O fundador e ex-principal acionista da rede varejista Ricardo Eletro, Ricardo Nunes, foi preso no estado de São Paulo, em operação de combate à sonegação fiscal e lavagem de dinheiro deflagrada na manhã desta quarta-feira por uma força-tarefa composta por Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Secretaria de Estado de Fazenda e Polícia Civil.
Outros dois empresários do ramo de eletrodomésticos e eletroeletrônicos são alvos da operação, que recebeu o nome de “Direto com o Dono”., segundo o G1.
As investigações indicam que cerca de R$ 400 milhões em imposto devidos ao Estado de Minas Gerais teriam sido sonegados ao longo de mais de cinco anos.
De acordo com o Ministério Público de Minas Gerais, estão sendo cumpridos três mandados de prisão e quatorze mandados de busca e apreensão expedidos pela Vara de Inquéritos de Contagem. Os mandados são cumpridos em alvos localizados nos municípios mineiros de Belo Horizonte, Contagem e Nova Lima, e também nas cidades de São Paulo e Santo André.
O MPMG acrescenta que as empresas da rede de varejo cobravam dos consumidores, embutido no preço dos produtos, o valor correspondente aos impostos. No entanto, os investigados não faziam o repasse e se apropriavam desses valores.
O montante da sonegação com o Estado de Minas Gerais chega a R$ 400 milhões, mas a mesma rede tem dívidas vultosas em praticamente todos os Estados onde possui filiais.
Além dos mandados de prisão, a justiça já determinou o sequestro de bens imóveis do dono do negócio, avaliados em cerca de R$ 60 milhões, com a finalidade de ressarcir o dano causado ao Estado de Minas Gerais.
A investigação ganhou força após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), de novembro de 2019, que definiu como crime a apropriação de ICMS cobrado de consumidores em geral e não repassados ao Estado.
A Ricardo Eletro encontra-se em situação de recuperação extrajudicial, sem condições de arcar com suas dívidas, já tendo fechado diversas unidades e demitido dezenas de trabalhadores.
O MPMG ressalta, no entanto, que Ricardo Nunes, o principal dono do negócio, possui dezenas de imóveis, participações em shoppings na região metropolitana de Belo Horizonte e fazendas.
Os bens imóveis não se encontram registrados em nome do investigado, mas de suas filhas, mãe e até de um irmão, que também são alvos da operação desta quarta-feira. O crescimento vertiginoso do patrimônio individual do principal sócio ocorreu na mesma época em que os crimes tributários eram praticados, o que caracteriza, segundo a força-tarefa, crime de lavagem de dinheiro.
A operação conta com a participação de três promotores de Justiça, 60 auditores-fiscais da Receita Estadual, quatro delegados e 55 investigadores da Polícia Civil.
Esses amigos patriotas não são muito patriotas não. Conheço alguns patriotas de excelente condições financeiras, que ensinam outros amigos patriotas de bolso bom a driblar o leão e ainda receber benefícios sociais destinados aos pobres.
Agora, vá um empresário ou mesmo um simples contribuinte pessoa física tentar fraudar o fisco norte-americano : é cadeia na certa !! ( que o diga Al Capone, rsrsrsrsrsrs.).
O brasileiro tem é que aprender a valorizar os impostos que paga, cobrando e fiscalizando SEMPRE os políticos que administram esses recursos, e não passando a mão na cabeça de picaretas.
A Polícia Federal realiza nesta terça-feira (7) a Operação Serôdio e cumpre nove mandados de busca e apreensão em Aracaju e Nossa Senhora do Socorro para apurar desvio de verbas públicas, associação criminosa, corrupção, fraudes na licitação e na execução do contrato para montagem da estrutura do Hospital de Campanha de Aracaju. Um dos alvos é a sede da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). A investigação aponta indícios de que a empresa contratada foi favorecida.
Durante a análise, foi identificado que a proposta vencedora continha as mesmas incorreções gramaticais de outras duas propostas. A PF informou que “é improvável que a mesma falha de redação tenha sido cometida por três redatores diferentes de três empresas diversas” e que isso pode mostrar combinação entre elas para apresentar os orçamentos.
A unidade começou a funcionar no dia 21 de maio, atendendo pacientes com a Covid-19 em casos de baixa e média complexidade. O contrato investigado foi celebrado pela Secretaria de Saúde de Aracaju, por meio de dispensa de licitação, e é custeado com recursos da União, envolvendo o montante de R$ 3.258.000, repassados ao município para o enfrentamento à pandemia.
O G1 entrou em contato com a SMS, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.
A Controladoria-Geral da União (CGU/SE) também participa da investigação. Os órgãos solicitaram cópia de todo o procedimento licitatório à secretaria e a documentação foi enviada, segundo a PF, após o terceiro pedido, e depois de Recomendação do Ministério Público Federal. Na documentação havia cópias de e-mails, orçamentos, propostas, termos de referência, justificativas e outros. Após análise, foram revelados indícios de favorecimento a determinado empresário.
A Polícia Federal ainda disse que, no procedimento licitatório foi desconsiderada a divisão do objeto licitado, que envolvia a locação de cobertura e estrutura completa, a climatização das coberturas e a locação de contêineres. Os serviços foram agrupados, impedindo que licitantes oferecessem propostas separadamente para cada item. E que essa decisão restringiu excessivamente a concorrência e elevou o custo da contratação.
Há ainda indícios de que a empresa contratada teria apresentado estrutura de climatização insuficiente para o ambiente a ser instalado e, mesmo assim, foi aprovada.
Ainda são investigadas outras contratações para o hospital, a exemplo das redes de gases, elétrica e hidro sanitária.
