O portal BO noticia que um delegado paraense que está de férias em Natal, prendeu na noite dessa segunda-feira (21), um assaltante que tinha acabado de roubar uma mulher, na frente de uma farmácia, na avenida Ayrton Sena, no bairro Neópolis, zona Sul de Natal.
Segundo o BO, o criminoso de 24 anos portava uma arma de plástico e se entregou diante da voz de prisão. Ainda segundo o BOL o relatório da equipe da delegacia de plantão da zona Sul, o acusado estava com um comparsa em uma moto e desceu sozinho para abordar a vítima, mas foi surpreendido pelo delegado.
Socorro estão roubando toda fiação de energia da cidade e ninguém toma providência. Alô polícia vamos resolver isso!!!!!Roubaram até a casa de papai Noel lá em Mirassol.
O nosso policiamento só pastora padarias, lanchonetes, bares de alta frequencia. Eles vão para lanchar , jantar , tomar café. Pela manhã podem observar em frente de padarias, meio dia a mesma coisa e à tarde o mesmo costume. VC sai de N. Parnamirim até a Ribeira. Da Ribeira volta pelo Alecrim até as Quintas, pega B. Vieira entra Na Salgado Filho e pega R. Freire. Não se vê uma Viatura . Na cidade não se Vê um soldado fardado perdido em nenhum beco.Não falo nem na Z. Norete. Em recife, J. Pessoa, Fortaleza a policia pode até não agir mas esta nas ruas. Aqui é brincadeira
No livro recém-lançado “Sem data venia: um olhar sobre o Brasil e o mundo”, o ministro Luís Roberto Barroso diz que dois colegas de Supremo Tribunal Federal (STF) que antes haviam votado pela prisão de condenados em segunda instância cederam à pressão “dos que pretendem que tudo permaneça como sempre foi”.
Embora não tenha mencionado os nomes, o placar no STF foi alterado no fim do ano passado, barrando a detenção após sentença de segundo grau, porque Gilmar Mendes e Dias Toffoli mudaram o entendimento que já tinham manifestado em julgamento anterior sobre o assunto.
Se antes tinham votado pelas penas antecipadas, em 2019 mudaram de ideia e votaram pela possibilidade de condenados aguardarem em liberdade até o trânsito em julgado — ou seja, até que o último recurso seja analisado nos tribunais. Em 2016, ambos haviam votado pela prisão depois de condenação por tribunal de segunda instância.
“A mais importante alteração (trazida pelo STF), sem dúvida, foi a possibilidade de execução de decisões penais condenatórias após o julgamento em segundo grau, fechando a porta pela qual processos criminais se eternizavam até a prescrição, dando salvo-conduto aos ladrões de casaca. Essa mudança, todavia, não duraria muito, justamente por haver se revelado extremamente eficaz”, escreveu Barroso.
Segundo o ministro, “a corrupção contra-atacou com todas as suas forças e aliados, até conseguir desfazer a medida. Ressalve-se, com o respeito devido e merecido, o ponto de vista legítimo de quem entende que a Constituição impõe que se aguarde até o último recurso”.
Ainda no livro, Barroso afirmou que, em seguida, veio “a revanche dos que pretendem que tudo permaneça como sempre foi”. Ele conta que “a articulação para derrubar a possibilidade de execução das condenações criminais após a segunda instância foi o momento mais contundente da reação, logrando obter a mudança de posição de dois ministros do Supremo Tribunal Federal que, antes, haviam sido enfaticamente favoráveis à medida”.
A obra fala de temas que passaram pelo Supremo, como as decisões recentes no sentido de que o governo federal, os estaduais e as prefeituras têm atribuições no enfrentamento da Covid-19.
Segundo o ministro, a pandemia trouxe uma dimensão política que “se manifesta em uma enorme falta de liderança e coordenação no seu enfrentamento no Brasil”. Ele afirma que “União, estados e municípios não foram capazes de construir uma estratégia harmônica, inclusive e sobretudo porque, no plano federal, ignoravam-se as recomendações da ciência e da medicina”.
Pelo menos a pressão foi para que a literalidade da constituição fosse aplicada. Se são a favores da prisão em segunda instância não tem problema. No entanto, para aplicar prisão em segunda instância primeiro é necessário alterar o texto constitucional.
Junto com Lula, Bozo é o maior defensor do fim da prisão em segunda instância. Seus filhos estão enrolados até o talo. Mas o gado só enxerga o curral vizinho.
