Nacional

Polícia do Rio prende Dr. Jairinho e a mãe do menino Henry, morto há um mês

A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu na manhã desta quinta-feira (8) o vereador Dr. Jairinho (Solidariedade) e a namorada dele, Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, 4, morto no dia 8 de março na Barra da Tijuca, zona oeste carioca.

Os mandados de prisão foram expedidos pelo 2º Tribunal do Júri da Capital. A prisão é temporária, com duração de 30 dias.

A suspeita é que a criança tenha sido assassinada e que era submetida a sessões de agressão no apartamento em que morava com a mãe e o padrasto. O casal também estaria atrapalhando as investigações.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Imagino a dor do pai biológico, essa atrocidade não pode ficar impune, esse elemento juntamente com a mãe desalmada dessa criança devem apodrecer na cadeia para pagar tamanha maldade contra uma criança indefesa.

  2. Chega a ser inacreditável que uma mãe seja conivente e omissa diante de violência física praticada contra um filho criança incapaz de se defender por conta própria. Esse monstro que fazia isso, não pode ser chamado de ser humano e com certeza terá o tratamento que merece ao chegar no presídio. Só espero que o Ministro Gilmar Mendes ou outro qualquer não solte esse casal pelo poder aquisitivo dos mesmos. Que Deus tenha compaixão do pai biológico e dos familiares que aqui ficaram e que esse anjinho lá do céu os conforte através da fé.

    1. Triste realidade, isso era para passar o resto da vida preso

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Esporte

Ítalo Ferreira se classifica para as oitavas do Circuito Mundial de Surf

Os campeões mundiais Gabriel Medina, Adriano de Souza e Ítalo Ferreira se classificaram, nesta quarta-feira (7), para as oitavas de final da segunda etapa do Circuito Mundial de Surf, disputada na praia de Merewether, em Newcastle (Austrália).

O primeiro a entrar na água foi o bicampeão Gabriel Medina, que superou o australiano Connor O’Leary por 12,16 a 9,60 para ultrapassar a terceira fase. O português Frederico Morais será o adversário do surfista de São Sebastião nas oitavas.

Já Adriano de Souza deixou pelo caminho o francês Jeremy Flores, para isto somou 10,93 pontos, enquanto seu adversário ficou com 7,40. Mineirinho agora terá pela frente o australiano Julian Wilson.

Quem também avançou foi o atual campeão mundial Ítalo Ferreira, que deixou pelo caminho o australiano Jackson Baker, ao vencer por 12,80 a 11,20. O próximo desafio do potiguar será o norte-americano Griffin Colapinto.

GRANDE PONTO

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Política

Bolsonaro é ovacionado em jantar de reaproximação com empresários

O otimismo dominou o jantar de reaproximação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) com empresários nesta quarta-feira (7) em São Paulo, onde foi discutida a política de vacinação do governo contra o coronavírus.

 

Segundo um dos empresários participantes, Bolsonaro afirmou estar fazendo o máximo possível para garantir a imunização da população. Este mesmo empresário, que pediu para não ser identificado, disse que o presidente foi ovacionado após discursar –Bolsonaro falou sobre o fato do Brasil ser um dos poucos países do mundo que fabricam a vacina contra Covid-19.

 

 

A comitiva presidencial contou com nomes de peso do governo: os ministros Paulo Guedes (Economia), Tarcísio de Freitas (Infraestrutura), Marcelo Queiroga (Saúde), e Fábio Faria (Comunicação), além do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e do general Augusto Heleno (chefe do Gabinete de Segurança Institucional).

 

Questionados por jornalistas ao final do evento, ministros afirmaram que a carta assinada por centenas de empresários e banqueiros cobrando medidas de combate à pandemia não foi discutida no jantar, oferecido por Washington Cinel, dono da empresa de segurança Gocil.

 

 

Do lado dos empresários, estiveram presentes nomes como Rubens Ometto, da Cosan, Claudio Lottenberg, presidente da Conib (Confederação Israelita do Brasil), André Esteves, do BTG Pactual, Alberto Saraiva, do Habib’s, e João Camargo, do grupo Alpha.

 

O último encontro de Bolsonaro com grandes nomes do empresariado foi em dezembro do ano passado, em um jantar na casa de Paulo Skaf, presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). Em 2021, o presidente da Fiesp teve apenas reuniões individuais com o mandatário.

 

O encontro desta quarta foi no mesmo local onde, em 22 de março, empresários reuniram-se com os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), para discutir saídas para a crise da Covid-19.

 

O ministro Paulo Guedes (Economia) em entrevista a jornalistas na rua, em frente à casa onde foi o jantar com empresários

 

O diagnóstico de que a imagem de negacionista no enfrentamento da pandemia estava fazendo com que Bolsonaro perdesse apoio do empresariado fez o presidente mudar de discurso e aceitar, ao menos parcialmente, a implementação do “Plano Vacina”, uma guinada de 180º em seu posicioinamento sobre a imunização.

 

Na saída do jantar, o ministro Tarcísio de Freitas também falou sobre a fabricação do imunizante no Brasil. “São sete países que produzem vacinas e o Brasil é um deles. Começamos a produzir só na Fiocruz 1 milhão de doses por dia. Fizemos uma aposta correta que vai começar a produzir fruto e isso vai dar o ritmo de vacinação que a gente precisa”, disse.

 

O governo tem sido alvo de críticas quanto à demora no avanço da imunização no país, que passa pelo pior momento da pandemia de coronavírus.

 

Queiroga, o novo titular da Saúde, afirmou que a dificuldade de se obter vacinas não é só no Brasil e defendeu uma união nacional para se obter os imunizantes.

 

Também na saída, Guedes afirmou que a economia brasileira está se reerguendo, mas ressaltou que é preciso avançar na vacinação em massa no país para sustentar o crescimento. Segundo ele, a síntese do encontro foi, de um lado, vacinação em massa e, de outro, o avanço nas reformas estruturais.