A PF também informou que um laudo pericial indicou a existência de sobre preço na locação da estrutura de climatização e na locação de contêineres. O documento também apontou que a estrutura para implantação do hospital não está sendo executada conforme previsto no termo de referência. Os peritos federais identificaram as seguintes divergências:
Utilização de piso de marca divergente daquela que foi especificada em termo de referência;
Inexistência de instalações elétricas, hidráulicas, sanitárias, de dados e voz, sendo que – no projeto básico – havia previsão dessas instalações;
O custo da locação de cada aparelho de ar condicionado por seis meses chega a quase três vezes o custo de sua aquisição;
Pé-direito mínimo inferior ao previsto em projeto básico.
Covid-19 em Sergipe
O estado tem mais de 30,7 mil casos confirmados do novo coronavírus e 826 vítimas. A capital tem mais de 17,3 mil casos e 356 pessoas mortas pela doença.
Até o último boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), o ocupação de unidades de terapia intensiva (UTIs) na rede pública era de 80,9% e na particular, ultrapassava os 118% – neste caso, pacientes excedentes vão para leitos de contingenciamento abertos pelos próprios hospitais em leitos que antes não eram destinados à Covid-19.
A força-tarefa da Operação Lava Jato em São Paulo denunciou o senador e ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB), 78, por lavagem de dinheiro. A Polícia Federal faz buscas contra ele na manhã desta sexta-feira (3).
A assessora de imprensa de Serra disse que a defesa do ex-governador ainda não teve acesso ao conteúdo dos autos e que irá se pronunciar após tomar conhecimento do processo.
Segundo o Ministério Público Federal, a Odebrecht pagou a José Serra cerca de R$ 4,5 milhões entre 2006 e 2007, supostamente para usar nas suas campanhas ao governo do estado de São Paulo; e cerca de R$ 23 milhões (atualizados em R$ 191,5 milhões), entre 2009 e 2010, para a liberação de créditos com a Dersa, estatal paulista extinta no ano passado (leia mais abaixo)
Serra não vai responder a crimes atribuídos a ele até 2010, como corrupção, por exemplo, porque o ex-governador tem mais de 70 anos e os crimes prescreveram – o tempo de prescrição cai à metade quando a pessoa tem mais de 70 anos).
O tucano, entretanto, responderá por supostos crimes de lavagem de dinheiro que ocorreram após essa data, e que, segundo o MPF, foram cometidos até 2014. Segundo a denúncia, a cadeia de transferência e ocultação do dinheiro ocorreu de 2006 a setembro de 2014 e foi controlada pela filha Verônica.
Em nota, a Odebrecht diz colaborar com a Justiça. “A Odebrecht, hoje comprometida com atuação ética, íntegra e transparente, colabora com a Justiça de forma permanente e eficaz para esclarecer fatos do passado”.
Veja quem foi denunciado
José Serra: senador, ex-governador de SP denunciado duas vezes por lavagem de dinheiro
Verônica Serra, filha de Serra, denunciada duas vezes por lavagem de dinheiro
Como funcionou o esquema, segundo o MPF
No fim de 2006, conforme apontado na denúncia, Serra – que ainda não era governador de SP – solicitou ao executivo da Braskem Pedro Novis – que intermediava a relação com a Odebrecht e hoje é colaborador da Justiça – pagamento de R$ 4,5 milhões e pediu para receber o montante não no Brasil, mas no exterior, por meio da offshore Circle Techincal Company, indicada pelo empresário José Pinto Ramos, amigo de Serra por anos.
Ainda de acordo com a operação, Ramos e Verônica Serra, filha do ex-governador, constituíram empresas no exterior, ocultando seus nomes, e por meio delas receberam os pagamentos que a Odebrecht destinou ao então governador de São Paulo. Ramos é citado como responsável pela operação das transferências, mas não foi denunciado pelo MPF.
O MPF ainda afirma que Ramos e Verônica realizaram transferências para dissimular a origem dos valores e os mantiveram em uma conta de offshore controlada por Verônica Serra, de maneira oculta, até o final de 2014, quando foram transferidos para outra conta de titularidade oculta, na Suíça. O MPF obteve autorização na Justiça Federal para o bloqueio de cerca de R$ 40 milhões em uma conta no país.
Ramos não foi denunciado porque os crimes atribuídos a também prescreveram por ele ter mais de 70 anos.
Buscas contra empresário
Na operação desta sexta (3), a PF cumpre oito mandados de buscas e apreensão em São Paulo e no Rio de Janeiro.
Em São Paulo, além de José Serra, a PF cumpriu mandados de busca e apreensão um imóvel na Vila Nova Conceição, na Zona Sul da cidade.
No endereço, o alvo da operação é o empresário Ronaldo Cezar Coelho, que foi também tesoureiro do PSDB. Ele não é citado na denúncia apresentada pelo MPF.
À TV Globo, o advogado Jorge Salomão, responsável pela defesa do empresário, disse que o escritório de advocacia dele foi acionado por Coelho para acompanhar a busca e apreensão, mas que nada foi levado pelos agentes da PF. “Nada foi apreendido. A investigação é sigilosa e não temos detalhes do que vieram buscar”, disse.
Empresas ligadas ao empresário no Rio de Janeiro também foram alvos. “Não sei qual é a relação e se há relação entre o senador Serra e o meu cliente”, disse o advogado.
A denúncia é uma das etapas das investigações. Após ela ser apresentada, a Justiça decide se a aceita ou não. Posteriormente, se aceitar, decide se condena ou absolve os réus.
‘Follow the money’
Os procuradores chegaram à conclusão que houve lavagem de dinheiro usando a técnica “follow the money”, “siga o dinheiro”.
