com 3.618 pessoas, em diversos estados, que responderam assim:
Desde o início da pandemia, você foi ao motel?
60% Sim
40% Não
Comparada com antes da pandemia, a frequência com que você vai no motel:
66% – Diminuiu
26% – Está igual
8% – Aumentou
Quais motivos te levam a frequentar motéis?
48% – Mais privacidade (moro com outras pessoas)
45% – Para sair da rotina
32% – É mais divertido
19% – Mais segurança
8% – Outro
Além da pesquisa, o Bruno Domingues, que é gerente do Opium Motel em São Paulo, trouxe a sua percepção sobre o período:
“O movimento caiu muito, principalmente porque permanecemos vários meses fechados. Eu acompanhei o aumento pela busca por motéis, mas isso não se transformou em ocupação mesmo depois que fomos permitidos reabrir. Ainda estamos recuperando o movimento aos poucos.”
Ele explica que, nos primeiros meses de pandemia, teve parte da sua ocupação realizada por profissionais da saúde, já que nos seus arredores estão localizados grandes hospitais:
“O pessoal da saúde usou bastante pra descanso, mas muitos para as refeições mesmo, já que os restaurantes não abriram e todo mundo precisava se alimentar. A sorte é que a boa cozinha é um dos nossos diferenciais, temos um cardápio variado e cuidadoso. Hoje, mesmo depois da fase mais crítica, muita gente continua vindo como opção para comer bem.” Provavelmente em todos os sentidos (eu me segurei para não fazer a piada, mas foi difícil perder a oportunidade).
Por fim, ele explica que mesmo que os motéis não tivessem sido impedidos de abrir, o movimento sofreria uma queda:
“Uma boa parte da nossa clientela vem pra pular a cerca. Sem desculpa pra sair de casa, fosse pelo trabalho, academia, o futebol da semana, uma volta com as amigas, o pessoal não tem como justificar a ausência. Ainda está difícil fazer isso, por isso a recuperação do movimento ainda é lenta.”
Mas se a ocupação dos motéis caiu, por que será que as buscas no Google aumentaram? Uma hipótese é a junção do bom e velho tédio, saudosismo e planos para o futuro. Será que a saudade bateu forte de outras coisas também? Conta aí nos comentários, o que você tem buscado na internet só pra ver se ainda está lá?
Por que a Dinamarca pretende matar 17 milhões de visons em nome da pandemia (Foto: Wikimedia Commons)
Na última quarta-feira (4), o primeiro-ministro da Dinamarca, Mette Frederiksen, anunciou que irá sacrificar mais de 17 milhões de visons após a uma nova cepa do Sars-CoV-2 ter sido encontrada nos animais e infectado humanos. “Temos uma grande responsabilidade para com nossa própria população, mas com a mutação que agora foi encontrada, temos uma responsabilidade ainda maior pelo resto do mundo também”, justificou Frederiksen, em entrevista coletiva.
Segundo o político, autoridades de saúde do país concluíram que a nova cepa possui uma mutação capaz de diminuir a sensibilidade contra anticorpos, o que poderia reduzir a eficácia de futuras vacinas. As descobertas foram conduzidos pelo Instituto Statens Serum, centro de pesquisa dinamarquês responsável por controlar doenças infecciosas no país. Os resultados e receios foram compartilhados com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças.
Na última semana, Mike Ryan, chefe do programa de emergências da OMS, já havia solicitado investigações acerca da infecção de humanos por visons com Sars-CoV-2. Autoridades da Dinamarca reportaram cinco detecções da nova cepa em fazendas de visons e 12 infecções em humanos. Quase 400 casos podem estar relacionados aos animais, sugerindo que a transmissão entre a espécie e humanos é mais comum do que se imaginava, afirma nota da National Geographic.
Desde junho, o país tem abatido visons infectados conforme surtos aparecem em fazendas de criação desses animais — que somam entre 15 milhões e 17 milhões de espécimes na Dinamarca, a maior produtora de pele de vison do mundo, com cerca de 1,2 mil fazendas. Para agilizar o processo de abate, a polícia, o exército e a guarda dinamarquesas serão acionadas.
Entre os apoiadores da medida está Christian Sonne, professor de medicina veterinária e vida selvagem da Universidade de Aarhus. Em e-mail enviado à agência Reuters, o acadêmico diz que considera o abate de rebanho uma medida de prevenção acertada, capaz de evitar surtos que seriam difíceis de controlar no futuro. Em 30 de outubro, Sonne já havia escrito uma carta aberta na revista Science a favor do banimento da indústria de pele de vison.
