A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, disse hoje (5) que a liberação de agrotóxicos não coloca em risco a saúde dos consumidores nem o meio ambiente. Segundo ela, a liberação de registro para que novos produtos sejam usados no país foi acelerada, mas as exigências continuam as mesmas.
“Não mudou nada, o que mudou, somente, foi a celeridade. Foi colocado mais gente no Ministério da Agricultura, pesquisadores da Embrapa que vieram ajudar essa fila [de pedidos de registro]. Foi colocado mais gente no Ministério de Meio Ambiente, também a fila anda. E a Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] resolveu pegar esse assunto em que o Brasil está muito atrasado em relação a outros países”, disse após participar da abertura do Congresso Brasileiro do Agronegócio.
Os pesticidas e herbicidas usados no Brasil também são, de acordo com Tereza Cristina, usados em outras partes do mundo. “Quase todos os países do mundo já usam esses produtos. E quando não usam é porque não precisam”, disse sobre a segurança dos produtos.
Para a ministra, há uma má compreensão sobre o assunto. “É inadmissível que o agronegócio brasileiro tenha tido nessa última semana um bombardeio pela mídia nacional, querendo colocar desinformação aos brasileiros, falando sobre o alimento inseguro, o que não é verdade”, acrescentou.
Na quarta-feira passada (31), foi publicado no Diário Oficial da União o marco regulatório para agrotóxicos. Detalhado por meio de três resoluções e uma instrução normativa, o marco atualiza e dá maior clareza aos critérios adotados para avaliação e classificação toxicológica desse tipo de produto. Estão previstas alterações nos rótulos e nas bulas dos agrotóxicos, definindo regras para a disposição de informações, palavras e imagens de alerta.
Como forma de combater as críticas, a ministra defendeu um reforço nas ações de comunicação direta e mediação com jornalistas sobre os temas relativos ao agronegócio brasileiro. “Nós precisamos ganhar a guerra da comunicação”, enfatizou.
Agência Brasil
O cavaleiro brasileiro Ruy Leme da Fonseca, que sofreu uma queda assustadora durante a prova de cross-country nos Jogos Pan-Americanos, deve deixar o hospital nesta terça-feira (6).
“Ele está superbem. É muito provável que tenha alta amanhã e retorne para o Brasil já na quarta-feira”, afirmou a chefe da equipe do CCE (Concurso Completo de Equitação) na Lima 2019, Julie Louisa Purgly.
Ontem (4), Fonseca classificou como “um grande azar” o acidente ocasionado por um tropeço do cavalo Ballypatrick SRS em um dos obstáculos da pista. Ele e o cavalo passam bem.
“Foi uma queda muito forte, que até o momento ainda não consegui decifrar vendo os vídeos”, avaliou o cavaleiro, que fraturou três costelas e o úmero proximal do braço esquerdo.
Devido ao ocorrido, Fonseca deverá passar por uma cirurgia no ombro. Como o procedimento não é considerado de emergência, ele deve ser realizado no Brasil.
Mesmo com a ausência do cavaleiro, a equipe brasileira de CCE levou a medalha de prata na competição, superada apenas pelos Estados Unidos. “Eu me sinto um privilegiado de estar no meu quarto Pan-Americano e ganhar minha quinta medalha, graças aos meus companheiros de equipe, que fizeram um trabalho sensacional”, comemorou do hospital.
Tsunamis surgem em decorrência de terremotos ou maremotos.Foto: Shutterstock / Vivo Mais Saudável
Um tsunami, ou onda gigante, pode causar devastação e vitimar muitas pessoas. Estar preparado e saber o que fazer em situações de emergência é a maneira de manter a sua segurança e auxiliar quem precise de ajuda.
Antes de visitar qualquer lugar, é importante saber se o destino é uma zona de risco. Países como Japão e Tailândia, por exemplo, emitem instruções sobre o que fazer em uma situações como essas, alertando turistas e locais.
A razão desse post, longe de qualquer sensacionalismo, chama a atenção para um alerta internacional emitido na noite desse domingo(04), quando um terremoto de magnitude 5.8 atingiu a região central do Oceano Atlântico por volta das 22h, o que se cogitou, ainda que de forma improvável, um eventual risco de tsunami no nordeste brasileiro, como Natal, Recife e Fortaleza.
Segundo o Observatório Sismológico dos EUA, as localidades mais próximas dos tremores foram Fernando de Noronha (a 730 km do epicentro do tremor) e as cidades do litoral nordestino, como Rio Grande do Norte (1.099 km do epicentro do tremor).
Sendo assim, não custa publicar recomendações de segurança para uma hipotética necessidade de evacuação. Abaixo trechos de reportagem em esfera nacional.
Numa área costeira onde tenha ocorrido um terremoto, ainda que de pouca magnitude, há chances de tsunami. Além disso, um recuo súbito do mar ou o comportamento estranho de animais também são considerados sinais do desastre natural.
Assim que o tremor for sentido ou outros sinais se manifestarem, mantenha a calma. Em seguida, procure uma área mais alta para se proteger. Seja o telhado de algum prédio ou o topo de uma colina, o importante é distanciar-se da orla e encontrar abrigo na maior altitude possível.
