O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta segunda-feira a prorrogação por mais 30 dias do inquérito que investiga se o presidente Jair Bolsonaro tentou intervir de forma ilegal nas atividades da Polícia Federal. A apuração foi aberta a partir de acusação do ex-ministro da Justiça Sergio Moro. O pedido de prorrogação foi feito pela Polícia Federal, com o objetivo de concluir diligências. Em parecer, o procurador-geral da República, Augusto Aras, concordou com a concessão de mais prazo para o inquérito.
Entre as diligências pendentes está o depoimento do próprio Bolsonaro, conforme pedido da Polícia Federal. O interrogatório, porém, ainda não foi autorizado por Celso de Mello. Os investigadores também querem mais prazo para aprofundar as apurações de que o presidente tentou intervir na superintendência da PF no Rio de Janeiro. Os investigadores também aguardam informações solicitadas sobre a troca na segurança pessoal de Bolsonaro e de seus familiares.
Aras pediu a instauração do inquérito ao Supremo em 28 de abril, com prazo inicial de dois meses para a conclusão das investigações. Embora o prazo ainda não tenha terminado, depois um mês, a Polícia Federal pediu mais 30 dias para concluir as investigações.
O Instituto Seta divulgou nesta segunda-feira (08) pesquisa sobre o real cenário da disputa pela prefeitura de Elói de Souza, e ainda a avaliação da prefeitura, governo do Estado, e governo federal.
O levantamento de dados foi realizado no dia 29 de Maio, com 350 eleitores entrevistados nas zonas urbana e rural do município. O grau de confiança da pesquisa é de 95%, com margem de erro de 3,5% para mais ou para menos.
Segundo ele, a ideia é acabar com os impostos para a importação de armas de fogo de uso individual.
“[Quero] Dizer aos senhores que brevemente, e isso já está bastante avançado, uma boa notícia: nós vamos poder importar armas de uso individual sem imposto de importação”, afirmou Bolsonaro.
“Então, uma boa medida que vai ajudar todo o pessoal do artigo 142 e 144 da nossa Constituição”, completou o presidente, referindo-se aos policiais e integrantes das Forças Armadas.
Bolsonaro disse ainda que a medida beneficiará “o pessoal de segurança das Casas Legislativas”.
O Brasil só vai ficar tranquilo quando cada brasileiro tiver uma pistola na cintura. Se um tirar onda de discutir com outro, o caso se resolve logo na bala. Essa é a nova política A BÍBLIA NUMA MÃO, A ARMA NA OUTRA, E A PORNOGRAFIA NA BOCA. TAOQUEI???? E DAÍ???
Só a correção do IR, já seria uma justiça grande. Tinha que ser isento até uns 4, 5 conto, já não basta o pesado imposto de consumo.
Acabe com impostos que beneficie o povo. Armas deixa para a segurança. Sem impostos já é arma demais, imagina sem impostos. Pense em criar trabalho, empregos , para o povo que é o que o BRASIL precisa. Esqueça as ARMAS, você foi eleito para presidente, não foi para ARMAR O POVO.
Votei em VC. DECEPÇÃO GRANDE.
Esse cara tem que desonerar o que compõe a cesta básica.
O povo que alimentação para viver, não armas para se matar.
Cada dia a incompetência fica mais latente.
Que tristeza.
Não tem mesmo. A medida visa dar melhores condições ás forças de segurança do país para aquisição de armamento de melhor qualidade. Não é política social.
Silva, essas armas são pra uso individual segundo a matéria. Não tem nada a ver com forças de segurança. Essa atitude só serve pra preencher o vazio da falta de iniciativas desse governo em defesa do povo. Vamos liberar a matança que hoje já é grande.
Ao lado do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, na inauguração de um hospital de campanha em Águas Lindas (GO), Jair Bolsonaro fez questão de mostrar que as desavenças entre os dois estão superadas.
“Sempre fomos amigos e morreremos amigos”, afirmou Bolsonaro.
No início da epidemia de Covid-19, o governador goiano rompeu publicamente com o presidente.
Durante o discurso desta sexta-feira(05), Caiado foi cordial e lembrou que esta era a oitava visita de Bolsonaro ao estado desde que assumiu a Presidência.
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) participou da inauguração do Hospital de Campanha de Águas Lindas de Goiás, no Entorno do Distrito Federal, nesta sexta-feira (5). Ele não usava máscara e, ao se dirigir ao local da cerimônia, caiu ao tropeçar em uma mangueira.