 

Segundo Guedes, houve um reconhecimento por parte dos empresários do trabalho que tem sido feito pelo governo. “Vamos transformar esta recuperação cíclica, baseada em consumo, em um crescimento sustentável”, destacou.

 

O ministro disse ainda que o governo vai trabalhar para atacar um problema no país que é a renda. Ele ressaltou que, assim que a retomada do auxílio emergencial acabar, é preciso “aterrissar” em um programa social forte e sólido.

 

(Com Reuters)

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Mais cedo, foi em Chapecó Santa Catarina.
    A onde o mito vai, é assim.
    Kkkkkkkk
    Só resta a esquerdalhada esperniar.
    Vai ate 2026 sem dúvida.
    Chupa pixuleco.

  2. Grande presidente parabéns, o povo de bem reconhece as dificuldades de governar em um país de hipócritas e cultura de da valor a bandido.

  3. PARABÉNS PRESIDENTE, sempre sendo reconhecido por aqueles que realmente PRODUZEM, que carregam o país nas costas, que geram empregos, que sustentam com seus impostos os governos e ajudam a pagar os servidores públicos do país.
    Sucesso Presidente, esse país ainda será o país das oportunidades, do reconhecimento dos méritos, da valorização do trabalho para quem quer trabalhar e produzir.

    1. A vaca do Samuel Url estava desaparecida, nesses tempos de peia e dificuldade, quem está por baixo sofre mais.

  4. Esse é a verdadeira “pesquisa” de popularidade. O presidente é festejado por onde passa, o povo o aplaude, confia nele. Aeroportos acabam de ser concedidos com ágio de 9.000% (isso mesmo, nove mil). Os investidores estrangeiros também confiam no governo Bolsonaro. Estamos no caminho certo. Imaginem se deixassem o “ômi” trabalhar.

  5. Não é boa notícia para o povo. Quando se ver políticos felizes, se abraçando e autoridades de quaisquer poderes comemorando, é um péssimo sinal. Geralmente o povo pagar essa conta é nào é pequena. Já estou preocupado.

  6. Governo pífio, mais baixo que poleiro de pato.
    Genocida, só fala em tratamento precoce. Já que o congresso não quer tirar esse patife da presidência, cabe ao povo essa missão.

  7. O governo brasileiro rejeitou no ano passado ao menos três propostas da farmacêutica Pfizer…
    Quantas vidas teriam sido salvas…😔

  8. Excelente! tem que aproximar de quem gera emprego e renda, ou seria melhor se aproximar do “Movimentos”?? como faz a esquerda para captar votos.

  9. O Brasil hj epicentro da pandemia e parte do empresariado endossando o caos e a morte.
    Num país onde o rico está ficanco cada vez mais rico e o pobre está ficando miserável, o que esperar?
    O conta tá feita, mais de 330mil mortos, parte significativa disso por negligência do governo federal. Tem um luga na Papuda pra todo mundo que participou dessa história.

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Mundo

Idosa de 104 anos vence a Covid-19 pela segunda vez na Colômbia

Uma idosa de 104 anos venceu a batalha contra a Covid-19 pela segunda vez, na Colômbia. Ao receber alta, Carmen Hernandez foi aplaudida pelos médicos e enfermeiros na saída do hospital.

Ela ficou três semanas internada e conseguiu se recuperar. A primeira que ela foi infectada pelo novo coronavírus foi em junho do ano passado, quando foi tratada na própria casa de repouso onde mora há 25 anos.

 

CNN BRASIL

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Saúde

Embaixador da China ‘assegurou’ que não haverá interrupção de IFA, diz Queiroga

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou à CNN, na noite desta quarta-feira (7), que o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, o “assegurou” que não haverá interrupção no fornecimento dos insumos para produção da Coronavac pelo Instituto Butantan.

“O embaixador me assegurou que não haveria interrupção”, afirmou o titular da Saúde, que se reuniu virtualmente com o embaixador chinês nesta segunda-feira (5) para tratar do assunto. Segundo Queiroga, a previsão é de que os insumos cheguem ao Brasil na próxima semana.

Como a CNN antecipou, o Butantan paralisou a produção de novas doses da Coronavac por falta do IFA (Insumo Farmacêutico Ativo), principal matéria-prima da vacina. O instituto diz que a chegada de uma nova remessa dos insumos está “prevista para a próxima semana”.

Diante da notícia do Butantan, o ministro da Saúde informou à CNN que pretende procurar a embaixada da China para “checar” a previsão exata para a chegada da nova remessa de IFA para a Coronavac. Procurado, o porta-voz da embaixada chinesa não respondeu.

CNN BRASIL

Opinião dos leitores

  1. Confiar na China é sempre uma das piores atitudes. Por isso, o governo Bolsonaro age em diversas frentes e já firmou contratos de aquisição de mais de 500 mil doses de vacinas de diferentes procedências. Exestamosxproduzindo no Brasil mediante a Fiocruz e o Butantan. Também estamos pesquisando vacinas genuinamente brasileiras. Estamos no caminho certo.

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Política

“Não vou colocar o meu na reta”, diz Bolsonaro a empresários sobre Orçamento

Em jantar com empresários em São Paulo, na 4ª feira (7.abr.2021), o presidente Jair Bolsonaro afirmou que irá respeitar o teto de gastos e a responsabilidade fiscal quando tiver de sancionar o Orçamento de 2021. “Não vou colocar o meu na reta”, afirmou, com o ministro Paulo Guedes (Economia) à mesa.

O Poder360 conversou reservadamente com 4 empresários que estiveram no encontro. Os gestores disseram achar que Bolsonaro quis dar um recado para fortalecer Guedes.

No mesmo dia do encontro, o ministro da Economia foi alvo de ataques do Centrão e houve rumores sobre sua iminente saída do governo. No jantar, estava junto com o presidente. Num dado momento, Flávio Rocha, dono da Riachuelo, falou que Bolsonaro tinha ao seu lado “o melhor general para a economia”, citando Paulo Guedes. Todos os presentes aplaudiram.

