Saúde

Mais de 90 mil pessoas esperam pela D2 no Rio Grande do Norte

O Rio Grande do Norte precisa de mais de 90 mil doses de vacinas contra a Covid-19 para completar o ciclo de imunização de milhares de pessoas no Estado que ainda não tomaram a segunda dose, concluindo assim o processo de imunização contra a doença. Dessas, 87.098 doses são da CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan e o laboratório chinês Sinovac. As outras, são da Oxford/AstraZeneca. A informação é da Secretaria do Estado da Saúde Pública (Sesap/RN). A pasta estadual deverá ter uma previsão nesta sexta-feira (07) de quantas doses da CoronaVac serão enviadas ao Estado neste final de semana pelo Ministério da Saúde.

Créditos: Magnus NascimentoMilhares de idosos aguardam a chegada de doses da CoronaVac para concluírem o ciclo vacinal contra a covid-19 em todo o EstadoMilhares de idosos aguardam a chegada de doses da CoronaVac para concluírem o ciclo vacinal contra a covid-19 em todo o Estado

O levantamento foi feito pela Sesap a pedido do próprio Ministério da Saúde. Atualmente, das 87.098 doses para completar o esquema vacinal, 52.072 são para pessoas localizadas na Região Metropolitana de Natal, 3.462 na região de São José do Mipibu, 5.276 na região de João Câmara, 2.478 na região de Santa Cruz, 16.955 na região de Mossoró e Assu, 4.524 na região de Caicó e 2.331 na região de Pau dos Ferros.

Dentro desse total, segundo a Sesap, existe hoje a falta de 26.353 doses não enviadas ao Estado pelo Ministério da Saúde e um número de frascos com apresentação nominal de 10 doses que chegaram ao Estado com 9 ou 8 doses na prática, resultando assim numa diminuição de pessoas vacinadas.

“Encaminhamos o levantamento para a Saúde para possível liberação dessas doses ainda no fim de semana para os Estados. Não temos ainda a clareza se a liberação será em sua totalidade ou proporcional ao número de doses que encaminhamos. Já recebemos a pauta de remessa dessa semana, mas não consta ainda a CoronaVac. Acreditamos que é porque o MS estava aguardando esse balanço para só sexta liberar quantas doses vão vir para cada Estado”, declarou a coordenadora em Vigilância em Saúde da Sesap, Kelly Maia.

Nessa quinta-feira (06), o Rio Grande do Norte recebeu um lote de 64.500 doses do imunizante de Oxford/Astrazeneca, produzido no Brasil pela Fiocruz. No início da semana, o Estado recebeu o primeiro lote de vacinas da Pfizer BioNTech, totalizando 7.020 doses do imunizante. Para esse fármaco, a vacinação acontece exclusivamente em Natal, em virtude da necessidade de resfriamento em condições especiais.

Confira matéria completa na Tribuna do Norte.

Opinião dos leitores

  1. O vírus veio da China a vacina que não tem insumos suficientes para fabricação é chinesa ai a culpa é do governa brasileiro, mais uma vez o poste mijando no cachorro.

  2. Desgoverno bolsonaro orienta o uso das segundas doses pra inflar os dados em detrimento à saúde das pessoas. Responsavelmente o governo do Estado mantém o plano e oreinta a manutenção da reserva de segundas doses por parte dos municípios. E o que alguns municípios a exemplo de Natal, Parnamirim, Mossoró e SG do Amarante fazem? Seguem o governo federal que é o principal responsável pela tragédia que estamos vivendo hj. Pronto, está aí, atraso no envio, eficácia de vacinas comprometidas e mais uma vez uma orientação desastrosa do governo bolsonari trás prejuízo às vidas dos brasileiros.

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Educação

Universidades federais têm, em 2021, a verba de 2004 com o dobro de alunos

As universidades federais chegaram ao limite. A verba disponível para investimentos e manutenção em 2021 caiu ao patamar de 2004. No entanto, o Brasil agora tem mais que o dobro de alunos de 17 anos atrás. Por isso, algumas das mais importantes instituições, como UFRJ e Unifesp, já falam em interrupção das atividades a partir de julho.

 

De acordo com o Painel do Orçamento Federal, estão livres em 2021 R$ 2,5 bi para as 69 universidades e 1,3 milhão de estudantes. Esse valor é praticamente o mesmo que o orçamento de 17 anos atrás (com os valores atualizados pelo IPCA). No entanto, naquele momento, eram 574 mil alunos e 51 instituições

Os gastos discricionários vão desde as contas mais básicas, como água, luz, limpeza e segurança, como para pagamento de bolsas, compra de insumos para pesquisa e reformas prediais. Com um orçamento muito baixo, alunos mais pobres perdem a ajuda que os garante nas universidades, pesquisas são interrompidas e, agora que as universidades estão no limite, contas de água, de luz e de limpeza podem não ser pagas.

Além deles, há os gastos obrigatórios, a maior parte do orçamento, que são salários e outras verbas cujos gastos são determinados por lei.

 

— Com o que temos disponível para gastos discricionários hoje, a UFRJ para de funcionar em julho. As aulas só continuam porque estão remotas. Mas todos os serviços da universidade, como os hospitais e as pesquisas, incluindo o desenvolvimento de uma vacina de Covid-19, serão interrompidos — afirmou a reitora da universidade, Denise Pires Carvalho.

Além dos R$ 2,5 bilhões livres, o orçamento das federais também prevê R$ 1,8 bi que podem ou não ser desbloqueados ao longo do ano. Caso isso aconteça, os gastos discricionários chegarão ao patamar de 2006, quando o país tinha apenas 54 universidades federais. Uma fonte ligada a reitores afirmou que há um temor de paralisação em escala nacional nas instituições.

Em nota, a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) também disse que, se não houver liberação dos recursos, a unidade não terá “como arcar com o funcionamento básico a partir de julho”, e, portanto, “o risco de paralisação total é real”.

 

“Para se ter ideia, a principal ação orçamentária, onde se encontram alocados os recursos para funcionamento da universidade, incluindo as despesas básicas como energia elétrica, água, limpeza, manutenção, vigilância, insumos para laboratórios de graduação, entre outros, que em 2020 foi de R$ 66 milhões, hoje, na prática, é de R$ 21,1 milhões, suficientes para manutenção das atividades até o mês de julho. Isso porque estamos no modelo de ensino à distância na maior parte de nossos cursos. Se houver a obrigatoriedade do retorno presencial, não será suficiente sequer para as adaptações mínimas necessárias”, diz a reitoria da Unifesp, em nota.

Já o Pró-Reitor de Planejamento, Orçamento e Finanças (Proplan) da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Fernando Marinho Mezzadri, afirma que todos os terceirizados da área de pesquisa podem ter que ser demitidos.

— Isso afeta desenvolvimento da vacina contra Covid que estamos trabalhando. Efetivamente estamos no limite, não há possibilidade de conclusão do ano dessa maneira — diz.

Serviços em risco

De acordo com o presidente da Andifes, Edward Madureira, o orçamento para 2021 devia chegar a R$ 10,4 bilhões. Segundo ele, a Universidade Federal de Goiás (UFG), da qual é reitor, já fechou o ano de 2020 no vermelho por conta da falta de verbas.

— Foram cortados quase R$ 180 milhões para assistência estudantil. Como o perfil socioeconômico de muitos alunos é de baixa renda, cortar alimentação e moradia significa mandar ele embora da universidade — afirma.

 

O Ministério da Educação foi procurado, mas não respondeu aos questionamentos da reportagem.

Madureira lembra ainda que também está em risco o funcionamento dos 50 hospitais universitários que possuem leitos destinados à Covid-19, além de serviços oferecidos pelas universidades como testagem e apoio à imunização. Ele informou ainda que se reunirá com o secretário-executivo do MEC, Victor Godoy Veiga, para pedir a liberação da verba contingenciada.

A volta às aulas presenciais também fica mais longe sem recursos. Em nota, a Universidade de Brasília (UnB) informou que terá que viabilizar a aquisição de insumos, como álcool em gel e equipamentos de proteção individual (EPIs). “Para lidar com o atual cenário, a UnB trabalha de forma a preservar as suas atividades-fim, postergando despesas, sempre que possível”, afirma.