A unidade foi a primeira a ser construída pelo governo federal e repassada para a administração estadual. O governo goiano equipou os leitos, que vão atender moradores da região com coronavírus.
O hospital tem capacidade para 200 leitos, mas começará a funcionar com 60 vagas, sendo 20 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Apenas pacientes encaminhados por outras unidades de saúde poderão dar entrada.
Inicialmente, a previsão era que o hospital começasse a receber os pacientes ainda nesta sexta-feira. Entretanto, após a inauguração, o secretário Estadual de Saúde, Ismael Alexandrino, informou que ainda é necessário fazer uma limpeza e desinfecção para que a unidade inicie o atendimento. O recebimento dos primeiros pacientes também dependerá do encaminhamento feito pela Central de Regulação.
O Entorno do Distrito Federal tem, segundo a Secretaria Estadual de Saúde, 1.145 casos confirmados e 39 mortos por Covid-19, até esta sexta-feira.
Cerimônia
O presidente chegou de helicóptero às 8h45, acompanhado dos ministros general Eduardo Pazuello, general Braga Netto e Marcos Pontes. Também participaram da inauguração o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), e o secretário Estadual de Saúde.
Cade a ABIN? Cade o General Heleno? Cade a PF? Que nao fizeram reconhecimento do terreno antes. Q nao entregaram relatorios da situacao do solo. Demitam todos Presidente.
Em entrevista à Rádio Gaúcha, Wilson Witzel voltou a duelar com Jair Bolsonaro, que nesta semana insinuou que o adversário político será preso.
“Eu lamento decepcioná-lo, mas essa suposta prisão que ele deseja para mim não acontecerá. Ele tem que ficar mais preocupado com os atos que tem praticado: afronta à Lei de Segurança Nacional, interferência na PF, fake news…”
O governador do Rio de Janeiro emendou:
“Quem tem que estar preocupado com a prisão não sou eu. Ele tem que estar preocupado com a liberdade dele.”
Alvo de investigações sobre irregularidades em contratos durante a pandemia da Covid-19, Witzel repetiu que provará sua inocência.
“A verdade processual pode demorar, mas ela vai chegar.”
Witzel foi forjado politicamente na cozinha do chef Bolsonaro. Com os temperos que recebeu ao ser concebido, a iguaria não podia ser diferente: saiu melhor que a encomenda.
O MPF em Minas Gerais pediu o arquivamento provisório do segundo inquérito policial que apura a possível participação de terceiros no atentado contra Jair Bolsonaro na campanha eleitoral de 2018, em Juiz de Fora.
Na manifestação enviada à Justiça Federal, o MPF, após analisar a investigação realizada pela PF, concluiu que Adélio Bispo de Oliveira concebeu, planejou e executou sozinho o atentado.
Segundo o inquérito, Adélio já estava em Juiz de Fora quando o ato de campanha foi programado –portanto, não se deslocou até a cidade com o objetivo de cometer o crime. Também não se verificou movimentação financeira atípica nas contas dele ou de seus familiares.
Declarado inimputável por ter doença mental, o esfaqueador de Bolsonaro cumpre medida de segurança no presídio federal de Campo Grande.
Pobre Adélio, quando sair da cadeia não arranja mais emprego nem sequer como atirador de facas em circo mambembe. Pudera, ele é incapaz de acertar com êxito um alvo parado.
É o fim da linha para um maluco que desperdiçou a única oportunidade que teve de usar sua maluquice com algum proveito social.
Quem imaginaria, há algum tempo, um grupo que unisse o conservador MBL (Movimento Brasil Livre) ao esquerdista PSOL? O ex-líder da oposição ao ex-líder do governo? Pois Jair Bolsonaro conseguiu esse feito.
Em meio à escalada da retórica autoritária por parte do Palácio do Planalto, o deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP), um dos líderes do MBL, criou um grupo de WhatsApp com colegas congressistas denominado “Democráticos”.
Ele conta hoje com algumas dezenas de deputados, entre eles Joice Hasselmann (PSL-SP), ex-líder do governo no Congresso, Marcelo Freixo (RJ), um dos principais nomes do esquerdista PSOL, Alessandro Molon (PSB-RJ), ex-líder da oposição, e Tabata Amaral (PDT-SP), uma das expoentes da nova esquerda.