PANDEMIA E VACINAS

Todos os presentes na reunião concordaram que a prioridade neste momento do país é acelerar a aplicação de vacinas. Dizem achar que houve um mal-entendido sobre a lei que permite que empresas privadas comprem o imunizante. Os empresários pediram ajuda do governo para esclarecer como será o processo.

Em relação às políticas de isolamento social, coube ao empresário Jose Isaac Peres, dono da rede de shoppings Multiplan, fazer um discurso enfático e alinhado com o que defende Bolsonaro. Peres disse que não tem cabimento falar em lockdown, que cada uma das mais de 5.000 cidades do país tem realidades distintas e que o necessário, na avaliação dele, é o distanciamento social.

O presidente criticou governadores e chegou a usar o termo “vagabundos”. O tucano João Doria, governador de São Paulo, foi um de seus alvos durante a reunião.

QUEM FOI AO JANTAR

O Poder360 apurou a seguinte lista. Pelo menos um dos convidados não apareceu: Johnny Saad (Grupo Bandeirantes), que mandou avisar que estava com tosse e preferia não ir. Eis os demais que participaram:

André Esteves (BTG);
Alberto Leite (FS Security);
Alberto Saraiva (Habib’s);
Candido Pinheiro (Hapvida);
Carlos Sanchez (EMS);
Claudio Lottenberg (Hospital Albert Einstein);
David Safra (Banco Safra);
Flavio Rocha (Riachuelo);
Luiz Carlos Trabuco (Bradesco);
João Camargo (Grupo Alpha de Comunicação);
Jose Isaac Peres (Multiplan);
José Roberto Maciel (SBT);
Paulo Skaf (Fiesp);
Ricardo Faria (Granja Faria);
Rubens Ometto (Cosan);
Rubens Menin (MRV, CNN e Banco Inter);
Tutinha Carvalho (Jovem Pan);
Washington Cinel (Gocil).
O jantar foi na casa de Washington Cinel, dono da empresa de segurança Gocil. A residência fica na Rua Costa Rica, no Jardim América, em frente à casa do ex-deputado Paulo Maluf.

COMITIVA DE BOLSONARO

Eis o grupo levado pelo presidente:

Augusto Heleno (Segurança Institucional);
Daniel Freitas (deputado, PSL-SC);
Eduardo Bolsonaro (deputado, SP);
Fábio Faria (Comunicações);
Marcelo Queiroga (Saúde);
Roberto Campos Neto (Banco Central);
Onyx Lorenzoni (Secretaria Geral);
Paulo Guedes (Economia);
Ricardo Salles (Meio Ambiente);
Ricardo Barros (líder na Câmara)
Tarcísio de Freitas (Infraestrutura).

COLETIVA NA RUA

Depois da reunião, os ministros Fábio Faria (Comunicações), Paulo Guedes (Economia), Marcelo Queiroga (Saúde) e Tarcísio de Freitas (Infraestrutura) deram uma entrevista coletiva improvisada em frente à casa do anfitrião.

O chefe da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que um eventual lockdown nacional “não faz sentido no Brasil porque a própria população não adere a essas práticas”. O ministro defendeu uma união nacional “para conseguirmos a vacina para imunizar a população brasileira”. Indagado sobre a suspensão do envase de imunizantes pelo Butantan por falta de insumos, Queiroga disse esperar que o instituto tenha a capacidade de produção restabelecida.

O médico também acenou à iniciativa privada, afirmando que busca alternativas para viabilizar também a participação dos empresários na aquisição de vacinas: “Não para desviar os principais básicos do SUS, mas para se somar a ele e assim fortalecemos a nossa campanha de vacinação”.

Paulo Guedes disse que “a síntese do encontro” é baseada nos temas da vacinação em massa e no avanço nas reformas estruturais. Fábio Faria afirmou que todos presentes no jantar estão “satisfeitos” com o governo e afirmou que o Brasil é o 5º país que mais está vacinando. “Atingimos a meta de 1 milhão por dia. Precisamos de união”, disse.

Tarcísio de Freitas (Infraestrutura) afirmou que conversa entre governo e empresários foi em tom amistoso. Questionado sobre a carta assinada por mais de 500 empresários, economistas e banqueiros cobrando ações do governo na pandemia, o ministro afirmou que o documento não entrou na discussão. Disse que o diálogo foi uma “reunião de aliança e compromisso com o futuro” e que o Brasil “está engrenando” na produção de vacinas.

PODER360

Opinião dos leitores

  1. A Rede Bandeirantes já recebeu muito dinheiro da China. Alguns dizem até que foi vendida aos chineses. Não dá prá duvidar, embora essas negociações sempre ocorrem às escondidas. Principalmente com a China.

    1. Esse pessoal que vive reclamando da China, já deve ter sido “bulinado” por algum chinês. Aprenda a ser gente e ter argumento, direita desonesta.

    1. Parabéns Presidente! Trabalhe cada vez mais! Assim que se transforma um país!

  2. Não se preocupe Minto. Se for pra colocar na reta deixa com titia Calígula. Ela adora.

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Saúde

Vacinação cai para 810 mil doses, após o recorde de 1,2 milhão na terça-feira

O Brasil aplicou nesta quarta-feira (7) um total de 810.018 doses de vacinas contra a Covid-19, das quais 606.326 foram administradas como primeira dose e as 203.692 restantes como segunda dose.

Foi uma redução de cerca de 400 mil doses em relação àquelas aplicadas na véspera, terça (6), quando o País bateu seu próprio recorde, aplicando mais de 1,2 milhão de vacinas.

Ao final do dia, de acordo com a plataforma independente vacinabrasil.org, já somavam 27.665.708 as doses de vacinas aplicadas em todo o País, das 43,3 milhões disponibilizadas aos Estados pelo Ministério da Saúde.

De todas as doses administradas neste momento, 21.556.548 correspondem à primeira dose e 6.109.160 são aqueles que já completaram o processo de imunização com as duas doses de vacina recebidas.