 

A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) também prevê acabar as contas no vermelho. A instituição afirma que deve terminar o ano com dívida de mais de R$ 6 milhões, mesmo tendo ajustes que afetam todos os setores. “Entre as medidas estão a redução de materiais de consumo, serviços e projetos voltados à comunidade, corte no número e no valor da maioria das bolsas de graduação e de assistência estudantil, além de perda de 307 postos de trabalho terceirizados em 2021.”

Segundo Paulo Speller, ex-secretário de Ensino Superior do MEC (2008 a 2010), o Brasil vai na contramão mundial ao retirar investimento da educação e pesquisa justamente no momento de crise.

— Esse governo acha que o processo de formação se dá a preços de mercado muito mais baixos. Essa é uma visão limitada — avalia Speller.

O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. É muito dinheiro para que já está a mais de 400 dias sem dar aula, deveriam ter um pouco de honestidade e devolver o dinheiro para o governo federal.

    1. Desde quando não estamos dando aula? Home office, você conhece? Então não fale bobagem sem saber o que está acontecendo.

    1. Estamos trabalhando SIM, remotamente. Quando esse DESgoverno resolver priorizar a educação e incluir os professores no plano de imunização, voltaremos ao presencial.

  2. Tem que acabar com essa inversão de prioridade. A maior parte dos recursos devem ser destinados ao ensino público fundamental e médio. As universidades deveriam ser, em parte, autossuficientes. Produzir conhecimento, ciência, prestação de serviço relevante para a comunidade, cobrar algumas taxas de cursos de extensão, enfim, gerar recurso para bancar parte de seus gastos, mas não, o contribuinte precisa pagar por teses absurdas, farras de alunos em suas dependências, diretórios acadêmicos inúteis, cursos que não servem para nada, cargos que não somam, militância política de esquerda etc.

  3. Essas universidades custam muito caro aos pagadores de impostos brasileiros e estão há mais de um ano SEM AULAS. E tem as graves constantes, que prejudicam demais os alunos. Mas, ninguém liga, não é mesmo? Tinha que substituir esse sistema caríssimo por bolsas de estudos em instituições privadas, distribuídas a quem realmente precisa.

    1. Sem aulas presenciais, boca de sofá. E sobre instituições privadas, me mostra os artigos e pesquisas de relevância de alguma delas do nordeste.

  4. pois é, mas para muitos aqui os professores são todos vagabundos e trabalham com todas as condições. Não estou defendendo a UFRN não, até porque lá é cheio de arrumadinho nos concursos e pós-graduação, mas o corte de verbas para a educação é geral!

  5. Como se diz pelas bandas de cá, só esta funcionado meia-boca. Então logicamente não deveria receber integral.
    O pior é que as cabeças pensantes, não observam que a opinião pública mudou em relação aos professores que não querem trabalhar presencialmente, o tiro vai sair pela culatra.
    Depois não venham com choro.

  6. Se estão todos em casa em teletrabalho , não diminui despesas ? Só tem menino de Aracati nesta pseudo oposição , a abstinência é grande pra farrear com dinheiro público !

  7. A irma de Paulo Guedes, Elizabeth Guedes, é presidente da Associacao das Universidades Privadas. Paro por aqui.

    1. Não está tendo aula para você que não estuda lá. Aulas remotas está acontecendo normalmente, há alunos que não tem condições de adquirir um computador ou ter Internet para assistir aulas, então, a universidade banca isso para o aluno não ser prejudicado. Outra coisa, contratos de limpeza e segurança continuam, ou seja, é um gasto contínuo e a redução que se possa fazer só é de acordo com a lei, ou seja, geralmente 25%.

    2. Energia elétrica, água, limpeza, manutenção, vigilância, insumos para laboratórios de graduação, entre outros. Leia todo o texto.

    3. Pela sua lógica pueril os bares, restaurantes e indústrias também não tem despesas já que ficaram fechados né?!

    4. Verdade Bruno. Esqueceram desse simples detalhe. Querer mais recursos se estão sem dar aulas é realmente deplorável.

    5. Estão dando aulas sim, desde a metade de 2020. Por mais que não estejam havendo aulas presenciais, o pagamento de funcionários permanece, gastos com segurança e manutenção permanecem, a pós-graduação e as pesquisas nunca pararam, setores administrativos continuam todos funcionando. Tire o ódio da mente e pense logicamente.

    6. As aulas estão ocorrendo online mas e as despesas do governo federal, se não há governo???

    7. Vc leu mesmo? As contas não dependem de ter ou não. Mas só p esclarecer, está tendo aulas, só não presenciais…e os laboratórios de pesquisa e hospitais universitários continuam.

    8. Custo da energia deve cair uns 90%, fora que algumas tem parques solar, vai sobrar excedentes dessa produção q é vendida a ou trocada por créditos para desconto na conta de luz. Gasto com alimentação zero. Terceirizados praticamente somente os vigilantes, combustível para deslocamento praticamente zero, única coisa q justifica gastos são as bolsas de alunos necessitados e também manutenção dos prédios q são poucos também. O corte se justifica por si só, porém sobra pouco pra desvios onde tá a verdadeira preocupações dos gestores

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Saúde

Hospital do Coração passa a oferecer a Pesquisa de Anticorpos Neutralizantes que identifica imunidade ao Covid-19

Foto: Divulgação

O Hospital do Coração passa a oferecer em seu laboratório a Pesquisa De Anticorpos Neutralizantes para o Covid-19, com resultado em até 12 horas.

O teste IgC-S1 feito pelo Hospital é o exame laboratorial mais preciso para medir a resposta imunológica para o Covid-19. O exame detecta se a pessoa está imunizada ( por já ter se vacinado ou por já ter tido a doença).

Os exames podem ser colhidos todos os dias, das 6h às 17h, incluindo domingos e feriados. Não é necessário jejum e o exame é totalmente automatizado e de alta performance.

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Meio Ambiente

Minas e Energia aposta em térmicas e derruba promessa de Bolsonaro à Cúpula do Clima

Ao confirmar outra vez o uso de termelétricas sujas e caras para “garantir energia”, o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico, do Ministério de Minas e Energia, inviabilizou a promessa do presidente Jair Bolsonaro na recente Cúpula do Clima, diante do americano Joe Biden, de reduzir em 37% as emissões de carbono até 2025.

Em vez de investir em energia limpa e barata, como solar e eólica, reduzindo emissões, o governo favorece as térmicas de alto custo e de elevada emissão carbono. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

As usinas termelétricas sujas, a diesel, gás ou carvão custam mais de R$20 bilhões por ano aos cofres públicos.

O ministro Bento Albuquerque (Minas e Energia) já adotou o discurso pró-térmicas: “falta de chuva” e “o baixo nível dos reservatórios.”

A “bandeira vermelha”, que em 2021 vai vigorar até o fim do ano, é uma invenção da Aneel para garantir R$20 bilhões anuais para as térmicas.

As distribuidoras de energia tentam inviabilizar a energia solar, por exemplo, porque rapidamente tornaria as térmicas dispensáveis.

DIÁRIO DO PODER

Opinião dos leitores

  1. Inviabilizar agora é sinônimo de mentir? Pq o que se vê todos os dias é esse sonhor mentindo. E não seria diferente na cúpula do clima. O governo do grito. O brazil véio desmantelado.

  2. O Presidente precisa urgentemente rever esta decisão. As melhores alternativas para geração de energia limpa todo mundo sabe: eólica e solar.

    1. O MINTOmaníaco inepto não pensa em nada além de livrar a família e amigos das investigações de rachadinha omi! DilmAnta queria estocar vento, já o inepto quer estocar cloroquina pra 100 anos…

    2. O presidente precisa urgentemente rever sua própria existência, seus pensamentos, atos, seu modo de ser desde o nascimento. Precisaria morrer e nascer de novo.

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Saúde

Aeronáutica omite destino de 132 caixas e 5.000 comprimidos de cloroquina

Aviões da FAB (Força Aérea Brasileira) transportaram em missões pelo menos 132 caixas e 5.000 comprimidos de cloroquina. O detalhamento sobre o destino da droga, que não tem eficácia contra a Covid-19, é mantido em sigilo. A informação está em ofício assinado pelo então comandante da Aeronáutica, tenente-brigadeiro Antonio Carlos Bermudez, e enviado ao MPF (Ministério Público Federal) em Brasília. O documento é de 15 de março.

