Estudo diz que atração física importa, sim, e revela preferências, se o corpo ou rosto

Foto: via Isto É

Quando se fala em amor, sabemos que a aparência não é tudo. Mas não adianta negar que a atração física tem um papel importante na hora de juntar casais, pelo menos em um primeiro encontro.

Ok, assumido isso, a pergunta que não quer calar é “o que importa mais na hora de achar uma pessoa atraente: o rosto ou o corpo?”. Será que a atração física se concentra mais em um do que o outro? A ciência tem a resposta.

O estudo começou quando os pesquisadores Carin Perilloux, da Southwestern University , no Texas, e Jaime Cloud, da Western Oregon University, queriam descobrir por que gostamos do que gostamos nas pessoas de quem gostamos (ufa!).

Para isso, eles decidiram entrevistar 250 pessoas, entre homens e mulheres, pedindo para que eles imaginassem que fossem solteiros.

A partir daí, eles também pediram para que os participantes descrevessem como seriam seus parceiros ideais. Importante ressaltar que todos os participantes eram heterossexuais e, portanto, todos imaginaram parceiros do sexo oposto.

Para montar a “lista de coisas atraentes”, os entrevistados receberam uma longa lista de atributos que normalmente tornam alguém interessante fisicamente, indo desde traços faciais, como olhos, cabelos, pele e sorriso, até características de composição corporal como altura, tamanho da cintura, tamanho do peito, etc.

A fim de saber o que mais importava para cada um, eles poderiam ranquear a qualidade física, seja do corpo ou do rosto , em uma escala que ia de 0 a 10. No entanto, se alguém desse 10 para o quesito pele, por exemplo, significaria que a pele de uma pessoa atraente deveria ser igual a de um deus ou deusa, por exemplo.

Para evitar essa “falsa perfeição” e prevendo que todos poderiam dar sempre 10 para as características que mais gostavam, Perilloux e Cloud deram um número limitado de “pontos” para cada entrevistado gastar.

Afinal, o que importa mais na atração física?

Ao analisarem os resultados, os pesquisadores descobriram que quando os caras pensam em uma parceira de longo prazo, eles se importam mais com as características faciais de uma mulher do que com o corpo dela.

No entanto, quando eles estavam criando um pessoa ideal para uma aventura de curto prazo, eles estavam muito mais interessados ​​em traços corporais.

Para os homens que priorizam os traços faciais em parceiras de longo prazo, os pesquisadores acreditam que isso pode ter algo a ver com a fertilidade, em especial os traços faciais de uma mulher, revelando os níveis relativos dela.

Basicamente, se uma mulher tem muitas rugas e parece mais velha, é menos provável que ela esteja na faixa ideal de gravidez e, embora não seja uma decisão consciente, isso poderia influenciar as preferências dos homens.

Já entre as mulheres analisadas, a maioria prioriza características faciais quando sentem atração física , independente se estavam ou não pensando em parceiros de longo ou curto prazo.

IG

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. paulo martins disse:

    "Somos todos animais, desde o princípio, há muito tempo atrás" – quem não se lembra do hit cinquentenário?

Estudo diz que sorrir pode mesmo aumentar a sua expectativa de vida em mais sete anos

Foto: Shutterstock

Sorria e viva mais

Sete anos. Este é o número de anos adicionais concedidos àqueles que mostram um largo sorriso. De fato, um estudo da Universidade Wayne de Detroit, em Michigan, descobriu que aqueles que sorriam mais viviam, em média, mais sete anos. Para fazer isso, os pesquisadores compararam 230 fotos de jogadores de beisebol em 1952. Descobrimos que aqueles que sorriam pelo menos viviam em média 72,9 anos, contra 75 anos para jogadores com um sorriso parcial, e 79, 9 anos para quem tem um sorriso largo .

Sorrir é mais importante do que nossa herança genética?

Se a ligação entre o riso e a saúde pode parecer improvável à primeira vista, não é o caso, segundo o professor Gilbert Deray, chefe do departamento de nefrologia da Pitié Salpétrière. Em seu livro “Escolha o seu destino genético”, ele explica que os genes são responsáveis por apenas 25% da nossa saúde, enquanto o nosso estilo de vida e o nosso meio ambiente desempenham um papel preponderante no desenvolvimento de certas doenças.

Rir para impulsionar seu sistema imunológico

No Japão , o geneticista Kazuo Murakami destacou a ativação de 23 genes quando rimos, dos quais 18 deles estão relacionados ao sistema imunológico. Sabemos também que o riso aumenta a presença de certos glóbulos brancos, especialmente as células T que protegem contra tumores e infecções. Isso é essencial porque existe de fato uma ligação entre o sistema imunológico e o possível aparecimento de células cancerosas quando elas escapam de sua vigilância. Ainda mais surpreendente, o artigo do Point relata um experimento demonstrando a presença de anticorpos em maiores quantidades em mães que amamentam, desfrutando de 2 x 60 minutos de sessões de riso por semana.