A denúncia encaminhada pela força-tarefa da Lava Jato em São Paulo para a 6ª Vara Federal Criminal no estado contra o senador e ex-governador José Serra (PSDB) e sua filha Verônica Allende Serra diz que os dois praticaram lavagem de dinheiro de obras do Rodoanel Sul no exterior de 2006 a 2014. Serra foi governador de São Paulo de 2007 a 2010.
Esse dinheiro, segundo a denúncia, era proveniente de crimes como:
corrupção passiva e ativa
fraudes à licitação
cartel
O dinheiro vinha da construtora Odebrecht que manteve contratos públicos com o governo de São Paulo.
A Odebrecht chegou a pagar R$ 4,5 milhões entre 2006 e 2007 para a campanha de Serra ao governo de São Paulo. Serra indicou que queria receber esse montante no exterior, por meio da offshore do empresário José Amaro Pinto Ramos
Depois, a Odebrecht pagou, entre 2009 e 2010, cerca de R$ 23,3 milhões (R$ 191,5 milhões em valor atualizado) a Serra para a liberação de créditos com a Dersa, estatal paulista extinta no ano passado.
A relação de Serra com a Odebrecht era intermediada pelo executivo da Braskem e hoje colaborador da Justiça Pedro Augusto Ribero Novis, seu vizinho em São Paulo.
Por isso, Serra ganhou o codinome “vizinho” nas planilhas da Odebrecht.
“Em razão dessa proximidade, cabia sempre a Pedro , em nome da Odebrecht, receber de José Serra, em encontros realizados tanto em sua residência quanto em seu escritório político, demandas de pagamentos, em troca de ‘auxílios’ diversos à empreiteira, como os relativos a contratos de obras de infraestrutura e a concessões de transporte e saneamento de seu interesse.”
Pagamentos
A Odebrecht fazia os pagamentos de propinas por meio do “Setor de Operações Estruturadas”. Fazendo “pagamento indevido”, “no fim de 2006 a Pedro Novis (na condição de representante da companhia), e realizou, entre 2006 e 2007, várias transferências, a partir da offshore Klienfeld Services Ltd, controlada por Olívio Rodrigues Júnior , no total de 1.564.891,78 euros à offshore Circle Technical, pertencente a José Amaro, tendo como beneficiário final José Serra.”
Quando Moro era juíz e ministro nunca fizeram nenhuma operação com os corruptos do PSDB, foi só sair do governo a lava-jato começou a investigar os tucanos, será que o PT tinha razão quando dizia que Moro era tucano… ?
Policiais civis da 5ª Delegacia Regional de Polícia (DRP) de Macau, com apoio das Delegacias Municipais de Pendências, Ipanguaçu e Angicos, realizaram, nessa quarta-feira (01), uma operação conjunta à Polícia Rodoviária Federal (PRF), visando o combate ao trânsito de veículos clonados, adulterados, com registro de roubo ou furto, conduzidos por adolescentes, causando perturbação e prática de direção perigosa.
Na ocasião, foram apreendidas 47 motocicletas, que estavam sem placas, sendo conduzidas por adolescentes. Os veículos ainda apresentavam sinais de adulterações, possuindo canos estourados e entre outras irregularidades. Ainda durante as diligências, um homem foi preso pela prática do crime de porte ilegal de armas, mas pagou fiança e foi liberado. Ele também foi autuado pela suspeita da prática de crime ambiental.
A 5ª DRP informou ainda que as diligências continuam e serão estendidas para outras cidades da região. A Polícia Civil solicita que a população continue enviando informações de forma anônima através do Disque Denúncia 181.
Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS
POR FAVORRRRR POLICIA FEDERAL, ESTADUAL, MUNICIPAL, ENFIM A QUEM DE DIREITO…QUANDO VOCÊS COMEÇARAO A PUNIR AS MOTOCICLETAS COM CANOS BARULHENTOS???? AS LOJAS DE SCAPP TAMBEM DEVEM DESCARTAR ESSE MATERIAL…ANIMAIS, IDOSOS, A POPULACAO EM GERAL NAO AGUENTAM MAIS ESSA POLUICAO SONORA…FAÇAM O TRABALHO DE VOCES, PELO AMOR DE DEUS….NOS AJUDEM…BG POR FAVOR..NOS AJUDE
Cadê os deputados estaduais que estavam passando a mão na cabeça desses desordeiros e até meliantes que conduziam motocicletas roubadas, adulteradas, com documentação atrasada e a maioria sem capacetes e habilitação, esses deputados irresponsáveis fazem pressão sobre a governadora Fatima Bezerra para que as polícias estaduais não atuem para coibir essas irregularidades, provocando até mesmo a destituição do comando do CPRE de um coronel Silva Júnior que desenvolvia um grande trabalho para coibir esses delitos.
BG, vale informar ao setor competente do trânsito, que muitos transportadores em motocicletas estão trafegando nas ruas sem os piscas traseiros, pois os retiram para colocar aquelas caixa-bau de transporte. Hj mesmo fui trancado por duas motos com estas características, fazendo a ultrapassagem e virando à direita. Sem as setas, não podem indicar a direção. Infração nos Art. 29, 35 e 196 do Código Brasileiro de Trânsito. Será que o sistema de trânsito em Natal funciona???
BG.
Aqui em Natal também muitas motos sem silenciosos que fazem um barulho ensurdecedor, também caminhões com canos de descarga sem silenciosos, um ACINTE a população que vive acuada com tantos desmandos de condutores IRRESPONSÁVEIS com pertubação da Lei do silencio. Apreensões, multas e recolocar o silencioso original que os fabricantes colocam e esses IMBECIS retiram.
Coronavírus: o governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), inaugura o hospital de campanha Nilton Lins, em Manaus. Foto: Divulgação/Secom-AM
A secretaria de Saúde do Amazonas, Simone Papaiz, foi presa na operação da Polícia Federal desta terça-feira (30) que investiga desvios na compra de respiradores no estado.