Não caberia ao Senado chamar ele e os ministros que mudaram de voto para explicações?
Ô problema é que no senado também estão os grandes interessados nessa mudança. Foram eles mesmos que fizeram a pressão. Ademais, mudança de posição de ministro apesar de revelar muito da sordidez de seu caráter, não é crime. Nesse barco a grande maioria rema pra um só lado, seja deputado, senador, ministro, presidente e filhos, ex-presidentes e cúmplices, de direita, esquerda, de cima e de baixo. Me diga: quem é a favor da prisão em segunda instância ?
No último dia de julgamento, a Justiça russa diminuiu a pena de Robson Nascimento de Oliveira, de 12 anos, como pedia a promotoria, para três anos de prisão. Contado o tempo em que ele já está preso, um ano e nove meses, o brasileiro poderá deixar a prisão dentro de menos de um ano e meio.
Robson não sabia que os remédios estavam na mala, que lhe foi entregue no aeroporto, fechada. Ele chorou bastante ao final da sentença, considerada surpreendente até pela defesa do motorista. No pior cenário, considerando as penas máximas para os crimes, o brasileiro poderia ser condenado a até 25 anos de prisão.
A juíza considerou dois anos e seis meses de pena para contrabando e o mesmo tempo pela tentativa de tráfico. Pelas leis russas, a segunda pena pode ser diminuída em um terço, na soma com outra. Por isso, os três anos estipulados na sentença.
O advogado de Robson na Rússia, Pavel Gerasimov, e representantes da embaixada do Brasil em Moscou, que acompanharam a sessão, disseram que desconhecem qualquer documento assinado garantindo a transferência do motorista para o Brasil. A defesa de Robson acredita que o processo será iniciado tão logo a sentença seja definitiva, após a fase de recursos.
Se a transferência tiver sucesso, Robson terá de cumprir o restante da pena em presídio brasileiro. Pelas leis russas, cumprindo 3/4 da pena, o condenado já pode deixar o regime fechado. Se a pena for mantida, Robson já poderá deixar o centro de detenção, em Kashira, daqui cerca de oito meses.
O julgamento começou às 4h30 da madrugada, no Brasil (10h30 na Rússia) e formou uma corrente de oração entre os familiares e amigos de Robson.
– Só tenho a dizer que estou super, mega feliz. Agora mais do que antes ele estará de volta ao Brasil e com a família dele. Estou com pensamentos positivos desde janeiro, disse a mulher de Robson, Simone Barros.
Entenda o caso
Robson Oliveira, de 48 anos, é acusado de tráfico internacional de drogas por ter entrado no país, em fevereiro do ano passado, com duas caixas de remédios ( Mytedom 10mg ou cloridrato de metadona) comprados pela família do jogador de futebol Fernando, volante, ex-seleção brasileira e atualmente no Beijing Guoan. De acordo com todos os depoimentos à imprensa – inclusive da família do atleta – os medicamentos foram levados para o país em uma mala que foi entregue fechada a Robson por um funcionário da família, no embarque no Rio de Janeiro. O motorista não sabia que havia na bagagem este medicamento.
O verdadeiro dono dos remédios é William Pereira de Faria, sogro do jogador. Ele mora no Brasil e nunca prestou depoimento às autoridades. Seu advogado afirma que o depoimento não foi pedido enquanto ele estava na Rússia e que a justiça do país não aceita interrogatório à distância.
O motorista não sabia da proibição do remédio no país e acabou preso, em março do ano passado. Este remédio seria usado pelo sogro do atleta para amenizar dores na coluna e foi comprado com receita médica endereçada a ele, por um funcionário da família no Brasil.
As informações de que o remédio era de William e não de Robson foram confirmadas pelos advogados da família de Fernando e pelo próprio jogador, em diversas entrevistas ao Esporte Espetacular.
O verdadeiro dono do medicamento, no entanto, nunca prestou depoimento às autoridades russas, nem concedeu entrevista à imprensa. Nos únicos depoimentos prestados à polícia pela família do jogador, dados por Fernando e sua mulher Raphaela, eles afirmam que desconheciam a existência dos remédios e não confirmaram o relato do motorista, que narra que o medicamento fora colocado na mala sem o conhecimento dele.
Uma brasileira de 41 anos foi sentenciada a quatro anos e meio de prisão por se passar por advogada na Flórida, nos Estados Unidos, sem ter licença para exercer a profissão. Ela ainda terá que cumprir mais três anos de liberdade supervisionada e pagar mais de US$ 14 mil – cerca de R$ 75 mil – em restituição.