A recomendação é que as pessoas se afastem pelo menos três quilômetros do mar. Caso isso não seja possível e a única alternativa seja subir, indica-se uma altura de no mínimo 30 metros.
Atenção: em uma emergência como essa, você deve estar focado em proteger a si mesmo e as outras pessoas. Não tente segurar pertences, pois poderão lhe atrapalhar durante a fuga.
Fique atento para ondas tardias ou novos terremotos. Mesmo que a água já tenha passado, permaneça em local seguro até receber instruções confiáveis sobre a situação. As autoridades locais são as mais qualificadas para emitir o sinal de positivo para o retorno.
Após a onda gigante passar, o trabalho de auxílio às possíveis vítimas continua. Prontifique-se para ajudar da forma que for mais útil, seja, conseguindo mantimentos e água ou procurando por desaparecidos. Nesses momentos, toda colaboração é bem-vinda.
Caso esteja visitando uma zona de risco, fique atento aos planos de evacuação do local. A Tailândia, por exemplo, espalhou diversas placas sinalizando possíveis rotas em suas ilhas.
Principais ondas gigantes dos últimos anos
Vivenciar um tsunami é um medo comum tanto para viajantes quanto para moradores de locais com histórico de ondas gigantes. A última catástrofe natural nessa categoria foi registrada em março de 2011, quando uma onda de dez metros de altura atingiu a costa de Sendai, no Japão, após um tremor de 8,9 graus de magnitude na escala Richter.
Em 2010, o Chile foi vítima do desastre natural, que atingiu principalmente a região de Maule. Já a Indonésia sofreu com outros três tsunamis nos últimos anos: um na costa de Sumatra, em 2010, um na ilha de Java, no ano de 2006 e outro em 2004. Essa tragédia também atingiu mais nove países do Sudeste Asiático. Um tremor submarino de 9,3 graus provocou um tsunami que causou a morte de 220 mil pessoas.
Reportagem da Super Interessante no fim de 2018 foi mais além, e especulou cenário improvável, porém, não impossível – que poderia causas estrago, especialmente, na região Nordeste
Pois é, se alguns são protegidos pelas Dunas, quem mora próximo à Praia dos Artistas, Praia do Forte, Praia do Meio e Areia Preta, não estão protegidos pelas Dunas!
Estão gostando da repercussão, só pode. Ou querem falar disso para causar pânico nas pessoas.
Aos leitores: Não teve e nem terá Tsunami em Natal. As movimentações de terra que geram tremores que aqui não são do tipo que vai gerar tsunami.
E mesmo que fosse o caso, Natal está localizado 50 metros acima do nivel do mar. Além disso estamos cercados pelas Dunas do Parque das Dunas. Ou seja, é mais fácil a gente morrer afogado numa chuva do que por uma tsunami.
A governadora Fátima Bezerra sancionou hoje três leis direcionadas a melhorar o ambiente escolar e promover a Educação. Durante a abertura do seminário “Mobilização para aprendizagem no Ensino Médio”, que iniciou na manhã desta segunda-feira (05) e transcorrerá até terça-feira (06), no Holliday Inn, ela defendeu a liberdade de expressão nas escolas, o incentivo à leitura e à escrita e a valorização do idoso através do esporte e da educação, temas das leis de autoria dos deputados Francisco de Medeiros e Kleber Rodrigues.
O evento, que discute a importância da gestão da educação para o avanço contínuo dos estudantes no Rio Grande do Norte, é realizado em parceria entre o Governo do Estado e o Instituto Unibanco, através do programa Jovem de Futuro. “O desafio é imenso. Não basta colocar a criança na escola. É preciso que a escola esteja preparada para garantir ao jovem o exercício da cidadania e o prepare para enfrentar o mercado de trabalho”, declarou a governadora para o público composto por cerca de 700 gestores, do Ensino Médio da Rede Estadual de Ensino.
Ao defender a liberdade de expressão nas escolas, Fátima citou uma frase célebre de Paulo Freire: “Se a Educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda”. A governadora declarou-se seguidora do pedagogo que revolucionou a prática de alfabetização, contribuindo consideravelmente para reduzir os índices de analfabetismo no Brasil. “Defendemos, sim, uma escola livre, democrática. Escola não é ambiente de intolerância. Escola é um território aberto, de livre opinião”.
Ela destacou que tem muitos sonhos quanto à Educação e está imbuída, junto com sua equipe, de concretizá-los. “Eu sonho, junto com vocês, educadores e educadoras, em avançar na escola em tempo integral. De aumentar, junto aos municípios, a rede de creches para crianças de 0 a 3 anos. E de melhorar a escola profissionalizante. Porque o nosso governo é o governo da inclusão”, descreveu.
A Lei 10.659/19 (proposta pelo deputado Francisco), que trata da liberdade de expressão nas escolas, está sendo chamada de “Lei da Escola Democrática”. Professor das redes municipais e estadual, ele explicou que a matéria foi amplamente discutida no âmbito escolar, com gestores, professores, estudantes e dirigentes do movimento estudantil, e tem por objetivo garantir o amplo debate em prol da Educação de qualidade. “A escola deve ser um ambiente democrático, onde seja propício o debate que caminhe para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária”, enfatizou.
