Denúncia

FOTO: Rua Dr. José Gonçalves com a Poty Nóbrega, no bairro Lagoa Nova, em Natal, não tem uma solução após anos; CAERN diz que responsabilidade é da Prefeitura

Foto: Cedida

Desabafo de moradores do bairro Lagoa Nova, na Zona Sul de Natal, destaca queixa de um problema de vários anos que a Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) mexe, mas não consegue resolver. Rua Dr. José Gonçalves com a Poty Nóbrega, que ficou interditada para obras por 1 anos e 11 meses. A Prefeitura do Natal também é alvo de crítica dos reclamantes.

“Seis anos de obras coordenados pela CAERN. É um absurdo essa falta de responsabilidade com o dinheiro público”, desabafou um morador, relatando a situação neste momento no trecho, após chuvas.

CAERN diz que responsabilidade é da Prefeitura do Natal

Em relação à notícia “Rua Dr. José Gonçalves com a Poty Nóbrega, no bairro Lagoa Nova, em Natal, não tem uma solução pela CAERN após anos”, a Caern esclarece que as situações de alagamentos de vias públicas, decorrentes de água de chuva, a exemplo do que ocorre na rua Dr. José Gonçalves, não são de responsabilidade desta empresa. A Companhia atua no segmento de abastecimento de água e esgotamento sanitário. O serviço de Drenagem de águas pluviais é de responsabilidade do Poder Executivo Municipal. Ainda cabe esclarecer que a Caern não executou obra recente no referido endereço.

Opinião dos leitores

    1. Tem que privatizar sim, afinal NUNCA tivemos problemas com telefonia, planos de saúde e Cosern…privatiza tudo que melhora!

    2. Tem que privatizar TUDO! Os aborrecimentos com a CAERN são em dobro, pois além dos problemas que ela causa, a população ainda tem que pagar pelos prejuízos que ela causa… É uma pena que nem o governo do MINTO, que foi eleito prometendo privatizar muito, não fez nada! Nem mesmo as empresas estatais que ele poderia privatizar com uma canetada (Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias (ABGF), a Empresa Gestora de Ativos (Engea), a Casa da Moeda, o Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec), o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) e a Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência (Dataprev), a EBC (famosa Tv Lula), ele não o fez!

  1. Ops! A César o que é… O problema aí é de drenagem. Nada a ver com CAERN. A responsabilidade é da PMN e SEMOV.

  2. Os políticos perdem tempo em criticar uns aos outros. Não se vê, pelo menos o povo não tem conhecimento, de nenhum programa para acabar com esses alagamentos. Não se tem conhecimento de levantamento de pontos críticos de alagamento feito por nenhum vereador visando a solução do problema. Se esse levantamento é feito é para ser usado nas propagandas políticas da próxima eleição. Enquanto isso, o IPTU não falha.

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Diversos

Isolamento eleva em 200% a violência sexual contra crianças e adolescentes no RN, alerta especialista

O Saiba Mais – Agência de Reportagem, destaca que o isolamento social como medida preventiva tem sido apontado por especialistas da saúde no mundo inteiro como a estratégia mais responsável para diminuir a propagação da doença respiratória causada pelo novo coronavírus. Mas para muitas crianças e adolescentes em situação de violência sexual, a quarentena pode levar a convivência por mais tempo do que o comum com o agressor, o que fez aumentar o número de casos no estado. Dados do Dossiê Infâncias Violada apontam crescimento de 200% de estupros a vulneráveis este ano no Rio Grande do Norte com o agravamento da pandemia. Os números foram apresentados pela advogada da Casa Renascer, Jéssyka Basílio, em entrevista ao programa Balbúrdia nessa quinta-feira, 13.

O Saiba Mais ainda destaca com as palavras da especialistas, que o documento elaborado pelo Centro de Defesa de Direitos da Criança e do Adolescente (CEDECA) Casa Renascer está em fase de finalização e será apresentado à sociedade potiguar neste mês, quando se destaca o combate ao abuso de crianças e adolescentes com o Maio Laranja. “Um assunto que a gente precisa pautar porque muitas vezes é invisibilizado”, afirmou Jéssyka.

 

 

Opinião dos leitores

  1. Quem se responsabilizará por milhares de crianças e adolescentes que sofreram os abusos? traumas que irão carregar até o fim da vida !
    Mais um dos efeitos colaterais das ações de isolamento, mas para alguns esta tudo bem, pois todos os problemas se resolvem depois.
    Mas agora o depois se tornou presente e futuro, e como se resolver isto ?
    quem deve ter a resposta, são aqueles que depois se resolve tudo.

  2. Coloca esses individuos junto com os os presos e deixa eles servirem de mulherzinha todo os dias e noites como marmita de presos.

  3. Fiquem em casa que o resto a gente vê depois… Esse é o lema dos PTRALHAS e toda tropa de jumentos encantados que seguem a cartilha do mestre….

  4. Não é culpa do isolamento não!
    É o mau-caratismo do ser humano, covarde, canalhice.
    Usa o isolamento como desculpa para agredir crianças, mulheres e animais.

    1. Perfeito, Sr. José! Em momento nenhum podemos justificar a covardia: “foi o isolamento”, “os pais não cuidaram”, ” saiu de casa”, ” estava vestida assim ou assado”,etc.. para mau caratismo não há desculpa, há culpa.

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Política

VÍDEO: Minuto na Câmara Municipal de Natal – milhas – (14-05-2021)

Minuto da Câmara de Natal no ar trazendo os assuntos mais importantes debatidos na última semana, na Casa, disponibilizado nesta sexta-feira(14).