O MPF instaurou um inquérito civil para investigar a política da cloroquina do governo Jair Bolsonaro (sem partido). A suspeita é de improbidade administrativa na distribuição massiva do medicamento.

O principal alvo da investigação é o general da ativa Eduardo Pazuello, ministro da Saúde mais longevo na pandemia, até ser demitido em março. “No que concerne à distribuição do princípio ativo, foram transportadas, em duas oportunidades, 132 caixas e 5.000 comprimidos, sucessivamente, do medicamento cloroquina em missões da FAB”, limitou-se a dizer o comandante em relação à atuação da Aeronáutica no transporte da droga de 2020 a fevereiro de 2021, período estipulado no pedido de informações do MPF.

Bermudez, demitido do cargo por Bolsonaro em 30 de março, junto com os comandantes de Exército e Marinha, não explicou ao MPF a quantidade de medicamento transportada nas 132 caixas, não disse quando houve o transporte nem para onde se destinou a droga que foi o carro-chefe de Bolsonaro no combate à pandemia.

A Folha questionou a FAB e pediu à Força que informasse esses detalhes. “Não há informações disponíveis além das que já estão constando no documento citado no corpo da pergunta”, respondeu a assessoria de imprensa.

A reportagem identificou casos em que a cloroquina foi destinada a comunidades indígenas na Amazônia, com o propósito do chamado “tratamento precoce”, e não para a finalidade original da medicação, que é tratar casos de malária.

A distribuição de cloroquina a indígenas entrou no foco da CPI da Covid. Integrantes da comissão querem investigar a entrega deliberada do medicamento a essas comunidades, principalmente em regiões mais isoladas.

Pelo menos um transporte, de 1.500 comprimidos, foi feito pela FAB à região amazônica da Cabeça do Cachorro, no Amazonas, na fronteira com a Colômbia e a Venezuela, em junho de 2020. Ali estão 23 etnias indígenas, como yanomâmi, wanano e baniwa.

Outra missão envolveu um avião da FAB, em Roraima. Lotes de cloroquina foram distribuídos a distritos sanitários que cuidam dos yanomâmi. A missão ocorreu no fim de junho e começo de julho.

Os registros oficiais mostram uma distribuição de pelo menos 60 mil comprimidos do medicamento, além de azitromicina, outra droga sem eficácia para Covid-19 e que faz parte de protocolos de tratamento elaborados pelo Ministério da Saúde.

Até agora, o Exército foi a Força mais escrutinada por órgãos de fiscalização e nos primeiros requerimentos e depoimentos na CPI da Covid, em razão de sua participação direta na produção da cloroquina, por ordem de Bolsonaro.

O Laboratório Químico Farmacêutico do Exército produziu 3,2 milhões de comprimidos da droga. Para isso, gastou R$ 1,1 milhão em recursos públicos.

A força começou a viabilizar o dinheiro internamente dois dias depois de Bolsonaro ter determinado ao então ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva, que houvesse um aumento na fabricação do medicamento. Azevedo foi demitido pelo presidente um dia antes dos três comandantes.

A Aeronáutica também tem um Laboratório Químico Farmacêutico. Em 26 de março de 2020, três dias depois de o Exército fazer a primeira descentralização de recursos para viabilizar a produção de cloroquina, a Aeronáutica divulgou uma nota em que disse que participaria da etapa de embalagem e rotulagem. O Laboratório Farmacêutico da Marinha também seria envolvido, segundo a nota.

Assim, a produção da cloroquina contaria com a participação dos três laboratórios oficiais de Exército, Aeronáutica e Marinha, conforme a nota oficial da FAB.

A resposta do então comandante da Aeronáutica ao MPF informa ainda que a Força fez aquisição de cloroquina. Foram adquiridos 5.120 comprimidos, pelos quais foram pagos R$ 6.985,55, segundo o ofício enviado.

As compras foram feitas com base em dois pregões, um de 2018 e outro de 2020, com vigência até março deste ano. “Esses insumos foram obtidos com o crédito da ação da saúde do Comaer [Comando da Aeronáutica], relativos a certames licitatórios anteriores ao período da pandemia, tratando-se de compras já programadas”, afirmou o comandante.

A Folha questionou a Aeronáutica se a cloroquina foi usada em militares com Covid-19 ou com suspeita da doença. Não houve resposta ao questionamento.

O MPF enviou ofícios aos comandos de Aeronáutica e Exército com base em reportagem publicada pela Folha em 6 de fevereiro. A reportagem mostrou que Bolsonaro mobilizou as duas Forças, cinco ministérios, uma estatal e dois conselhos da área econômica para viabilizar sua política da cloroquina.

Nos ofícios aos comandantes, enviados por meio da PGR (Procuradoria-Geral da República), a Procuradoria quis saber quais órgãos foram mobilizados e quanto foi gasto para a distribuição da cloroquina “para atender ao Ministério da Saúde”.

A Aeronáutica sustenta que sua participação se deu a partir de um planejamento do Ministério da Saúde, repassado ao Ministério da Defesa. “A Força Aérea apenas cumpre a missão”, diz.

As duas missões a comunidades indígenas em Roraima e Amazonas foram organizadas pelo Ministério da Defesa e envolveram diferentes órgãos de governo.

A aposta do governo Bolsonaro em um medicamento sem eficácia para Covid-19, com gastos públicos e na contramão das evidências científicas, é, até agora, o ponto mais abordado pelos senadores que integram a CPI da Covid.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. E quem vota em ladrão dos cofres públicos chefe de quadrilha é o que?
    Esses esquerdistas tão pensando por que o STF livrou a cara do bandido, agora ele virou santo. o povo não é mais otário não.

  2. Queria saber o que os repórteres das midiaslixo estavam fazendo quando o governo do luladrão doou bilhões do nosso dinheiro via BNDES para cuba , Argentina, Venezuela e países comunistas da África, para “obras”.
    Queria saber onde eles estavam quando todas as grandes estatais que hoje dão lucros de bilhões davam prejuízo de bilhões.
    Queria saber onde eles estavam quando o luladrão e seu bando quase faliram os fundos de pensão das estatais.
    Queria saber onde eles estavam quando era investido bilhões em obras intermináveis como a transposição do Rio São Francisco.
    Queria saber onde eles estavam que não questionavam o enriquecimento do limpador de côco de zoológico, lulinha, que ficou milionário da noite para o dia.
    Já sei eles não se preocupavam com isso porque o luladrão enchia o bolso deles para não ficarem trabalhando.
    Isso se torna muito claro quando vemos o grupo globolixo caindo dia após dia.

  3. Criou-se agora a função de “fiscais da cloroquina”? Esse medicamento é antigo, seguro e barato, utilizado contra várias doenças como malária e lúpus. E, como os “lacradores” deveriam saber, é largamente utilizada na Amazônia. Os militares que servem nessa região, por exemplo, precisam dessa droga. Vão arrumar o que fazer. Que perseguição absurda!

    1. E quem é que está sendo contra usar cloroquina para malária e lúpus? A questão é que o MINTOmaníaco que é nosso presidente inepto gastou para comprar muito dinheiro para comprar cloroquina para uma década e queria e ainda quer impor que usem para tratar COVID sem eficácia NENHUMA!

  4. As Forças Armadas estão sendo desmoralizadas pelo governo bolsonaro. Vale aquele velho ditado: “Quem aos porcos se junta, farelo come.”

  5. Nada de novo sob o sol, milicos desviando recursos e metendo no bolso. Quantos enriqueceram entre 64 e 88? Nunca saberemos.

    1. Amigo, não é a turma do PT que na citação. Fica tranquilo que a cloroquina foi com certeza pra salvar pessoas através das forças armadas.

  6. O que leva alguém a votar num doente mental, inútil, que nunca fez absolutamente nada em trinta anos de vida pública, para a presidência do país?
    Somente revolta ou falta de opção.
    A não ser que o sujeito seja tão IMBECIL a ponto de acreditar numa “facada” de onde nem sangue saiu!
    Mas, de uma coisa tenho certeza: Essa legião de iludidos, hoje, diante da administração criminosa desse ASNO está aos poucos vendo a m…que fez e ainda não deu a pata a torcer com vergonha de ser chamado de IDIOTA!