O deputado Kleber explanou sobre as Leis 10.570/19 e 10.571/19, que institui a Semana do Livro e da Escrita e Semana Estadual do Esporte para a Pessoa Idosa, ambas para o mês de outubro, quando são comemorados o Dia do Idoso (01/10) e o Dia da Criança (12/10). “Essas leis são importantíssimas porque direcionam o olhar para a população de idosos, promovendo a qualidade de vida para a terceira idade. A Educação é a mola propulsora para o desenvolvimento de crianças e jovens”, destacou.
Além da governadora Fátima Bezerra, a abertura do seminário também contou com a participação do secretário da Educação Getúlio Marques, da secretária-adjunta Márcia Gurgel, e do Superintendente Executivo do Instituto Unibanco Ricardo Henriques. Este, por sua vez, falou sobre a importância da gestão para melhoria do aprendizado. “Nossa parceria atua por meio do aprimoramento contínuo da gestão da educação, desde a secretaria até o diretor da escola”, explicou.
O encontro está reunindo os técnicos da SEEC (Secretaria de Estado da Educação, da Cultura, do Desporto e do Lazer), diretores regionais, assessores e coordenadores pedagógicos e diretores de escolas públicas. “Temos um compromisso com a aprendizagem dos nossos jovens. Diante disso, temos que ampliar o debate em busca de caminhos que devem ser traçados, para garantirmos que o jovem tenha acesso a uma educação de qualidade”, explicou o secretário Getúlio Marques.
JOVEM DO FUTURO – De acordo com dados do Censo Escolar 2018, o Estado do Rio Grande do Norte tem mais de 90 mil estudantes matriculados no Ensino Médio público, distribuídos em 318 escolas. O programa Jovem de Futuro atualmente está presente em 141 escolas estaduais que atendem mais de 49 mil estudantes e deve ser implantado em todas as 318 até 2020. Atualmente, o programa é implementado em parceria com as Secretarias de Educação dos estados de Rio Grande do Norte, Ceará, Espírito Santo, Goiás e Piauí.
Liberdade para continuar fazendo a cabeça de nossos jovens com o marxismo ateu e degradador dos valores morais da sociedade. Liberdade de expressão vinda do PT jamais será saudável.
A adoção do método educacional desse senhor não trouxe grandes avanços à educação pátria. Ao contrário, os índices internacionais de aferição da qualidade da educação exibem o Brasil nas últimas colocações desses rankings. E nem é necessário recorrer a esses índices. Basta olhar ao redor e verificar como estamos mal. E não é por falta de recursos. Gastamos muito e gastamos mal. Muito mal.
Até o século VII antes de Cristo, não havia dinheiro e a sociedade vivia a base de trocas. Foi aí que surgiu, por exemplo, a palavra salário: um pagamento feito com sal. De lá para cá, entretanto, as moedas evoluíram. Há algumas décadas, elas passaram a ser usadas em formato de plástico, após a criação e a popularização de cartões de crédito e débito.
Com o avanço da tecnologia, a ideia de armazenar dinheiro em formato virtual ganhou consistência. Diferentes soluções foram desenvolvidas, até que se chegou às criptomoedas — moedas digitais que não são reguladas por nenhuma entidade (bancos ou governos).
Isso significa que quem as usa pode fazer transações com total liberdade e privacidade: ou seja, sem a intervenção de mecanismos reguladores, já não há cédulas e as transações são feitas sem intermediários. O que garante o sigilo é a criptografia. Aliás, é daí que vem o nome desse dinheiro digital.
A valorização das criptomoedas começou em 2013. Isso porque as poupanças dos contribuintes da República do Chipre foram confiscadas e os bancos locais caíram em descrédito. Com isso, a população passou a buscar alternativas e chegou às moedas digitais.
O sucesso veio, justamente, porque elas não são controladas por bancos ou governos — o que as livra do risco de serem confiscadas. Por outro lado, suas oscilações constantes fizeram muitos a encararem como uma bolha.
Isso durou até 2016, quando a crise institucional e econômica global fez as atenções se voltarem novamente para elas. Desde então, sua valorização tem sido constante. Em 2016, uma bitcoin, por exemplo, valia US$ 443,57 e, em 2017, seu preço chegou a US$ 17.549,67.
O que é, de fato, uma criptomoeda?
De forma simples, as criptomoedas são dinheiro virtual — ou seja, códigos extremamente protegidos que podem ser convertidos em valores reais e usados em pagamentos. Em relação ao dinheiro físico, como o real ou o dólar, três características as diferenciam: a descentralização (já que independem de regulação), o anonimato e o custo zero da transação.
A primeira tentativa de criptomoeda chamava-se “b-money”. Criada pelo engenheiro de software Wei Dai, já tinha, entre suas características, a descentralização e o anonimato. Ela nunca foi amplamente utilizada, mas inspirou o surgimento do “bitgold”.
Ele também não teve muito sucesso, mas levou ao desenvolvimento da bitcoin. E foi aí que entrou em cena a tecnologia blockchain. Ela é o elemento central do processo: uma comunidade de usuários espalhados pelo mundo registra as transações. Assim, o banco de dados pode ser verificado pública e rapidamente, e a ação de hackers é dificultada.