De acordo com fontes da Polícia Federal, trata-se de um dos 8 mandados de prisão que estão sendo cumpridos. A prisão é temporária, ou seja, em um primeiro momento deve durar 5 dias.
O governo de Wilson Lima (PSC) vem se defendendo das acusações. No início do mês, a secretária defendeu a regularidade da compra dos respiradores e rechaçou chances de prisão.
“Não há possibilidade de ninguém ser processado. O administrativo de aquisição aconteceu como é previsto em lei. A secretaria do estado abriu o processo de aquisição dos equipamentos baseados em questões técnicas e o quantitativo não foi absurdo. Então não temos nenhuma possibilidade de prisão, de forma alguma”, afirmou Simone Papaiz na ocasião.
Outros funcionários e ex-funcionários de governo também foram alvos, além de empresários.
A suspeita de desvio é investigada em uma CPI na Assembleia Legislativa do Amazonas. No início da pandemia, o governador do estado chegou a responder a um pedido de impeachment por suposto mau uso de recursos públicos e gestão. Esse caso foi arquivado. Há um segundo pedido em curso, diante das investigações envolvendo a compra de respiradores.
“Não tenho dúvida que dá gás ao processo de impeachment. A cúpula de saúde era da confiança do vice governador (Carlos Almeida). Era impossível o governo não saber. Havia uma quadrilha montada na secretaria de saúde para lesar o contribuinte em plena calamidade pública”, afirmou o líder da oposição no Amazonas, Wilker Barreto (Podemos), à CNN.
Wilson Lima não estava no Amazonas no momento da operação. Ele está em Brasília.
Até o momento, duas pessoas foram presas: Leonardo Gouvêa da Silva (conhecido como “MAD”) e Leandro Gouvêa da Silva (“Tonhão”). Foto: Reprodução
Equipes da Polícia Civil do Rio de Janeiro e do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado do Rio de Janeiro (Gaeco), do Ministério Público do Rio (MPRJ), deflagaram, na manhã desta terça-feira (30), a Operação Tânatos. Os agentes cumprem 20 mandados de busca e apreensão e 4 de prisão relacionados à investigação sobre o “escritório do crime”. A operação de hoje é um desdobramento das investigações que apuram o assassinato da veredora Marielle Franco e do motorista dela Anderson Gomes.
Até o momento, duas pessoas foram presas: Leonardo Gouvêa da Silva (conhecido como “MAD”), na Vila Valqueire, na Zona Oeste da cidade, e Leandro Gouvêa da Silva (“Tonhão”), no bairro de Quintino, Zona Norte. Os policiais estão nos bairros do Leblon e Barra da Tijuca e na favela Jorge Tuco, na Zona Norte da capital fluminense.
A operação mira chefes do “escritório do crime”, uma milícia formada por assassinos de aluguel que atua na Zona Oeste da cidade e que teria envolvimento com o assassinato de Marielle e Anderson, executados em março de 2018.
Ação conta com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), da Corregedoria-Geral da Polícia Militar (PMRJ) e da Coordenação-Geral de Combate ao Crime Organizado da Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça e Segurança Pública (SEOPI/MJSP).
A operação desta terça é resultado de três denúncias apresentadas pelo Gaeco/MPRJ, que descrevem os crimes cometidos pelo “Escritório do Crime”, o qual tinha ligação com Adriano Magalhães da Nóbrega (“Capitão Adriano”). Ele foi denunciado na Operação Intocáveis, em janeiro de 2019, e teve prisão decretada. Acabou morto por agentes do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar do RJ no dia 9 de fevereiro de 2020, durante uma operação que visava capturá-lo.
Em uma das denúncias apresentadas, afirma-se que o grupo criminoso emprega uso ostensivo de armas de fogo de grosso calibre. A agressividade e destreza nas ações finais revelam um padrão de execução. Fortemente armados e com trajes que impedem identificação visual, como balaclava e roupas camufladas, os atiradores desembarcam do veículo e seguem até o alvo, executando-o sem chances de defesa.
De acordo com o MPRJ, a organização possui estrutura ordenada e voltada principalmente para o planejamento e execução de homicídios encomendados mediante pagamento em dinheiro ou outra vantagem. Leonardo Gouvêa ocupa cargo de chefia e é encarregado da negociação, planejamento, operacionalização e coordenação quanto à divisão de tarefas. Já Leandro Gouvêa, irmão e homem de confiança de Leonardo, atua como motorista do grupo e é responsável pelo levantamento, vigilância e monitoramento das vítimas.
Operação Submersus 2
No dia 10 de junho, a polícia do RJ prendeu mais um suspeito de participação no crime durante a Operação Submersus 2, que cumpriu mandados de prisão e de busca e apreensão em diversos endereços da capital fluminense.
O sargento do Corpo de Bombeiros Maxwell Simões Corrêa, mais conhecido como Suel, foi preso num condomínio de luxo no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio, onde a polícia também apreendeu uma BMW X6 avaliada em mais de R$ 170 mil. Seu salário na corporação é de cerca de R$ 6 mil por mês.
Ele é suspeito de ter ajudado a esconder armas dos acusados, entre elas, a que foi usada na emboscada contra a vereadora e o motorista dela. O militar já era investigado por agentes da Divisão de Homicídios da Capital e do Gaeco.
O nome de Maxwell apareceu nas investigações após a prisão de Ronnie Lessa e do ex-policial militar Élcio Vieira de Queiroz, em março do ano passado.
Ronnie Lessa foi preso em março de 2019 suspeito de ser o homem que atirou na vereadora e no motorista Anderson Gomes, segundo denúncia do Ministério Público. Já o ex-PM Élcio Vieira de Queiroz, preso na mesma época, é suspeito de ter dirigido o Cobalt prata usado na emboscada contra Marielle.