Rir para evitar doenças cardiovasculares

O riso também alongar nossa expectativa de vida devido ao seu aspecto cardio-protetor. E não somos nós que discutimos, mas a Federação Francesa de Cardiologia. Segundo ela, “o riso ajuda a manter o coração saudável “. Um ponto de vista muitas vezes comprovado, como um estudo da Universidade de Maryland Medical Center, em Baltimore. Este último enviou um questionário a 300 pessoas, metade das quais sofreu um ataque cardíaco ou teve um procedimento cardiovascular. Descobriu-se que essa população estava realmente estressada e séria demais, já que 40% desses entrevistados disseram que nem sempre riam das situações cotidianas da vida.

R7, via We Fashion Trends

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tarcísio Eimar disse:

    E deixar mais longe de aposentar

Estudo diz que clássico ‘PF’ é exagerado e com excesso de calorias, e engorda tanto quanto fast-food

Salada é compensada por porções generosas de carboidrato, desequilibrando o valor calórico e contribuindo para índices de obesidade Foto: Divulgação

Com um dos maiores índices de obesidade do planeta, os americanos conquistaram a fama de glutões do mundo. Mas não estão sós. Uma pesquisa realizada em Brasil, China, Finlândia, Índia, Gana e também nos Estados Unidos revelou que 94% das refeições vendidas em restaurantes populares contêm mais quilocalorias do que o recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Quando se trata de abusar do risco de obesidade, estamos juntos. A exceção é a China, cujas refeições têm o tamanho apropriado.

A epidemia causa o efeito cascata de aumento de casos de diabetes do tipo 2, doenças cardiovasculares e câncer. Por restaurantes populares entenda-se aqueles que vendem comida a quilo, pratos feitos, marmitex e sua versão gourmetizada, o prato executivo, explica a coordenadora da pesquisa no Brasil Vivian Suen, do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.

Realizada com o apoio da Fapesp, a pesquisa mereceu destaque na edição desta semana do prestigioso periódico “British Medical Journal”. O estudo analisou o fast-food, e esse não surpreendeu. Além do pouco valor nutritivo, engorda. Mas a chamada alimentação balanceada do brasileiro de equilibrada nada tem.

Não estamos só comendo pior, mas exageradamente. Muitas vezes um prato considerado saudável pode engordar mais do que o de um fast-food, mesmo tendo valor nutricional maior. A quantidade calórica do prato típico — arroz, feijão, carne e salada — é 33% maior do que a do fast-food, diz Suen. Isso acontece porque a salada ganha a companhia de generosas porções de carboidratos, sejam eles batata, aipim, massas ou farofa. O ovo se junta à carne e esta, de preferência, ainda ganha queijo. Tudo junto e misturado.

Fome e vontade de comer

É na balança que os países se igualam. Seja frango, bode ou carneiro, o destino é a gordura em forma de pneu na barriga, a dita circunferência abdominal que os médicos medem para aferir riscos para o coração.

O brasileiríssimo arroz, feijão, frango, mandioca, salada e pão (841 gramas e 1.656 quilocalorias) corre junto do fufu com carne de bode e sopa (1.105 gramas e 1.151 kcal), um clássico de Gana. O biryani de carneiro (1.012 gramas e 1.463 kcal), comum por toda a Índia, é outra companhia de peso.

Uma pessoa adulta deve ingerir por dia de 2 mil (mulheres) a 2.500 quilocalorias (homens), segundo a OMS. Mas os pratos servidos pelos restaurantes têm, em média, mil quilocalorias. Só no almoço se ingere quase todo o necessário por dia, frisa a pesquisadora. Na verdade, a OMS é até generosa com a ingestão calórica. Para não engordar, as pessoas deveriam ingerir entre 1.500 a 1.800 quilocalorias diárias, observa Suen.

Segundo ela, um almoço normalmente implica de 70% a 120% das necessidades calóricas diárias para uma mulher sedentária, cerca de 2 mil quilocalorias.

O estudo no BMJ analisou o teor calórico de 223 amostras de refeições populares de 111 refeições de restaurantes de Ribeirão Perto (Brasil), Pequim (China), Kuopio (Finlândia), Acra (Gana), Bangalore (Índia).

O resultado dos excessos se vê na balança. Hoje, 54% dos brasileiros estão acima do peso (leia mais no texto ao lado). Vivian Suen e seus colegas estão convencidos de que uma parcela da população confunde fome com vontade de comer. E isso tem explicação.

— Comer é muito bom. Mas muitas vezes comemos mais do que devemos e nem nos damos conta. Nada tem a ver com fome — diz Suen.

Os pesquisadores reconhecem que, muitas vezes, a comida funciona como válvula de escape para as durezas da vida. Fugir do sedentarismo tampouco é fácil em cidades quentes, lotadas, esburacadas e violentas, hostis à prática de atividade física.

— Sabemos que não é fácil. Mas engordar não pode ser opção e comida não é refúgio, pois os problemas aumentam — frisa.

Ao buscar refúgio e prazer na comida em excesso, a pessoa acaba aprisionada pela obesidade. Os mecanismos de compensação bioquímica do cérebro são afetados, e a pessoa perde a noção do exagero e da saciedade. O organismo precisa de cada vez mais alimento para ter a sensação de saciedade. E muitas pessoas têm os mecanismos de saciedade normalmente alterados, um distúrbio que nada tem a ver com força de vontade.