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Economia

Com volume de US$ 61,5 milhões, exportações no RN crescem 572%

O envio de mercadorias potiguares para o mercado internacional atingiu no mês passado o melhor resultado dos últimos cinco anos. As exportações do Rio Grande do Norte chegaram a um volume de US$ 61,5 milhões negociados. Esse valor representa um crescimento de 572% em comparação ao mês de abril de 2020, quando as exportações somaram apenas US$ 9,1 milhões. Significa também um aumento superior a 265% em relação ao mês anterior, já que em março o desempenho das remessas de produtos do RN não foi tão positivo, ficando em US$ 16,8 milhões.

A alta nas exportações foi puxada principalmente pelo aumento circunstancial das remessas de fuel oil (petróleo), que, no mês, chegaram a US$ 43,6 milhões – quase 71% do volume total exportado pelo Rio Grande do Norte em abril. Os demais produtos da pauta de exportação potiguar mantiveram-se nos níveis semelhantes a abril de anos anteriores. Os principais produtos foram melões (US$ 2,9 milhões), produtos de origem animal (US$ 2,6 milhões) e resíduos de cobre (US$ 1 milhão).

O aumento atípico das exportações de petróleo, que até então não aparecia como um dos itens principais e chega ao quadrimestre com um volume expressivo, pode estar relacionado às exportações do petróleo produzido no RN. De acordo com as informações da RedePetro-RN, a produção média no Rio Grande do Norte é de 35 mil barris por dia e, como o refino de petróleo na indústria nacional está em retração e o país tem optado pela importação dos combustíveis derivados, a tendência natural é que esse óleo seja exportado. No caso do RN, em abril, o produto teve como destino a Holanda e Singapura.

“Essa operação de petróleo com os mercados de Holanda e de Singapura foi atípica e muito significativa. Uma exportação de 43 milhões de dólares, que não é comum, mas mostra as possibilidades que o negócio de petróleo e gás ainda pode ter para a economia do Rio Grande do Norte”, avalia o diretor superintendente do Sebrae-RN, José Ferreira de Melo Neto.

O desempenho do Rio Grande do Norte no mercado internacional em abril, integra o Boletim de Balança Comercial do RN, divulgado pelo Sebrae no Rio Grande do Norte ontem. O informativo é mensal e traz os principais dados envolvendo as exportações e importações no estado.

De acordo com a publicação, as importações em abril somaram cerca de US$ 20,5 milhões, principalmente pela aquisição de trigo e centeio (US$ 4,9 milhões), torres e pórticos de aço (US$ 4,2 milhões), cloreto de vinila (US$ 2,2 milhões) e sementes de melão (US$ 617 mil). O total importado no mês representa um crescimento de 77,4% em relação a abril de 2020, quando as importações potiguares foram de US$ 11,5 milhões. Em comparação a março deste ano, o crescimento foi de 38%.

Por isso, a balança comercial do Rio Grande do Norte fechou o mês com um saldo superior a US$ 41 milhões, uma variação cima de 2.000% no comparativo com abril do ano passado, quando a balança foi deficitária em US$ 2,4 milhões. Com esse resultado, o Rio Grande do Norte acumula até abril deste ano um total em exportação de US$ 134,8 milhões, e US$ 112 milhões em importações. O saldo da balança no quadrimestre é de US$ 22,4 milhões.

Déficit em março

Já em março as exportações do Rio Grande do Norte tiveram o pior resultado do ano. Os envios de mercadorias para o mercado internacional não ultrapassaram o volume de US$ 16,7 milhões, bem abaixo do comercializado nos dois meses anteriores, quando a margem de negociação girou acima do patamar de US$ 27 milhões. As importações do mês também ficaram abaixo do verificado anteriormente, com valores da ordem de US$ 14,8 milhões.

A exportação de produtos, como melões (US$ 5 milhões), sal (US$ 1,9 milhão), pescado (US$ 1,1 milhão) e tecidos de algodão (US$ 996 mil), chegou em março a US$ 16,7 milhões. Essas cifras estão bem abaixo do que o estado comercializou em janeiro (US$ 27,1 milhões) e em fevereiro (US$ 29,1 milhões). Uma queda do mês foi de 52,7% comparando com o mesmo mês do ano passado.

Já as importações em março também apresentaram declínio de um mês para outro. No terceiro mês do ano, o RN importou US$ 14.89 milhões em mercadorias, contra US$ 15,7 milhões em fevereiro. Entre os principais produtos, estão as misturas de trigo (US$ 3,6 milhões), coque de petróleo (US$ 1,3 milhão) e equipamentos de circuito elétrico ( US$ 600 mil). Em relação ao mesmo mês do ano passado, as importações subiram 5,4% em março em comparação com o mesmo período de 2020.

TRIBUNA DO NORTE

Opinião dos leitores

    1. O mérito é da Petrobrás que impulsionou esse resultado em abril, senão teria sido igual o resultado de março, em queda.

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Saúde

Fiocruz deve receber mais duas remessas de insumo para vacinas em maio

 

Mais duas remessas de IFA (ingrediente farmacêutico ativo) estão previstas para chegarem à Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) ainda no mês de maio. O primeiro lote deve chegar no dia 22 e o outro é aguardado para o dia 29. A informação foi divulgada pelo instituto nessa 5ª feira (13.mai).

A Fiocruz disse na 2ª feira (10.mai) que as seguidas revisões nos calendários de produção e de entrega de vacinas se deram por conta do atraso das doses produzidas com IFA importado da China. Citou “dificuldades burocráticas e diplomáticas” para liberação do produto na origem, que só foi liberado em fevereiro. Confira o cronograma de entregas da Fiocruz e as mudanças realizadas neste post.

“A quantidade de IFA já disponível na Fiocruz sustentará a produção até meados da próxima semana, garantindo as entregas até a primeira semana de junho. Com as novas remessas, as entregas das 3 primeiras semanas de junho também estarão asseguradas”, falou a Fiocruz.