Outros países que adotaram medidas semelhantes são a Espanha, que abateu 100 mil visons em julho após casos em uma fazenda em Aragão, e a Holanda, que sacrificou dezenas de milhares devido a surtos em criadouros.
Além do abate, a Dinamarca voltará a aplicar medidas retritivas mais rígidas e intensificará o rastreamento de casos, principalmente no norte do país, onde há mais criadouros desses animais.
Eu quero meu casaco com a BM pele desse bixinho . Couro do gado ? está levando tenta laborada ultimamente . É péia lá , é péia cá é péia acolá . O lombinho está todo machucado . O Gado está tristonho . Chega Gibira ! Aumenta a dose de Ozônio para os nenéms ? do Doidin . Mamadeira de piroca e suco de laranja rachada . Ah Papai ! Fique triste não baby !
E a preservação do meio ambiente?
Salve a Amazônia.
Salve os visons.
Por que não matar todos os morcegos e macacos do mundo, então, duas das maiores fontes de coronavirus?
E o vírus do comunismo que atacou seriamente um frequentador do blog extremamente perturbado?
Precisamos exterminar o comuna virus.
Faltou voce se incluir na tropa de jumentos que manteve o encantador de asno e assaltante por 14 anos no poder,comendo merda e achando bom !!!
VTNC, ômi esse idiota vai levar outra reprimenda de seus amos, faça isso não. kkkkKkkk
Espanha, Holanda e Dinamarca certamente serão lacradas a mando da chatérrima Gretta Thumber, Mandatária Geral da Suécia e pelas esquerdas do Brasil. Quero só ver…….
A Europa é a região do mundo onde a pandemia do novo coronavírus mais cresce diariamente. A Espanha registrou novo recorde de contágios nas últimas 24 horas, mas a França continua a ser o país da União Europeia com maior número de novos casos diários, apesar de o país estar em lockdown.
Um dia depois das eleições presidenciais nos Estados Unidos, o país teve novo recorde de contágios, mas é a Europa o epicentro da pandemia.
A sobrecarga de doentes em cuidados intensivos já levou a França a transferir internados, por via aérea, para unidades hospitalares de regiões do país menos atingidas.
O país registrou 367 mortes devido à covid-19 nas últimas 24 horas, elevando assim o número de óbitos desde o início da pandemia para 39.037, segundo as autoridades francesas.
No total, há 28.426 pessoas hospitalizadas na França com a doença e 4.230 desses pacientes estão em unidades de tratamento intensivo.
Os casos detectados continuam a aumentar de forma exponencial diariamente, tendo sido identificados, na quarta-feira (4), 58.046 novos infectados, um novo recorde desde o início da pandemia.
Já foram confirmados na França 1.601.367 casos de covid-19.
O ministro da Saúde, Olivier Véran, disse que a segunda onda na França é “violenta” e que a situação nos hospitais é “tensa”, tendo já havido necessidade de transferir 61 pacientes entre diferentes hospitais.
Cliente na fila de uma Apple Store: número de casos de Covid-19 nos EUA cresce Foto: Reuters
A economia dos Estados Unidos cresceu 33,1% no terceiro trimestre, a maior alta desde o início da série histórica, em 1947. O salto, impulsionado por mais de US$ 3 trilhões em estímulos do governo, vem após tombo recorde do PIB americano no segundo trimestre, quando os efeitos da pandemia foram devastadores para empresas e trabalhadores.
Os EUA divulgam suas estatísticas de forma diferente do que é feito no Brasil. Os 33,1% de alta são a taxa anualizada. A expectativa dos economistas ouvidos pela Reuters era de que o PIB americano avançasse 31% entre julho e setembro.
O crescimento da economia no segundo trimestre foi puxado pela forte alta no consumo, que também foi recorde (+40,7% na taxa anualizada). Ainda assim, o PIB está abaixo do pico atingido na pré-pandemia e pode ter seu ritmo de crescimento freado com os novos casos de Covid no país, que bateram recorde nesta semana.
A China também viu sua economia se recuperar no terceiro trimestre. Após implementar uma bem-sucedida estratégia de controle da Covid-19, o PIB chinês cresceu 4,9% de julho a setembro, em relação ao mesmo período do ano anterior, levemente abaixo dos 5,2% estimados por especialistas. EUA e China são as duas maiores economias do mundo.
Segundo especialistas, as cicatrizes profundas da crise podem levar um ano ou mais para serem superadas.
Impacto sobre eleições americanas
A poucos dias da eleição e perdendo na maioria das pesquisas de opinião nacionais, o presidente Donald Trump certamente vai tentar se aproveitar dos números positivos do PIB. Mas seu adversário, o democrata Joe Biden, deve destacar que a economia americana ainda não foi capaz de recuperar empregos perdidos.