Na decisão, o juiz James Moody Jr escreveu que a brasileira também terá de se submeter a um tratamento de saúde mental. Enquadrada por fraude e roubo de identidade agravado, ela não poderá realizar operações financeiras e compras de alto valor sem consentimento das autoridades.
Roberta Guedes se formou na Faculdade de Direito da Universidade de Stetson em 2014 e foi reprovada duas vezes no exame da Ordem. Ela montou um escritório falso, chamado Ferguson and McKenzie LLC, usando nome de terceiros.
De acordo com o jornal Tamba Bay Times, Guedes abriu negócios incluindo uma colega de faculdade e uma amiga como sócias do empreendimento, sem conhecimento delas. Também se apropriou de seus dados para dar entrada em contas bancárias e linhas de crédito.
Guedes começou a atender clientes com foco em imigração e direito de família. A ideia era atrair sobretudo brasileiros. Para isso, ela criou um site no qual listava supostos advogados com fotos de pessoas que jamais trabalharam no escritório irregular.
Em um dos casos apurados pela investigação, Guedes se apresentou diante de um magistrado em Orlando sob nome da colega Agnieszka Piasecka. Em outros episódios, ela até assinou seu nome verdadeiro em documentos judiciais, mas usou o número de registro de Piasecka.
Mas foi ao passar por advogada frente à juíza Frances Perrone, de Tampa, que a mentira foi descoberta. A Ordem dos Advogados dos EUA então abriu uma investigação contra Guedes por prática ilegal da advocacia. Ela admitiu a culpa no final do ano passado, após alegar que apenas ajudava clientes com burocracia e tradução.
Em documento, o advogado de defesa Jason Mayberry afirmou que sua cliente sofria de transtornos como depressão e ansiedade, além de citar sua atuação em causas sociais. Entre os fatos mencionados, está a criação de uma fundação para proteger animais e a confecção de máscaras para moradores em situação de rua durante a pandemia.
Segundo o Tampa Bay Times, vítimas classificaram Guedes como “mentirosa patológica, manipuladora e sem remorso e empatia”. A brasileira se desculpou na última quarta (18), dia de sua audiência:
“Lamento profundamente por ter causado tanto sofrimento, tanta agonia. Agi de forma egoísta, sem consideração pelos outros. Violei a confiança que os outros tinham em mim”, disse.
O Juiz Federal Walter Nunes da Silva Júnior, titular da 2ª Vara Federal, determinou a prisão preventiva de Emerson Rodes Marques, Marcos Cezar Alexandre Pires Júnior, Lucas Farias Alboitt e Roberto Correa Pinheiro acusados de integrarem a quadrilha de tráfico de drogas a partir do Porto de Natal. No caso de Emerson Rodes, pelo fato de ser ex-policial militar, o magistrado determinou que ele seja mantido na carceragem da Polícia Federal.
Na decisão, o magistrado chamou atenção que o Código de Processo Penal, teve a intenção de traduzir normativamente o pensamento jurisprudencial de que a decretação de medida cautelar pessoal é justificada pela necessidade de assegurar a aplicação da lei penal e da manutenção da ordem pública ou econômica só se mostra idônea quando é para evitar a prática de novos crimes. “O que se adequa à situação dos autos, na medida em que se trata de tráfico ilícito de entorpecentes de grande porte, reiteradamente registrado em solo Potiguar, havendo o registro, só este ano, da apreensão no Porto de Natal de quase 6 toneladas de cocaína, o que denota ter a cidade se transformado em rota marítima fundamental para esse tipo de atividade criminosa”, escreveu o Juiz Federal Walter Nunes.
Ele observou que a imposição da prisão preventiva, no caso dos autos, ainda se impõe por conveniência da instrução criminal e a finalidade de assegurar a aplicação da lei penal, na medida em que nenhum dos agentes residem no Rio Grande do Norte. “Os autos evidenciam que residem em cidades no Brasil que estão em posição geográfica nas vizinhanças de países da América do Sul conhecidos por serem locais de onde oriundas as drogas apreendidas, circunstância que há de ser sopesada com o fato de eles integrarem um grupo que comanda considerável parcela do tráfico internacional no País, atividade criminosa que facilita a fuga para o exterior”, completou.
A Polícia Civil encerra na manhã desta quarta-feira(07) a operação de Reincidentes, que resultou na prisão de pelo menos nove pessoas e apreendeu uma grande quantidade de droga avaliada em R$ 1,3 milhão. A ação policial foi iniciada nessa terça-feira(06). Na ocasião, um dos homens presos foi identificado como chefe de uma facção criminosa e apontado como membro do chamado “novo cangaço”.