A operação desta terça é resultado de três denúncias apresentadas pelo Gaeco/MPRJ, que descrevem os crimes cometidos pelo “Escritório do Crime”, o qual tinha ligação com Adriano Magalhães da Nóbrega (“Capitão Adriano”). Ele foi denunciado na Operação Intocáveis, em janeiro de 2019, e teve prisão decretada. Acabou morto por agentes do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar do RJ no dia 9 de fevereiro de 2020, durante uma operação que visava capturá-lo.
Em uma das denúncias apresentadas, afirma-se que o grupo criminoso emprega uso ostensivo de armas de fogo de grosso calibre. A agressividade e destreza nas ações finais revelam um padrão de execução. Fortemente armados e com trajes que impedem identificação visual, como balaclava e roupas camufladas, os atiradores desembarcam do veículo e seguem até o alvo, executando-o sem chances de defesa.
De acordo com o MPRJ, a organização possui estrutura ordenada e voltada principalmente para o planejamento e execução de homicídios encomendados mediante pagamento em dinheiro ou outra vantagem. Leonardo Gouvêa ocupa cargo de chefia e é encarregado da negociação, planejamento, operacionalização e coordenação quanto à divisão de tarefas. Já Leandro Gouvêa, irmão e homem de confiança de Leonardo, atua como motorista do grupo e é responsável pelo levantamento, vigilância e monitoramento das vítimas.
O sargento do Corpo de Bombeiros Maxwell Simões Corrêa, mais conhecido como Suel, foi preso num condomínio de luxo no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio, onde a polícia também apreendeu uma BMW X6 avaliada em mais de R$ 170 mil. Seu salário na corporação é de cerca de R$ 6 mil por mês.
Ele é suspeito de ter ajudado a esconder armas dos acusados, entre elas, a que foi usada na emboscada contra a vereadora e o motorista dela. O militar já era investigado por agentes da Divisão de Homicídios da Capital e do Gaeco.
O nome de Maxwell apareceu nas investigações após a prisão de Ronnie Lessa e do ex-policial militar Élcio Vieira de Queiroz, em março do ano passado.
Ronnie Lessa foi preso em março de 2019 suspeito de ser o homem que atirou na vereadora e no motorista Anderson Gomes, segundo denúncia do Ministério Público. Já o ex-PM Élcio Vieira de Queiroz, preso na mesma época, é suspeito de ter dirigido o Cobalt prata usado na emboscada contra Marielle.
A Polícia Civil e o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) iniciaram nesta terça-feira (30) a Operação Tânatos, contra denunciados por chefiar o Escritório do Crime.
O grupo, formado por policiais, ex-policiais e milicianos, é investigado por uma série de execuções.
Até a última atualização desta reportagem, dois dos quatro alvos tinham sido presos: os irmãos Leandro e Leonardo Gouvêa da Silva — o Tonhão e o Mad. Um terceiro homem foi preso.
O MPRJ afirma que os denunciados possuíam ligação estreita com Adriano Magalhães da Nóbrega, o Capitão Adriano, morto em confronto com a polícia em fevereiro deste ano, na Bahia.
A Polícia Civil sustenta que Mad assumiu o comando do Escritório do Crime com a morte de Adriano.
O grupo chegou a ser investigado pelo atentado contra a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes.
‘Agressividade e destreza’
O juiz Bruno Rulière, da 1ª Vara Criminal Especializada do Tribunal de Justiça do RJ, expediu ao todo quatro mandados de prisão e 20 de busca e apreensão.
Segundo as investigações, pistoleiros da quadrilha praticam execuções por encomenda há mais de 10 anos.
Numa das denúncias apresentadas, o MP descreve que na atuação do grupo criminoso há emprego ostensivo de armas de fogo de grosso calibre. “A agressividade e destreza nas ações finais revelam um padrão de execução”, descreve o MPRJ.
“Fortemente armados e com trajes que impedem identificação visual, tais como balaclava e roupas camufladas, os atiradores desembarcam do veículo e progridem até o alvo executando-o sem chances de defesa”, emendam os promotores.
Leonardo, o Mad ou Paraíba, estava em casa, uma mansão em Vila Valqueire, na Zona Oeste do Rio.
Um terceiro homem, que não era alvo da Operação Tânatos mas tinha um mandado de prisão por homicídio, estava na casa de Tonhão e foi preso.
Os alvos
Anderson de Souza Oliveira, o Mugão;
Leandro Gouveia da Silva, o Tonhão, preso;
Leonardo Gouveia da Silva, o Mad ou Paraíba, preso;
João Luiz da Silva, o Gago.
Dois anos de investigações
A investigação começou em 2018, depois do depoimento de Orlando de Araújo, o Orlando Curicica.
Orlando chegou a ser apontado como executor da vereadora Marielle e revelou a existência do Escritório do Crime. Segundo Orlando, agentes da DH da Capital recebiam propina para não investigar os homicídios cometidos por esse grupo criminoso.
Um deles é a morte de Marcelo Diotti da Mata, fuzilado no estacionamento de um restaurante na Barra da Tijuca no mesmo dia em que a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson foram mortos.
Diotti, que já havia sido preso por homicídio e exploração de máquinas de caça-níqueis, era marido de Samantha Miranda. Samantha já foi casada com o ex-vereador Cristiano Girão, apontado como chefe da milícia da comunidade Gardênia Azul.
Grupo de miliciano morto na Bahia
A polícia afirma que também fazia parte do Escritório do Crime o miliciano Adriano Magalhães de Nóbrega, apontado como chefe.
Depois de mais de um ano foragido, Capitão Adriano foi morto em um confronto com policiais em um sítio na zona rural da cidade de Esplanada, na Bahia, em fevereiro deste ano.