— Os números do crescimento do PIB no terceiro trimestre não terão qualquer efeito sobre as eleições — disse Christopher Way, professor associado de governo da Universidade Cornell.
Ele continua:
— É o desempenho econômico no primeiro semestre de um ano eleitoral que importa. Para as pessoas que ainda estão desempregadas ou lutando contra a contração das economias, isso (o PIB do segundo trimestre) terá pouco impacto.
Nesta quinta-feira, o governo americano também divulgou as estatísticas de seguro-desemprego. Na semana encerrada em 24 de outubro, os pedidos caíram para 751 mil, ficando abaixo da expectativa de analistas, de 775 mil.
Apesar da queda, as solicitações ainda estão acima do pico alcançado durante a crise de 2008. E pouco mais da metade dos 22,2 milhões de empregos perdidos durante a pandemia foram recuperados. As demissões persistem.
— Ainda há um longo caminho a percorrer antes de voltarmos ao ponto em que estávamos antes da pandemia, provavelmente no fim de 2021— disse Gus Faucher, economista-chefe da PNC Financial em Pittsburgh, Pensilvânia.
Ele complementa:
— Isso pressupõe que recebamos estímulos adicionais. O crescimento desacelerará até 2021, e a recuperação ficará mais difícil, pois alguns problemas estruturais com a economia persistem.
Impasse em torno do pacote de estímulo
Os estímulos que deram alívio à economia americana no segundo trimestre se esgotaram sem qualquer acordo para outra rodada de incentivos à vista. O impasse em torno dessa questão continua no Congresso e só deve ser destravado após as eleições.
A alta no consumo no terceiro trimestre nos EUA foi impulsionada, em grande parte, pelas transferências do governo, incluindo um subsídio pago a desempregados no valor de US$ 600 por semana e um cheque único de US$ 1.200 para as famílias americanas.
— Não podemos subestimar a importância do apoio do governo para a renda familiar — disse James Knightley, economista-chefe internacional do ING em Nova York. — Os cheques de US$ 1.200 e a expansão do seguro-desemprego significaram que quase 70% dos beneficiários receberam rendas mais altas do que quando estavam realmente trabalhando.
Infelizmente só Quem não cresce é a economia de Cuba e da Venezuela, qual será a razão? Também infelizmente, lá só cresce, a fortuna dos dirigentes, a fome, miséria, desemprego, fuga de compatriotas e contrabando de drogas.
Os cinemas de Natal vão reabrir suas portas nesta quinta-feira (29), após a liberação por parte da prefeitura de Natal, em decreto publicado no último dia 21. As redes Cinépolis, no Natal Shopping, e Moviecom, no Praia Shopping, confirmaram o reinício da exibição de filmes após sete meses da paralisação das atividades por causa da pandemia do novo coronavírus. O Cinemark, localizado no Midway Mall, só retomará as sessões no domingo, dia 1º de novembro.
Os cinemas precisam seguir as regras sanitárias publicadas no Diário Oficial do Município e serão fiscalizados por órgãos da prefeitura.
As principais orientações que precisam ser respeitadas são o uso obrigatório de máscaras de proteção por todas as pessoas que ingressarem no ambiente – inclusive os funcionários -, a aferição de temperatura na entrada dos estabelecimentos e a disposição de assentos de forma intercalada, com distância mínima de um metro entre cada assento ocupado.
Para os cinemas, fica autorizado o ingresso de, no máximo, oito pessoas por núcleo familiar.
O protocolo geral para cinemas também cita que os pontos de venda de ingressos devem apresentar distância entre si mínima de 1,5m (um metro e meio), bem como os espaços de autoatendimento, além de oferecer álcool em gel 70º para os clientes. Nas filas de vendas e nas entradas das salas, o distanciamento mínimo entre cada cliente deve ser de 1,5m (um metro e meio), demarcando o chão com adesivos. A conferência de ingressos deve ser visual ou através de leitores óticos, sem contato manual por parte do atendente.
Os estabelecimentos também devem efetuar a limpeza geral e desinfecção dos ambientes e aparelhos das salas de exibição – como poltronas, corrimãos, puxadores de portas e qualquer outra superfície de contato – no intervalo entre todas as sessões. O protocolo aponta ainda a necessidade de reforço da higienização e sanitização de equipamentos e acessórios que são de contato manual dos clientes e colaboradores, como maquinetas de cartões e balcões.
VERGONHA, formar profissionais para o mercado de trabalho apenas com aulas remotas, como ficam as aulas práticas? Isso é uma ENGANAÇÃO.