Assim como o dinheiro físico, que tem número de série, marca d’água e outros itens de certificação, as criptomoedas usam criptografia para se manterem seguras. Em outras palavras, cada criptomoeda é única e tem seu próprio número de identificação. Por isso, somente quem tem essa informação consegue transferi-la.
Transações com criptomoedas garantem privacidade ao usuário, pois, em geral, não requerem informações pessoais. Há que argumente, entretanto, que, por essa característica, seu uso facilita atividades ilegais, como tráfico de drogas e armas.
Outro diferencial importante das criptomoedas é o custo zero de transação. Como não há interferência de órgãos reguladores, não há adição de taxas — diferentemente do que ocorre com o dinheiro convencional, que está vinculado a encargos definidos pelas instituições que o controlam.
Isso faz das moedas digitais uma ótima alternativa para transações internacionais, que normalmente são acrescidas de tarifas altas. Além disso, como elas não são reguladas, suas oscilações de preço são influenciadas apenas pela economia que as envolve. A visão dos desenvolvedores das criptomoedas é anarcocapitalista: ou seja, a economia é suficiente para organizar a sociedade.
O fato de não haver controle institucional sobre elas fez muitos as verem como um investimento arriscado. No início, eram tidas como investimento pouco atraente, mas sua alta eficiência fez que elas se destacassem em pouco tempo: a preservação dos dados e os registros criptografados fez até os bancos de interessarem por elas.
Como elas funcionam?
Tanto a cotação quanto a compra e a venda de moedas digitais acontecem anonimamente pela internet. Isso porque, como são digitais, elas são guardadas de forma diferente do dinheiro comum.
Para começar, elas são protegidas por uma chave de criptografia privada — o código necessário para efetuar as transações. Então, essas moedas são armazenadas em uma carteira virtual e administradas a partir de um computador pessoal ou de um dispositivo móvel.
Em outras palavras, não é possível ir ao banco e fazer uma retirada de criptomoedas. Todos os trâmites são totalmente digitais. E é a blockchain que garante sua segurança. De tão confiáveis, as criptomoedas passaram a chamar a atenção de grandes empresas, bancos e governos.
Está confirmada para a próxima quarta-feira, dia 7, às 19 horas, no Iate Clube do Natal, a palestra “Reserva Biológica do Atol das Rocas: Proteção, Pesquisa e Conservação”, que será ministrada pela administradora chefe da Reserva Biológica Atol das Rocas, a técnica do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Maurizélia de Brito Silva, que há 24 anos está à frente da Unidade de Conservação.
Em 2018, em Florianópolis, Maurizélia de Brito Silva, conhecida como a “Xerife do Mar”, compartilhou suas experiência como palestrante do IX Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação (CBUC). No evento do Iate Clube, que deverá contar com a presença de ambientalistas, pesquisadores e interessados pela vida marinha, a palestrante irá também dividir a sua experiência com os participantes.
Segundo ela, o controle ininterrupto na Reserva Biológica (REBIO) Atol das Rocas, no Rio Grande do Norte , mostra que é possível cumprir o principal propósito da criação de uma área como essa, que é a proteção integral do ecossistema.
A Prefeitura de São Gonçalo do Amarante/RN, através das secretarias municipais de Educação (SME) e Juventude, Esporte e Lazer (Semjel), realiza mais uma edição das Olimpíadas Escolares. A competição, que reúne diversas modalidades esportivas, acontece de 12 a 16 de agosto.
Cerca de 40 instituições de ensino devem participar da edição 2019; entre escolas municipais, estaduais e particulares. As disputas irão acontecer nos ginásios do Centro, Santo Antônio e Jardim Lola.
Serão premiados os três primeiros lugares de cada categoria. As escolas também disputam na soma total de pontos. As três primeiras, com maior número de pontos acumulados em todas as modalidades, receberão troféus durante a cerimônia de encerramento.
E o Novo Santo Antônio? a Unica olimpíada que disputamos aqui é a meia maratona correndo atrás de transporte publico, escola publica, área de lazer alem de postos de saúde. tá achando que é brincadeira? passa um dia circulando por aqui que você verão o que é um bairro abandonado. e viva o Prefeito.
O Centro Social Leci Câmara, mantenedor do Abrigo São Vicente de Paulo, em Ceará-Mirim, realiza campanha de arrecadação de recursos financeiros para manutenção de suas atividades em parceria com o Serviço Autônomo de Água e Esgotos – SAAE. Os interessados em colaborar, mensalmente, com a casa, devem procurar a secretaria da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição e realizar o seu cadastro. Os recursos oriundos da campanha serão destinados a manutenção do abrigo.
Perguntamos a cientistas como precisariam ser a anatomia e o comportamento de seres vivos capazes de viver nos outros planetas. E desenhamos eles.
(Luiz Iria/Superinteressante)
A SUPER intimou químicos, anatomistas, fisiologistas e astrônomos a responder à questão: qual a forma que os eventuais ETs deveriam ter para sobreviver em cada um dos planetas do Sistema Solar? E desenhou as figuras que você vai ver a seguir. Na época em que as ilustrações foram publicadas, 2006, Plutão ainda era planeta – então os fãs do anãozinho também têm um alienígena para chamar de seu.