Para esta 6ª feira (14.mai), está prevista a entrega de mais 4,1 milhões de doses da vacina contra a covid-19 da AstraZeneca, produzida pela Fiocruz no Brasil, ao Ministério da Saúde, totalizando 34,3 milhões de vacinas disponibilizadas ao PNI (Programa Nacional de Imunizações), o equivalente a mais de 40% dos imunizantes para a covid-19 disponíveis no país.

“Até a chegada do IFA no dia 22, haverá uma interrupção na produção de alguns dias na próxima semana. Caso haja algum impacto nas entregas, ele será avaliado e comunicado mais à frente. O cronograma de entregas permanece semanal”, informou a fundação.

Segundo a Fiocruz, estão sendo processadas, no Centro Tecnológico de Vacinas de Bio-Manguinhos, um milhão de doses da vacina por dia, e a instituição segue avaliando alternativas para aumentar ainda mais essa capacidade.

Com informações da Agência Brasil

PODER360

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Saúde

Ritmo da vacinação no Brasil é maior que o da União Europeia

Ritmo da vacinação no Brasil é maior que o da União Europeia. Depois de deixar o Reino Unido para trás no número total de doses de vacinas aplicadas na população, o Brasil começa a se aproximar da média de pessoas imunizadas nos países da União Europeia, incluindo Alemanha e França.

Nos primeiros 125 dias, o bloco europeu já havia aplicado duas doses em cerca de 9% dos seus habitantes. Essa marca foi atingida pelo Brasil na quinta (13), 117º dia da campanha nacional. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Com relação percentual de pessoas que receberam ao menos uma dose, a União Europeia leva vantagem. Foram 20% lá contra 18% no Brasil.

Em números absolutos, o Brasil aplicou 56,5 milhões de doses até esta quinta. No mesmo período, a União Europeia aplicou 125,05 milhões.

O Brasil imunizou 18,5 milhões de pessoas nesses 117 dias. Alemanha, França e Itália, que somados têm população similar, levaram 124 dias.

DIÁRIO DO PODER

Opinião dos leitores

  1. Falta informar que o butantã suspendeu a produção da coronavac por falta de insumos que é fornecido pela China. Mas a Turman daqui irão falar wue os Chinese são ruins, que não tem nada a ver com as agressões que o desequilibrado fez aos Chineses. Outra coisa surreal que a gadolândia não verá por aqui, é que o doido promoveu sigilo daquela viagem a Israel que foram o seu filho, o helio negão, o lunatics e outros, tudo especialistas e cientistas, que foram para negociar o medicaments nasal para covid. Fico me perguntando o que ele tem a esconder? Só para lumbar ao gado, na India estão fazendo prevention com merda de vaca. Vão iniciar o tratamento preventive ou vão esperar o mito mandar?

    1. Perfeito Bolsovírus…kkkkkkk
      Mas eles não precisaram que o mito mandasse, já estão todos c*gados.

  2. Imagina se o governo federal tivesse aceitado as ofertas da Pfizer, logo no início, estaríamos melhor ainda.

  3. Uma ótima notícia, mas não vamos nos esquecer que os casos de mortes, também passam dos números da união européia.

  4. Prova que se o governo bolsonaro não tivesse ignorado as ofertas de vacina e começado o quanto antes a vacinação, certamente milhões de pessoas não teriam sido infectadas e consequentemente milhares de mortes teriam sido evitadas.

  5. Dá-lhe Brasil! As narrativas mentirosas daqueles que dó pensam em politicagem estão caindo por terra. TODAS. Graças ao governo Bolsonaro estamos saindo dessa crise sanitária.

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Política

Para Coronel Azevedo, governadora é “Robin Hood às avessas”: “ela tira dos pobres para dar aos ricos”

 

 

Durante a sessão desta quinta-feira (13) da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Coronel Azevedo criticou o tratamento diferenciado da governadora Fátima Bezerra que, segundo ele, “tira dos pobres para dar aos ricos”.

A referência do deputado diz respeito ao reajuste de 12% no salário dos auditores fiscais. “Em um momento de grandes dificuldades vividas por causa da pandemia e que Fátima Bezerra fala em redução e falta de recursos, eis que surge esse aumento”, declarou.

Segundo o Coronel Azevedo, Fátima Bezerra “demonstra ser insensível aos que mais precisam e mostra uma atenção especial aos que ganham mais”.

Em sua fala, o deputado fez alusão ao personagem Robin Hood, que é um herói mítico inglês que roubava da nobreza para dar aos pobres. “Fátima é o Robin Hood às avessas: tira dos pobres que não tem saúde, segurança, nem educação para dar aos ricos e praticar esse ato lamentável contra o povo do RN”, criticou.

Opinião dos leitores

  1. Para dar aos auditores fiscais têm, né?!
    O dinheiro e os respiradores que serviriam para o população? Realmente, é o Robin Wood as aversas. Deputado Coronel Azevedo falou tudo.

  2. Esse Cel. Azevedo está reclamando pq o aumento não é para a categoria dele. Com a experiência de militar q tem, deveria levantar da cadeira junto com seus assessores e apresentar um projeto de educação profissionalizante e de esportes para os lugares q apresentam mais mortes de jovens. É fácil sentar na cadeira, receber como deputado para ficar criticando. Então, aproveita e critica a quebra do teto que beneficiará mourão e muitos outros, num momento de pandemia, fome e desemprego. Mourão vai embolsar mais de 60 mil.