    1. Os asininos, na verdade, são devotos do canalha, cachaceiro, analfabeto, mentiroso, corrupto e lavador de dinheiro de 9 dedos. Não confunda o gado, talkey?

    2. Vc é demente? Não viu que o Brasil melhorou em infra-estrutura, corrupção estancada em vários setores e lucros gerados por estatais superam os últimos 20 anos. Agora este negócio de pinto é coisa de baitolagem, por isso não entende nada.

    3. Tomara que essa CPI traga de volta os 5 milhões dos respiradores que nunca chegaram e o 1,5 milhão dos respiradores que nunca funcionaram !!!

    4. Oxe, não tem os jumentos que votam e ainda idolatram o ex-presidiário que destruiu o país? Então tá empatado. E pra não acreditar na facada que inclusive já foi explicada por médicos especialistas, só expõe que tu é mais um membro da seita, desprovido de inteligência e caráter.

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Saúde

Vacinados contra a covid-19 no Brasil chegam a 34,2 milhões, 16,16% da população

O número de pessoas vacinadas com ao menos uma dose contra a covid-19 no Brasil chegou nesta quarta-feira, 6, a 34.220.432, o equivalente a 16,16% da população total. Nas últimas 24 horas, 816.099 pessoas receberam a vacina, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa junto a secretarias de 26 Estados e Distrito Federal.

Entre os mais de 34 milhões de vacinados, 17.335.070 receberam a segunda dose, o que representa 8,19% da população com a vacinação completa contra o novo coronavírus. Nas últimas 24 horas, 295.607 pessoas receberam essa dose de reforço. Somando as vacinas de primeira e segunda dose aplicadas, o Brasil aplicou 1.111.706 imunizantes nesta quarta-feira.

Em termos proporcionais, o Rio Grande do Sul e o Mato Grosso do Sul são os Estados que mais vacinaram a população até aqui: 20,96% e 20,62% dos habitantes receberam ao menos a primeira dose, respectivamente. A porcentagem mais baixa é encontrada em Roraima, Acre e Amapá, onde 10,81%, 10,82% e 10,89% receberam a primeira dose da vacina, respectivamente. Em números absolutos, o maior número de vacinados com a primeira dose está em São Paulo (8,23 milhões), seguido por Minas Gerais (3,55 milhões) e Bahia (2,56 milhões).

ESTADÃO

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Saúde

Em nova oferta ao Ministério da Saúde, Pfizer cobra R$ 1 bilhão a mais pelo mesmo nº de vacinas

O governo federal avalia comprar mais 100 milhões de doses da vacina contra a covid-19 da Pfizer a US$ 12 a unidade, preço 20% maior do que o negociado no primeiro contrato da farmacêutica americana com o Ministério da Saúde, em que foi adquirida quantidade igual do imunizante. Ao todo, a oferta para nova compra totaliza mais de R$ 6,6 bilhões, cerca de R$ 1 bilhão a mais do que o valor anterior. As informações sobre o preço global e o valor por dose constam em nota técnica assinada por Laurício Cruz, diretor do Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis da pasta, e obtida pelo Estadão.

Nesta quinta-feira, 6, o governo publicou no Diário Oficial da União extrato de dispensa de licitação, com valor global de R$ 6,6 bilhões, passo importante para assinar o contrato. Na CPI da Covid no Senado, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que a pasta estava na “iminência de fechar novo acordo com a Pfizer de cem milhões de doses”.

No fim de 2020 e no início do ano, porém, a gestão de Jair Bolsonaro tinha outra postura em relação à empresa. O governo chegou a acusar a farmacêutica de incluir clásulas “leoninas” na proposta, travou a negociação e perdeu lugar na fila. Bolsonaro se queixava de que a empresa não queria assumir o risco por possíveis efeitos colaterais da vacina. “Se você virar um jacaré (após tomar o imunizante), é problema de você”, afirmou o presidente em 17 de dezembro.

O documento do ministério pede que a entrega desse novo lote seja feita em duas etapas. A primeira remessa, de 30 milhões de doses, deve chegar ao País no terceiro trimestre do ano, entre 1º de julho e 30 de setembro. A entrega do segundo lote, com 70 milhões de doses, está prevista para o quarto trimestre (entre 1º de outubro e 31 de dezembro).

A nota técnica aconselha a compra pelo governo, mas pontua que o valor está acima do que foi pago no contrato anterior e pede que o preço seja negociado. Entre os motivos que embasam a recomendação, os técnicos destacam que talvez seja necessário aplicar doses de reforço da vacina, tendo em vista as mutações do coronavírus. “Caso essa necessidade venha a se concretizar, a necessidade de doses irá aumentar substancialmente”, diz o trecho.

Não constam no documento os motivos para a mudança de preço. À reportagem, a Pfizer disse não comentar negociações e afirmou trabalhar com o governo para a imunização dos brasileiros. Já a assessoria do ministério disse ao Estadão apenas que a compra ainda está em negociação e destacou já ter contrato assinado para aquisição de cem milhões de doses. A primeira remessa, de um milhão de unidades, chegou ao Brasil na semana passada.

A Pfizer tem variado as propostas para diferentes governos. O preço cobrado do Brasil é inferior ao que foi cobrado da União Europeia, que desembolsou por volta de US$ 14,70 por dose, e dos Estados Unidos, que pagaram cerca de US$ 19,50. Israel, um dos países com a vacinação mais adiantada no mundo, pagou à Pfizer US$ 23,50 por dose para recebê-las antes e em grande escala, o que faz o país ser um dos mais imunizados do mundo. A farmacêutica também já disse que países mais pobres iriam pagar preços mais baixos.

Reportagem desta semana pelo jornal americano The New York Times aponta que a vacina contra covid rendeu US$ 3,5 bilhões à Pfizer no 1º trimestre deste ano. A margem de lucro da empresa com os imunizantes está na faixa de 20%, conforme a publicação.

Com logística complicada, que exige refrigeração em temperaturas muito baixas, a vacinação com doses da Pfizer no Brasil está restrita às capitais na maioria dos Estados. Agora, com a ampliação do volume adquirido, a pasta ressalta a necessidade de adequar a rede de frio para a introdução do imunizante em municípios do interior com mais de 100 mil habitantes. A nota técnica propõe a compra inicial de 183 congeladores a serem distribuídos proporcionalmente entre os Estados e o Distrito Federal.

Diferentemente das outras vacinas contra a covid-19 aplicadas no País, o imunizante da Pfizer sobrevive por apenas cinco dias em refrigeradores comuns, com temperatura entre 2ºC e 8ºC. Para ser armazenado por períodos mais longos, de até seis meses, precisa estar em congeladores cuja temperatura varie entre 60ºC e 80ºC negativos.

O documento também pontua que a aquisição tem elevado risco de perdas. O cálculo do governo é que 30% das doses sejam perdidas, índice bem acima da taxa de 10% calculada para a Coronavac e a vacina de Oxford/AstraZeneca. Para chegar a esse índice, a Saúde considera declarações feitas pela França, que estima desperdício entre 25% e 30% do imunizante da Pfizer. Segundo a nota do Ministério da Saúde, a perda média prevista no Brasil é de 15%.

Sobre as projeções de perda de doses feitas pelo governo, a Pfizer afirmou à reportagem que”fica a critério dos programas de imunização de cada país, baseados em sua experiência, qualquer estimativa acerca do tema”.

ESTADÃO

Opinião dos leitores

  1. Daqui a pouco as midiaslixo irão dizer que a compra está sendo
    superfaturada, que o governo federal não se preparou para estocagem, está tendo muita perda, a vacina não tem eficácia.
    As narrativas não param .
    E a vacinação também.
    Continuamos sendo o quarto país no mundo em quantidade absoluta na vacinação.

  2. Biden, o presidente americano, ja disse que apoiaria a quebra de patentes. Mas um pais sul americano muito rico, abaixo da linha do equador, é contra.