Veja o quadro geral da vacinação até agora:

DIÁRIO DO PODER

Opinião dos leitores

  1. Homem de Deus se contenha, aí não tem uma lavagem de roupa para fazer? Tuas opiniões são chatas e enfadonhas, vc não escreve só para os analfabetos do PT, querer dar pitaco em tudo, ser php em jogo de porrinha, ter cursado o EAD e por aí vai é sem graça, da forma que vc faz, até parece que vc da opinião nas roupas íntimas da sua família, para com isso.
    Para Manoel F

  2. O governo federal já distribuiu 43 milhões.
    Onde estão as 16 milhões de vacinas que sobram para vacinar, o que está faltando é mais pessoas para aplicarem as vacinas.

  3. Se em março o governo federal entregou 10 milhões de doses a MENOS que o prometido e em abril já vai projetando entregar somente a METADO do prometido, eh esperado que o ritmo de vacinação caia…

    1. Ta errado seu comentário, quem entrega a produção de vacina é a Fiocruz e o Butantan, o governo REPASSA o que recebe.

    2. Caiu porque não estão aplicando, os municípios tem vacinas mas não conseguem aplicar em massa, e ainda estão desperdiçando por falta de zelo, muitas doses estão sendo perdidas por descuido na guarda dos imunizantes.
      Aconselho que se informe melhor antes de escrever suas críticas apenas no intuito de por a culpa no governo federal.

    3. De que adianta entregar se nao estao usando as vacinas?? a exemplo do nosso estado que ja vieram quase 600 mil doses do governo federal e parece que o Estado so usou metade segundo alguns jornais?

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Saúde

TCU investiga os responsáveis por desativar hospitais de campanha

Colapso do sistema de saúde da maioria dos Estados e municípios levou o Tribunal de Contas da União a determinar que a Secretaria-Geral de Controle Externo realize uma ação específica sobre a situação.

O TCU quer averiguar causas e responsabilidades de governadores e prefeitos pela desmobilização dos hospitais de campanha para atender pacientes com covid e que seriam fundamentais para salvar vidas neste momento. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A decisão deu prazo de 15 dias para apresentação dos resultados e foi tomada no processo que investiga não cessão de leitos militares ao SUS.

Em março, o governo do DF anunciou abertura de três novos hospitais de campanha, que terão 300 leitos de UTI para pacientes com covid-19.

Também em março, o governo paulista anunciou 11 novos hospitais de campanha, mas serão menos leitos 140 de UTI e 140 de enfermaria.

DIÁRIO DO PODER

Opinião dos leitores

  1. Então a Governadora Petista JÁ pode se considerar incluída no LISTÃO do TCU! Já era de se esperar!

  2. Aqui a governadora simplesmente não fez, apesar dos recursos enviados. Então já pode e já deveria ter sido responsabilizada. Não tem explicação ou justificativa. Mais de 600 pessoas morreram à espera de uma UTI. Se prepara Fátima que o parafuso vai começar a ser apertado a partir de agora.

  3. Cadê os novos leitos, governadora Fátima? Fez o que com os bilhões que recebeu do governo Bolsonaro? Cadê os respiradores?

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Política

Para Maia, ‘Ciro tem condições de liderar projeto de Centro’ para 2022

Um dos principais líderes das negociações para organizar uma candidatura presidencial de centro, o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) disse ao Estadão que Ciro Gomes (PDT) “tem condições de liderar esse projeto”.

Apesar de ter um perfil mais alinhado com a esquerda, Ciro tem se aproximado cada vez mais do grupo que tenta construir uma opção eleitoral para 2022 como alternativa a Jair Bolsonaro e a Luiz Inácio Lula da Silva. Ele, inclusive, foi um dos seis presidenciáveis signatários do manifesto pró-democracia e que incluiu também os governadores tucanos João Doria e Eduardo Leite, o apresentador Luciano Huck, o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM) e João Amoêdo (Novo). O documento foi visto como o primeiro movimento do grupo em busca da formação de uma candidatura consensual de Centro.

 

“Acho que ele tem condições de liderar esse projeto de Centro”, reconheceu Maia. Para o deputado, o ex-governador do Ceará se tornou uma alternativa real entre as opções que estão sendo discutidas pelos participantes dessa discussão. “Acho que as pessoas começam a pensar na hipótese”, acrescentou.

Na eleição de 2018, Maia já defendia que seu partido, o DEM, apoiasse Ciro para a Presidência. Acabou sendo voto vencido e o DEM se aliou ao tucano Geraldo Alckmin, que não decolou – Ciro terminou em terceiro. Agora, o fato de o ex-governador ter um perfil bem mais à esquerda que os demais nomes ainda se torna um complicador para que seu nome seja escolhido. Por outro lado, Ciro tem aparecido em vantagem em relação às outras opções nas pesquisas de intenção de voto.

Na noite desta terça-feira, 6, Ciro e Maia participaram de uma live organizada pela Fundação Fernando Henrique Cardoso, na qual discutiram as principais questões nacionais. E ambos criticaram fortemente a atuação de Bolsonaro.

“Bolsonaro tem a personalidade dos covardes”, disparou Ciro. “Se ele sentir que o antagonismo a ele é frouxo, ele avança. Se sentir que o antagonismo é forte, ele recua. E recua de forma covarde e vergonhosa como está fazendo agora”, afirmou.

ESTADÃO

Opinião dos leitores

  1. O cara dizer que Ciro é o nome da mudança da politica do país é brincadeira, só não foi candidato pelo partido das travas (PT) porque o chefe não permitiu, sempre foi esquerdopata se querem o novo tem que ser uma pessoa como Amoedo.

  2. Realmente é, de longe, o mais preparado para nos tirar dessa dupla Lula/Bolsonaro que afunda o Brasil a anos. Mas infelizmente, é preciso muito mais que preparo para ser eleito.

  3. Ciro Gomes para reconstruir o Brasil, pois o extremismo já comprovou ser a maior mazela da humanidade, ele tem capacidade de colocar o pais no rumo certo para se desenvolver como pais e acima de tudo nação para todos….