(Luiz Iria/Superinteressante)
Mercúrio
Para resistir ao calor e frio extremos – de noite, acredite, faz uma friaca de rachar nesse planetinha – o nosso mercuriano teria de se esconder nas crateras dos pólos. O problema é que, sem poder aproveitar a luz solar e com uma atmosfera muito rarefeita para respirar, ele teria pouquíssima energia a seu dispor. Por isso, seria um organismo pequeno e simples, provavelmente um ser unicelular, feito de moléculas formadas de silício – substância muito comum na areia que cobre o solo do planeta.
(Luiz Iria/Superinteressante)
Vênus
Nesse planeta, a temperatura média é de 480 graus Celsius. Por isso, o venusiano seria uma espécie de tatu que passaria a maior parte do tempo enterrado para se proteger do calor. Como a água só poderia ser obtida no subsolo, ele precisaria de garras para cavar e para se prender às rochas e não ser levado pelos ventos fortes que sopram por lá. As células desse bicho seriam construídas com nutrientes retirados do solo. Devido à grande concentração de enxofre, o ET federia como um ovo podre.
(Luiz Iria/Superinteressante)
Marte
Para resistir à temperatura média de 60 graus negativos, o marciano teria escamas protetoras. Em suas veias correria álcool, que congela a uma temperatura mais baixa que a água. Para completar, uma membrana protegeria seus olhos das tempestades de areia. Como em Marte há gás carbônico na atmosfera e água no subsolo, o planeta poderia sustentar plantas. E o bicho seria herbívoro. Por fim, suas longas pernas o ajudariam a saltar – um meio eficiente de se locomover na baixa gravidade.
(Luiz Iria/Superinteressante)
Saturno
A temperatura média de 180 graus negativos e os ventos inclementes assolam esse planeta. Imaginamos dois saturnianos: um grupo viveria nos pólos, onde os ventos são mais brandos. Suas grandes asas funcionariam como velas para propulsão e captadores de energia solar. O outro viveria no equador, onde há mais energia – e muito vento. As asas seriam menores. Sem a superfície necessária para captar energia, eles precisariam da ajuda de bactérias para fazer as reações químicas e obter energia.
(Luiz Iria/Superinteressante)
Júpiter
Para poder voar, seu corpo teria a forma de medusa e seria oco. Os ventos entrariam pela abertura da parte inferior e inflariam o “balão”. Os imensos poros funcionariam como bocas por onde o jupiteriano absorveria os gases nutritivos da atmosfera, que seriam então distribuídos pelo organismo por meio de uma rede de canais. Para controlar a velocidade, ele contrairia o corpo como um fole. O movimento espremeria os canais internos, que devolveriam gases tóxicos ao ambiente.
(Luiz Iria/Superinteressante)
Urano
Como há pouca energia, só organismos simples, como fungos, sobreviveriam. Esse planeta gira com os pólos voltados para o Sol. E a cada 80 anos, essas regiões mergulham em um inverno escuro por 20 anos. Os uranianos teriam de aproveitar os ventos para se mudar dos pólos para o equador e vice-versa, atrás do sol. Os ETs absorveriam moléculas orgânicas da atmosfera pela pele porosa. A luz provocaria reações que transformariam essas moléculas em outras, gerando calor.
(Luiz Iria/Superinteressante)
Netuno
A quase 5 bilhões de quilômetros do Sol, pouquíssima energia chega até ali. Os netunianos poderiam ser fungos semelhantes aos de Urano. Devido ao frio, de até 150 graus negativos, protegeriam as células com uma substância anticongelante. Sacudidos pelos ventos, soltariam esporos (células reprodutoras) que se espalhariam em todas as direções. Germinariam nas camadas mais densas das nuvens, nutridos pelo material orgânico que há ali. Pelas hastes ocas, o ET absorveria nutrientes.
(Luiz Iria/Superinteressante)
Plutão
A temperatura de 200 graus negativos não oferece nenhum atrativo para a vida. Mas e estas estruturas cristalinas? Talvez sejam vírus congelados. O astrônomo Fred Hoyle acha que o núcleo dos cometas é carregado desses microorganismos. Como Plutão tem tudo para ser um cometa adormecido, poderia haver uma colônia por lá. Essa criatura não come, não respira nem produz nada. É só um código genético dentro de uma proteína, esperando uma célula para invadir e se replicar.
A Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte(Emparn) registrou baixas pancadas de chuvas no estado no período que compreende a sexta-feira(02) até o inicio da manhã desta segunda-feira(05).
Conforme registro da Emparn, os maiores volumes de chuvas foram registrados nos municípios de Parnamirim e Ceará-Mirim, com mais de 11 milímetros. Na capital potiguar, que teve predominância de ventos fortes e tempo nublado, apenas 5,2 milímetros foram registrados.