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Política

Câmara avalia de ‘bônus’ financeiro a reserva de vagas para aumentar mulheres na política

Na tentativa de aumentar o número de mulheres na política, a deputada Tabata Amaral (PDT-SP) propôs que partidos recebam bônus financeiro pelos votos em suas candidatas. O projeto prevê que a sigla com votação maior que a média nacional, proporcionalmente, poderá receber até 10% a mais da verba pública à qual teria direito. Aqueles partidos que não atingirem o índice, porém, poderão ter parte do dinheiro cortado.

Ao mesmo tempo em que o projeto de Tabata chega à Câmara, deputados discutem uma proposta para reservar vagas a mulheres nos Legislativos do País. A relatora da reforma eleitoral, deputada Renata Abreu (Podemos-SP), pretende incorporar a regra no texto que vai produzir, garantindo a elas 15% das cadeiras nas assembleias e Câmaras municipal e federal. As medidas enfrentam resistência de deputados, para quem questões de gênero não deveriam influenciar o voto.

 

Pelos cálculos da equipe técnica de Tabata, se a regra proposta por ela fosse aplicada à eleição de 2018, o PT e o PSL seriam beneficiados com aproximadamente R$ 20 milhões a mais, no ano passado. Das 77 mulheres eleitas para a Câmara, dez foram do PT e nove do PSL. Já o MDB, que elegeu cinco deputadas, perderia R$ 12 milhões. O PTB, com só uma deputada, teria R$ 2,6 milhões a menos.

“Nosso projeto incorpora um indicador de representatividade no cálculo de distribuição dos fundos partidário e eleitoral. Legendas em que mulheres receberam votos ou cadeiras acima da média dos demais partidos ganharão mais recursos, enquanto aquelas nas quais mulheres receberam votos ou cadeiras abaixo da média perderão recursos”, disse Tabata.

O Fundo Partidário é uma mesada de dinheiro público que as siglas recebem para despesas, como aluguel de sede, salário de funcionários e também nas campanhas eleitorais. No ano passado foram distribuídos mais de R$ 934 milhões aos 33 partidos registrados no País. Pelas regras atuais, legendas precisam investir ao menos 5% do que recebem para incentivar a participação feminina na política. Caso contrário, têm a verba cortada.

Na outra ponta, o Fundo Eleitoral é específico para bancar gastos de candidatos em ano de eleição. Em 2020, quando houve disputas municipais, foram destinados R$ 2 bilhões aos partidos. Deste total, 30% foram reservados a candidaturas de mulheres.

O projeto de Tabata foi apresentado nesta segunda-feira, 3, ao mesmo tempo em que a Câmara inicia a discussão da reforma eleitoral, com o objetivo de alterar regras para as eleições de 2022.

Na lista das mudanças sugeridas para a reforma estão a volta das coligações e a reserva obrigatória de cadeiras para mulheres no Legislativo – o porcentual ainda não foi definido. A proposta é vista por especialistas como a forma mais eficiente de aumentar a participação feminina na política, uma vez que o atual dispositivo, prevendo a destinação de 30% do Fundo Eleitoral para mulheres, muitas vezes é burlado. A cada disputa a Justiça Eleitoral recebe uma série de denúncias de candidatas laranja. Elas são usadas por partidos para desviar recursos que podem promover candidaturas de homens.

Para Karin Vervuurt, co-fundadora da ONG Elas No Poder, o aumento da representatividade feminina ainda é bastante lento no Brasil. “O projeto, portanto, nos aponta uma alternativa mais efetiva de engajar os partidos na busca de uma política mais representativa. A existência das candidaturas laranja e todas as outras formas de burlar as leis eleitorais mostram que é necessário adotar uma abordagem de estímulos positivos”, afirmou Karin. “Eleger mulheres é bom para toda a sociedade, e isso precisa ficar cada vez mais claro no debate da reforma política”, completou Talita Nascimento, presidente do Instituto Vamos Juntas.

A professora de Ciência Política da FGV Graziella Testa avalia que é preciso verificar quem fará a gestão dos recursos. “Ainda mais importante do que o porcentual sobre o financiamento eleitoral público é necessário estabelecer que a gestão do recurso precisa estar nas mãos das mulheres do partido. Isso é ainda mais fundamental”, observou ela.

Medidas que diferenciam candidatos por gênero nas eleições, no entanto, são vistas com ressalvas por parte dos parlamentares. Aliada do presidente Jair Bolsonaro, a deputada Caroline de Toni (PSL-SC) apresentou, no ano passado, projeto de lei para acabar com a cota de 30% de mulheres que os partidos precisam cumprir na hora de lançar candidaturas para deputados ou vereadores.

“Sou contra as cotas para mulheres na política, antes de tudo por uma questão de igualdade perante a lei: não podemos ter um tratamento diferente para homens e mulheres em relação a direitos políticos”, argumentou a deputada. “O argumento usado para a criação da cota, de que ela aumentaria a representatividade da mulher na política, é falso, visto que diferentes mulheres possuem diferentes opiniões, as quais podem ser representadas por pessoas de ambos os sexos sem prejuízos. Afinal, opinião não tem sexo e cada mulher eleita representa o conjunto de eleitores que votaram nela, independentemente do sexo de cada um”, emendou.

O líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (Progressistas-PR), também é contrário às cotas. “A política tem uma característica própria, que se dá pela vocação das pessoas. Isso não se resolve de outra forma; se resolve permitindo que quem tem talento para a política possa servir a população. Essas regras agora são uma tentativa de colocar para ser eleito aquele que não tem vocação”, disse Barros. “Minha filha é deputada, minha mulher foi governadora. A mulher na política é uma opção”, afirmou ele, numa referência a Maria Victoria de Barros (Progressitas), deputada estadual no Paraná e a ex-governadora Cida Borghetti.

 

ESTADÃO

Opinião dos leitores

  1. Muito bom. Os bichinhos já ganham pouco. Tem que dar uma verbinha a mais para ver se conseguem sobreviver.

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Economia

Lucro do Banco do Brasil sobe 33% no primeiro trimestre do ano, com R$ 4,9 bilhões

O lucro ajustado do Banco do Brasil, que não considera itens extraordinários, ficou em R$ 4,9 bilhões no primeiro trimestre deste ano, alta de 33% em relação aos últimos três meses de 2020. Na comparação com o mesmo período do ano passado, houve elevação de 44,7% nos ganhos da instituição. Os itens extraordinários são receitas e despesas que não são recorrentes, como ações judiciais, demandas contingentes, entre outros.

De acordo com o balanço da instituição, o crescimento em relação ao trimestre anterior se deu principalmente pela redução de 50,8% das provisões, pelo desempenho positivo da margem financeira (principal receita, com operações de crédito), e pela redução em despesas administrativas.

As provisões são recursos que os bancos precisam manter em caixa para cobrir possíveis calotes em operações de crédito. Quanto maior o risco, mais recursos precisam ser guardados. A margem financeira bruta totalizou R$ 14,6 bilhões no primeiro trimestre, alta de 4% em relação ao mesmo período do ano passado e de 2,8% em relação ao último trimestre.

Segundo o documento, a queda na taxa básica de juros (Selic) média no período “impactou de maneira relevante as despesas de captação comercial e o resultado de tesouraria”, explicando o resultado positivo.

As receitas com prestação de serviços somaram R$ 6,9 bilhões, queda de 2,7% em relação ao mesmo período de 2020 e de 6,9% em relação ao trimestre anterior. Segundo o BB, a redução é explicada pela queda nas receitas com tarifas de conta-corrente. “A administração do Banco vem buscando constantemente aprimorar seu portfólio de produtos e serviços, assim como novas formas de rentabilizar o relacionamento com seus clientes, seja pelo aumento na comercialização ou pelo desenvolvimento de novos produtos e modelos de negócios”, diz o balanço.

As despesas administrativas do banco tiveram queda de 4,8% em relação ao trimestre anterior e somaram R$ 7,7 bilhões. Já na comparação com os últimos três meses do ano passado, a redução foi de 0,4%.

O banco promoveu demissões voluntárias e enxugamento de estruturas físicas, com fechamento de agências, o que diminuiu despesas. “O decréscimo foi influenciado, principalmente, pelas outras despesas administrativas, com retração de 10,4% na mesma comparação, e pelas despesas de pessoal, influenciadas pelo desligamento de funcionários, no escopo do Plano de Adequação de Quadros (PAQ) e do Programa de Desligamento Extraordinário (PDE) que ocorreu, em parte, no período, além das economias geradas no contexto do novo Programa de Cargos e Salários e do Programa Performa, dentre outras medidas”, detalha o relatório divulgado pelo BB.