  4. PENSE NUS ABESTADOS DA POLITICA SEBOSA BRASILEIRA. SÓ QUEM TEM CONDIÇÕES DE TIRAR O BRASIL DO BURACO QUE SE ENCONTRA É O CAPITÃO DO EXERCITO E SEUS COMPANHEIROS MILITARES, O RESTO É CORRUPÇÃO PURA E ORGANIZADA.

  5. Ciro vive em cima do muro. Uma hora está com Lula , outra hora está contra depois volta novamente. É mais um que não inspira confiança. Sua vez já passou. Maia tem que ser extinto da política. Se bem que esse que estão aí deveríamos renovar pelo menos 80%.

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Saúde

Ministério da Saúde quebra cláusula de confidencialidade e divulga contrato com a Pfizer

O Ministério da Saúde quebrou cláusula de confidencialidade com a Pfizer ao publicar na internet o contrato firmado com a farmacêutica norte-americana para a compra de vacinas contra a Covid-19. O documento foi postado no site oficial da pasta.

As regras contidas no texto indicam que a empresa poderia rescindir o contrato “imediatamente” se violações não fossem sanadas no prazo de 30 dias. E que se fosse por justa causa, o governo federal teria que pagar o “preço total de todas as doses contratadas menos valores já pagos à Pfizer”. Ele previa que “informações confidenciais” como cronograma de entregas e valores das doses (US$ 10 cada) não poderiam ser publicizadas pelos próximos dez anos. A informação foi antecipada pela rádio CBN.

A Pfizer afirma que não vai comentar o assunto. O ministério diz que retirou o documento do site em função da cláusula de confidencialidade.

A coluna teve acesso a um email que foi enviado por um endereço da Pfizer ([email protected]) na terça (6) ao desenvolvedor Apolinário Passos. A empresa solicitou que Passos apagasse o contrato de uma plataforma criada por ele para monitorar a vacinação no Brasil, alegando se tratar de “documento confidencial”. “O Ministério da Saúde já removeu a cópia que estava disponível no site daquele ministério. Gostaríamos de lhe pedir que removesse a cópia do contrato também do seu site”, diz o email.

Passos afirma que baixou o documento do próprio site do ministério no dia 31 de março e retirou de sua plataforma após solicitação da Pfizer. ​

O contrato foi assinado em março, e previa fornecimento de 100 milhões de doses. Como a Folha mostrou, o governo brasileiro rejeitou no ano passado ao menos três propostas da farmacêutica Pfizer que previam entrega de 70 milhões de doses de vacinas até dezembro deste ano. Deste total, 3 milhões estavam previstos até fevereiro, o equivalente a cerca de 20% das doses já distribuídas no país na ocasião.

O contrato ficou no ar na internet por pelo menos seis dias. Deixou, portanto, de ser sigiloso. Leia, abaixo, a íntegra do documento.

Page 1 of contrato_52-2021___assinado_pelas_partes

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. O que essas midiaslixo querem é que o contrato seja quebrado para criticarem mais ainda o governo, mas não vai passar de mais uma narrativa desta mídia esquerdopata.

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Saúde

Anvisa pede alteração em bula da vacina de Oxford para citar coágulo como ‘muito raro’

Após decisão da agência europeia, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) informou ter pedido à AstraZeneca alterações na bula da vacina de Oxford, que também é produzida no Brasil pela Fiocruz. O objetivo é incluir uma advertência sobre possíveis casos muito raros de formação de coágulos sanguíneos que podem estar associados ao uso da vacina.

A medida ocorre após casos como esses terem sido relatados em alguns países da Europa. Agências locais, porém, têm frisado que a recomendação de uso da vacina ainda está mantida e que os registros são muito baixos frente ao total de doses aplicadas. Posição semelhante é reforçada pela Anvisa em comunicado emitido nesta quarta-feira (7).

No documento, a Anvisa mantém a recomendação de continuidade da vacinação com o imunizante de Oxford, “uma vez que, até o momento, os benefícios superam os riscos”. Diz ainda que as ocorrências em investigação no mundo são “extremamente raras”. “A vacinação é efetiva na prevenção da Covid-19, reduzindo o risco de hospitalizações e mortes”, completa.

Segundo a agência, a alteração na bula deve ser incluída no item “advertências e precauções”. O objetivo é frisar o alerta sobretudo a profissionais de saúde.

Mais cedo, a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) divulgou que passou a considerar acidentes vasculares raros relatados em pessoas que tomaram a vacina de Oxford/AstraZeneca como um “efeito colateral possível” do imunizante.

Em conjunto com a medida, a agência europeia frisou a recomendação de que o produto deve continuar a ser usado para prevenir casos graves de Covid-19 e mortes provocadas pelo coronavírus, já que os benefícios superam largamente os riscos do efeito colateral.

Em geral, o registro e a investigação de possíveis casos suspeitos de eventos adversos é comum a vacinas e medicamentos, e intensificada sobretudo quando há produtos novos, como as vacinas contra a Covid.

No Brasil, os casos são registrados no VigiMed e seguem para investigação.

Segundo a Anvisa, dentre 4 milhões de doses aplicadas da vacina de Oxford por aqui, foram registrados até o momento 47 casos suspeitos de eventos adversos tromboembólicos, sendo apenas um associado à trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas, que são fragmentos de células que ajudam a coagular o sangue).

O volume é baixo, assim, frente ao total de doses já administradas, frisa a agência. Além disso, ainda não há comprovação de que esses casos tenham relação com o uso da vacina. “Até o momento, não foi possível estabelecer uma relação direta e de causalidade entre esses 47 casos suspeitos de eventos tromboembólicos e o uso da vacina no Brasil. Também não foram identificados fatores de risco específicos para a ocorrência do evento adverso”, informa.

A Anvisa reconhece, no entanto, que pode haver possível associação que precisa ser investigada, daí as medidas de precaução e alerta. A postura é semelhante à adotada por outras agências internacionais.  Ainda de acordo com a agência, “o risco de ocorrência de coágulos sanguíneos é baixíssimo, mas o cidadão deve estar atento a possíveis sintomas para que procure atendimento médico imediato”.