Assim como os bolsonaristas, o PT não foi convidado. E o que vem sendo discutido por essa união de rivais? De acordo com congressistas ouvidos pela Folha, a necessidade de se contrapor à ameaça de que seja instalada novamente uma ditadura no país.
“Esse grupo é importante porque reúne pessoas que realmente estão preocupadas com a manutenção do Estado democrático de direito, com a manutenção das instituições e da própria democracia no Brasil, que é justamente o que vem sendo fortemente atacada pelo presidente Jair Bolsonaro”, afirma Joice, que foi uma das principais aliadas do presidente, sendo sua líder no Congresso. Hoje ela está rompida.
“As declarações são muito claras, a intenção do presidente da República é, de fato, partir para uma ruptura da democracia, uma ruptura institucional. Esse grupo reúne parlamentares das mais diversas frentes, que realmente estão preocupados com o momento que o Brasil está passando e que entendem que é preciso uma união de todos”, acrescenta a deputada, afirmando que Bolsonaro “sonha dia e noite com um golpe”. “Não é um desejo que vem de agora, é um desejo que vem de muito tempo, e ele flerta com essa possibilidade desde o início do mandato.”
Líder da bancada do PSB, o esquerdista Molon manifesta pensamento similar.
“Há um sentimento de urgência, de evitar que um regime autoritário seja implantado no Brasil. Independentemente das divergências ideológicas, que muitas vezes são numerosas e profundas, o risco da implantação de um regime autoritário no Brasil impõe a necessidade de evitar isso a todo custo, até para proteger que essas divergências possam ser manifestadas livremente.”
De acordo com outros integrantes do grupo, que preferiram falar sob condição de anonimato, o objetivo também é se contrapor também ao centrão, não só a bolsonaristas e a petistas –que sob a liderança do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem relutado em participar de movimentos suprapartidários de oposição.
O grupo de siglas médias da Câmara, com cerca de 200 das 513 cadeiras, se aliou a Bolsonaro, em sua maioria, após receber do presidente cargos de comando na estrutura federal e verbas para suas emendas parlamentares –tudo aquilo que Bolsonaro negou, na campanha, que faria.
Segundo integrantes do grupo de WhatsApp, alguns congressistas do PT querem aderir, mas o partido não foi convidado porque, além de estar com “o filme queimado”, há a própria resistência de Lula de embarcar em um movimento que não seja encabeçado pelo partido.
Em reunião do PT na segunda-feira (1º), o ex-presidente criticou os manifestos suprapartidários em defesa da democracia surgidos nos últimos dias sob o argumento de que os documentos articulados pela sociedade civil desconsideram os direitos dos trabalhadores.
Para ele, o PT não pode embarcar no primeiro ônibus que passa nem ser “Maria vai com as outras”. A Folha não conseguiu falar na noite desta terça-feira (2) com Kim Kataguiri. O MBL se distanciou de Bolsonaro e hoje é um dos alvos dos apoiadores do presidente. Tabata não quis se manifestar.
Veja o caráter dessas pessoas, que junção de porqueiras. Isso mostra que Bolsonaro mesmo com o jeitão dele está correto e os CANALHAS se unem pelo seu mau-caratismo.
Se estão juntos a Joyce Haselmann, o Kim Kataguri, o Marcelo Freixo, o Molon isso só mostra que Bolsonaro está certo, apesar de falar demais e não ter papa na língua, ele tem coerência e palavra, o Bolsonaro da campanha é o mesmo do governo, isso que falta aos políticos brasileiros.
Parabéns ao nosso Bozo, continue assim Presidente que serás sempre o nosso Mito, agora fale menos e pense mais antes de falar.
Ora, se pra tirar a Dilma, até o presidente tirou foto ao lado do Eduardo Cunha, pq liberais e progressistas não podem estar juntos para defender a democracia?
O impeachmant se aproxima!
Não consigo entender como um político que já é presidente vai dar um golpe pra derrubar ele mesmo. Se os militares tomarem o poder, jamais permitirão serem comandados por um capitão, claro que o novo presidente será um general.
Claro que está certo , rsrsrsrsrs, e inclusive, O MUNDO INTEIRO também concorda com esse pensamento . Não é a toa que a popularidade dele só faz crescer, rsrsrsrs.
Às vezes é interessante sair um pouco da "caverna de Platão" (bolhas sociais) e dar uma olhada no que rola de verdade no resto do planeta.