  3. E Coronel Azevedo é quem ? O que está fazendo de bom ? ( além de tentar atrapalhar ?)
    É só uma pergunta!

  4. Acho um absurdo aprovar aumento salarial durante a pandemia… Mas e o aumento que o MINTOmaníaco deu pra si e que aumenta o teto de remuneração quase dobrando? Vcs sabiam que agora um general Pezadello da vida poderá passar a ganhar 70 mil reais se acumular cargo no governo federal? E aí? Qual a narrativa ou desculpa pra isso pessoal?

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Saúde

RN receberá 16.600 doses de CoronaVac nesta sexta-feira

O Rio Grande do Norte receberá 16.600 doses de CoronaVac nesta sexta-feira (14). O lote será destinado para a aplicação da segunda dose, que estão atrasadas.

A estimativa é que as vacinas cheguem às 10h. Ainda há expectativa que mais doses do imunizante sejam recebidos na próxima semana.

 

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Cidades

RN atinge marca histórica de 5GW em usinas instaladas para energia eólica

O Rio Grande do Norte atingiu a marca histórica de 5GW em potência instalada para geração de energia a partir de fonte eólica, consolidando sua liderança nacional, de acordo com dados publicados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

Este desempenho coloca mais uma vez o RN em destaque no cenário nacional. Atualmente, o estado possui 177 usinas eólicas e 2.268 turbinas em operação. Desde 2019, o Rio Grande do Norte conseguiu atrair mais de R$ 7 bilhões em investimentos no setor eólico.

Opinião dos leitores

  1. Antes da energia eólica, a nossa energia vinha de Paulo Afonso/BA…
    Pense numa logística e gastos para trazer essa energia até nós…
    Agora temos, se não me engano, o maior parque eólico do País, mas isso não beneficiou em nada os habitantes do nosso Estado…
    Gostaria que COSERN demonstrasse o custo de trazer a energia de Paulo Afonso e a produzida no nosso Estado…

    1. Caro Ricardo! A Cosern é uma concessionária apenas! Quem é responsável pela distribuição de energia é a Chesf! E a implantação de parques aqui ou no RS nada tem a ver com a com o valor da distribuição! E quanto ao beneficio do estado teve sim! Acho que é o setor que mais cresceu no RN nos últimos anos! Gerando divisas, empregos e renda para o RN.

  2. E o que isso adianta ? Para onde está indo essa energia? Porque minha conta não abaixa, só faz subir.
    Cheio de bandeiras amarela, vermelha, roxa, azul, por causa do uso das termoelétricas. Cadê as eólicas para substituir as térmicas ?
    Em uma país sério, já deveríamos ter energia quase de graça.

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Política

Marco Aurélio atende PGR e arquiva pedido para investigar cheques de Queiroz a Michelle Bolsonaro

O decano do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Marco Aurélio Mello, mandou arquivar o pedido de abertura de uma investigação sobre os R$ 89 mil em cheques depositados pelo ex-assessor parlamentar Fabrício Queiroz, pivô da investigação das ‘rachadinhas’ envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), e pela mulher dele, Márcia Aguiar, na conta da primeira-dama Michelle Bolsonaro. Ao todo, foram pelo menos 27 repasses, entre 2011 e 2016.
A decisão atende ao procurador-geral da República, Augusto Aras, que se manifestou contra a abertura da apuração. Normalmente, quando o Ministério Público Federal, que é o titular da ação penal, se manifesta pela rejeição de uma notícia-crime, é de praxe que os ministros promovam o arquivamento do pedido.

“Considerada a manifestação do Ministério Público, mediante ato do Órgão de cúpula, arquivem”, escreveu o decano.

O nome da primeira-dama apareceu na investigação das rachadinhas pela primeira vez no final de 2018. Na época, um relatório do antigo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), revelado pelo Estadão, identificou as movimentações suspeitas na conta do ex-assessor de Flávio Bolsonaro e listou parte dos depósitos para Michelle Bolsonaro, que totalizaram R$ 24 mil. Na ocasião, o presidente Jair Bolsonaro justificou as transferências como devolução de um empréstimo a Queiroz. O restante dos cheques foi relevado pela revista Crusoé no ano passado.

Em parecer enviado ao Supremo, Aras disse que as movimentações financeiras de Queiroz já foram alvo da investigação no Ministério Público do Rio de Janeiro que, no entanto, não comunicou indícios de crimes envolvendo o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ou a mulher dele. Os promotores fluminenses já ofereceram à Justiça uma primeira denúncia no caso.

Na avaliação do chefe do Ministério Público Federal, por enquanto não há elementos capazes de justificar a abertura de uma investigação sobre os cheques na conta de Michelle. “Os fatos noticiados, portanto, isoladamente considerados, são inidôneos, por ora, para ensejar a deflagração de investigação criminal, face à ausência de lastro probatório mínimo”, afirmou Aras.

ESTADÃO

Opinião dos leitores

  1. Os esquerdopatas são iguais ao seu ídolo luladrão, não gostam de leitura.
    No texto aras informa o motivo do pedido.
    “”As movimentações financeiras de Queiroz já foram alvo da investigação no Ministério Público do Rio de Janeiro que, no entanto, não comunicou indícios de crimes envolvendo o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ou a mulher dele.””
    Culpem agora o MP do RJ seus acéfalos.

  2. Tenho certeza que os patriotas conservadores vão para as ruas fazer grandes manifestações contra essa decisão do ministro do STF. As bandeiras e as camisas da seleção já estão prontas.

  3. Eu queria ler sobre esse assunto, um comentário isento de extremismo ideológico.
    Como pode arquivar uma denuncia como essa?
    O cara era o testa de ferro de um esquema de corrupção, inclusive está em prisão domiciliar, fez vários depósitos na conta da esposa do presidente da República, e mesmo assim o procurador arquiva a própria denuncia??