Entre eles, estão falta de ar, dor no peito, inchaço na perna e dor abdominal persistente, além de sintomas neurológicos, como dores de cabeça fortes e persistentes ou visão turva, informa. “Reforça-se que a maioria dos efeitos colaterais que ocorrem com o uso da vacina são de natureza leve e transitória, não permanecendo mais que alguns poucos dias”, diz o órgão.

Em nota, a AstraZeneca disse que “tem colaborado ativamente com as agências reguladoras para implementar alterações na bula do produto e já está trabalhando para entender os casos individuais, a epidemiologia e os possíveis mecanismos que poderiam explicar esses eventos extremamente raros”. ​

Antes da divulgação da Anvisa, o grupo de especialistas em risco farmacológico da OMS (Organização Mundia da Saúde) também divulgou uma avaliação nesta quarta, segundo a qual, “com base nas informações atuais, uma relação causal entre a vacina e a ocorrência de coágulos sanguíneos com baixo teor de plaquetas é considerada plausível, mas não foi confirmada”. “São necessários estudos especializados para compreender totalmente a relação potencial entre a vacinação e os possíveis fatores de risco”, declarou o grupo.

De acordo com os especialistas, em campanhas extensas de vacinação, é normal que os países identifiquem eventos adversos potenciais. “Isso não significa necessariamente que eles estejam relacionados à vacinação em si, mas devem ser investigados para que questões de segurança sejam tratadas rapidamente”, afirmou a OMS.

FOLHAPRESS

 

Opinião dos leitores

  1. Tava achando essa Vacina da Oxford a mais confiável!
    Pode causar coágulo
    (raro) mas é bronca!😓

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Saúde

País tem mais de mil cidades com dificuldades no abastecimento de oxigênio

Gestores de saúde de ao menos 1.068 municípios relataram, em um levantamento, preocupação sobre o estoque de cilindros de oxigênio e até mesmo risco de desabastecimento nos próximos dias se a curva de casos de Covid-19 se mantiver em alta e houver novos entraves junto a fornecedores. Os dados são de balanço feito pelo Conasems, conselho que reúne secretários municipais de Saúde, e obtido pela Folha.

Segundo o órgão, o total de municípios com dificuldades pode ser ainda maior, já que apenas uma parte respondeu ao questionário. Ao todo, gestores —como secretários, representantes de hospitais e de outras unidades de saúde que atendem pacientes de Covid— de 2.411 municípios enviaram dados.

O levantamento começou a ser feito nas duas últimas semanas de março, e terminou na terça-feira (6). Neste sentido, o balanço traz alguns alertas sobre a situação dos estoques e impasses enfrentados pelos municípios.

O principal é a dependência de cilindros de oxigênio, modelo visto como de maior dificuldade de fornecimento –e apontado por 87% dos municípios como principal estrutura de armazenamento. Os 1.068 municípios informaram haver risco de desabastecimento em ao menos uma unidade em até dez dias.

Segundo a assessora técnica do conselho, Blenda Pereira, isso indicaria que haveria possibilidade, em parte das cidades, de falta já nos próximos dias, já que algumas respostas vieram ainda no início do balanço. Em outras, o alerta persiste. “Vemos que é um problema nacional”, afirmou.

Recentemente, no entanto, parte dos estados e o Ministério da Saúde adotaram medidas emergenciais para diminuir o risco de uma possível falta, como a distribuição de cilindros extras, o que amenizou a situação. “Mas, como o número de pacientes ainda cresce, há risco”, diz Mauro Junqueira, secretário-executivo do Conasems. Segundo ele, ações recentes parecem ter ajudado a evitar um problema mais grave. “Ainda é um cenário preocupante, que temos de monitorar”, afirma.

Avaliação semelhante tem Geraldo Reple Sobrinho, secretário de Saúde de São Bernardo do Campo, no ABC paulista e presidente do Cosems-SP, que reúne gestores municipais do estado. “Já melhorou, mas ainda não está equacionado. Ainda há algumas regiões em situação crítica”, afirma ele, segundo quem o último balanço feito pela entidade junto aos municípios apontava déficit de 2.578 cilindros. “São Paulo tem uma grande capacidade de produção. O problema é a logística. Com aumento dos casos, as empresas precisam trocar os cilindros várias vezes. Imagina fazer isso a uma cidade a mais de 50km [de distância]”, diz.

O problema se repete em outros estados. “Consumimos 300% a mais do que o normal. O ministério trouxe um carregamento de 340 cilindros, que distribuímos para as cidades em situação mais delicada. Mas a preocupação persiste, porque Mato Grosso tem território grande, e os municípios não conseguem ter estoque. Tem cidades a quase 800 km da distribuidora”, afirma Marco Antônio Felipe, presidente do Cosems-MT.

Secretário de Saúde de Guarantã do Norte (MT), ele diz também sofrer com a distância —e com o impacto do aumento de casos. “Temos um hospital municipal com demanda, e estamos a 230 km do primeiro posto de abastecimento”, relata.

No momento do balanço, a maior parte dos representantes disse ao Conasems que o município ainda conseguia fazer as compras, mas relatava aumento na demanda e dificuldades com fornecedores como pontos de preocupação.

No geral, frases como “tem dias que não há cilindros suficientes para serem abastecidos, e tem dias que o fornecedor não tem estoque de entrega” ou “há dificuldade de manter o estoque” foram enviadas junto às respostas.

O balanço teve adesão sobretudo de cidades de pequeno e médio porte. Entre as capitais que responderam, Macapá (AP) reportou dificuldades.

Segundo Ferreira, do Conasems, o levantamento foi enviado a todos os gestores para investigar a situação também em municípios sem leitos para Covid, mas que têm feito atendimentos por meio de unidades de saúde ou intermediárias.