CENTRAL POTIGUAR
São Bento Do Norte(Prefeitura) 6,0
São Vicente(Emater(ex-particular)) 3,1
São José Do Seridó(Associacao Usuarios Agua) 2,0
Caiçara Do Rio Dos Ventos(Particular) 1,2
Angicos(Prefeitura) 0,5
AGRESTE POTIGUAR
Monte Das Gameleiras(Emater) 7,0
Monte Alegre(Emater) 5,0
São Bento Do Trairi(Prefeitura) 4,0
Tangara(Emater) 3,8
Serrinha(Emater) 3,5
Bento Fernandes(Sec Agricultura) 2,0
Bento Fernandes(Riacho Dos Paus-part.) 2,0
João Câmara(Centro Saude) 1,5
Boa Saúde(Emater) 0,5
LESTE POTIGUAR
Parnamirim(Base Fisica Da Emparn) 11,7
Ceara Mirim 11,0
Extremoz(Emater) 9,7
Baia Formosa(Destilaria Vale Verde) 9,0
São Gonçalo Do Amarante(Base Fisica Da Emparn) 8,3
Ceará-Mirim (Prefeitura) 8,0
Espirito Santo(Prefeitura) 6,5
Canguaretama(Emater/barra De Cunhau) 6,3
Natal 5,2
Montanhas(Prefeitura) 3,8
O presidente Jair Bolsonaro deu entrevista para a jornalista Leda Nagle Foto: Reprodução YouTube
Questionado sobre o que fazer para resolver a violência no Rio e no Brasil, em entrevista para o canal do YouTube da jornalista Leda Nagle, publicada nesta segunda-feira, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que vai enviar um projeto ao Congresso com o objetivo de dar “retaguarda jurídica” para que os policiais possam utilizar armas de fogo em operações sem serem procesados. Para ele, a violência cairá “assustadoramente” se houver excludente de ilicitude na proteção da vida, da propriedade e do patrimônio.
– Os caras vão morrer na rua igual barata, pô. E tem que ser assim – declarou Bolsonaro. A entrevista foi concedida na última quinta-feira e publicada hoje pela manhã.
O presidente afirmou que não se acaba com a violência facilmente, mas destacou que a presença dele e do ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sergio Moro, “dando exemplo”, já diminuiu estes índices “em torno de 24%”. De acordo com o “Monitor da Violência” criado pelo G1, com base nos dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal, o número de mortes violentas caiu no Brasil no primeiro trimestre desse ano em relação ao mesmo período de 2018.
– Como cai mais? Está desequilibrado, o bandido tem mais direito do que o cidadão de bem. Eu estou mandando um projeto, que vai ter dificuldade de ser aprovado, mas não tem outra alternativa. Nós temos que dar uma retaguarda jurídica para as pessoas que fazem a segurança: policial civil, militar, federal, rodoviário. Em operação, o pessoal tem que usar aquela máquina que tem na cintura, ir para casa e no dia seguinte ser condecorado, não processado – disse.
Ao ser indagado sobre o caso do morador de rua Plácido Correa de Moura, de 44 anos, preso no dia 28 do mês passado acusado de ter matado a facadas dois homens na Lagoa Rodrigo de Freitas, na Zona Sul do Rio, Bolsonaro afirmou que “a faca é pior do que o tiro”. E lembrou da própria declaração, no dia seguinte, “de que não tinha ninguém armado para dar um tiro nele”. Em seguida, afirmou que, se estivesse armado no local, teria atirado.
– E eu falei, faltou uma arma na mão de alguém para abater o bandido de rua. E eu apanhei. Se eu tivesse armado ali, teria atirado naquele cara. O próprio policial que chegou ali depois atirou na perna. Tinha que ter atirado no meio dele, pô. A gente vê de vez em quando o cara que leva tiro na perna e reage ainda. Você agindo dessa maneira e o policial tendo a garantia de que não vai ser preso, não vai responder processo, o bandido pensa duas vezes antes de fazer besteira – disse.
Na mesma linha, ele rememorou o caso do cunhado da apresentadora Ana Hickmann, Gustavo Correa, que foi denunciado por homicídio doloso por matar o autor de um atentado contra Ana e sua mulher, que é assessora dela. Um suposto “fã” rendeu os três em um hotel em Belo Horizonte, em 2016. Ele foi morto por Correa após atirar contra sua esposa. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais concluiu que o cunhado da apresentadora agiu em legítima defesa.
– Um canalha, bandido, entra num hotel. Dá dois tiros numa senhora. O cunhado da Ana Hickmann pega esse cara, toma a arma dele, e naquela briga no chão dá três tiros na nuca do cara. Está sendo processado por excesso. Vai para tribunal de júri. E já tem anos esse processo aí. O Ministério Público de Minas Gerais recorrendo o tempo todo. Qual exemplo que nós estamos dando? Que crime compensa.
– Se um cara entrar na sua casa, você tiver uma arma, legal, você pensar para atirar nele, você está morta. Você tem que atirar nele. O cara tem que saber que se invadir uma propriedade privada, ele vai ter uma reação. E esse projeto nosso vai entrar nesse lado também – afirmou o presidente.
A jornalista perguntou então se ele conseguiria aprovar o projeto no Congresso e Bolsonaro disse que já garantiu a posse de arma para o “homem do campo”, acrescentando:
– Mas a partir do momento que eu entro no excludente de ilicitude, ao defender a minha vida e a de terceiros, a minha propriedade ou de terceiros, o meu patrimônio ou de terceiros, a violência cai assustadoramente.