O MP aponta que Adriano mandou matar Diotti, de quem era desafeto.
A PF (Polícia Federal) inicia nesta sexta-feira (26) uma ação contra hackers que invadiram dados privados de servidores e autoridades públicas. Entre eles estaria, segundo o site do jornal O Estado de S.Paulo, exames do presidente Jair Bolsonaro divulgados durante a pandemia.
A Operação Capture the flag cumpre três mandados judiciais de busca e apreensão no Rio Grande do Sul e Ceará.
A investigação suspeita de acesso ilícito a dados pessoais de mais de 200 mil servidores e autoridades “com o objetivo de intimidar e constranger tanto as instituições quanto as vítimas que tiveram seus dados e intimidade expostos”.
Entre os alvos, estariam sistemas de universidades federais, prefeituras e câmaras de vereadores municipais nos estados do Rio de Janeiro, Paraná, Goiás e Rio Grande do Sul, de um governo estadual e diversos outros órgãos públicos. Somente no Rio Grande do Sul, foram mais de 90 instituições invadidas pelos hackers.
A investigação se concentra na apuração dos crimes de invasão de dispositivo informático, corrupção de menores, estelionato e organização criminosa, mas há indícios, ainda, de compras fraudulentas pela internet e fraudes bancárias.
O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e o Batalhão de Choque da Polícia Militar (PM) iniciaram, na manhã desta terça-feira (23) em Belo Horizonte, uma operação na casa da madrinha de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, em busca da mulher dele, Márcia Oliveira Aguiar, que está foragida.
A operação, feita em parceria com o Ministério Público do Rio de Janeiro, ocorre no bairro São Bernardo, na Região Norte de Belo Horizonte.
Queiroz foi preso no começo da manhã de quinta-feira (18) em Atibaia, no interior de São Paulo. No mesmo dia, foi decretada a prisão da mulher dele, Márcia Oliveira de Aguiar, que não se apresentou à polícia e não foi encontrada.
Os mandados desta terça são de busca e apreensão, mas Márcia pode ser presa caso seja encontrada, por causa da ordem de prisão da quinta. Não foram divulgados quantos mandados foram expedidos nesta terça.
Casa da madrinha de Queiroz
A casa alvo da operação em Belo Horizonte pertence à madrinha de Queiroz, dona Penha, que morreu neste mês. Agora vivem no local primas e sobrinha do ex-assessor de Flávio Bolsonaro.
A suspeita é que a mulher de Queiroz tenha ido para essa casa. Uma das primas, Kassia, é bem próxima de Márcia e de Queiroz. No início da manhã, promotores conversavam com parentes de Queiroz na casa.
O MP já havia identificado a vontade que Márcia tinha de se esconder caso tivesse prisão decretada. As mensagens trocadas entre Márcia Oliveira e Queiroz que a Promotoria identificou em novembro do ano passado apontavam, no entanto, que a mulher gostaria de ir para São Paulo caso tivesse a prisão decretada.
Rachadinha e prisão de Queiroz
O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, é apontado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro como chefe de uma organização criminosa que atuou em seu gabinete no período em que foi deputado da Assembleia Legislativa do estado (Alerj). Entre 2003 e 2018, ele cumpriu quatro mandatos parlamentares consecutivos.
As investigações apontam para um esquema conhecido como “rachadinha”, em que parte do salário de funcionários do então deputado era devolvido, e o dinheiro era lavado por meio de uma loja de chocolates e aplicado em imóveis.
Ao autorizar a prisão do ex-assessor de Flávio Bolsonaro no último dia 18, o juiz Flávio Itabaiana, da 27ª Vara Criminal, apontou repasses de ex-assessores para conta de Queiroz no valor de R$ 2.039.656,52 e saques na conta do investigado que totalizam quase R$ 3 milhões.
Queiroz foi encontrado pela polícia dentro da casa do advogado Frederick Wassef, que fez a defesa da família Bolsonaro em alguns casos. Wassef foi, inclusive, responsável pela defesa de Flávio no caso da rachadinha.
Pelo Coaf era 600 mil que o Coaf contabiliza entrada e saída na ordem de 1.200 ai ja subiram 2.milhões e querem chegar a 3 milhões, ( o que é soma dos valores de todos , entrada e saída ), o detalhe é que prenderam o Queiroz e vão preder a esposa, mais é os outros da ALRJ que chegaram a movimentar quase 50 milhões ? esse não servem ? estão livres ? se a MPRJ começa a prender todos da lista e fica só o Queiroz ai tudo bem mais, só prender o Queiroz ai fica a operação é direcionadissima.
ASSISTA AQUI em reportagem na íntegra. Foto: Reprodução/CNN
O momento em que a Polícia Civil entra na casa em que estava policial militar reformado Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), foi registrado em vídeo. Ele foi preso em Atibaia, no interior de São Paulo, na manhã desta quinta-feira (18).
Segundo o colunista Igor Gadelha, Queiroz estava em um imóvel de Frederick Wassef, advogado do senador.
O mandado de prisão é do Rio de Janeiro e, segundo apurado pela CNN, Queiroz está sendo levado para a sede da Polícia Civil em São Paulo e, depois, será encaminhado para o Rio de Janeiro.
Em outro registro, após a prisão, o comboio da polícia aparece seguindo em direção ao centro de São Paulo.
A prisão faz parte de uma ação conjunta entre o Ministério Público do Rio de Janeiro e o Ministério Público de São Paulo, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) dos dois estados.
Fabrício Queiroz, de 55 anos, foi assessor e motorista de Flávio Bolsonaro até outubro de 2018, um mês antes do início da operação que apura esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e loteamento de cargos públicos na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), na qual é investigado.