    1. Homi, se o STF inocentou o maior ladrão que este país já teve, com imensas provas robustas contra o 9 dedos, imagine esses peixinhos pequenos… Esse nosso país com um judiciário que temos, não tem jeito de dar certo!

    2. Vc não quer ler comentários isentos coisa alguma. Fale a verdade. Se quisesse, bastava ler o próprio artigo. Nele, está explicado porque foi arquivado.

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Nacional

Governo vai retomar obras de Angra 3 e investimentos totais podem chegar a R$ 15 bilhões

O governo federal vai retomar na próxima semana o processo de construção da usina nuclear Angra 3, no litoral fluminense, com a abertura das propostas das empresas interessadas em participar da obra. No total, 18 grupos compraram o edital e visitaram o local onde serão construídos os dois prédios da unidade – um para abrigar o reator (cúpula) e um segundo de uso auxiliar. Os investimentos totais devem chegar a R$ 15 bilhões.

A previsão é que as obras sejam iniciadas em junho, divididas em duas fases. A primeira deve ir até 2023 e a segunda fase, com a instalação do reator, até 2026. O governo decidiu antecipar a compra de alguns componentes que têm longo prazo de fornecimento, como um simulador que vai possibilitar o licenciamento dos operadores da usina. “Angra 3 vai ter uma instrumentação e um controle digital, diferente do de Angra 2. Você precisa ter um simulador para formar os operadores, qualificar e licenciar. Isso tem de ser feito bem antes de 2026, deve ocorrer em 2024”, afirmou o presidente da Eletronuclear, Leonam Guimarães.

Suspenso desde 2015, o projeto
é o maior empreendimento previsto para o Brasil neste ano. Desde sua primeira tentativa de retomada, em 2010 – suspensa em 2015 pelos desdobramentos da Operação Lava Jato –, reabriu a discussão sobre a necessidade de se expandir a geração nuclear no País, tema que tem argumentos sólidos tanto contra como a favor. Para os defensores da tecnologia, a energia nuclear é uma fonte de energia limpa, com grande fator de capacidade (geração de energia), e pode ser implantada próxima aos centros de consumo.

Outro ponto positivo que geralmente é destacado é o fato de o Brasil estar entre os nove países com as maiores reservas conhecidas de urânio no mundo – com potencial de crescimento, já que apenas 30% do território brasileiro foi mapeado.
Segundo o chefe da assessoria de gestão estratégica do Ministério de Minas e Energia, Ney Zanella dos Santos, as reservas brasileiras de urânio conhecidas garantem abastecimento das três usinas (Angras 1, 2 e 3) por mais de 200 anos. “Não vamos ter problemas de escassez mesmo em tempos de crise, o combustível está aqui, além das vantagens de criação de emprego e renda e retenção do conhecimento tecnológico”, afirmou ele, ao defender a fonte em recente podcast.

Já os argumentos contrários envolvem questões como a de eventuais riscos de acidentes e seus efeitos para a população instalada próxima das usinas (o processo acumula rejeitos radioativos, ainda sem uma solução final acessível) e também econômicas, dado o investimento necessário para a construção de uma estrutura dessas e sua contribuição efetiva para a matriz energética.

De acordo com a Agência Internacional de Energia (AIE), atualmente a fonte nuclear corresponde a cerca de 10% da matriz de geração de energia elétrica em todo o mundo. No Brasil, ela corresponde a 1,97% do total gerado, com cerca de 2 gigawatts (GW). A previsão é que, em 30 anos, o parque nuclear brasileiro ganhe até 10 GW extras de fonte nuclear, de acordo com o Plano Nacional de Energia 2050.

Hoje, existem 450 usinas nucleares no mundo, e a tecnologia de reciclagem vem se desenvolvendo em vários países, com destaque para França e Rússia. No Brasil, só deverá chegar quando a fonte ganhar escala, avalia o presidente da Eletronuclear, que vê um casamento perfeito entre as usinas nucleares e fontes renováveis, como eólica e solar.

“Lá na frente, em 2050, vamos ter um sistema (de geração nuclear) muito maior, o que é bom porque o consumo de energia não vai parar de crescer no Brasil, e a expansão da oferta se dará muito pelas renováveis, que precisam de uma energia firme para se expandir”, disse Guimarães. Por dependerem do sol e do vento, acrescenta ele, as energias renováveis não geram energia o tempo todo, e precisam de fontes mais estáveis para garantir a segurança do sistema elétrico.
Pela projeção do governo, o Brasil vai adicionar entre 8 GW e 10 GW de energia nuclear nos próximos 30 anos, contra os 2 GW atuais e os 3,3 GW quando Angra 3 for inaugurada, em 2026, o suficiente para abastecer uma cidade de cerca de 5 milhões de habitantes. Mas quanto mais usinas nucleares, mais rejeitos nucleares deverão ser produzidos, e esta equação deverá ser levada em conta na escolha dos locais onde serão instaladas as novas usinas no País, se o programa governamental for para frente.

Os estudos mais avançados para a localização de um novo parque nuclear ainda não estão concluídos. A seleção de 50 locais, iniciada há alguns anos, já foi reduzida para oito. A escolha da cidade de Itacuruba, em Pernambuco, que já era dada como certa por agentes do setor, deve ser deixada de lado com a privatização da Eletrobrás, já que o terreno cobiçado para a instalação de um novo parque nuclear era da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf), subsidiária da estatal.

A obra tem gerado grande expectativa na região de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, depois que a Eletronuclear firmou o compromisso de privilegiar moradores na contratação para as cerca de sete mil vagas de trabalho que serão abertas. “A Prefeitura de Angra dos Reis cadastrou um banco de talentos para facilitar a contratação pela empresa que ganhar o processo licitatório”, informou o presidente da Eletronuclear.