Como esses profissionais vão ter condições de realizar qualquer procedimento no mundo real, se não praticaram em sala de aula.
As universidades privadas há muito retornaram, com as medidas de segurança as universidades públicas também já poderiam retornar.
Muitos outros profissionais estão trabalhando em condições muito mais arriscada para o Covid do que os professores, tais quais bancários, motoristas de ônibus, policiais, etc.
Parece que os professores gostaram de passar a maior parte do ano recebendo em dia e em casa. A sociedade é quem paga a conta.
Parece também que a educação de qualidade não é prioridade para as universidades, que parecem não se esforçar para melhorar a situação.
Todo mundo voltou a trabalhar.So esse segmento tem privilégio de ficar em casa.As suas vidas tem mais valor que as demais?
André, Severino e Osvaldo, grandes…,
Seus comentários equiparam-se aos seus conhecimentos. Lamentável! Não generalizem! A maioria desses que provocam aglomerações vocês sabem quem são e o que pensam. Desconhecem o trabalho dos professores. Gostaríamos muito de trabalharmos presencialmente. De moso remoto temos que replanejar, pesquisar, trabalhar por videoconferência, preencher dezenas de formulários, participar de formações e reuniões administrativas e pedagógicas on-line sem turno definido, acompanhar os e-mails para recebimento de atividades, acompanhar os grupos de mídias sociais para atender alunos, ir à escola pegar atividades impressas devolvidas pelos alunos que não têm acesso a internet, acessar o sistema para lançar conteúdos, atividades e acompanhar os que acessam. E ainda elaborar relatório de desenvolvimento parcial das atividades remotas em andamento, pois o MP também acompanha as ações realizadas pela escola. Falem apenas do que sabem com propriedade! Professor está acostumado a trabalhar. Afinal jornada de dois turnos de trabalho com cinco aulas cada um, com quarenta alunos em cada sala, mais um em casa planejando e corrigindo atividades não assusta ninguém!
Vagabundos!!!! Instituições fomentadoras de vagabundagem!!!!
Que revolta é essa, vamos estudar numa federal e publicar alguns artigos internacionais. Prometo que a raivinha passa.
quando vejo um posicionamento destes acho que deveríamos renomear as Universidades, para creches superiores. É um absurdo ! estamos lidando com o ensino superior deste país, se os professores e alunos não tem a capacidade de se adequar as exigências sanitárias imaginem a qualificação profissional dos que irão sair destas autarquias.
Infelizmente estão utilizando as UF´s como campo de batalha ideológico, pena que os alunos não enxergam o tamanho do dano que estão causando na sua formação profissional, os servidores estão com seus proventos garantidos e não estão preocupados com a perdas do aprendizado, acorda moçada o tempo perdido vai ser cobrado depois e na vida real não vale mimimi, nem choro e vela o fumo é grande.
sem condições de escolas e universidades voltarem na modalidade presencial.
nunca deram valor aos professores, agora tudo pedindo arrego… não aguentam seus filhos dentro de casa?
aprendam a respeitar os professores! são 40 adolescentes dentro de uma sala, você não aguenta 1 na sua!
Todo mundo pode voltar ao trabalho, enquanto isso vcs não podem voltar ? Os bares estão lotados de universitários de segunda a segunda
-Quem não aguenta aborrecente não vai ensinar.
-Professor é pago para aturar (pelo visto não são os riscos de contágio, né? arrumaram um pretexto).
-Quem já é professor e não os atura pede demissão.
-As particulares já voltaram.
-Quem não dá valor a professor?
-EU até acho que professores públicos no Brasil são até sobrevalorizados para o que entregam.
Se os pais vão ter a função de educador, tranquilo, que vocês SEJAM DEMITIDOS.
Se professor não é para assumir sala de aula, que a função SEJA EXTINTA.
Simples assim.
Por sinal, desde quando alguns professores não são dispensáveis?
Professor deveria dar exemplo e não ficar querendo receber SEM TRABALHAR
O MEC é inocente ou se faz de desentendido?
Nunca os professores tiveram tanta chance de não trabalhar e receber, que conversa é essa de voltar as aulas presenciais?
Nem com a vacina isso vai acontecer, afinal o discurso já está todo preparado, depois de torrar bilhões com as vacinas, vem os "cientistas" dizem que o vírus mudou e o isolamento com lockdawn deve continuar, pois a vacina não tem efeito sobre o vírus novo.
Será uma situação cíclica, para todo o sempre, vacina, mutação, isolamento.
Ainda não entenderam? Já foi até desenhado e vocês não conseguem entender?