As prisões, realizadas por policiais civis da Delegacia Especializada e Investigação e Combate ao Crime Organizado(Deicor) aconteceram na praia de Pipa, no litoral sul, e ainda na região metropolitana de Natal, nos municípios de Parnamirim e São José do Mipibu.
A assessoria de comunicação da Polícia Militar noticiou uma ocorrência por volta das 10h desta terça-feira (22), em que policiais militares da Força Tática do 4° BPM – FT4 realizavam patrulhamento na Rua Shalon, no Loteamento Santa Cecília, Bairro Pajuçara, zona Norte de Natal, quando ao se aproximaram do local chamado “Jagatá”, conhecido pelo forte tráfico. Na ocasião, os policiais se deparam com dois homens que efetuaram disparos contra a equipe, que respondeu de imediato.
Segundo a PM,no confronto, um suspeito, de 27 anos, foi alvejado e com ele foi localizado um revólver .38 numeração raspada, com quatro munições deflagradas e uma munição percutida não deflagrada. Já o comparsa, também de 27 anos, empreendeu fuga pela lagoa efetuando disparos, e, na sequência, também atingido. Ainda segundo a PM, em poucos instantes, foi localizado escondido dentro de uma residência. O detalhe é que o infrator se desfez da arma enquanto fugia.
Na ocorrência ainda foram apreendidas cerca de 19 porções pequenas e duas maiores de maconha, balança de precisão, papel filme utilizado para embalar entorpecentes e uma motocicleta Start 150, cor vermelha.
Os suspeitos foram conduzidos ao Hospital Santa Catarina, onde um foi atendido e recebeu alta e o outro foi submetido a uma cirurgia e permaneceu internado.
O material apreendido e um dos detidos foram apresentados na 13ª Delegacia de Polícia.
A polícia prendeu, na manhã desta quinta-feira (17), Luciano Castro de Oliveira, conhecido como o “Zequinha”, o criminoso mais procurado do Brasil. O homem foi encontrado vivendo em um sítio na cidade de Tejupá, no interior de São Paulo.
A ação, considerada cinematográfica, contou com o policiamento náutico para atravessar um rio, uso de drones para ter uma vista aérea do local e várias viaturas. Cães da polícia também foram levados para farejar caso o criminoso fugisse.
Zequinha é suspeito de ser o autor e líder de quadrilhas que atuam em roubos contra empresas de transportes de valores, agências bancárias e redes varejistas de eletroeletrônicos na região de Campinas. Para tais crimes, usava de explosivos e armamentos de grosso calibre.
Casa onde Zequinha foi preso nesta quinta-feira (17). Foto: Reprodução
Currículo extenso
Zequinha, tem 46 anos, e é natural de Campo Mourão, no Paraná. Ele aparece na lista dos criminosos mais procurados do país pelos crimes de roubos e associação criminosa.
Ele é suspeito de envolvimento no assalto que ocorreu no Paraguai em 2018, que deixou um prejuízo de cerca de R$ 120 milhões a uma transportadora de valores.
Segundo o Ministério da Justiça, em 1992, Zequinha foi condenado por roubo ao BIC (Banco Comercial Industrial) em Campinas. Foi libertado em 1994, por indulto presidencial. Ele também foi condenado, em outros processos judiciais, por porte ilegal de arma, uso de documento falso, roubo, formação de quadrilha, latrocínio, extorsão e sequestro.
Em 2005, foi preso novamente por formação de quadrilha e uso de nome falso. A quadrilha estava cavando um túnel em direção a um banco em São Paulo. Logo em seguida, obteve liberdade. Em 2006, foi investigado pela tentativa de furto ao ABN Amro.
Homem ateou fogo em vegetação às margens da BR-226 em Janduís, região Oeste — Fotos: Focoelho.com
Um homem de 62 anos foi preso em flagrante na tarde desta terça-feira (8) depois de atear fogo em uma área de vegetação às margens da BR-226, no município de Janduís. Questionado pela Polícia Militar sobre o motivo de ter iniciado o fogo, ele disse que o fez porque “deu vontade”. Ele foi encaminhado a delegacia e em seguida ao sistema prisional.