ESTADÃO

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Economia

Veto da Arábia Saudita a exportadores de frango do Brasil pode gerar perda de até US$ 500 milhões

 

O Brasil pode perder de US$ 430 milhões a US$ 500 milhões (R$ 2,270 bilhões a R$ 2,640 bilhões) em exportações para a Arábia Saudita por causa da suspensão, anunciada na semana passada, de 11 estabelecimentos exportadores de frango, segundo cálculos preliminares do governo brasileiro.

A situação pode piorar ainda mais se o reino saudita mantiver a decisão, anunciada em 6 de maio, de reduzir de 1 ano para 3 meses a validade dos frangos exportados, o que pode inviabilizar parte das vendas brasileiras para o país.

O Itamaraty e o Ministério da Agricultura estão engajados em gestões diplomáticas na tentativa de reverter o que encaram como medidas protecionistas.

No caso das plantas desabilitadas, o país alegou que havia contaminação de agentes microbiológicos. No entanto, a Arábia Saudita contrariou a prática de primeiro alertar as autoridades sanitárias do país exportador e fornecer detalhes sobre o problema, e só depois suspender as importações.

Os sauditas suspenderam as compras em 6 de maio e enviaram nota diplomática só depois, sem especificar qual é o agente microbiológico nem as providências poderiam ser tomadas para normalizar as vendas.

Além disso, duas das plantas banidas nem ao menos exportam para a Arábia Saudita. A suspensão passa a vigorar a partir de 23 de maio.

A desabilitação dos exportadores e a decisão de reduzir o prazo de validade não são ações pontuais. Em 2016, a Arábia Saudita, com liderança do príncipe Mohammed bin Salman, governante de facto do país, lançou o Visão 2030, um programa de modernização do reino. Entre as metas do programa está atingir 85% de autossuficiência na produção de frangos até 2025, segundo documentos do governo saudita.

Desde então, os sauditas implementaram várias medidas que dificultaram as exportações do frango brasileiro —impuseram licenças de importação, elevaram a tarifa de importação de 5% para 20%, desabilitaram plantas. Em uma ocasião, baniram plantas exportadoras e deram como motivo uma operação da Polícia Federal —sendo que alguns dos exportadores sequer haviam sido citados na operação.

Para integrantes do governo brasileiro, os sauditas vêm se valendo de subterfúgios para barrar as exportações do frango brasileiro, que é muito competitivo, mais barato do que o produzido localmente.

Entre 2015 e 2019, as exportações brasileiras de frango para a Arábia Saudita encolheram 41%, segundo informação do Ministério da Agricultura.

Ricardo Santin, presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), faz a ressalva de que parte das exportações perdidas por causa da suspensão das plantas pode ser redirecionada para Irã, Iraque e Egito, outros países que também compram frango halal (abatido seguindo preceitos islâmicos). Mas o redirecionamento leva tempo, e pode haver queda na produção das plantas e na rentabilidade, diz Santin.

“Entendemos que os sauditas queiram buscar a autossuficiência, mas que façam isso dentro das regras da OMC [Organização Mundial do Comércio], e não usando subterfúgios para impor medidas protecionistas escancaradas”, afirma.

O Brasil é o maior exportador mundial de frango, com 4,2 milhões de toneladas em 2020, seguido por Estados Unidos e União Europeia. A China é o maior importador de frango do Brasil, absorvendo 16,3%, e a Arábia Saudita é o segundo maior, com 11,3%

No caso do prazo de validade, o encurtamento de 1 ano para três meses pode inviabilizar a exportação, segundo integrantes do governo brasileiro. Isso porque a exportação do frango, desde a saída da granja até a chegada na Arábia Saudita, passando por liberação de contêiner no porto e transporte até as gôndolas dos supermercados, pode levar até dois meses.

Alguns importadores podem chegar à conclusão de que não vale a pena comprar o produto que vai vencer em um mês. Segundo Santin, seria necessário uma logística perfeita, sem espaço para nenhum imprevisto, para a exportação não ser inviabilizada.

A praxe em todo o mundo é uma validade de 1 ano para frango.

O Brasil tem até 5 de julho para apresentar comentários sobre as medidas sauditas. O governo brasileiro já fez várias reclamações, chamadas de preocupações comerciais específicas, junto ao comitê de medidas sanitárias e fitossanitárias da OMC. Mas o comitê não tem poder vinculante.

Também houve conversas na embaixada saudita em Brasília e com autoridades em Riad —mas, segundo participantes, os sauditas foram evasivos e não deram detalhes sobre os motivos da suspensão dos frigoríficos.

O próximo passo seria abrir um painel na OMC para denunciar as práticas protecionistas que representariam violações às regras da entidade. No entanto, na opinião de exportadores, esse seria um passo muito extremo.

O governo brasileiro também teme gerar consequências para outras áreas da relação bilateral, já que fundos soberanos sauditas são grandes investidores no Brasil.

Uma outra opção seria recorrer à diplomacia presidencial. O presidente Jair Bolsonaro visitou a Arábia Saudita no fim de 2019 e tem boa relação com Mohammed bin Salman. A possibilidade de um telefonema de Bolsonaro ao príncipe ou a seu pai, o rei Salman, é discutida. Mas exportadores e membros do governo brasileiro acham que ainda é cedo para queimar esse cartucho, e esperam que negociações resolvam o impasse.

Segundo dados do Ministério da Agricultura, o volume médio de carne de frango exportado nos últimos 12 meses pelas 11 plantas suspensas somadas foi de aproximadamente 25 mil toneladas por mês (sendo que duas delas não venderam para o país no período).

Ainda segundo o ministério, elas representam, em média, 63% do total exportado para o reino.