As dificuldades foram relatadas em todos os estados, incluindo em cidades menores com atendimento apenas nestes locais. Como justificativa, diferentes cidades informaram alta demanda e necessidade de atender pacientes graves em salas adaptadas até que haja transferência para hospitais da região. “Tivemos que montar alguns leitos em unidades básicas de saúde. E, do dia para a noite, nos vimos tendo que ter 10 a 20 cilindros à disposição”, relata Felipe, do Cosems-MT, sobre a situação em cidades da região.

Em Capistrano (CE), com 17 mil habitantes, por exemplo, não há UTI e antes da pandemia havia cilindros de oxigênio para manter seus dois leitos de internação. Atualmente, são 15 internados, todos com necessidade de oxigênio. Erika Medeiros, responsável por um hospital de pequeno porte na cidade cearense, disse à pesquisa que há o risco de o município “colapsar a qualquer momento”.

Sem cilindros, a prefeitura não tem estoque e diariamente busca oxigênio em Mossoró (RN), a 260 km, e em Fortaleza, a 90 km.

Grazielle Resende, diretora do Hospital Municipal de Bom Jesus de Goiás, disse na pesquisa que o gasto de oxigênio aumentou de “forma extrapolada”. “De fato não estamos conseguindo atender de forma eficaz e estamos amedrontados com o possível colapso do atendimento.” A cidade tem 25 mil habitantes.

Segundo Resende, o hospital tem hoje cinco leitos com pacientes com Covid-19 e gasta mensalmente a quantidade utilizada durante todo o ano no período anterior à pandemia. Apesar disso, para Junqueira, do Conasems, cidades menores estariam mais vulneráveis. Ele diz, contudo, ver sinais de melhora, que ainda precisam ser confirmados.

O balanço do conselho questionou também a falta de outros insumos. Os mais frequentes em baixo estoque foram luvas, máscaras e aventais. “Isso nos preocupou. Além da escassez de oxigênio, o abastecimento de EPIs [equipamentos de proteção individual],também pode estar prejudicado [em alguns locais]”, diz Pereira, do Conasems.

O conselho pretende agora aplicar uma nova fase de pesquisa para atualizar a situação.

Em nota, o Ministério da Saúde afirmou que tem ajudado no transporte de cilindros de oxigênio para estados como Acre e Amapá. Mil cilindros também foram distribuídos a Mato Grosso, Rio Grande do Norte, Rondônia e Acre. A pasta diz ainda ter requisitado mais 500 cilindros de oxigênio para atender outros estados monitorados com baixo nível do insumo. O ministério não informou quais seriam esses locais.

Recentemente, uma carreta criogênica com capacidade de 25 mil metros cúbicos de oxigênio foi destinada para fazer entregas a Sinop (MT) e Vilhena (RO).

A pasta diz ainda que se prepara para receber 5.133 concentradores de oxigênio, tipo de equipamento usado na assistência a pacientes, que serão doados por empresas privadas e devem chegar até 14 de abril.

Sobre os baixos estoques de EPIs, como luvas e máscaras, a pasta afirmou que a aquisição desse material cabe aos estados e municípios, mas que fez uma compra de 345 milhões para distribuição “em razão da escassez”.

PANORAMA DO ABASTECIMENTO DE OXIGÊNIO

2.411 é o total de cidades que responderam ao levantamento*

Destas,

87% tinham estrutura de armazenamento de oxigênio exclusivamente com cilindro

0,6% exclusivamente tanque

7,8% ambos

4,6% não se aplica

1.068 é o total de cidades cujos gestores relataram risco de desabastecimento de cilindros de oxigênio em até dez dias na cidade ou em ao menos uma unidade

57 relataram risco de desabastecimento também de tanques de oxigênio

*Dados calculados pela assessoria técnica do Conasems para ter a visão de situação por município –isso porque algumas cidades tiveram resposta apenas do secretário de saúde, outros foram encaminhados pelo município para mais de um gestor (como diretor do hospital municipal e de outra unidade), chegando a 2.798 respostas ao todo para 2.411 municípios

Fonte: Levantamento feito pelo Conasems

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Pessoas morrendo sem oxigênio no Brasil TODO! Será que em todas essas cidades só tem petistas? Mas não precisa fazer lockdown talkei!

    1. Tem um cidadão visitando sua casa qdo vc sai E a culpa é do Bozo também talkei.

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Saúde

Idoso vai de retroescavadeira tomar vacina contra covid no interior de SP: ‘A pé não podia’

Foto: Arquivo pessoal

Sem carro, um idoso encontrou uma alternativa interessante para conseguir tomar a primeira dose da vacina contra a covid-19, depois de ser impedido de entrar no local a pé.

No último dia 1, José de Almeida Júnior, de 68 anos, passou pelo posto em Assis, no interior de São Paulo, dirigindo sua retroescavadeira, divertindo os profissionais da saúde presentes e fazendo sucesso na cidade.

O idoso, que realiza aterros, demolições, e outras atividades na construção civil, já costuma andar para cima e para baixo com o maquinário, usado como fonte de renda mas também de locomoção.

O escavador conta que fazia compras no supermercado quando se deparou com a fila do drive-thru de vacinação praticamente vazia. Decidido a se imunizar, estacionou o transporte e foi caminhando ao posto, sem saber que apenas pessoas em veículos motorizados eram aceitas no local.

“Cheguei para tomar a vacina e disseram que a pé não podia, nem de bicicleta, aí eu falei: ‘Olha, eu tenho um trator estacionado ali’, a moça me respondeu que poderia ser'”, disse o homem, que ficou surpreso com a repercussão do caso na cidade: “Estou até meio besta”, confessou.

Foto: Arquivo pessoal

José Almeida faz parte do público-alvo da atual etapa de vacinação em Assis, que abriu a aplicação da primeira dose para idosos acima dos 68 anos no primeiro dia de abril.

Até hoje, segundo boletim da prefeitura, 6.898 pessoas testaram positivo para a covid-19 no município, com 173 óbitos confirmados.

Além do ponto de vacinação drive-thru, Assis disponibiliza outros seis pontos de imunização nos quais é possível comparecer caminhando.