Sem Garantia da Lei e da Ordem
O presidente disse ainda que não pretende editar novos decretos de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), autorizando o emprego das Forças Armadas na segurança pública, enquanto não conseguir aprovar a mudança na legislação. E comentou que não tem autorizado as medidas porque tem que ter responsabilidade sobre o futuro dos militares.
– Se o Congresso me der essa liberdade, para os militares agirem, eu boto a tropa na rua. Eu não vou visitar meu sargento, meu cabo, meu coronel na cadeia – afirmou.
– Se não conseguir aprovar, a BIC não tem GLO. [Os parlamentares] Se entendam com a população. E eu consigo convencer todo mundo, porque pode ser teu filho que está prestando o serviço militar obrigatório, pode ser o teu marido, que é sargento do Exército, teu cunhado, que é capitão da Marinha, tá? Estamos todos nós envolvidos… nós queremos vencer essa batalha – acrescentou, apontando para a câmera.
Bolsonaro deu como exemplo policiais que o acompanharam nos tempos de deputado federal que temiam que eventuais vítimas de criminosos testemunhassem contra eles caso os algozes fossem mortos em uma ação.
– Ela pode até falar: ele só queria meu relógio, ele é uma vítima da sociedade’. Vai ser uma testemunha contra nós. É verdade, é verdade. Agora [em] uma ação como essa, nós temos que interferir ou intervir, não interessa o que aquela pessoa na frente vai falar, nós temos que abater esse cara.
Ele concluiu lembrando do ex-prefeito de Cariacica (ES), conhecido como Cabo Camata, que era da Polícia Militar e faleceu no ano 2000.
– Como ele já morreu, eu posso falar. Tinha muito assalto a ônibus. Ele começou a pegar os colegas dele da reserva –outros tempos, né?, melhor do que hoje no tocante à segurança, muito melhor do que hoje — e começou a botar dois, três atrás do ônibus, descaracterizado. Quando o cara anunciava o assalto, pimba. Pô, matou três, quatro, acabou o assalto a ônibus. Vagabundo não foi mais assaltar ônibus, acabou assalto a ônibus. Está chegando num ponto tal que você é obrigado a agir dessa maneira – disse Bolsonaro.
É isso aí MITO, bota pra fuder nesses fdp. Tá passando do tempo, ou é agora ou essa cambada de vagabundos tomam conta do Brasil.
Isso é um legado petista, esses vermes acabaram com a paz no Brasil, quem sai de casa é com medo, vendo a hora se deparar com um vagabundos desses.
Perfeito presidente. E ainda me aparece gente oligofrênica preocupada com a vida das arvores acima da vida humana.
Tiro na perna é burrisse, o vagabundo acaba gerando custo pro Sus.
QUE ABSURDO, COMBATER BANDIDO ARMADO COM ARMA DE FOGO, ONDE SE VIU ISSO, SÓ EM PAÍSES REPRESSORES
ISSO NÃO PODE, ISSO NÃO DEVE SER PERMITIDO
BANDIDO ARMADO COM REVOLVER, PISTOLA, FUZIL, METRALHADORA TEM QUE SER COMBATIDO COM CONVERSA, PEDIDO DE LICENÇA, FLORES E LIVROS, NUNCA COM VIOLÊNCIA, POIS VIOLÊNCIA SÓ GERA VIOLÊNCIA
MAIS OU MENOS ASSIM NÃO É MESMO?
DIGAM ISSO AS 70 MIL FAMÍLIAS QUE POR ANO, TEM SEUS FAMILIARES RETIRADOS DA VIDA PELA VIOLÊNCIA
Impossível combater bandidos bem armados e dispostos a qualquer coisa, sem quase nada a perder, usando flores, pombas da paz, música do John Lennon e abraços simbólicos a lagoas e monumentos. Os bandidos devem dar gargalhadas com essas palhaçadas. Precisamos AGIR com rigidez ao mesmo tempo em que cuidamos da educação, da saúde e de outros fatores sociais. Mas o enfrentamento do crime é imprescindível.
Circula na redes sociais a notícia do corte de energia no ABC Futebol Clube. Não procede. Mais um fake news compartilhado em massa em terras potiguares.
Sergio Moro foi ao Twitter nesta segunda-feira para cumprimentar a Polícia Federal, que atualizou os dados sobre apreensões de recursos provenientes do crime organizado e da lavagem de dinheiro do tráfico de drogas.
Segundo a PF, os valores dos bens apreendidos de janeiro a julho de 2019 já ultrapassam as apreensões feitas durante todo o ano passado.
Em 2018, foram apreendidos R$ 451 milhões. Em 2019, esse valor já passa dos R$ 548 milhões.
“Estratégia universal, prisão dos membros do grupo, isolamento dos líderes, sequestro e confisco do patrimônio do crime. O crime não pode compensar”, tuitou Moro.
O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou uma ação de improbidade e uma denúncia contra o ex-prefeito de Extremoz, Klauss Francisco Torquato Rêgo, por não ter prestado contas de recursos recebidos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e que deveriam ser utilizado em melhorias nos colégios municipais, através do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), em 2015. Todos os detalhes no Justiça Potiguar clicando aqui
Confira programa desta segunda-feira(05). O Meio-Dia RN, com este blogueiro, em RESENHA com João Maria Medeiros; Pedro Ratts e Walter Fonseca. Clique abaixo e assista via Youtube.