Opinião dos leitores

    1. O mercado interno não absorve essa quantidade de frango. Sem falar que o preço seria bem menor. O mais provável é o fechamento de plantas de produção.

    1. Principalmente porque os pobres estão recebendo o fabuloso auxilio de R$ 150,00. Né não?

  1. Isso num é nada, luladrão e comparsas roubaram mais de um trilhão de reais, e neguin ainda tá querendo que ele roube mais. Toca fogo cabaré.

    1. no artigo 157 do código penal diz que o crime de roubo é por grave ameaça ou violência. te pergunto: qual foi a violência ou grave ameaçaque o lula usou para roubar? e se voce tem as provas do roubo, não guarde elas com você. Va ate a delegacia o ao MPF e mostre-as e peça para que o lula seja investigado. diga a eles que você tem as provas que lula te roubou que pronto.

    2. O nome é “Peculato furto”, e a pena vai de 2 a 12 anos de prisão, se bem que para ele poderia ser também ” Peculato culposo”, se considerarmos o caso da Petrobras e outros. Com relação as provas, basta só uma leitura dos autos que provocaram a condenação do ex-presidente em primeira, segunda e terceira instancias.. Podemos também lembra que os juízes do STF em momento nenhum declararam que o ex-presidente era inocente.

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Saúde

Abril foi o mês mais letal da Covid para pessoas entre 40 e 49 anos, mostram registros em cartórios

 

O mês de abril deste ano foi o mais letal para a população entre 40 e 49 anos desde a chegada do novo coronavírus ao Brasil. Ao todo, foram 7.611 óbitos em decorrência da Covid-19 —um crescimento de 57% em relação à média de todos os meses anteriores, de março de 2020 a março passado .

A alta é observada tanto em números percentuais quanto absolutos. A faixa etária de pessoas entre 30 e 39 anos, que também aguarda ser contemplada pelo Plano Nacional de Vacinação do Ministério da Saúde, registrou o segundo maior aumento em relação à média dos meses anteriores: foram 56% mais mortes, o correspondente a 3.620 óbitos em abril.

Os dados foram contabilizados pelos Cartórios de Registro Civil do Brasil e consolidados pela Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil).

Segundo a entidade, abril teve um aumento de cerca de 50% no número de óbitos entre pessoas de 30 a 59 em relação à média de todos os meses anteriores desde que começou a epidemia.

Já entre as faixas etárias que foram beneficiadas pelas duas doses da vacina, a tendência é de queda: o número de mortos por Covid-19 caiu 65% na população entre 90 e 99 anos, 52% entre 80 e 89 anos e 8% entre 70 e 79 anos.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Fiz a conta duas vezes pois é difícil acreditar. Mesmo com dólar a 6 reais, os R$ 3 bilhões usados por Bolsonaro para comprar a eleição de Arthur Lira e Rodrigo Pachêco dariam para comprar 50 milhões de doses da Pfizer.

    Em vez de comprar vacina, comprou trator superfaturado.

    1. Parlamentares do PT receberam dinheiro para emendas. O senador Humberto Costa (“Um Certo Bosta”), o “Vampirão” das planilhas da Odebrecht, investigado na Operação Sanguessuga, foi um deles. Alice Portugal, também da ORCRIM petista, também recebeu. Teve mais. Portanto, Bolsonaro está “comprando” petralhas? Deixe de mentiras. Vc não tem imunidade parlamentar, está cometendo crime.

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Saúde

Datafolha: rejeição a atuação de Saúde e governadores na pandemia cai

A rejeição dos brasileiros ao desempenho do Ministério da Saúde e dos governadores com relação à condução da pandemia da Covid-19 diminuiu, revela pesquisa do Datafolha.

Já a reprovação do trabalho do presidente Jair Bolsonaro segue alta, embora tenha oscilado negativamente, dentro da margem de erro da pesquisa.

O levantamento foi realizado com 2.071 pessoas, de forma presencial, em 146 municípios, nos dias 11 e 12 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

De acordo com o instituto, 32% dos entrevistados avaliam que a pasta da Saúde, responsável pela coordenação nacional dos esforços contra a Covid-19, tem atuação ruim ou péssima.

É uma queda de sete pontos percentuais com relação à pesquisa anterior, de março deste ano, que retoma o patamar observado no levantamento feito em janeiro. Naquela ocasião, 30% tinham avaliação negativa do ministério.

Ao mesmo tempo, não houve alteração significativa entre os que aprovam como ótimo ou bom o desempenho da pasta da Saúde, que oscilou positivamente de 28% para 30%. A parcela que julga a performance como sendo regular subiu, de 32% para 37%.

O cenário um pouco mais favorável para o ministério pode ter relação com a mudança ocorrida no comando da pasta desde a última pesquisa, realizada há dois meses.

Nesse intervalo, houve a troca do general Eduardo Pazuello pelo cardiologista Marcelo Queiroga como ministro.

Queiroga tem dado ênfase maior à vacinação como resposta à pandemia, além de pregar o uso de máscaras, atitude que contrastava com a de seu criticado antecessor.

Principais alvos de Bolsonaro na disputa política sobre a pandemia, os governadores também registraram um recuo nos seus índices de rejeição, aponta a pesquisa.

Houve uma queda de seis pontos percentuais na parcela do eleitorado que considera o desempenho dos gestores estaduais ruim ou péssimo.

A avaliação negativa atualmente é feita por 29% dos entrevistados, contra 35% que classificam a atuação como ótima ou boa —oscilação positiva de um ponto. Para 35%, o trabalho dos governadores é regular, aumento de cinco pontos percentuais na comparação com a pesquisa anterior.

Desde o início da pandemia, a maioria dos governadores tem travado uma queda de braço com Bolsonaro.