— Obesidade é uma doença. As pessoas precisam ficar atentas a isso, principalmente, se já têm propensão a ganhar peso. O importante é prevenir — destaca a cientista.

O grupo dela da USP de Ribeirão Preto trata pessoas com obesidade mórbida e uma das muitas dificuldades delas é até mesmo se perceberem como gordas.

— Tivemos uma paciente de 300 quilos que só começou a notar que seu peso era excessivo quando perdeu 100 quilos. Foi só aí, com 200 quilos, que ela se viu como obesa — explica.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Neto disse:

    Meuzóvos! Daqui a pouco esses abestalhados metidos a esrudiosos, irão querer que a pessoa só beba água… E ainda mais desmineralizada.
    Vão a merda…

Estudo indica que zika pode provocar infertilidade em homens

Um novo estudo, promovido pelo Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo, sugere que a infecção pelo vírus Zika também possa trazer complicações para os homens. Segundo a pesquisa, liderada pela infectologista Vivian Avelino-Silva, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), o zika pode causar infertilidade.

Quatorze homens infectados pelo vírus em 2016 participaram do estudo. Cinco deles fizeram o exame de espermograma e, em quatro, os resultados ficaram fora dos parâmetros de normalidade estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

“Observamos que, dentre os cinco homens em que fizemos a coleta de sêmen, quatro tinham o valor fora do normal, considerando a normalidade com referência da OMS. Isso sugere que pode existir um efeito de infecção por Zika que a gente ainda não conhecia, que é uma alteração prolongada, talvez até permanente, de infertilidade entre os homens”, disse Vivian em entrevista à Agência Brasil.

O estudo não é conclusivo e aponta a necessidade de que novas pesquisas sejam feitas. A pesquisadora destacou que a amostra era pequena e que a equipe não tinha exames desses cinco homens antes da infecção para comprovar que a alteração foi feita pelo zika.

“Não conseguimos provar, mas já existem estudos em animais que sugerem resultados semelhantes. Por isso achamos que o resultado é importante para que seja feito um estudo com um número maior de homens”, ressaltou a pesquisadora do Departamento de Moléstias Infecciosas e Parasitárias.

Agência Brasil

 

Brasil é o país que menos valoriza professores, diz estudo; China lidera

Estudantes leem livros didáticos para memorizá-los, em escola de Huining, na China Foto: GILLES SABRIÉ / NYT

Um estudo conduzido em 35 países para avaliar o status dos professores na sociedade mostrou que o Brasil é o que menos os valoriza, enquanto a China lidera no reconhecimento aos educadores.

Intitulada Global Teacher Status Index 2018 (ou índice global de status do professor, em tradução livre), a pesquisa foi realizada pela Varkey Foundation, ONG fundada pelo indiano Sunny Varkey em 2010, com o objetivo de melhorar os padrões de educação para crianças carentes.

Os pesquisadores entrevistaram mil pessoas em cada um dos 35 países para identificar como o emprego de um professor dos ensinos primário e secundário era comparado a outras profissões, em termos de valor para a sociedade. Numa lista de 14 ocupações, a de professor ficou em sétimo lugar, na média de todos os países.

China, Malásia, Taiwan, Rússia e Indonésia formam o top 5 da valorização dos educadores. Nos dois primeiros, assim como na Rússia, a importância do professor é equiparada à dos médicos.

Os cinco piores colocados são Argentina (31º), Gana (32º), Itália (33º), Israel (34º) e Brasil (35º). Por aqui, os professores foram comparados aos bibliotecários, em termos de status social.

Os entrevistados foram questionados, ainda, sobre como avaliavam o respeito dos alunos por seus mestres. Nesse quesito, novamente o Brasil teve o pior desempenho: menos de 10% das pessoas acreditavam que os alunos respeitavam seus professores; na China, 80% dos entrevistados afirmavam que havia respeito.

Desempenho ruim também no Pisa

O estudo também traça uma correlação direta entre o status dos professores e o resultado dos países no Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes). O Brasil, último colocado na valorização dos educadores, é o penúltimo no Pisa entre os 35, estando à frente apenas do Peru.

— Esse índice finalmente traz evidências acadêmicas para algo que sempre soubemos instintivamente: há uma conexão entre o status dos professores na sociedade e o desempenho das crianças na escola. Agora podemos dizer sem sombra de dúvida que respeitar os professores não é apenas um dever moral importante, é essencial para o desempenho educacional de um país — afirmou Varkey, no texto de apresentação do trabalho.

Esta é a segunda edição do Global Teacher Status Index. A primeira, em 2013, foi feita com 21 países, entre eles o Brasil, que já havia ficado em último lugar então — e foi uma das sete nações onde a valorização dos professores caiu no período entre as duas pesquisas.

Em suas conclusões, o relatório da ONG afirma que melhor remuneração e status social para os professores são necessários para alcançar melhores resultados acadêmicos. Também afirma haver uma “forte correlação” entre remuneração e status, ou seja, quanto mais valorizados socialmente, mais bem pagos os profissionais tendem a ser. Por fim, quanto maior o respeito da sociedade pelos professores, mais os pais tende a encorajar seus filhos a seguir na profissão.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Minion Convicto. disse:

    Esses comunistas e essa mania de valorizar educação, professores, saúde e o social.
    Bando de fdp.