A carteira de crédito da instituição alcançou R$ 758,3 bilhões em março, crescimento de 2,2% na comparação com dezembro do ano passado e de 4,5% em relação ao mesmo mês de 2020.

Em relação a dezembro, o crescimento da carteira para famílias foi de 2,0%, puxada por crédito consignado (com desconto em folha de pagamento), com alta de 3,2%, e empréstimo pessoal, de 12,9%.

Na comparação dos 12 meses, houve alta de 14,2% no consignado e 10,3% no cartão de crédito.

Para empresas, houve crescimento de 1,4% em relação a dezembro e de 5,2% em relação a março de 2020. Nos 12 meses, a alta foi impulsionada por operações para capital de giro, com acréscimo de 24,2%.

No trimestre, a linha de capital de giro cresceu 2% e de antecipação de recebíveis, 4,2%.

O índice de inadimplência entre clientes da instituição aumentou 0,05 ponto percentual em relação a dezembro e alcançou 1,95% em março. De acordo com o banco, o crescimento dos calotes se deu nos segmentos para pessoas físicas.

Segundo o documento, o BB investiu R$ 21,4 bilhões entre 2015 e março deste ano em tecnologias e ampliou suas estratégias digitais, especialmente após a pandemia de Covid-19. Com isso, as transações realizadas por meio de canais de internet e celular representaram 90,3% de todas as operações, aumento de 3,8 pontos percentuais em relação a dezembro.

“O Banco do Brasil investe permanentemente em tecnologia com o objetivo de melhorar a eficiência operacional, reduzir as perdas operacionais, expandir os negócios e melhorar o atendimento ao cliente”, afirmou o relatório.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. também, PG lascando a população pra beneficiar seus amigos banqueiros, só podia. Dinheiro na poupança rendendo 2% ao ano, mas se for pegar emprestado é mais de 10% a.a. Assim fica fácil!

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Economia

Governo avalia novo projeto de ajuste no Orçamento para verba a obras e meio ambiente

Para tentar resolver um novo impasse em torno do Orçamento deste ano, o governo avalia enviar um projeto exclusivo para destinar mais recursos a áreas como meio ambiente e projetos de infraestrutura, especialmente para construções de casas populares que podem ser paralisadas já em maio.

O ajuste no Orçamento pode chegar a R$ 3 bilhões e é para os ministros Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional), Ricardo Salles (Meio Ambiente) e Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia). A medida é defendida por líderes do Congresso.

A estratégia é manter os vetos de Bolsonaro ao Orçamento e aprovar o projeto da equipe econômica que recompõe a verba para gastos obrigatórios, principalmente Previdência e seguro-desemprego. Depois, aprovar o projeto que ainda será enviado remanejando recursos entre ministérios, mas sem mexer nas despesas com aposentadorias, como quer o ministro Paulo Guedes (Economia).

Para cumprir o teto de gastos, regra que limita o crescimento das despesas, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) vetou cerca de R$ 20 bilhões de ministérios e bloqueou outros R$ 9 bilhões que estavam previstos e só serão liberados se houver dinheiro ao longo do ano.

Na pasta de Marinho, os vetos ameaçam, por exemplo, paralisar obras de habitações populares, saneamento e ações de prevenção a desastres.

A ala política do governo quer evitar a interrupção desses projetos e também garantir a ampliação da verba para o Ministério do Meio Ambiente, prometida por Bolsonaro em abril durante a Cúpula de Líderes sobre o Clima, além de recompor os R$ 200 milhões cortados para o desenvolvimento de uma vacina nacional contra a Covid-19, projeto comandado por Pontes.

O plano, inicialmente, era modificar o projeto da equipe econômica, que coloca R$ 20 bilhões em despesas obrigatórias. Esse espaço foi aberto no Orçamento após os vetos. Assim, o Congresso reduziria novamente a verba para Previdência Social, subsídios e seguro-desemprego, priorizando o dinheiro para Marinho, Salles e Pontes. Mas a equipe econômica não vê como reduzir a previsão de despesa obrigatória, especialmente com aposentadorias. Isso gerou um novo impasse em torno do Orçamento.

Sem consenso, a votação da proposta de Guedes (com foco nos pagamentos obrigatórios), que estava prevista para esta semana, foi adiada. Para evitar disputa na votação, inclusive sobre os vetos ao Orçamento, interlocutores de Bolsonaro sugerem que o governo faça um pente-fino nas despesas discricionárias dos ministérios, aquelas que podem ser cortadas, pois não são de obrigatórias.

Esse rearranjo entre pastas ainda precisa ser feito e, após acordo político, deve ser oficializado na forma de um novo projeto de ajuste no Orçamento, que precisa ser aprovado pelo Congresso.

Na semana passada, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), deu declarações na mesma linha da ala política do governo: a favor da retomada de recursos para as pastas de Marinho e Salles, além do Censo e outros ministros que foram afetados pelos cortes.

Integrantes do Ministério da Economia afirmam que o problema das verbas para meio ambiente (R$ 270 milhões) e para a vacina a ser desenvolvida por Pontes (R$ 200 milhões) é mais fácil de ser resolvido, pois os valores são mais baixos. No caso da pasta do Desenvolvimento Regional, o montante fica acima de R$ 2 bilhões.

Técnicos do Congresso alertam que, antes de os projetos de remanejamento de verba serem votados, é necessário analisar os vetos. “Caso haja rejeição, ainda que parcial, dos vetos, os recursos correspondentes passarão a estar indisponíveis, não podendo, assim, custear as despesas constantes do PLN 4/2021 [projeto que destina a verba para as despesas obrigatórias]”, diz nota técnica do Congresso.

Portanto, para tentar acabar com a disputa entre equipe econômica e ala política, governistas defendem que, primeiro, sejam mantidos os vetos.

Em seguida, querem a aprovação dos R$ 20 bilhões para despesas obrigatórias, como aposentadorias. E, por fim, o ajuste no orçamento para os ministérios do Desenvolvimento Regional, Meio Ambiente, e Ciência e Tecnologia.

FOLHAPRESS

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Saúde

15.600 doses da CoronaVac chegam neste sábado no RN

15.600 doses da CoronaVac chegam neste sábado (8) no Rio Grande do Norte. As vacinas serão utilizadas para a aplicação da segunda dose.

O Governo do Estado teria solicitado 87.098 doses ao Ministério da Saúde, que só conseguiu enviar as 15.600.

Opinião dos leitores

  1. O pessoal que está com vacina atrasada há mais de uma semana por falta de doses vai ter algum problema?

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Judiciário

Justiça revoga prisão domiciliar de Eduardo Cunha; ex-deputado responderá processo em liberdade

Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

O TRF1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região) revogou a prisão domiciliar do ex-presidente da Câmara do Deputados, Eduardo Cunha, no processo da Operação Sépsis, que investigou o pagamento de propina de empresas interessadas na liberação de verbas do FGTS (Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

Agora, o ex-deputado irá responder ao processo em liberdade. Em outra ação, relacionada à operação Lava Jato, o emedebista teve a prisão preventiva revogada na semana passada.

Cunha estava preso desde outubro de 2016 e há cerca de um ano estava cumprindo a prisão em casa em função da pandemia de covid-19, com o uso de tornozeleira eletrônica.

Em nota, a defesa de Eduardo Cunha comemorou a revogação da prisão domiciliar. “Não havia mais qualquer motivo para manutenção de uma prisão preventiva que era abusiva, desproporcional e sem fundamento legal”, afirmou o advogado Aury Lopes Jr.

Em março de 2017, Cunha foi condenado a 15 anos e quatro meses de prisão pelo ex-juiz Sergio Moro, em regime fechado, pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

De acordo com a sentença, o ex-deputado solicitou pagamento de 1,3 milhão de francos suíços em propina para exploração da Petrobras em um campo de petróleo no Benin, na África, e recebeu o valor em uma conta na Suíça, configurando o crime de lavagem de dinheiro.

R7

Opinião dos leitores

  1. Em quanto o maior bandido da história o nove dedos estiver solto tem que soltar todo mundo mesmo, se já está esculhambado pior não fica.