Eu sei o que vc chama de "mundo inteiro". Pinça uma meia dúzia de pitaqueiros nutela de jornalzinho esquerda-caviar nas gringas e vira expressão do 'consenso mundial', englobando desde um taxista em Madrid, até um camelô em Lagos, passando por um fazendeiro 'bogan' australiano. Quem tá bolha/caverna mesmo?
Em tempo: essa frescurite de preocuapção com que os outros pensam nada mais é do que uma reedição do complexo de vira-latas.
simplificando a matéria:
o "piçou" de esquerda se uniu com "piçou" de direita.
Chama a NASA, pq pousou um ET aqui no Planeta Azul. Vc tá aplaudindo um bando de vagabundos que até hoje só saqueou o País, e quando um Presudebte Honesto vem pra varrer, você aplaude? Vc é bizarro. Vá ler um pouco
Parlamentares que acompanham o duelo entre Jair Bolsonaro e Sergio Moro avaliaram nesta quarta-feira (3) ao blog que o projeto do governo é inviabilizar a carreira política do ex-ministro da Justiça, com foco na eleição presidencial de 2022.
Moro, diferentemente de um adversário de esquerda, racha a base de Bolsonaro — por isso, o presidente prefere antagonizar com Lula, por exemplo.
Porém, desde que saiu do governo e passou para o lado de inimigos de Bolsonaro, Moro virou pré-candidato à Presidência em 2022. O Planalto tem certeza de que o ex-ministro quer suceder Bolsonaro no Planalto e, por isso, quer desidratar o adversário.
O próprio entorno de Moro acredita que há uma “vingança” de Bolsonaro.
Chamou atenção de aliados de Moro a retomada de negociação pela procuradoria-geral da República (PGR) de delação premiada de Tecla Duran, como publicou o jornal “O Globo” nesta quarta. A PGR é órgão autônomo, mas a coincidência, para os aliados de Moro, não é gratuita. A delação havia sido arquivada em 2018. Segundo o jornal, no início de maio, após a saída de Moro do governo, foi assinado um termo de confidencialidade para formalizar a fase preliminar das tratativas de acordo.
Em nota divulgada nesta quarta, após a reportagem de “O Globo”, Moro disse que os relatos de Duran sobre a “suposta extorsão que teria sofrido” na Lava Jato, com envolvimento de um amigo pessoal seu, Carlos Zucolotto Jr., já foram investigados na PGR e arquivados. Moro afirma que o relato “não verdadeiro” prestado por acusado foragido teve destino “apropriado”: o arquivamento.
O ex-ministro da Justiça diz na nota que lhe causou “perplexidade e indignação” que a investigação arquivada tenha sido retomada pela gestão atual da PGR, que é comandada por Augusto Aras.
Segundo o blog apurou junto a fontes da PGR, há 90 dias as conversas entre a PGR e Duran foram retomadas. Nos bastidores, Aras rechaça insinuações de que o Ministério Público estaria à disposição de Bolsonaro para se vingar de Moro — e que jamais permitiria o uso político da instituição.
Já interlocutores de Moro não descartam, inclusive, que ele vire alvo de buscas, o que classificam como uma operação para desconstruir a sua imagem de símbolo de combate à corrupção.
Por isso, senadores que acompanham os lances e avanços da guerra entre Bolsonaro e Moro avaliam que o projeto Bolsonaro é tornar Moro inelegível em 2022.
Para isso, por exemplo, Moro precisaria ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa. Ou seja, condenado por órgão colegiado.
Duelo ? Kkkkkkkk, que ironia. Hoje no país não tem político para enfrentar Jair Bolsonaro para Presidente em 2022. A ficha limpa do nosso Presidente está garantida até 2026, no mínimo , se Deus quiser será renovada para 2030
Pelo que o presidente está provocando durante a pandemia qdo reiteradamente icentiva as pessoas a descumprirem as medidas de distanciamento social, quem está correndo o risco de ficar inelegível é ele.
Moro tem meu voto e tenho visto muitas pessoas defendendo o nome dele para presidente em 2022. É notório que a direita e a esquerda estão trabalhando para fragilizar o nome de Moro.
Excelente ideia. Em 2020 e 2022 vamos renovar os legislativos e executivos. O presidente por exemplo já vai estar com mais de 30 anos de vida política. RENOVAÇÃO JÁ!