Os desembargadores que integram a Câmara Criminal do TJRN rejeitaram a tese de excesso de prazo da prisão preventiva e negaram pedido de Habeas Corpus para um homem detido pela acusação de abusar sexualmente de enteadas menores de idade e que chegou a estar foragido. O processo tramita em segredo de justiça. O julgamento ressaltou, mais uma vez, que um suposto excesso de prazo não resulta de mera soma aritmética, mas leva em conta a complexidade da causa e as diligências compreendidas como necessárias ao desenrolar funcional da demanda.
“Por ser pessoa próxima a família, ou seja, padrasto das vítimas, o paciente terá total liberdade para dissuadir e ameaçar as vítimas bem como as testemunhas, podendo inviabilizar a colheita de prova testemunhal, razão pela qual verifica-se a necessidade de se garantir a instrução criminal”, destacou o voto da relatoria do órgão julgador do TJRN, mantendo o que foi decidido em primeira instância, pela 2ª Vara da Comarca de Assu, que determinou a prisão pela suposta prática dos crimes tipificados no artigo 217-A do Código Penal (3 vezes) e artigo 213, também do CP, combinado ao artigo 7º, II, da Lei nº 11.340/2006.
O julgamento ressaltou a decisão de primeira instância, a qual destacou que não há fato novo que possa modificar os fundamentos lançados no decreto de prisão preventiva do acusado, estando presente os requisitos que autorizaram a segregação cautelar, para fim de assegurar a conveniência da instrução criminal que se encontra em sua fase final.
“Não se pode perder de vista que a prisão preventiva foi decretada em 06/09/2018, tendo sido o réu localizado apenas em 17/01/2019, ou seja, quatro meses após, demonstrando a intenção de se furtar aos ditames da Lei”, enfatiza a relatoria.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu, em parecer enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), que Fabrício Queiroz e sua mulher, Márcia Aguiar, voltem para a prisão.
Os dois estão em prisão domiciliar por uma decisão do ministro Gilmar Mendes, do STF, que concedeu no dia 14 de agosto um habeas corpus ao casal. Mendes derrubou a ordem do ministro Felix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), para que Queiroz e Márcia voltassem para a prisão.
Queiroz e Márcia são investigados pelo Ministério Público do Rio por suposta participação no esquema de rachadinha no gabinete do então deputado estadual e atual senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Queiroz é ex-assessor de Flávio.
O documento da PGR ao STF foi assinado pelo subprocurador-geral da República Alcides Martins. Como o caso tramita sob sigilo, não há detalhes dos argumentos da Procuradoria para sustentar a necessidade de prisão do casal.
Com a manifestação da PGR, Mendes pode levar o caso para julgamento na Segunda Turma do Supremo, mas ainda não há data para isso acontecer.
A defesa de Queiroz afirmou que vai esperar ser notificada pelo Supremo para oferecer resposta ao parecer.
Na decisão de agosto, Mendes cita que, diante de um quadro de pandemia e do frágil estado de saúde de Queiroz, a prisão domiciliar “se impõe”.
“No caso em análise, considerando a fragilidade da saúde do paciente, que foi submetido, recentemente, a duas cirurgias em decorrência de neoplasia maligna e de obstrução de colo vesical, entendo que a substituição da prisão preventiva pela prisão domiciliar é medida que se impõe”.
O ministro manteve a determinação para o uso de tornozeleira eletrônica e outras medidas cautelares, como proibição de contato com outros investigados e de sair do país sem prévia autorização judicial. Segundo Gilmar Mendes, as medidas são suficientes para frear eventual prática de delitos.
“Em relação aos riscos de reiteração delitiva e para a garantia de aplicação da lei penal, as medidas de inserção em regime de prisão domiciliar, de monitoramento eletrônico e a proibição de saída do território nacional (arts. 318, II, 319, IX e 320) demonstram-se adequadas e suficientes, já que cumprem tais finalidades com a menor restrição possível à liberdade dos pacientes”.
Tanta conversa só para admitir que nove dedos, seus filhos Ronaldinho, a defunta e toda o resto da cambada são inocentes? Me engana que eu gosto, vcs não querem deixar nada para ninguem inclusive matar, pois a história conta coisas escabrosas do rato delinquente, morte de Celso Daniel, Toninho do PT (TODOS DA TURMA), fazendas, sítios, apartamentos, 270 milhas nas contas dos filhos, homem tenha vergonha de ser tão tapado.
Então, porque uma pessoa rouba, mata ou estupra, nós também podemos fazer o mesmo, só que um pouquinho menos?
É isso mesmo que estou ouvindo?