UOL

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Polícia

PF investiga servidor da Abin por vazar informações sigilosas

Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

A Polícia Federal (PF) investiga uma denúncia de divulgação de documentos sigilosos da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) a veículos de imprensa. Segundo os investigadores, trata-se de possível crime de violação de sigilo funcional cometido por um servidor da Abin.

Em razão da suspeita, os agentes da corporação cumpriram, na terça-feira (6/4), mandados de busca e apreensão no endereço de um servidor da Abin.

Na nota enviada à imprensa, a PF não informa detalhes sobre o teor dos documentos supostamente divulgados e nem sobre a identificação dos suspeitos.

A suspeita de que o servidor tenha vazado ao veículo The Intercept Brasil o organograma interno da agência, de caráter sigiloso, com informações pessoais de servidores.

Na ocasião, o portal denunciou uma suposta ação da Abin para produzir relatórios e documentos à defesa do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), no âmbito de inquérito das “rachadinhas” supostamente praticadas por Flávio na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

Também em nota, a Abin negou “qualquer ligação com supostos relatórios”. Segundo a agência, foi realizada sindicância interna em todas as redes, documentos e atividades da instituição, além de bases de dados de outros órgãos, e ficou provada que a denúncia não procede.

“A área de segurança da informação da Abin possui registros de toda e qualquer atividade executada em suas redes. Toda a cadeia de produção de Inteligência foi auditada. A apuração assegura que nenhum servidor da agência produziu, teve acesso ou consultou informações relacionadas aos supostos relatórios”, explicou.

Ainda conforme informado, a íntegra dos relatórios analisados pela agência “evidencia a total impossibilidade do conteúdo ter sido elaborado pela Abin ou por seu diretor-geral”.

“Trechos dos documentos haviam sido intencionalmente extirpados nas reportagens, justamente por demonstrarem sua total falta de conexão com a narrativa criada”, criticou.

Metrópoles

Opinião dos leitores

  1. kkkkkkk..mente que nem sente…a própria advogada do filho do bozo (o rei do chocolate com laranja) confirmou que recebeu da mão do Ramagem…

  2. O Sistema é aparelhado. E são criminosos mesmo. Não estão nem aí. Quando pegos, alegam que estão doidos.

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Judiciário

Tribunal suspende decisões que autorizaram entidades a importar vacinas sem doação ao SUS

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), com sede em Brasília, suspendeu nesta quarta-feira (7) decisões judiciais de primeira instância que autorizaram entidades a importar vacinas contra a Covid sem a obrigação de doação integral para a União.

Ao tomar a decisão, o presidente do TRF-1, Ítalo Fioravanti Mendes, atendeu a um pedido da Advocacia-Geral da União (AGU). O órgão questionou a decisão da Justiça Federal em Brasília que autorizou a compra por entidades do Distrito Federal, de Minas Gerais e de São Paulo sem a doação.

A legislação atual prevê que empresas podem comprar doses, mas devem doar o lote integralmente ao Sistema Único de Saúde (SUS) até que o governo vacine os grupos prioritários. Juízes, contudo, têm autorizado a importação sem exigência da doação.

Os grupos prioritários são formados por 77 milhões de pessoas, e a lista com as categorias é definida pelo Plano Nacional de Imunização, do Ministério da Saúde.

O Congresso Nacional discute um projeto que prevê a compra de doses por empresas para imunização de funcionários mediante contrapartidas. Entre as contrapartidas, está a doação ao SUS do mesmo número de doses adquirido para os empregados.

Ao TRF-1, a AGU afirmou que as decisões tomadas até então modificam o plano estabelecido pelo Ministério da Saúde para o enfrentamento da pandemia, o que pode provocar um caos na política pública de vacinação organizada.

A AGU argumentou ainda que a dispensa da doação:

  • fere o princípio da igualdade, comprometendo o objetivo do plano nacional de vacinação de concentrar todos os esforços para a imunização de todas as pessoas inseridas no grupo prioritário;
  • viola a equidade e a universalidade no acesso à vacina;
  • prejudica a coordenação do plano, uma vez que não será possível que os órgãos competentes acompanhem e fiscalizem o processo de vacinação a ser levado a efeito pelas entidades de classe.

A decisão do tribunal

O presidente do TRF-1 entendeu que não cabe ao Poder Judiciário interferir em política pública quando não houver claro indício de ilegalidade na medida.

G1

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Judiciário

VÍDEO: Advogado compartilha tela sem querer e juíza vê xingamento: “Que filha da puta”

 

Um descuido no compartilhamento da tela do computador em um julgamento virtual causou grande constrangimento a um advogado no último dia 22 de março.

O defensor Raphael Bueno teve um pedido rejeitado pela juíza Edinéia Carla Poganski, do Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (TRT-9), durante a sessão e acabou deixando que ela visse seu desabafo a outra pessoa em uma conversa de WhatsApp: “Que filha da puta”, escreveu o advogado logo após a negativa para que uma parte no processo em julgamento fosse considerada suspeita.

“Doutor, o que o senhor escreveu ali? O senhor escreveu ‘Que filha da puta’? Quem é filha da puta, doutor?”, questionou a magistrada, demonstrando irritação.

“Não! Não estou falando de Vossa Excelência, estou falando da situação”, tentou se explicar Bueno, claramente constrangido. “Tá gravado na tela, foi gravado”, respondeu a juíza. “O senhor digitou”, completou ela. Veja o desenrolar da situação:

“Minhas escusas”

Apesar de não admitir que xingou a juíza, o advogado pede “sinceras escusas” mais de uma vez após o episódio. Contrariada, a juíza Edinéia Poganski diz que, de qualquer maneira, “esse não é o linguajar que se espera de um advogado”, ao que Raphael Bueno concorda, tentando encerrar o assunto.

Metrópoles

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  1. Essa é a realidade da justiça brasileira. Uma total falta de decoro, desde um reles causídico ao ministro do STF.
    Lastimável!

    1. O cara deu bobeira em estar projetado, ele não quis expor esta opinião para todos… Se fôssemos ‘projetados’ em tudo que fazemos e digitamos todo mundo ia preso

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