    1. Lulalivre, EduardoCunhalivre, HenriqueAlveslivre, Aéciolivre, a cambada toda livre era isso que o STF queria

  2. Se o STF soltou o maior bandido brasileiro, o canalha de 9 dedos, é justo soltar também o “malvado favorito”. Roubou muito menos que o cachaceiro petista e ainda fez um enorme bem ao Brasil, ajudando a apear a quadrilha vermelha do poder.

    1. Cunha só era paladino da ética na época do impeachment da Dilma, não é mesmo?

  3. Parabéns ao país, agora o voltaremos a funcionar. Luladrão, Cunha, renan, Flávio Bolsonaro, Fernando Bezerra, Henrique, Fátima Bezerra, Dirceu. A lava jato é que tava errada. Viva o Brasil

    1. Pode crer! Pra alguns parece que corrupção só eh corrupção quando foi praticada em outros governos ou por pessoas que antes não apoiavam o MINTOmaníaco… Sempre existiu, existe e existirá corrupção nos governos brasileiros , mas nunca se enfraqueceu tanto as instituições e as normas de combate à corrupção como no atual governo federal…

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Turismo

Demissões atingem 62% dos trabalhadores do setor turístico em São Miguel do Gostoso

Foto: Wikimedia Commons

O número assusta, é contundente, mas é a realidade em São Miguel do Gostoso, um dos destinos mais visitados do litoral norte potiguar. Famosa nacionalmente pelas belezas naturais, praias tranquilas, opções diversificadas de hotelaria e gastronomia e pela grandiosidade de eventos como o réveillon, a cidade amarga um cenário de desemprego em larga escala. Desde fevereiro deste ano, já foram demitidos 62% dos trabalhadores que atuavam em estabelecimentos turísticos. Quem confirma é Fábio Pereira, Presidente da Associação de Empreendedores de São Miguel do Gostoso e Região.

“Se por um lado os decretos estaduais a partir de fevereiro não recomendaram o fechamento de pousadas e restaurantes, por vezes os termos de alguns desses teve o mesmo efeito em nosso município por seu um destino turístico onde sua economia e emprego depende quase que exclusivamente dele, quando reduziu o atendimento do comércio até às 20h, dentre outras medidas”, explica Fábio.

Essa soma dos altos índices de desemprego aliada à queda na arrecadação do município preocupa o empresariado pelo efeito social danoso, já que inevitavelmente aumenta a pressão nos programas sociais nas três esferas de governo numa economia já combalida. A projeção disso é pessimista com a circulação de dinheiro cada vez menor no comércio.

Na visão dos empresários da cidade, as perspectivas incertas de recuperação deverão manter o setor turístico ainda mais fragilizado, sobretudo na parte de eventos. São Miguel do Gostoso possui hoje 78 restaurantes e 131 pousadas e segundo o representante dos empreendedores, o quadro só não é mais drástico por uma característica específica local.

“Aqui nós temos uma particularidade que, por sorte, tem evitado o pior. Como grande parte dos empresários daqui que atuam no turismo são proprietários dos imóveis e não pagam aluguéis, até o momento não houve nenhum caso de fechamento em definitivo. Mas são vários os casos de fechamentos temporários ou funcionamentos parciais.

Opinião dos leitores

  1. No próximo ano (2022) tem eleição, vote de novo nela bando de otário, o pessoal que mais votou nela é quem tá mais se lascando

  2. Esperar o que da extrema direita? Se tivessem cuidado do Brasil, no momento mais crucial, hoje não estaria passando por isso. MUDA BRASIL!!!!

  3. Uma aprazivel cidade turistica do RN, sofrendo sob o jugo desse governo caótico de Fátima do PT, que está destruindo o estado. Governadora da mentira e do blá-blá-blá, que NADA fez pelo RN até agora, já ultrapassada metade do seu mandato.

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Política

Bolsonaro chama Jornal Nacional de ‘lixo’: ‘Prefiro assistir ao Chaves’

Foto: reprodução/YouTube

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a criticar o “Jornal Nacional”, da Rede Globo, em live realizada hoje nas redes sociais. Ele afirmou que o telejornal é um “lixo” e prefere assistir ao programa humorístico “Chaves”.

Na live, Bolsonaro falava sobre a inauguração de amanhã da ponte do Abunã, que faz uma ligação terrestre entre Acre e Rondônia, estados localizados na região norte do país. O presidente estará em Porto Velho para a cerimônia.

Você sabe o que o JN vai dar? Isso aí é um lixo, eu não assisto essa porcaria. Prefiro assistir ao Chaves. Muito melhor. [A Globo] Vai dizer que o presidente, sem máscara, estava na ponte. Já não encheu o saco falar isso aí?

A crítica ao jornal da Globo aconteceu após 25 minutos de transmissão. Na sequência, Bolsonaro também ironizou outras notícias dadas pela imprensa relacionadas ao comportamento dele na pandemia.

Querem que eu faça discurso com máscara. Eu estava no final do ano em São Paulo, fui passear de jet ski e mergulhei. Depois fui falar com o povo. E o Estadão publicou: Bolsonaro nada sem máscara na Praia grande. Para fazer piadas, essa imprensa é boa.

O apresentador William Bonner também foi alvo de uma crítica de Bolsonaro em live realizada em janeiro de 2021. O presidente questionou o salário do jornalista após ele dizer que governo mirou as relações com a Índia e a China.

Em março, Bonner usou um tom irônico durante o “Jornal Nacional” ao noticiar um pedido de ajuda do governo à China. Foi solicitada a compra de 30 milhões de doses da vacina BBIBP-CorV.

UOL

Opinião dos leitores

  1. Vejam quem odeia Bolsonaro:
    • Funcionários públicos que não trabalham a um ano e recebem.

    • Toda petezada, cheias de ladrões.

    • Os bandidos em geral.

    • Os traficantes.

    • A CPI da morte cheia de ladrões.

    • Os “artistas” mamadores da Lei Roaunet.

    • Os intelectuais que adoram miséria, o povo gosta é de luxo.

    • Os padres comunistas.

    O número de conservadores que apóiam o governo é 3 vezes mais que a esquerdalha. Deixa as águas rolarem.

  2. Estamos a um passo da Venezuela e chegando lá. Eles tiveram Hugo Chaves e agora Maduro, aqui temos Bozo Chaves que já está podre.

  3. A turma do capim realmente não entende o que o Presidente Bolsonaro fala. Mas de ficar em casa recebendo sem trabalhar, a isso eles entendem.

  4. Eu prefiro um idiota, miliciano, boca aberta que um Ladrão que dirigiu, ou melhor, roubou o Brasil, correios, CEF, Petrobras… em mais de R$8.000.000.000.000,00 (OITO trilhões de reais).

  5. Pode ser irresponsável, covarde o que for, mas temos que reconhecer que na pele é bem engraçado. kkkkkkkkkkkkkkk

  6. Chaves não tem comparação presidente, é igual comparar o senhor com o marginal lulaladrão, não tem comparação, és muito melhor……..

  7. O melhor presidente da história recente do Brasil, é a única barreira que nos separa do caos, de virarmos uma enorme Venezuela. Vejam o que o PT está fazendo no RN, é assim que agem os opositores do presidente, intolerantes, preguiçosos, defensores de bandidos e de TUDO o que não presta, inimigos da família, da ética e da decência. Via de regra, os que se declaram anti-bolsonaristas são elementos impróprios para a convivência com pessoas decentes. Não que o presidente seja alguém perfeito e Messias é apenas seu nome (rsrsrs). Mas, quem lhe odeia também detesta os bons valores que ele representa e defende.

    1. Amigo, você não tem um pingo de juízo pra fazer um comentário desse. Essa retórica de Venezuela e pessoas de bem já não colam há muito tempo, o Dr. Jairinho e a Flordeliz também são “pessoas de bem”

    2. Concordo em grau, gênero e números.

      Obs.: Fátima GD é a pior governadora que o RN já teve. Dissemina o caos e o empobrecimento da população. Além de ser responsável pela maior quantidade de desempregados. O vírus é letal, mas Fátima é uma verdadeira exterminadora.