Quer dizer que um erro justifica outro?
Sou fanático doente, incapaz de enxergar e entender que o Mico, Micheque e os filhos não são santos. Acho normal esses depósitos do Carequinha Legal na conta da madame inocente. Também não vejo nada demais nessas histórias do Capitão Adriano, milícias, Ronnie Lessa e outras besteiras. A culpa de tudo isso aí que estão falando do meu mitinho, é de Lula, do PT e de Fátima. Aquelas histórias de vazamento de operações que Paulo Marinho falou é lógico que é mentira. Paulo Marinho falou que um Delegado da Federal havia vazado a operação. Com certeza esse Paulo Marinho vai se lascar por ter criado essa mentira contra o filho Zero Um do Mico e ainda mais contra um Delegado da PF.
O ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), prorrogou por mais cinco dias a prisão temporária do ex-presidente do PSC Pastor Everaldo. O magistrado atendeu a um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR).
No mesmo dia de sua prisão, o pastor se afastou da presidência do PSC. Em seu lugar assumiu interinamente o vice-presidente do partido, Marcondes Gadelha.
Pastor Everaldo foi preso na sexta-feira (28) durante Operação Tris In Idem, que investiga um esquema de corrupção no governo do Rio de Janeiro. O caso corre sob sigilo ao menos até a análise sobre o recebimento de uma denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF).
Na mesma operação, o governador do Rio, Wilson Witzel, foi afastado do cargo por 180 dias, também por decisão de Gonçalves.
Nesta quarta-feira (2), a Corte Especial do STJ deve julgar se mantém a liminar (decisão provisória) do ministro sobre o afastamento.
Em nota divulgada pelo PSC, o Pastor Everaldo diz desconhecer os motivos da prorrogação de sua prisão porque ainda não teve acesso à decisão. “Ele reitera que sua prisão é desnecessária, uma vez que sempre esteve à disposição de todas as autoridades. Pastor Everaldo reafirma sua confiança na Justiça e sua fé em Deus”, diz o texto.
Numa segunda nota, o PSC acrescentou que o Pastor Everaldo “vem se colocando sistematicamente à disposição da Justiça, além de ter endereço fixo e conhecido”. O partido disse ainda que “reitera sua confiança na Justiça, entretanto a criminalização dos políticos enfraquece a democracia”.
Será que a Assembleia de Deus vai corrigir o pastor?
Se fosse um membro qualquer, que tivesse sido pego tomando uma dose de cana, já tava sendo julgado…
Flávia Tamayo é suspeita de fazer parte de uma organização criminosa composta por garotas de programa de luxo, que atuam na capital federal Fotos: Reprodução
A Polícia Civil de Brasília aguarda, nesta quinta-feira (23), a chegada de Flávia Tamayo do Espírito Santo. Ela foi presa na cidade de Vitória na última terça-feira por tráfico de drogas e associação para o tráfico. É apontada como integrante de uma rede de prostituição de luxo que distribuía drogas na capital federal.
Tamayo chegou a trabalhar como modelo e estampou capas de revistas masculinas, como a Sexy e a Playboy (edição publicada em Portugal). Também participou de filmes eróticos e venceu concursos de beleza como o Miss Bumbum. A equipe responsável pela investigação pretende rastrear os clientes atendidos pela traficante em um flat no Setor Hoteleiro Norte do Distrito Federal. O celular apreendido da acusada também está sendo analisado com este objetivo.
De acordo com o delegado Ricardo Oliveira, da 5ª Delegacia de Polícia (Área Central), ela é acusada de fazer parte de uma organização criminosa composta por garotas de programa de luxo, com presença em áreas nobres da capital federal, para negociar programas sexuais associado ao consumo de drogas a clientes de alto poder aquisitivo. No caso de Tamayo, cada programa regado a cocaína e haxixe saía por R$ 1 mil, o dobro do valor pago sem drogas.
“Para não prejudicar as investigações e a prisão, esperamos para ouvir os clientes a partir da próxima semana. A lista é extensa e diversificada. Identificamos empresários e não descartamos a hipótese de haver também políticos”, explicou o delegado.
Flavia vinha sendo monitorada há cerca de dois anos. No mês passado, foi deflagrada a Operação Rede, que visava desmantelar a quadrilha. Na ocasião, foram cumpridos 38 mandados de prisão e 18 pessoas foram presas em flagrante, entre elas duas garotas de programa. Flavia iria responder ao inquérito em liberdade, mas diante da suspeita de possível fuga do país nos próximos dias, a prisão foi deferida pelo Vara de Entorpecentes do Distrito Federal. Ela foi capturada em um hotel na orla de Vitória, na última terça-feira (21).