No inquérito, o ex-subtenente da Polícia Militar é suspeito de cobrar a “rachadinha” – termo usado para apontar a prática de descontar salários de servidores – quando trabalhava no gabinete de Fávio Bolsonaro.
Na época, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) detectou movimentação superior a R$ 1,2 milhão nas contas de Queiroz, amigo da família Bolsonaro. A filha dele trabalhava no gabinete do presidente quando este era deputado federal.
Está errado tem que assumir a responsabilidade, o problema é nao ser seletivo porque todos políticos (99%) praticam a rachadinha, inclusive os PTralhas sao os piores.
Sou a favor inclusive que o Flavio perca o mandato para servir de exemplo, mas o congresso esta de rabo preso e dificilmente derruba o mandato dele. É igual ao STF e as regalias dos juízes e promotores, precisam ser extirpadas! Ferias 60 dias , meio de ano e fim de ano recesso, licença prêmio etc
Ricardo, gostaria de dados que corroborem sua afirmação. Dos quase 70 mil políticos, mais de 69 mil praticam essa rachadinha? Não confio nessa estirpe, mas imputar crime a essa corja todo baseado na sua própria cabeça, me parece coisa de comunista averso ao dinheiro.
A Polícia Federal realiza, nesta quinta-feira (18), a Operação Sem Limites 2 no Rio de Janeiro, em endereços localizados na capital fluminense, Petrópolis e Cabo Frio.
Os agentes deixaram a sede da PF, no centro da capital fluminense, por volta das 5h15, seguiram para bairros nobres e casas de alto padrão, e cumprem mandados de busca e apreensão.
Os policiais se dividem principalmente entre Ipanema, Jardim Botânico e Gávea, na Zona Sul do RJ, e na Barra da Tijuca, Zona Oeste. A PF não informou o nome do alvo da operação.
No Jardim Botânico, os policiais tiveram dificuldades para entrar no endereço pois os moradores do prédio – que não conta com porteiro – não queriam abrir a portaria.
Os agentes acionaram um chaveiro e pularam o portão do condomínio. Os moradores ficaram assustados porque acharam que poderia se tratar de um golpe e chamaram a Polícia Militar. Após os esclarecimentos, a PF conseguiu entrar de fato no local por volta de 6h20.
Na Barra da Tijuca, policiais tentaram contato com os moradores de uma residência por volta das 6h, mas ninguém atendeu. Os seguranças do condomínio informaram que o casal que mora no local está em Portugal desde o início da pandemia do novo coronavírus, e a residência tem sido frequentada apenas por funcionários. Os agentes apreenderam computadores e reuniram documentos.
Operação Sem Limites
A ação é um desdobramento da 57ª fase da Operação Lava Jato, chamada Operação Sem Limites. Ela foi realizada em 5 de dezembro de 2018, no Paraná e no Rio de Janeiro.
As investigações apontaram para a existência de um grupo criminoso atuante nas áreas de negociações de compra e venda de petróleo e de afretamento de navios para a Petrobras. O objetivo era obter vantagens indevidas para executivos.
Quer dizer que até imóveis do mito, o cara incorruptível, foram alvos de Mandados de Busca e Apreensão? Não bastava ter o melhor amigo preso… Agora dá pra entender por que ele quer dar o Golpe de Estado o quanto antes: sumir com as provas.
Uma operação da Guarda Municipal do Natal (GMN) e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb) realizada nessa quarta-feira (17), apreendeu uma carrada de madeira destinada a produção de fogueiras juninas, que estava sendo comercializada na Avenida Prudente de Morais. As toras de lenha estavam sobre a calçada, expostas de forma enfileirada ao longo de um muro da via urbana.
De acordo com informações repassadas pelo patrulhamento preventivo da GMN, os guardas municipais foram acionados, juntamente com os fiscais da Semurb, por meio do Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp), que recebeu a denúncia da comercialização ilegal de lenha. “Fomos em apoio a fiscalização da Semurb e ao chegarmos na área indicada constatamos a denúncia, sendo toda a madeira apreendida e retirada do local”, relatou o guarda municipal J. Neto.
O ato de receber ou adquirir, para fins comerciais, madeira, lenha e outros produtos de origem vegetal, sem exigir a exibição de licença do vendedor, outorgada pela autoridade competente, e sem munir-se da via que deverá acompanhar o produto até final beneficiamento é crime tipificado na Lei Federal de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605). A punição para essa prática é a detenção de seis meses a um ano, além de multa.
Outro agravante é que neste ano está proibido, por meio de decreto do Poder Executivo, o acendimento de fogueiras, sendo punido o infrator com multa de R$ 2 mil. Também não é permitido a realização de festejo junino e utilização de fogos de artifícios, com multa de R$ 1 mil. A madeira apreendida foi retirada do local com a utilização de um caminhão da Urbana, ficando o material sob custódia da Semurb.
A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (16) uma ação com mandados de busca e apreensão contra o publicitário Sérgio Lima e o empresário Luís Felipe Belmonte. Os dois são ligados ao Aliança pelo Brasil, partido que o presidente Jair Bolsonaro pretende criar. O deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ), bolsonarista, também é alvo.
As buscas e apreensões foram autorizadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), dentro do inquérito que investiga a realização de atos antidemocráticos. Moraes é o relator do caso.
Ao todo, são 21 mandados, e os alvos estão em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Maranhão e Santa Catarina.
O objetivo da ação desta terça, segundo os investigadores, é levantar provas sobre a organização dos atos e sobre quem os financia. Os atos atacaram e ameaçaram instituições como o Congresso e o Supremo Tribunal Federal (STF), o que é inconstitucional.
Outro alvo da operação desta terça é Allan Santos, dono do canal da internet “Terça Livre”, também apoiador de Bolsonaro.