Fez uma autocrítica e está naturalizando um golpe. Presidente, já deu…. o senhor tem que renunciar o quanto antes e entregar o cargo a o General Mourão. Será menos traumático do que um impeachmant.
Então, quando falou que ia lutar conta Corrupção, e praticamente extinguiu o coaf, não lutou pelo projeto anti crime, sansionou o juiz de garantia, abandonou a bandeira da prisão em 2a instância, alem de esquecer a promessa de diminuir o número de deputados, senadores, vereadores, cargos comissionados e ministérios. Se isso não foi uma mentira deslavada pra ser eleito, foi o quê? Cara de pau
Jair Bolsonaro sancionou nesta quarta-feira (3) uma lei que extingue o Fundo de Reserva Monetária do Banco Central, fundo criado em 1966 e não recebia aportes desde 1988.
A proposta aprovada pelo Congresso era uma medida provisória, editada por Bolsonaro no ano passado.
Bolsonaro vetou um trecho que foi incluído por parlamentares que destinava os R$ 8,6 bilhões do fundo para financiar ações de combate ao novo coronavírus em estados e municípios.
O presidente argumentou que a mudança feita pelo Congresso viola o princípio constitucional, que proíbe emendas parlamentares de aumentar despesas em projetos de iniciativa exclusiva do presidente.
O presidente Jair Bolsonaro afirmou na noite desta terça-feira (2) que pode liberar mais três parcelas do auxílio emergencial, criado em razão da crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus.
Bolsonaro também disse que espera que governadores adotem medidas que permitam que a população volte a trabalhar.
“Temos mais uma parcela de R$ 600,00, depois mais duas acertadas com o Paulo Guedes. Falta definir aí o montante. E vamos esperar que até lá os outros governadores entendam o que seja melhor pro seu estado e adotem medidas pra voltar aí o povo a trabalhar”, disse Bolsonaro ao falar com apoiadores na saída do Palácio da Alvorada.
Desde o início da pandemia, Bolsonaro tem dado declarações contra o isolamento horizontal. Ele defende a abertura de comércios e que apenas pessoas do grupo de risco e idosos fiquem em quarentena.
“Os problemas estão se avolumando. O pessoal informal, eu já falei pra vocês, 38 mi de pessoas, eles perderam quase tudo. Ninguém vende mais biscoito Globo na praia do Rio. Nem vende mate na arquibancada do estádio de futebol e nem no churrasquinho de gato na praça. Isso é atividade de cada um. Essas pessoas estão em casa graças ao auxílio, que é de todo mundo, é dinheiro de todo povo. R$ 600 pra eles se não o desespero teria batido neles e problemas outros poderiam ter tido”, disse Bolsonaro.
Pouco antes destas declarações, entretanto, mas na mesma conversa com apoiadores, o presidente havia dito que os valores das próximas parcelas podem ser menores. Bolsonaro não deu detalhes de como isso aconteceria.
“Você pode ver, nós gastamos… Nós não, o Brasil já gastou quase R$ 700 mi com a pandemia. Muita coisa foi feita. Esse próprio auxílio emergencial de 600 que tá quase certo a quarta e a quinta parcela, de valores menores um pouco, que tá sendo ajustado pelo ministério da Economia, ajudou a evitar problemas sociais”, afirmou Bolsonaro.
O benefício do auxílio emergencial foi sancionado pelo presidente no dia 1º de abril. Na época, Bolsonaro afirmou que o montante de R$ 600,00 seria pago por três meses em razão da crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus.
O governo definiu que o benefício duraria três meses ou até o fim da emergência do coronavírus no país. A validade do auxílio pode ser prorrogada de acordo com a necessidade.
Tem direito ao benefício trabalhadores informais; desempregados; MEIs e contribuintes individuais do INSS; maiores de idade; e que cumpram requisitos de renda média. A mulher que for mãe e chefe de família pode receber R$ 1,2 mil por mês.
Ao receber um pedido de ajuda de um Policial Militar do Rio de Janeiro, o presidente Jair Bolsonaro atacou o governador do Estado, Wilson Witzel, e insinuou que sabe onde ele deve estar brevemente. Witzel é investigado pela PGR (Procuradoria-Geral da República) por um suposto esquema de fraudes na área da saúde.
“Eu não vou conversar com o Witzel. Até porque brevemente já sabe onde ele deve estar, né?”, disse Bolsonaro, na saída do Palácio da Alvorada, pela manhã desta quarta-feira (3).