Segundo o delegado, houve dificuldade em localizá-la por causa de sua agenda de trabalho extremamente movimentada. As investigações mostram que ela rodava o país, tendo estado recentemente em São Paulo e em Florianópolis. Nas redes sociais, a moça exibe também postagens no exterior, como na Catalunha e em Ibiza, na Espanha. Ela teve seu passaporte recolhido.
Em entrevista ao Jornal de Brasília, no último dia 23, Flavia negou as acusações da Polícia Civil e garantiu que trabalha com “entretenimento adulto”, mas nunca se envolveu com crime.
O historiador russo Yuri Dmitriev, conhecido por suas pesquisas sobre a repressão no regime de Josef Stalin e que revelou crimes do ditador soviético, foi condenado nesta quarta-feira a três anos e meio de prisão sob a acusação de ter abusado sexualmente de sua filha adotiva. A decisão foi contestada pela defesa do historiador, Viktor Anufriev, e por seus apoiadores, que alegam perseguição política pelo trabalho de Dmitriev.
A Justiça da Rússia afirmou que, apesar da condenação, o historiador de 64 anos será solto em novembro deste ano, porque já cumpriu a maior parte da pena preventivamente. Ele está preso desde junho de 2018.
A acusação tentava uma pena de 15 anos de prisão para Dmitriev pelos crimes que teriam acontecido entre 2012 e 2016. A decisão da Justiça, tendo sido mais branda do que o desejado pela Promotoria, é passível de recurso por seu advogado e foi contestada pelos apoiadores de Dmitriev, que afirmam que o historiador foi condenado por um crime grave que não cometeu.
Um primeiro julgamento, feito em 2018, o isentou de acusações de pornografia infantil envolvendo sua filha adotiva. Mas essa decisão foi anulada e ele foi preso sob uma nova acusação logo depois.
A organização de direitos humanos onde Dmitriev trabalhava, Memorial, disse que as acusações eram infundadas e que a sentença desta quarta-feira é injusta.
“Essas acusações já tiraram mais de três anos de liberdade de Yuri Dmitriev e prejudicaram o destino de sua filha adotiva”, disse a Memorial em comunicado.
Outros historiadores, ativistas de direitos humanos e algumas figuras culturais importantes do país dizem que Dmitriev está sendo condenado porque seu foco nos crimes de Stalin se tornou politicamente insustentável na Rússia moderna, onde a narrativa dominante do Estado é de uma grande nação que estava de joelhos e se ergue.
Seus defensores alegam que o verdadeiro crime do historiador foi se dedicar a documentar o grande expurgo de Stalin, entre 1937 e 1938, no qual quase 700 mil pessoas foram executadas, segundo estimativas oficiais conservadoras. Em suas pesquisas, Dmitriev encontrou uma vala comum após o colapso da União Soviética, contendo milhares de corpos mantidos na rede de campos de prisioneiros soviéticos, os gulags.
O Kremlin disse que não tem envolvimento na condenação de Dmitriev. Questionados sobre a motivação política do caso, os promotores estaduais disseram que as denúncias foram baseadas em evidências reais.
Quando os comunistas vão reconhecer os pavorosos crimes contra a humanidade que cometeram durante todo o século XX? NUNCA! Bem fizeram os romenos, que prenderam, julgaram e condenaram o ditador genocida Nicolae Ceausescu e sua mulher, e os fuzilaram. É uma desgraça para a podre raça humana que vermes imundos, genocidas como Hitler, Lênin, Stálin, Mao, Pol Pot e Fidel Castro nunca tenham sido julgados por seus crimes terríveis.
Os dois países mais lixos desse planeta são Rússia e China! Esse canalha chamado Stalin foi um dos maiores genocidas da história da humanidade! Países governados por ditadores da pior espécie.
Uma investigação da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) resultou na prisão do sargento reformado da Marinha Marcelo Ronaldo da Silva Gomes, 38 anos, na manhã desta quarta-feira (22). Ele foi preso quando estava em Aracaju, pela equipe da Polícia Interestadual (Polinter) da Polícia Civil de Sergipe, que recebeu informações da Polícia Civil do RN.