  2. França disse:

    É muita burrice-ostentação desses eleitores do bozo antipetistas. O texto diz uma coisa e eles entendem outra. Vão aprender ao menos interpretar um texto simples. Figa!

  3. Jorgensen disse:

    Taí a raiz do nosso problema!!

  4. Ems disse:

    Segundo a esquerda, a culpa é de Bolsonaro, que nem assumiu ainda, e não do PT que passou 16 anos no poder.

  5. Brasil é verde e amarelo disse:

    Modelo de escola que os PTralhas queriam ….quanto mais burro, melhor . Destruir a familia….destruir a liderança e respeito do professor,na era PTralha tudo podia …confundiram esses vermes em liberdade com LIBERTINAGEM

  6. Beto disse:

    E o professor idem, nunca a escola perdeu tanto adolescentes para as facções, eles estão morrendo aos montes por motivo dos professores não tem o menor zelo com o aluno, pouquíssimo os professores que se dedicam a profissão, a grande maioria serve de capacho para o petralhas.

Disfunção erétil solucionada? Estudo indica que azeite é mais eficaz que Viagra

Pesquisa feita pela Universidade de Atenas indica que os homens que consomem azeite tem desempenho sexual melhor, e urologista comenta

A disfunção erétil é um problema que afeta a autoestima do homem e também a vida sexual do casal. Para resolver isso, existem muitos tratamentos e medicamentos, mas um novo estudo indica que o azeite por ser mais eficiente que o Viagra quando o objetivo é melhorar o desempenho sexual. Para esclarecer o assunto, o Deles conversou com um urologista para analisar os resultados do estudo.

Foto: shutterstock

A pesquisa realizada na Universidade de Atenas, na Grécia, sugere que os homens que consomem mais azeite tem um desempenho sexual melhor que os demais. “O azeite e dieta mediterrânea já vêm sendo estudados há algum tempo, e o que se sabe é que o conjunto exercícios mais esta dieta melhora a saúde masculina e a disfunção erétil ”, diz Alex Meller, urologista da UNIFESP e membro do corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein.

Segundo explica o especialista, já é comprovado que o azeite melhora a condição dos vasos sanguíneos e, consequentemente, isso também melhora a potência do homem. “Uma melhor circulação e saúde cardíaca traz uma melhor ereção”, garante o urologista.

No entanto, Meller afirma que não é possível comparar literalmente o azeite com o Viagra, pois o medicamento é um tratamento pontual, já a dieta é algo que tem um efeito em longo prazo. “Se você fez essa dieta durante muitos anos, com a utilização do azeite, obviamente a condição dos seus vasos está melhor do que quem tem uma típica alimentação desregrada, com muita fritura que colabora para entupir as artérias.”

Isso significa que não adianta colocar um azeitinho na salada e depois “se entupir” de coisas gordurosas. Para o estudo fazer sentido, o especialista fala que é preciso apostar em uma mudança na alimentação e no estilo de vida, e o azeite está entre os alimentos que ajuda nesse processo.

Quais as causas da disfunção erétil?

Foto: shutterstock

O especialista explica que a disfunção é quando o homem não consegue atingir uma ereção que possibilite a penetração ou o orgasmo e isso gera uma insatisfação com a vida sexual. Nesse caso, e também quando o homem apresenta ejaculação precoce ou perda de libido, é indicado que ele procure um urologista para tentar descobrir o que está acontecendo.

“Pacientes com problemas de ereção muitas vezes apresentam alterações cardíacas com obstrução das artérias coronárias que podem levar ao infarto agudo do miocárdio. Isso acontece porque ambas doenças (disfunção e coronariopatia) tem a mesma causa, obstrução das artérias por placas de gordura”, alerta Meller.

Além da questão cardíaca, há diversas outras possíveis causas para esse problema. De acordo com o urologista, considerando os pacientes com menos de 50 anos, os fatores mais comuns são causas psicológicas como estresse, insegurança, ansiedade e uso de medicamentos que afetam a libido. Já nos homens com mais de 50 anos, as causas estão ligadas a doença arterial.

Meller também fala que a hipertensão, diabetes mellitus, alto colesterol, doenças neurológicas (AVC, Parkison) são outros exemplos de doenças que levam a essa condição. Fora isso, tabagismo, sedentarismo, uso de medicamentos e cirurgias pélvicas são outras causas comuns de disfunção erétil .

IG

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Silvia disse:

    E para quem tem o grelo duro?

  2. Fábio disse:

    Tô bem na fita, então. Faço exercícios desde meus 25 anos (hoje tenho 47) e consumo azeite extravirgem há bastante tempo. Não tenho do que reclamar. Só tá faltando o cupido dar uma mãozinha.