Adversário político de Bolsonaro, Witzel foi alvo da Operação Placebo da Polícia Federal no dia 26 de maio – o que acirrou os ânimos em torno das suspeitas de interferência do presidente da República na corporação. Um dia antes a deputada bolsonarista Carla Zambelli (PSL-SP) indicou ter conhecimento de que haveria ações contra governadores.
O comentário de Bolsonaro desta quarta-feira (3) foi feito após um apoiador, que se apresentou como sargento reformado da Polícia Militar, reclamar de uma taxação sobre a Previdência que estaria sendo aplicada sobre os salários de policiais reformados por incapacidade. Ele pediu que o presidente fizesse algo a respeito.
Diante de outros pleitos feitos por apoiadores, Bolsonaro disse que não tem poder de resolver tudo. “Sou um sozinho. É um grande sistema que a gente tem pela frente, mas vai chegar um tempo que vai passar o limite de muita gente”, afirmou o mandatário.
Onde seus filhos estarão né? E que teve apoio, salientando , muito importante na sua campanha. O senhor já tem essa mania. Usa os outros e depois, joga fora. Como, Bebianno, Moro, Mandetta, Witzel, Joice Hasselmann e muitos outros… mas vamos pra frente…
Um Ciclo: lua de mel, love boom, desqualifica, descarta e resgata…na literatura científica tem nome.
Esses direitões da direita nunca me enganaram. São todos farinha do mesmo saco de onde foram tirados os corruptos da esquerda. Aí é o sujo falando do mal lavado.
O GOVERNO DE bolsonaro FOI O QUE APROVOU AS MEDIDAS DANDO PODERES PARA OS ESTADOS E MUNICÍPIOS ALTERARES AS ALÍQUOTAS. PROPOSTA DO EX DEPUTADO DO RGN. rogerio marinho.
O imperador romano, na tradição política e jurídica da época, era considerado dominus mundi e legibus solutus. Era o senhor do mundo e estava acima da lei, mais do que isso, era a própria lei.
Na evolução histórica, passamos pelas monarquias absolutistas do “Estado sou eu” dos séculos XVII e XVIII e pelo totalitarismo de direita e de esquerda na primeira metade do século XX, mas avançamos, desde então, com o reconhecimento de direitos fundamentais, separação de poderes e supremacia da Constituição.
Dentro do modelo do estado de direito o governo é de leis, não do arbítrio do governante ou de interesses especiais.
Dessa forma, é essencial separar o Estado da pessoa do governante. As instituições de Estado, ainda que sujeitas a algumas orientações políticas, estão vinculadas à aplicação neutra e apartidária da lei.
Isso é especialmente relevante para as agências de aplicação da lei que também têm um papel de controle das ações dos próprios governantes.
É fundamental, assim, para o modelo do estado de direito, garantir a independência das Cortes de Justiça e do Ministério Público.
Também é preciso garantir a autonomia funcional até mesmo de órgãos vinculados ao Poder Executivo.
Os órgãos policiais, por exemplo, encarregados de apurar crimes, por vezes, dos próprios governantes, não podem ficar sujeitos ao arbítrio do mandatário de ocasião. O mesmo raciocínio é válido para vários outros setores nos quais demanda-se a aplicação neutra da lei por agentes públicos, como em matéria fiscal, sanitária ou ambiental.
Os órgãos do Estado, afinal, têm sua atuação regrada pela lei e por finalidade atender o bem-estar comum e não cumprir os caprichos e arbítrios do governante do momento.
Políticos populistas tendem a ignorar tal distinção.
Não é o caso de falar em totalitarismo ou mesmo em ditadura, no presente momento, mas o populismo, com lampejos autoritários, está escancarado.
Judiciário e Legislativo são inconvenientes quando não se dobram à vontade do Executivo.
Órgãos vinculados ao Executivo devem cumprir acriticamente a pauta do Planalto e estão sujeitos a interferências arbitrárias.
Os exemplos se multiplicam. Radares devem ser retirados das rodovias federais, ainda que isso leve ao incremento dos acidentes e das mortes; agentes de fiscalização ambiental devem ser exonerados se atuarem efetivamente contra o desmatamento ou queimadas; médicos devem ser afastados do Ministério da Saúde pois a pandemia do coronavírus atrapalha a economia, e agentes policiais federais não podem cumprir “ordens absurdas” quando dirigidas contra aliados político-partidários.