Foi um domingo de vitórias para o Brasil, que conquistou 16 medalhas, sete de ouro. Já é o melhor desempenho da delegação brasileira desde o início desta competição, em 24 de julho. O Brasil abriu o domingo na quarta posição no quadro de medalhas – atrás dos Estados Unidos, do Canadá e do México – e terminou o dia no segundo lugar, com 72 medalhas (22 de ouro, 16 de prata e 34 de bronze). Os Estados Unidos mantêm a liderança no quadro geral, com 32 medalhas (54 de ouro 44 de prata e 34 de bronze). O México é o terceiro, com 70 medalhas (20 de ouro, 15 de prata e 35 de bronze).
A canoagem, modalidade em que o Brasil mais conquistou medalhas de ouro neste domingo, levou dois atletas brasileiros duas vezes ao mais alto lugar do pódio. Pepê Gonçalves foi campeão na categoria slalon K1 e também no K1 extremo e Ana Sátila ficou em primeiro lugar no slalom C1 e no K1 extremo. O canoísta Felipe Borges ficou com a medalha de bronze no slalon C1.
A participação do Brasil nessa modalidade já desponta como a melhor da história dos Jogos Pan-Americanos: um total de oito pódios (cinco ouros e três bronzes). No início desta edição, os primeiros pódios vieram na canoagem de velocidade com Isaquias Queiroz (ouro no C1 1000m), Ana Paula Vergutz (bronze no K1 500m) e Vagner Souta (bronze no K1 1000m). Até o Pan de Lima, a melhor passagem da canoagem brasileira havia sido em Toronto, com 14 pódios (três ouros, seis pratas, e cinco bronzes).
Hipismo obtém vaga olímpica
A equipe brasileira, formada pelos cavaleiros Carlos Parros, Rafael Losano e Marcelo Tosi, garantiu presença nos Jogos Olímpicos de Tóquio, no ano que vem, ao conquistar a medalha de prata no conjunto completo de equitação (CCE). O grupo não pôde contar com o cavaleiro Ruy Leme da Fonseca, que no sábado (3) sofreu um grave acidente: ao cair do cavalo e ser atingido pelo próprio animal, Ruy Fonseca teve fraturas no úmero e em três costelas. Ele permanece hospitalizado, em observação, na capital peruana.
Na prova individual, Carlos Parro ficou com o bronze ao terminar em terceiro lugar, atrás dos norte-americanos Boyd Martin (ouro) e Lynn Symansky (prata).
Maratona aquática
O domingo foi dourado para a baiana Ana Marcela Cunha, que venceu a maratona aquática feminina (10 Km): foi o primeiro ouro da atleta nesta categoria e também pódio inédito para o Brasil na história da competição. A atleta completou o percurso em 2h00min51s9, com incríveis 31.3 segundos à frente da segunda colocada, a argentina Cecília Biagioli (2h01min23s2) . O bronze ficou com outra brasileira, Viviane Jungblunt, que chegou em terceiro lugar (2h01min24s0).
Surfe
O surfe brasileiro também fez história neste domingo no Jogos Pan-Americanos de Lima: a carioca Chloé Calmon, foi campeã na categoria longboard. Foi o segundo ouro inédito para o país: o primeiro foi de outra surfista, Lena Ribeiro Guimarães, campeã no stand-up paddle (SUP), na última sexta-feira (2). Também teve um bronze ontem, com a brasileira Nicole Paccelli, na categoria SUP wave.
O surfe estreou como modalidade nos Jogos de Lima e entrará pela primeira vez nos Jogos Olímpicos no ano que vem, em Tóquio.
Tênis
Na final do individual masculino de tênis, quem levou a melhor foi o mineiro João Menezes, de 22 anos, após uma batalha dura contra o chileno Tomás Barrios. O brasileiro saiu na frente: venceu o primeiro set por 7-5, mas Barrios empatou em seguida, fechando a segunda parcial em 3-6. João Menezes retomou o domínio do jogo no terceiro e último set: venceu por 6-4, e conquistou o título para o Brasil, após 11 anos. Os útlimos brasileiros a conquistar o ouro em jogos Pan-Americanos foram Flávio Saretta (2007) e Fernando Meligeni (2003), também com vitórias sobre chilenos.
Atletismo
Nas primeiras provas de atletismo dos Jogos de Lima, o Brasil subiu duas vezes ao pódio: na marcha atlética, Caio Bonfim ficou com a medalha de prata, após ser ultrapassado na última volta pelo equatoriano Brian Pintado. Mais cedo, Érica Senna conquistou a medalha de bronze nos 20Km feminino.
Vôlei
A seleção brasileira de vôlei masculino, que foi para o Pan de Lima com um time alternativo – a equipe principal vai disputar o Pré-Olímpico de 9 a 11 deste mês – ficou com a medalha de bronze, após derrotar o Chile por 3 sets a 0, parciais de 25/12, 25/19, e 25/21). A Argentina conquistou o ouro após ganhar de Cuba por 2 sets a 0. A seleção cubana ficou com a prata.
Vitamina pro gado, moooomm.