  3. Cristiano disse:

    INFORMAÇÕES ANTIGAS DO TEMPO DE VOVÓ KKKKKKKKKKKKKKKKKK TENHO 43 ANOS E DESDE OS 10 SEI DISSO BANDO DE BESTA KKKKKKKKK

  4. Tarcísio Eimar disse:

    Pronto, agora o preço do azeite vai subir

Pão não é vilão: dietas com pouco carboidrato prejudicam a longevidade, diz estudo

Cientistas constataram que o ideal é consumir carboidratos moderadamente e que os substitutos de origem vegetal são melhores que os de origem animal

(fcafotodigital/iStock)

Já faz um tempo que as dietas com baixo teor de carboidratos, as chamadas dietas low carb, estão na moda. Elas consistem em, basicamente, uma ingestão cada vez menor de alimentos ricos em carboidratos (como arroz, pão e macarrão). Para compensar, deve-se aumentar as proteínas (carne, ovo) e as gorduras “boas” (castanha, azeite, salmão, sardinha etc.) no cardápio. Sob a promessa de resultados rápidos — questão de semanas — muitas celebridades, como Adriana Lima e Jennifer Lopez, são adeptas da dieta. Mas reduzir o carboidrato assim pode trazer consequências graves no futuro.

Segundo um novo estudo liderado pelo National Institute of Health (NIH), dos EUA, taxas de carboidrato tanto altas quanto baixas foram associadas ao aumento da mortalidade. Além disso, quem substitui o carboidrato por proteína animal tem longevidade menor do que quem faz a troca por proteína vegetal.

Essas conclusões são baseadas em uma pesquisa nos EUA que durou 25 anos e usou os dados de mais de 15 mil participantes. Todos eles preencheram questionários sobre os alimentos e bebidas que consumiam todo dia, enumerando quantidade e tamanho das porções. A partir disso, os pesquisadores estimaram a proporção de calorias provenientes de carboidratos, gorduras e proteínas.

Os resultados mostraram que uma ingestão moderada de carboidrato representou um risco menor de morte quando comparado com a ingestões baixas e altas. Em números, pessoas com 50 anos que apresentavam consumo moderado de carboidrato devem viver em média 33 anos a mais. Já os cinquentões que têm consumo baixo de carbo vivem mais 29 anos. Os cientistas compararam suas conclusões com estudos anteriores gigantes, que incluíram mais de 20 países e 400 mil pessoas, e os resultados encontrados foram os mesmos.

Controvérsias e tipos de substitutos

Essa nova pesquisa examinou a relação da taxa de mortalidade com o consumo de carboidratos, o que é algo novo. “Estas descobertas reúnem várias vertentes que têm sido controversas. Muito ou pouco carboidrato pode ser prejudicial, mas o que mais conta é o tipo de gordura, proteína e carboidrato consumido”, diz Walter Willett, co-autor do estudo.

Os pesquisadores constataram que proteínas e gorduras vegetais são melhores que equivalentes animais no quesito longevidade. Comer mais carnes (bovina, de porco, de frango e de cordeiro) e queijo estava relacionado a um risco maior de morte, quando comparado a opções como legumes e nozes. Ou seja, selecionar apenas o nutriente (carbo, proteína, gordura) não é o suficiente, é preciso se preocupar com sua origem.

“Nossos dados sugerem que dietas de baixo carboidrato com produtos animais, que são predominantes na América do Norte e na Europa, podem estar associadas a um menor tempo de vida e devem ser desencorajadas”, diz Sara Seidelmann, autora do estudo. “Se, em vez disso, alguém escolhe seguir uma dieta com poucos carboidratos, trocá-los por mais gorduras e proteínas vegetais pode realmente promover um envelhecimento saudável a longo prazo”.

Super Interessante

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ana disse:

    Partiu padaria !

  2. Everton disse:

    Gordura vegetal melhor que animal? Que sandice.

Estudo: pessoas que xingam mais têm melhor vocabulário

blog_swearingGeralmente, pais reprimem filhos que falam palavrões. Costumam dizer que as crianças têm boca suja. Pois um estudo publicado na revista “Language Sciences” mostrou que pessoas com a tal boca suja têm melhor vocabulário.

O resultado foi baseado em uma pesquisa liderada pelos psicólogos Kristin e Timothy Jay. Os voluntários tiveram 60 segundos para falar todos os palvrões que conheciam.

Depois, foi pedido a eles que falassem em um minuto os nomes de todos os animais que conheciam.

Os que disseram o maior número de palavrões conseguiram, também, falar o maior número de bichos no tempo estabelecido pelos pesquisadores.

“Falantes que usam palavras consideradas tabus entendem melhor o seu conteúdo expressivo, da mesma forma que compreendem as distinções que devem ser feitas para usar gírias de forma mais apropriada”, disseram os autores do estudo. “A habilidade para usar essas nuances indicam a presença de maior conhecimento linguístico”, acrescentaram.

O Globo, Page Not Found

Estudo: lésbicas têm mais orgasmos que mulheres heterossexuais

102_2011-blog-azulCena de ‘Azul é a cor mais quente’ / Divulgação

Um recente estudo publicado pela revista “Journal of Sexual Medicine” fez uma relação entre orientação sexual e frequência de orgasmos entre homens e mulheres solteiros. Foram analisadas as respostas de 2.850 pessoas, com idades entre 21 e 65 anos, que fizeram sexo nos 12 meses anteriores.