O quadro é muito ruim. Mas quero deixar claro: o populismo é negativo por si mesmo, seja de direita, seja de esquerda. Manipular a opinião pública, estimulando ódio e divisão entre a população é péssimo. Temos mais coisas em comum do que divergências. Democracia é tolerância e entendimento.
Há espaço para todos. Não há problema na presença de militares no governo, considerando seus princípios e preparo técnico. Não há espaço, porém, para ameaçar o país invocando falso apoio das Forças Armadas para aventuras.
Combater a corrupção continua sendo um objetivo primário para fortalecer a economia e a democracia, mas não se pode fazer isso enfraquecendo as instituições de controle com ameaças e interferências arbitrárias. Tampouco servem a esse objetivo a celebração de algumas questionáveis alianças políticas e a retomada de velhas práticas.
Precisamos no momento de união. Há uma pandemia com número assustador de vítimas. Há a necessidade de planejar e buscar a recuperação econômica.
Para tanto, políticas públicas racionais e previsíveis são imperativas. Crises diárias, ameaças autoritárias, instabilidade, ódio, divisões, nada disso é positivo.
Diante dos recentes questionamentos contra o governo federal, há algumas opções em aberto. Insistir no populismo, que até agora nada ajudou contra a pandemia ou para recuperar a economia, não parece ser o melhor caminho. É melhor, como outros já disseram, “colocar a bola no chão”, agir com prudência, observar a lei, respeitar as instituições, buscar o consenso necessário para combater a pandemia, assim protegendo as pessoas, bem como para recuperar empregos e a economia.
Não é difícil unir as pessoas em um momento de crise e em prol de um objetivo comum, especificamente salvar vidas e empregos e fazer do Brasil um grande país. Para tanto, é necessário fazer a coisa certa, sempre, sem tentações populistas ou autoritarismo. Há tempo para o governo se recuperar e é o que todos desejam. Mas precisa começar, já que a crise é grave e não permite perder mais tempo do que já foi perdido.
Sergio Fernando Moro é professor universitário e foi ministro da Justiça e Segurança Pública
Esse estava tão calado, agora é tão falente, já está em campanha pra 2022, será que teremos um segundo turno Bolsonaro x Moro com o PT de fora, seria maravilhoso.
Falou Moro, o justiceiro omisso por conveniência. Enquanto estava bom para ele ficou calado. Agora é vidraça e está tentando recuperar o status de bom moço.
Eu quero LULA!
Moro e quem mesmo??
Até onde sei, MORO não se mistura com quem responde processos.
Eu quero LULA na CADEIA !
Moro e Mandeta, PSDB e DEM, a volta dos que não foram !!!!
Kkkkk. Os petralhas e os mitralhas estão todos doidos igual aos líderes deles. Lula e Bozo. Kkkkk. Chamo o Queiroz que ele resolve. Kkkkk.
O presidente Jair Bolsonaro citou sete atos do Governo Federal pelo país, anunciados nesta terça-feira(02) – e destacou o Rio Grande do Norte em dois pontos: obras de funcionalidade ao Eixo Norte do Rio São Francisco e o envio de quase três toneladas de EPIs, enviados pelo Ministério da Saúde para o enfrentamento da covid-19 no Estado. Confira os sete atos:
1- O Brasil acaba de entrar no seleto grupo de nações que abrigam lançamentos de foguetes privados, como os da SpaceX. Após décadas, inicia-se nova fase de exploração e desenvolvimento, garantindo bilhões de reais ao país e região de Alcântara /MA.
2- A média diária de exames p/ detecção da Covid-19 dos Laboratórios Centrais de Saúde Pública passou de 1.689 em março p/ 7.624 em maio. Crescimento de 451% no total de testes realizados/dia. Dedicação de profissionais, permitindo que os setores funcionem 24h/dia, 7 dias/semana. .
3- O Ministério do Desenvolvimento Regional, através do ministro Rogério Marinho, concluiu as obras de funcionalidade ao Eixo Norte do Rio São Francisco, permitindo que as águas do Velho Chico abasteçam o CE ainda durante o mês de junho. Além do Ceará, o Eixo Norte tem como objetivo levar água ao RN e à PB.
4- O Ministério do Meio Ambiente investe R$ 12 milhões para ajudar o Estado de Rondônia a encerrar TODOS os lixões. Será o primeiro Estado LixãoZero da Amazônia e estudos e desenvolvimento para outras regiões. Mais de 320 mil brasileiros atendidos!