  8. Quem votou no Luladrão,O Encantador de Jumentos,Dilmanta, a Encaixotadora de Vento,Bolsonaro é o Verdadeiro Mito……

  9. ATÉ HOJE EU ME PERGUNTO?
    QUEM ESCOLHE UM CANALHA, IMBECIL, BURRO, ANALFABETO, MAL EDUCADO, IGNORANTE LADRÃO, MILICIANO, LEIGO DE RINCHAR..AFINAL O QUE TEM NA MENTE? AS MESMAS COISAS DO IMVECIL BOLSONARO OU E MAIS BURRO DO QUE ELE. POIS BEM, EXISTEM TRATAMENTOS ADEQUADOS PARA ESSAS CABEÇAS…O BRASIL HOJE PODE DIZER QUE OS DOISOS ESTAO POR SI..MATANDO, AGREDINDO E SUAS LOUCURAS EXPOSTAS A SOCIEDADE..POIS O POVO CORRE PERIGO. SAO PESSOAS DESEQUILIBRADAS QUE PODEM ESTAR OLHANDO ATRAVESSADO PRA VOCE E SURTAR. OS SEGUIDORES DESSE TAL MALÉFICO PRESIDENTE, QUE ORIENTA OS DOIDOS A SEREM MAIS BURROS DO QUE SAO…PODEM PROCURAR TRATAMENTE URGENTEMENTE.
    NADA COMO UMA CAMISA DE FORÇA E UM BOM HOSPÍCIO .
    QUANDO QUISER SABER SE A PESSOA E NORMAL, SIMPLES ..PERGUNTA QUEM E O SEU PRESIDENTE. SE FOR BOLSONARO PODE SE AFASTAR OU INTERNAR URGENTEMENTE, ESTA CORRENDO PERIGO DE VIDA.
    TODO CUIDADO E POUCO…LIVRE-SE .

  10. Essa live do Bozo é uma mistura de Al Qaeda com Zorra Total. Há que goste. Estamos muito lascados com esse fanfarrão.

  11. O Chaves tá passando no Multishow, canal da Globo. Vai lá, presidente. Fica lá assistindo e enriquecendo seus neurônios. Essa sua gritaria todo dia, todo mundo já percebeu que é só cortina de fumaça para hipnotizar seu gado sedento por suas lacrações. Vai lá, cara. Vai assistir Chaves e cala a tua boca. Ajude o Brasil com seu silêncio.

    1. Patriota, vc quer enganar quem com este pseudônimo? Vc é mais um Lobo rabugento e vermelho em pele de cordeiro.

  12. Além de Ridículo a postura de um emissora totalmente movida pelo revanchismo e pelo corte da mamata no governo Bolsonaro a rede globo Lixo de televisão caiu em desgraça e está totalmente incrédula na divulgação de informações, seu jornal é puro lixo como também sua programação seus artistas principais foram demitidos por falta de condições em receber seus vencimentos, é o fim de quem era a gigante de audiência no país, fim melancólico.que planta ventos colhe tempestade.

    1. Tenho certeza que ele assiste ao referido jornal todos os dias… Inclusive o BBB também onde deve, na próxima edição, propor o VOTO IMPRESSO. Kkkkkk

  13. Amanhã a boiada vai estar em peso assistindo o Chaves…kkkkkkkk…
    Mesma idade mental do Bozo…
    Parabéns pela escolha…kkkkkkkk

  14. Negocio ruim é assistir algo sem entender, como se fosse em ingles, acho que o chaves da pra ele tentar acompanhar, é bom gravado pois a parte que nao entender volta, kkkk

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Política

Primeira semana da CPI acaba como começou: sem “bala de prata”

Foto: Adriano Machado/Reuters

A primeira semana de trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito da Covid-19 terminou como começou. Os oposicionistas e ditos independentes alinhados, juntando elementos para incriminar Jair Bolsonaro por duas ações: 1) o estímulo ao uso e, principalmente, a fabricação de cloroquina e 2) a colocação de obstáculos desnecessários à aquisição de vacinas na quantidade e ritmo necessários para reduzir e no limite interromper a transmissão viral.

Já o governismo buscou construir ao longo da semana uma barreira de contenção, argumentando não haver irregularidade no uso dos medicamentos preconizados no chamado tratamento precoce, ou inicial. E trazendo dados para tentar provar que o ritmo da vacinação aqui no Brasil sofre das mesmas limitações que em outros países não produtores soberanos de vacinas. E que nesse universo até que estamos bastante bem, proporcionalmente à população e em número de doses aplicadas.

Uma variante, para usar a palavra em voga, foi o movimento com o objetivo de evidenciar as contradições entre as atitudes e orientações do atual ministro da Saúde e as do presidente da República. O primeiro buscou ontem reafirmar as próprias convicções sem entretanto chocar-se com as conhecidas opiniões e manifestações do chefe. Ou ao menos sem desautorizar. Aparentemente teve algum sucesso, pois colheu certas simpatias da bancada antibolsonarista e não forneceu nenhum lide explosivo.

Mas estamos apenas na fase de aquecimento. Os ex-ministros Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich já deram seus depoimentos, sem que tenha aparecido a chamada “bala de prata”. Na CPI, os caçadores preparam-se agora para explorar algumas veredas: 1) quem foi responsável pela crise de Manaus, 2) quem criou dificuldades para a aquisição de vacinas e 3) no que o comportamento presidencial deve arcar com a trágica contabilidade de casos e, principalmente, mortes.

Se formos comparar com o boxe, dá para dizer que nestes primeiros rounds a oposição está ganhando por pontos. Mas isso não basta a ela. O objetivo do governo é não ser nocauteado. Pois se terminar esta CPI em pé sempre terá a possibilidade de dizer na campanha eleitoral que sobreviveu a uma CPI, além de ter atravessado uma pandemia e a grave crise econômica trazida por ela. Mas ainda estamos no começo. E vêm aí os próximos capítulos. Com personagens potencialmente bem mais complicados.

Exame – por Alon Feuerwerker (analista político da FSB Comunicação)

Opinião dos leitores

  1. A CPI está para além de outras coisas, está formalizando os atos do presidente sobre a condução em crimes como deve ser. Embora tente se dizer que a CPI não é boa e etc… ela está se debruçando sobre atos que afetaram diretamente na vida das famílias que viram seus entes queridos sofrendo e morrendo por conta dessa doença. Não se trata de algo intangível, mas real e cruel. bolsonaro escolheu politizar a doença como constumava fazer qdo politizava às vítimas de violência. Se deu mal e muito mal dessa vez.

  2. Esta CPI é um entulho. Seus principais integrantes tiveram apagados seus currículos e ganharam FOLHA CORRIDA. CPI sem credibilidade.

  3. CPI cujo presidente é investigado por corrupção NA SAUDE, no seu estado, o Amazonas, e teve sua mulher e dois irmãos presos por isso. CPI que tem o notório corrupto Renan Calheiros como relator e Jader Barbalho, além de vários outros corruptos, como membro. É apenas mais um circo político, armado numa época imprópria, com o objetivo de perseguir o presidente Bolsonaro.

  4. Conluio de bandidos é assim mesmo, sem novidades. Às vezes tem uma ou outra altercação só para “mióra” os piores.

  5. Verdadeira comédia. Já era de se esperar. Renan,Rondônia etc. Palhaçada. Eu continuo votando em Bolsonaro. Sou gado sim senhor
    Muuuu

  6. Uma CPI que tem como relator, um marginal político do quilate de Renan Calheiros, não pode ser séria ou dar em nada. É a mais completa irresponsabilidade do parlamento brasileiro, esse moço devia estar na cadeia, para onde só vão os pobres.

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Saúde

Brasil registra mais de 13,5 milhões de pessoas curadas da Covid-19

Foto: Marcelo Seabra/Agência Pará

O Brasil registrou nesta quinta-feira (6) mais 61.763 pacientes recuperados do coronavírus, totalizando 13.591.335 pessoas curadas da doença.

O número de pessoas curadas representa 90,5% do total de casos acumulados.

A quantidade de pessoas curadas no Brasil é mais de trez vezes superior ao número de casos ativos (995.279), que são os pacientes em acompanhamento médico.

No mundo, estima-se que 134 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 já se recuperaram, de acordo com o site Wolrdometers.

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