No grupo masculino, os heterossexuais tiveram índice de 85% na frequência de orgasmo nas relações. Entre os gays, uma leve queda: 84,7%. Já os bissexuais apresentaram 77,6%.

No grupo feminino, entretanto, o resultado foi diferente. Heterossexuais apresentaram índice de 61,6%, contra 58% das bissexuais. As que mais disseram sentir orgasmos foram a lésbicas: 74.7%.

O estudo aponta que o índice apresentado pelas homossexuais do sexo femino pode ser atribuído a alguns fatores:

– lésbicas estão mais acostumadas às nuances do corpo feminino, sendo, assim, mais aptas a provocar o orgasmo nas parceiras.

– as relações sexuais entre mulheres tendem a ser mais longas.

– diferenças hormonais.

O Globo

ONS diz que raio é possível causa para o apagão que atingiu 13 estados

Os motivos do apagão de terça-feira ainda são desconhecidos, mas nesta quinta-feira, 6, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) afirmou que a queda de raio é cogitada como uma das hipóteses de causa do blecaute que deixou seis milhões de pessoas sem luz em 13 Estados na terça-feira.

Falha humana e recorde de consumo de energia são hipóteses descartadas, segundo o ONS. O diretor-geral do órgão, Hermes Chipp, negou que o fato de o País estar registrando picos recordes de consumo de energia tenha provocado o apagão da última terça-feira. “Não há relação com isso. “Não há nenhuma linha de transmissão operando fora do limite”, afirmou Chipp, lembrando que as termelétricas estão em operação neste momento, o que reduz o estresse sobre a transmissão.

De acordo com Chipp, o relatório com as conclusões sobre o apagão deverá ser concluído em 15 dias.

Sobre as condições de abastecimento de energia, Chipp afirmou que o ONS está focando no curto prazo para administrar o sistema durante esse período de escassez. “As chuvas virão. Nunca teve um ano em que as chuvas não vieram. Só espero que venham nos lugares adequados para ficarmos mais tranquilos”, afirmou o operador, em referência sobre a necessidade de as chuvas ocorrerem nas principais bacias hidrográficas do País.

Apesar das condições mais adversas, Chipp comentou que os reservatórios do subsistema Sudeste/Centro-Oeste, o mais importante do País, ainda têm uma margem de segurança para aguentar a demanda do sistema até as chuvas ocorrerem. “O sistema terminou o ano em 40% da capacidade e hoje está em 38,8%. Ainda estamos com uma margem grande”, assegurou.

Para lembrar. Vale lembrar que, no final de dezembro de 2012, a presidente Dilma Rousseff mostrou irritação com técnicos do ONS e do Ministério de Minas e Energia que atribuíram aos raios os apagões ocorridos no País. “No dia em que falarem para vocês que caiu um raio, gargalhem”, afirmou a presidente, durante um café da manhã com jornalistas, no Palácio do Planalto.

“Raio cai todo dia neste País, a toda hora. Raio não pode desligar sistema. Se desligou, é falha humana. Raio é derivado de uma coisa chamada chuva, crucial para o sistema funcionar. Não posso querer que tenha chuva e não tenha raio. A nossa briga é para impedir que, quando o raio cai, o sistema pare”, disse Dilma na ocasião.

No ano passado, o governo atribuiu a duas queimadas no Piauí a causa do apagão que atingiu Estados de toda a Região Nordeste em agosto.

Reunião. Hoje, representantes da Aneel, do Ministério das Minas e Energia e das empresas envolvidas no apagão se reuniram na sede do ONS para analisar o incidente, identificando as suas causas e as providencias que devem ser tomadas para evitar novos incidentes.

“Esse relatório só é concluído quando é encaminhado para Aneel, que tem a função de fiscalizar tudo que foi identificado e concluído”, disse Chipp. Após ir para Aneel, o relatório é enviado para o comitê de monitoramento do setor elétrico (CMSE) e os dois órgãos fazem uma avaliação do documento para saber se os procedimentos adotados foram coretos ou se serão necessários novos ajustes.

Chipp deu como exemplo as notícias que dão conta que a carga de energia do metro de São Paulo foi cortada no apagão durante o procedimento de recomposição do sistema. Em tese, isso não deveria ter acontecido por se tratar de uma carga considerada essencial “Isso tem que ser revisto para que possamos isolar essa carga”, afirmou.

Apagão. Na última terça-feira, o País registrou recorde no consumo de energia do País às 14h02, um minuto antes duas falhas quase simultâneos que derrubaram o trecho Miracema (TO) – Colinas (TO) da Interligação Norte – Sudeste.

Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Eduardo disse:

    Da vez passada a desculpa foi a queimada. Agora foi um raio.
    Dá próxima vez que acontecer vão botar a culpa na queimada de novo.

  2. Rosaldo disse:

    Foi o raio que o ParTa…

Rejeição machuca tanto quanto dor física, diz estudo

760878_12801066A rejeição social é tão difícil de suportar quanto a dor física. Um estudo da Escola Médica da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, sugere que o cérebro tem uma reação similar para aliviar o sofrimento de uma rejeição da mesma forma que faz para lidar com o de uma ferida no corpo.