5- Brasil exportará castanha de baru para a Coreia do Sul. Seu crescente comércio virou fonte de renda para pequenos agricultores de Goiás e Tocantins, especialmente. O consumo mundial de castanhas e nozes tem crescido 6% ao ano.
6- O RN acaba de receber quase três toneladas de EPIs, enviados pelo Ministério da Saúde para o enfrentamento da covid-19 no Estado. São 358 caixas, com peso total de 2.940kg. Essa é mais uma confirmação das ações do governo federal junto de estados.
7- O Governo Federal l publicou decreto que zera a alíquota de IOF para empresas distribuidoras de energia elétrica. Fato garante que evite repasse das variações nos valores dos consumidores, como as bandeiras nas contas de luz do brasileiro.
Isso é que é uma notícia.
Sem fake na real.
Tamos juntos presidente.
Tem que divulgar que nesse governo até agora, não se interrompeu obras.
Estão a todo vapor.
Duplicação da BR 304, tá ficando uma maravilha.
Mesmo com chuvas, não para.
Show!!
É disso que nos precisamos.
Em meio à escalada da tensão entre Jair Bolsonaro e o STF, Sergio Moro foi ao Twitter e defendeu que a Suprema Corte deve ser respeitada e tem o poder de dar a “palavra final”.
O ex-ministro da Justiça citou os Estados Unidos — um “país que serve de modelo” — como exemplo.
“Nos EUA, país que serve de modelo a muitos, casos como Marbury v. Madison, 1803; Brown v. Board of Education, 1954; e US v. Nixon, 1974, estabeleceram o princípio da supremacia da Constituição e a Suprema Corte como intérprete. Ninguém sério questiona o poder dela de dar a palavra final.”
Que comparação ridícula a última intromissão da suprema corte nos EUA de acordo com o texto foi em 1974.
Já aqui quase toda semana eles se intrometem em algum assunto do governo.
Incrivel como essa torcida política funciona. A mentalidade é delirante. Se o juiz "julga ou diz algo que concordo" ele é bom, se não, ele é "juizeco", "mediocre"… e outros … Que coisa!
Ele não insiste em ser notícia: ELE, MORO, é NOTÍCIA por mérito. Sinto que muita gente tenha memória curta. Esqueceram rapidinho que foi MORO quem botou o nove dedos no xilindró.
Moro cara!!
Lá não tem um gilmar, celso, dias, alexandre etc etc…
Né mesmo?
É pedir de mais pra acreditar nesses caras.
Tenha santa paciência, daqui a pouco vc vai dizer que botafogo é um inocente pelo visto.
Calma homi.
Vc não mexeu bem as pedras desse jogo de xadrez.
Infelizmente!
Apostava na continuidade do governo Bolsonaro, tendo vc como o sucessor, primeiro da fila, mas vai ter que enveredar por outros caminhos.
Moro deveria lançar um livro mostrando como vender a alma pro diabo e jogar uma carreira na magistratura no lixo. Agora tá vivendo de seguro desemprego de ex-ministro sem poder ao menos advogar. Como dizem aqui no meu bom e lindo país Nordeste: "A língua é a chibata da b****."
Esse advogadozinho insiste em permanecer na mídia. Você já tive os seus 15 minutos de fama. Agora vá advogar para os seus comparsas, o seu golpe deu errado.
Né isso! Temos mesmo eh que seguir piamente , de preferência usando antolhos, o nosso mitomaníaco que resolveu ser médico e prescrever remédios… kkkk
Sérgio Moro na sua carreira, desarmado prendeu milhares, dentre estes, os maiores bandidos da república.
Bolsonaro na sua carreira, com toda sua família, todos armados, nunca prenderam ninguém, levou uma facada e ainda corre risco de ser preso.
Realmente não tem comparação.
Quanto mais os fanáticos batem em Sérgio Moro mais ele é respeitado pela opinião pública. Talvez não seja a melhor estratégia.
Ele era juiz federal, concursado. Ao menos passou num crivo que inclui arguição oral. Tome tento.
Ondé será seu próximo show de humor? Suas piadas são excelentes.
XILINDRÓ
Quem vai querer PIZZA ? Daqui a 30 dias saí
BG
Novembro vem ai pra esse ministro ir lê maribondos de fogo do seu guru Sarney. Saulo Ramos foi quem disse a verdade sobre este senhor.