O presidente acusa muitos deles de desviar recursos federais repassados para equipar hospitais e comprar insumos para o tratamento de doentes, e tem insistido em que eles também sejam alvo de apuração pela CPI da Covid no Senado.

Os governadores, por sua vez, têm buscado fechar contratos com fornecedores de vacinas de forma independente, para contornar a lentidão federal.

A pesquisa continua mostrando grande rejeição ao desempenho de Bolsonaro na condução da pandemia, mas com pequenos sinais de melhora em sua imagem.

Agora, avaliam seu desempenho como sendo ruim ou péssimo neste tema 51% dos entrevistados, uma oscilação negativa de três pontos. Ainda assim, é uma rejeição 18 pontos percentuais maior do que a verificada no início da pandemia, em março do ano passado.

Entre as mulheres, a avaliação negativa sobre o presidente chega a 56%, e vai a 63% entre quem tem curso superior e 67% na faixa de renda familiar mais alta, superior a dez salários mínimos.

​A atuação de Bolsonaro na pandemia é vista como positiva para 21% dos entrevistados, oscilação negativa de um ponto na comparação com a pesquisa de março, enquanto os que consideram a atuação regular ficou em 27%, variação de três pontos para cima, também dentro da margem de erro.

O presidente tem desempenho melhor em grupos que fazem parte de sua base tradicional de apoio. Um exemplo são os evangélicos, segmento no qual 30% dizem que a atuação é ótima ou boa.

Mais um dado representativo se refere às regiões Norte e Centro-Oeste, em que há forte influência do agronegócio, setor em que Bolsonaro conserva boa popularidade. Nestas duas regiões, que são agrupadas pelos critérios do Datafolha, a aprovação da condução da pandemia pelo presidente é de 27%.

Outra relativa boa notícia para o presidente refere-se à opinião dos entrevistados sobre quem seria o principal culpado pela situação da pandemia no Brasil.

Responsabilizam Bolsonaro 39% dos entrevistados, contra 43% no levantamento anterior. A queda, no entanto, fica no limite da margem de erro.

Ao mesmo tempo, a parcela dos que culpam os governadores oscilou positivamente, de 17% para 20%, assim como a dos que responsabilizam os prefeitos, que foi de 9% para 10%.

Para 10%, todas autoridades são culpadas, enquanto 3% responsabilizam a população pelo cenário atual da pandemia.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Os governadores foram pró ativos, diferentemente do presidente. Com relação a utilização da verba, que os TCEs, TCU, polícia e CPI investiguem, identificado os crimes e os envolvidos encaminhe aos MPs e ALs, sejam julgados e devidamente responsabilizado seja quem for. E outra, a vacinação começou aqui no brazil gracas ao empenho de um governador.

  2. Não acredito nessas pesquisas tendenciosas e fraudulentas. E esse Datafolha é o PIOR de todos. Segundo esse instituto, o presidente do Brasil é o Haddad.

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Saúde

Senado aprova projeto de lei que barra reajuste de remédios em 2021


Foto: Daniel Ferreira/Metrópoles

O plenário do Senado aprovou, na noite desta quinta-feira (13/5), por ampla maioria (58 votos sim, 6 não), projeto de lei que barra o reajuste anual dos remédios em 2021, durante a emergência de saúde gerada pela pandemia da Covid-19.

Protocolado em 17 de março, o PL nº 939, de 2021, é do senador Lasier Martins (Podemos-RS). Caso aprovado também na Câmara dos Deputados e sancionado pelo Executivo, vai anular aumentos autorizados este ano, mas sem direito a reembolso de valores pagos a mais.

Lasier argumenta que os duros impactos do coronavírus sobre a economia, com perda brutal de renda, taxa recorde de desemprego e até o avanço da fome, justificam a iniciativa.

Para o senador, é essencial que o Estado garanta à população uma forma de mitigar ao máximo seu sofrimento. “Não é razoável permitir que medicamentos sejam reajustados em até 10,08%, justamente no momento de grandes privações das famílias”, disse.

Lasier ressalta que a crise econômica e humanitária sofrida pelo país é marcada por excepcionalidades e, por isso, exige ações excepcionais. “O recrudescimento da pandemia, inclusive com novas cepas virais, mostra ser impossível antever desfecho. Assim, é preciso diminuir a pressão sobre o orçamento das famílias afetadas pela pandemia e socorrer aqueles que dependem de medicamento de uso contínuo”, completa.

Metrópoles

Opinião dos leitores

  1. Manoel f, parece que está em outro mundo…A CPI tá caindo por terra….no que diz respeito as vacinas….tudo certo com o mito.

    1. Você acha mesmo que está certo não ter comprado vacinas em 2020 e ter começado em dezembro a vacinação aqui??? Então você é defensor da morte, quantas pessoas poderiam ter sobrevivido se tivesse sido vacinadas??? Só sendo bolsominios mesmo para ser tão ruim

    2. As vacinas chegaram quando foi possível. Não houve descaso do governo, MUITO pelo contrário. Faltam vacinas em quase todos países, inclusive na União Européia, rica e desenvolvida. O Brasil está dando show com relação à vacinação do seu povo. Essa é a realidade, que não pede licença a narrativas mentirosas.

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Acidente

VÍDEO: Motorista atropela motociclista na BR-101 e foge sem prestar socorro

Uma caminhonete, em alta velocidade, atropelou um motociclista na noite desta terça-feira (13) na Zona Sul de Natal. O acidente foi registrado no bairro de Pitimbu, na BR-101, na altura do supermercado Atacadão.

A caminhonete fugiu do local logo após o acidente sem prestar socorro. O motociclista sofreu fraturas nas pernas e escoriações nos braços. O homem ferido foi levado para o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, em Natal.

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