A equipe coordenada por David Hsu também mostrou que pessoas que mostraram altos níveis de resiliência num teste de personalidade apresentaram maiores níveis de ativação natural de analgésicos naturais do organismo. Quando o corpo experiência a dor física, o cérebro libera opioides químicos entre os espaços vazios dos neurônios, o que “amortece” os sinais de dor.

No experimento, 18 adultos olharam para fotos e perfis fictícios de centenas de outros adultos. Cada um selecionou aqueles que considerava mais interessante para iniciar um romance, como fariam num site de namoro. Em seguida, quando os participantes estavam deitados numa tomografia computadorizada, eles eram informados de que os indivíduos que eles achavam atraentes não estavam interessados neles.

Pesquisadores monitoraram o sistema de receptores opioides mu, de ação analgésica, o qual a equipe vem estudando há uma década. As imagens cerebrais dos participantes que estavam experimentando esta forma de rejeição social tinham sistemas opioides altamente ativos, mostrando que o cérebro estava liberando seu analgésico natural.

Antes do início do estudo, os pesquisadores contaram aos participantes que o relacionamento com os perfis não era real, nem o “fora” virtual. Mesmo assim, a rejeição social simulada era o suficiente para causar a resposta cerebral.

– Este é o primeiro estudo a se aprofundar no cérebro humano para mostrar que o sistema de opioide é ativado durante a rejeição social – disse Hsu. – Isto sugere que a liberação de opioide nesta estrutura durante a rejeição social pode ter função adaptativa ou protetora.

– Em geral, os opiáceos são libertados em situações de angústia e isolamento social de animais, mas não tinha sido demonstrado se isto ocorre no cérebro humano – acrescenta.

Hsu ressalta que a personalidade do participantes também desempenha um papel importante na resposta do sistema opioide.

– Indivíduos com as maiores notas para a resiliência no questionário de personalidade tendiam a ser mais capazes de liberar mais opioides durante a rejeição social, especialmente na amígdala – afirmou. – É possível que aqueles com depressão ou ansiedade sejam menos capazes de liberar opioides durante períodos de conflito, e portanto não se recuperam tão rápido ou complemente de uma experiência social negativa.

A equipe concluiu que os caminhos do cérebro de ativação das dores física e social são similares. Estudar esta resposta e sua variação entre as pessoas poderia ajudar a compreender a depressão e a ansiedade, com o desenvolvimento de medicamentos mais eficientes, defendem os cientistas.

O Globo

Bolacha recheada é tão viciante quanto cocaína e morfina, diz estudo

412Os estudantes universitários fizeram suas conclusões usando bolachas da marca Oreo. Os biscoitos, que são fabricados pela Nabisco, uma divisão do grupo empresarial americano Kraft Foods, foram considerados extremamente viciantes, de acordo com estudo feito com ratos.

O professor José Schroeder e seus alunos testaram à teoria em ratos de laboratório e descobriram que eles fizeram uma forte associação com as bolachas – uma reação semelhante ocorreu em ratos que receberam injeções de cocaína ou morfina.

Eles também descobriram que comer bolachas recheadas ativa mais neurônios no “centro do prazer”, uma parte do cérebro associado com exposição às drogas.

O estudo lança um alerta sobre a dependência das pessoas por alimentos com alto teor de gordura e açúcar: “Nossa pesquisa sustenta a teoria de que os alimentos com alto teor de açúcar e gordura estimulam o cérebro da mesma forma que fazem as drogas”, disse o professor Schroeder em entrevista ao jornal britânico Mirror.

“Isso pode explicar por que algumas pessoas não conseguem resistir a esses alimentos, apesar do fato delas saberem que são ruins para elas”, salientou.

O teste envolveu a colocação de ratos em ambos os lados de um labirinto, dando-lhes um biscoito recheado e, para outros, apenas bolinhos de arroz. Um grupo recebeu injeções de morfina e cocaína, outro uma dose de soro fisiológico. Os que receberam drogas se comportaram do mesmo modo que àqueles que apenas receberam biscoitos.

O grupo de pesquisa observou, dentre outras coisas, que ao comer, os ratos partiam o biscoito em pedaços e comiam o centro primeiro, comportamento também observado em muitos seres humanos consumidores do produto.

Jornal Ciência

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Renato disse:

    Walter do Goiás, o gordinho artilheiro, que o diga.

  2. Jander Freire disse:

    Conversa é essa, omi !?!

Município de Natal estuda implantação de política de segurança alimentar e nutricional

17749A Prefeitura do Natal tem total interesse em implantar uma política de Segurança Alimentar e Nutricional que atenda à população, assegurou o Secretário Chefe do Gabinete do Prefeito, Sávio Hackradt, durante reunião com integrantes do Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea/Natal) e Conselho Estadual de Segurança Alimentar (Consea/RN) para discutir a adesão do município ao Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan) e fortalecimento dos colegiados. Todas as medidas necessárias para efetivação dos órgãos colegiados serão adotadas, afirmou o secretário.