De acordo com informações levantadas pela DHPP, Marcelo Ronaldo é suspeito de ter assassinado Alysson Anderson de Alencar, 32 anos, e Júlio César Sales de Nunes, 24 anos, na noite do dia 03 de junho deste ano, quando as vítimas estavam em um bar, localizado na Zona Sul de Natal. Além destes dois homicídios, o suspeito é investigado pelo cometimento de outros crimes no Rio Grande do Norte e em outro estado.
O suspeito será recambiado para o Rio Grande do Norte. A Polícia Civil pede que a população continue enviando informações de forma anônima, através do Disque Denúncia 181.
Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS
Policiais civis da 5ª Delegacia Regional de Macau, com apoio de policiais militares de Guamaré, prenderam em flagrante, na tarde deste sábado (27), dois colombianos suspeitos de praticarem crime de usura contra comerciantes, nas cidades de Macau e Guamaré. A dupla foi presa na cidade de Guamaré.
No momento da abordagem, um dos suspeitos estava recolhendo dinheiro de uma vítima. De acordo com as investigações, eles estariam oferecendo empréstimos aos comerciantes, cobrando juros abusivos de 20%. O pagamento pelo empréstimo era feito diariamente por cada devedor e recolhido pelos suspeitos em motocicletas. Até o momento, foram identificadas cinco vítimas na cidade de Guamaré.
Com eles, foram apreendidos cerca de R$ 4 mil reais, possivelmente provenientes da arrecadação com os juros, uma motocicleta, aparelhos celulares e boletos de controle de cobrança. Os colombianos teriam alugado imóveis em Macau e Guamaré, onde praticavam os crimes. Ainda segundo as investigações, práticas semelhantes também estavam acontecendo em outros Estados, como Minas Gerais, Alagoas e Sergipe, por pessoas da mesma nacionalidade.
Os dois homens foram encaminhados à delegacia, onde foram autuados em flagrante. De acordo com o delegado Sandro Régis, titular da Delegacia Regional de Macau, foi arbitrada fiança no valor de 50 salários mínimos, para cada um deles. “A quantia foi fixada levando em consideração a possibilidade de fuga, o número de pessoas que estão sendo vítimas e o poder aquisitivo dos suspeitos, diante dos lucros excessivos que vinham obtendo”, explicou o delegado.
Até o momento, não houve pagamento de fiança e os dois suspeitos aguardam no sistema penitenciário a decisão da Justiça sobre a prisão em flagrante. As investigações continuarão para identificar os outros envolvidos. A Polícia Civil solicita que a população continue enviando informações de forma anônima através do Disque Denúncia 181.
Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS
Pega dinheiro com eles quem quer gente, todo mundo sabe que tem 20% de juros , um monte de bandidos as roubando e as polícias não fazem nada , e quando faz é solto no mesmo dia.
Infelizmente isso acontece com praticamente em todo o RN, esta pratica não de hoje efetuadas pelos colombianos, não é de hoje, já pessoa perdendo o seu comercio (pequeno restaurante) por se endividar com esses agiotas, embora é de consciência de cada um se envolver ou não nessa pratica de capitar dinheiro.
Uma Operação dessa tem que ser feito aqui em joão câmara, a cidade esta cheia de bolivianos praticando esses crimes, o ART 4º do decreto lei 22.626/33, proibi essa pratica de crime USURA OU ANATOCISMO.
Socorro estão roubando toda fiação de energia da cidade e ninguém toma providência. Alô polícia vamos resolver isso!!!!!Roubaram até a casa de papai Noel lá em Mirassol.
O nosso policiamento só pastora padarias, lanchonetes, bares de alta frequencia. Eles vão para lanchar , jantar , tomar café. Pela manhã podem observar em frente de padarias, meio dia a mesma coisa e à tarde o mesmo costume. VC sai de N. Parnamirim até a Ribeira. Da Ribeira volta pelo Alecrim até as Quintas, pega B. Vieira entra Na Salgado Filho e pega R. Freire. Não se vê uma Viatura . Na cidade não se Vê um soldado fardado perdido em nenhum beco.Não falo nem na Z. Norete. Em recife, J. Pessoa, Fortaleza a policia pode até não agir mas esta nas ruas. Aqui é brincadeira
Esse governo é uma vergonha.
Deve ter um salario bem menor que os daqui… e é mais eficiente ate de ferias.
Obrigado, Delegado. Desejo-lhe una bia estada no RN. Feliz Natal e Ano Novo.
Cadê a segurança Governadora?
Precisou um delegado de outro estado, eita RN sofrido.
Delegado de outro estado, de férias, prende bandido. Enquanto isso, os nossos kkkkkkkkk