A reunião com o secretário foi uma iniciativa do Consea/Natal, com apoio do Consea/RN e teve como objetivo o fortalecimento da política de segurança alimentar e nutricional do âmbito do município de Natal. Segundo a presidente do Consea/Natal, Lúcia de Fátima Azevedo é muito importante que o Município faça adesão ao Sistema Nacional de Segurança Alimentar.

Natal já possui o Conselho e a Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar (Caisan). O desafio é dotar esses órgãos colegiados de condições para que possam oferecer aos natalenses programas e ações de forma mais integradas, com o objetivo de minimizar a vulnerabilidade nutricional da população e a implantação pelo Município de uma política de enfrentamento a insegurança alimentar, condizente com os eixos e estratégias dos órgãos colegiados, explicou Lúcia de Fátima.

O representante do Consea/RN, o Conselheiro Jair Ferreira de Souza, disse o Município do Natal é o único do Estado que possui Caisan e que no âmbito Estadual o Conselho esta comprometido em acompanhar o trâmite quanto à aprovação da Lei Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional. Ele colocou o Consea/RN à disposição do Município para dirimir possíveis dúvidas quando a adesão ao Sisan.

Estudo de 37 anos mostra que problemas sentimentais podem levar à demência

239O estudo é da Suécia e sugere que passar por problemas sentimentais depois da meia-idade aumenta em 21% o risco em desenvolver Alzheimer e 15% em desenvolver algum tipo de demência.

“Mais estudos são necessários para confirmar estes resultados e investigar se mais intervenções, tais como gestão do estresse e terapia comportamental, devem ser iniciadas em indivíduos que sofrerem de pressões psicossociais”, disse um dos pesquisadores da Universidade de Gotemburgo em entrevista à revista BMJ Abrir.

Ao total, 800 mulheres suecas foram submetidas a testes entre os anos de 1968 a 2005. Registros médicos e outras informações psiquiátricas foram usados para determinar o risco que uma pessoa tem em desenvolver demência ao longo de 37 anos.

Durante o estudo, 153 pessoas, o equivalente a 20% dos pacientes, desenvolveram demência, dos quais 104 desenvolveram Alzheimer.

Estresse psicológico tem sido associado com o aumento da produção de fatores inflamatórios no cérebro e, com uma freqüência aumentada, doenças cardiovasculares.

Jornal Ciência

Pessoas excessivamente ricas não são mais felizes, diz estudo

118Ter montanhas de dinheiro não significa necessariamente ser dono da chave para a felicidade.

Pesquisa da Universidade de Princeton revelou que para as pessoas alcançarem à felicidade seria necessário uma renda de 75.000 dólares ao ano, o que equivale aproximadamente R$ 13.300,00 reais por mês. Se a pessoa ganhar acima deste valor, aparentemente, não surtirá efeitos em seu estado emocional, estimulando até o estado de exaustão, estresse e tristeza, ao longo do dia-a-dia.

É válido salientar que a segurança financeira é importante para alimentar a felicidade, dando condições de conseguir manter de forma confortável a alimentação, a moradia, despesas adicionais, transporte e lazer e guardar uma pequena quantia de dinheiro na poupança para imprevistos. Acima disso, o dinheiro parece não ter nenhum poder sobre a felicidade ou o bem estar, impedindo o sentimento de plenitude.

Geralmente as pessoas felizes possuem uma espécie de “conduta”, preocupando-se muito mais com o presente do que com passado e o futuro. Não poderemos nunca prever o que vai acontecer no futuro, tão pouco temos algum controle sobre o que já passou. Este é o princípio de algumas pessoas que são felizes.

Pesquisas compiladas de algumas revistas americanas mostram que a felicidade está em pessoas que não possuem desejo de governar suas vidas. Elas possuem satisfação com o que já tem, não preocupando com ter mais. É como se o capitalismo não exercesse fascínio pleno nestas pessoas, não necessitando comprar coisas de que não necessitam para alimentar uma carência interna.

Apesar de sugestiva, a pesquisa revela as pessoas extremamente ricas passam muito tempo pensando em duplicar suas fortunas, gastando o presente para imaginar como será o futuro. Isso, ao longo dos anos, gera fadiga e pode levar os milionários ou bilionários à depressão.

Jornal Ciência

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. ALEX DUBEUX disse:

    ENTÃO DEPOSITA NA MINHA CONTA PQ EU QUERO FICAR TRISTEE

Mais de cinco mil mortes por arma de fogo foram registradas no RN entre 2000 e 2010

Números alarmantes: 5.101 mortes. Esses são os óbitos por armas de fogo registrados entre os anos de 2000 e 2010 no estado do Rio Grande do Norte. Os dados são do Mapa da Violência 2013 divulgados nessa quinta-feira (17), e que dirigiram os olhos da imprensa nacional, negativamente, para o nosso Estado.

Segundo as estatísticas, a menor quantidade de mortes causadas por armas de fogo ocorreram ano de 2000, quando foram contabilizados 272 óbitos. Em contrapartida, o maior número de mortes no período levantado foi em 2009, com 761 casos. Dentre os nove estados da região Nordeste, o território potiguar aparece em sexto lugar no ranking do estudo. A desigualdade social e tráfico de drogas são os maiores responsáveis pela onda de violência.