Alvos
Veja os alvos da operação desta terça confirmados até a última atualização desta reportagem:
Luís Felipe Belmonte, empresário e um dos organizadores do partido Aliança pelo Brasil
Sérgio Lima, publicitário do Aliança pelo Brasil
Daniel Silveira (PSL-RJ), deputado federal
Allan Santos, dono de canal na internet ligado a Bolsonaro
Alberto Silva, também tem canal bolsonarista
O que dizem os investigados
Em uma rede social, o deputado Daniel Silveira disse que foi alvo dos mandados porque está “incomodando algumas esferas do velho poder”.
Prisões na segunda-feira
Nesta segunda-feira (15), a extremista Sara Giromini foi presa em uma ação dentro do mesmo inquérito. Ela foi uma das coordenadoras de um acampamento de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro na Esplanada dos Ministérios. O grupo admitiu que tinha armas no acampamento e fez atos de ameaças ao Congresso Nacional e ao STF.
Além de Sara, outras cinco pessoas foram presas na segunda.
A Polícia Federal realiza na manhã desta quarta-feira (10) uma operação com o objetivo de apurar fraudes na compra de respiradores pulmonares pelo Governo do Pará.
Estão sendo cumpridos 23 mandados de busca e apreensão no Pará, Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, Santa Catarina, Espírito Santo e Distrito Federal, após decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça). O governador paraense, Helder Barbalho (MDB), é um dos alvos.
Em 26 de maio, a coluna de Monica Bergamo, adiantou que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) estava prestes a determinar também no Pará uma operação nos moldes da que atingiu o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC-RJ), que sofreu busca e apreensão em sua residência oficial.
As buscas estão sendo realizadas no Palácio dos Despachos, sede do governo, secretarias de Saúde, Fazenda e Casa Civil, além de residências dos investigados e empresas.
A compra dos respiradores custou aos cofres públicos R$ 50,4 milhões. Dentre os suspeitos estão servidores públicos estaduais e sócios de uma empresa investigada.
A operação foi batizada de Para Bellum, do latim e que significa “preparar-se para a guerra”, uma referência ao combate que a PF tem realizado contra o desvio de recursos públicos destinado ao combate ao coronavírus.
O povo merece …o pai ladrao por anos , se aposentou dos roubos e colocou o filho , os IDIOTAS vão e elegem ??????, aqui não é diferente , só muda a mosca , a MERDA É A MESMA
Lojas, camelôs e outros estabelecimentos não essenciais foram fechados na manhã desta quinta-feira(04) pela Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, durante as fiscalizações da operação “Pacto pela vida”, no bairro Alecrim, na Zona Leste de Natal. Na ação, os lojistas foram notificados sobre a proibição de funcionamento que vigora desde março. Na ocasião, comerciantes chegaram a fazer um protesto e fecharam a avenida Presidente Bandeira ao lado do camelódromo. Após negociação com a Polícia Militar, eles permitiram a passagem de transporte público.
As ações de fiscalização que começaram a ser realizadas nesta quinta (4), em parceria com os municípios, visam garantir a obediência aos decretos estaduais que determinam o fechamento do comércio não essencial durante a pandemia do novo coronavírus. Isso porque, de acordo com o próprio governo, os índices de isolamento social estão abaixo do que era previsto, por causa do descumprimento às regras.
A Secretaria de Segurança informa que as ações ocorrem em Natal e pelo menos outros quatro municípios, nesta quinta: Macaíba, Parnamirim, Extremoz e São Gonçalo do Amarante.
O novo decreto nesta quinta-feira(04) deverá ter validade até dia 16 de junho. Veja abaixo vídeos de redes sociais:
Pensando bem… foi ótimo o eleitor-freguês ter escolhido Fatão GD para desgovernar este pobre elefante manco. Assim ficamos seguros de que tão cedo a mediocridade petralha volta a se lambuzar no poder.
Eu recebo a bença de Deus e outra amo viver , não recebi os 600,00, pense comigo se os cameló receberam os 600,00 porque não estava trabalhando e pq estão com as lojas abertas? na minha opinião eles tem q devolver os 600,00 estou certo? já vc se o virus te pega não procure os hospital.
Agora ??? Inês é Morta!!! Muito tarde, medida deveria ter sido tomada a 90 dias atrás, vejam o exemplo de Florianópolis em Santa Catarina, a última morte pelo COVID 19 se deu a 30 dias atrás, por lá o governo agiu cedo, botou o povo para casa, retirou os ônibus de circulação, obrigou as pessoas a usarem mascaras…. tudo parado, a prefeitura e empresas se mobilizaram na ajuda e na conscientização… 75 dias sem as empresas de ônibus rodarem…. Agora a cidade começa a reabrir, não se chegou aos respiradores…. Aqui com esse empresário fracos, tem empresa de ônibus que atua em Natal a 45 anos, três dias sem rodar diz que quebrou…. O povo aqui vai pagar caro pela ignorância, ganância e maldade… Quem viver verá.
Como podemos aceitar pacificamente toda esta situação que tem origem nas atitudes desumanas do desgoverno do PT, infelizmente as forças de segurança estão apenas fazendo cumprir as ordens de seus superiores.
Sempre lembrando aqui, que esta contenda tem muito haver com os últimos embates entre o município e estado, aí o revide recaiu sobre a parte mais fraca, as ações de conscientização para eram para terem sido implementadas no começo de abril, e não de forma abrupta como foram as de hoje.
Sou até a favor de um realinhamento e um certo controle das atividades mercantis na cidade e no estado como um todo, tudo dentro de uma lógica e forma racional.
Senhora desgovernada não é assim que se resolve os problemas advindos da incompetência de sua gestão no trato da pandemia, agora querer debitar nas costas dos pobres cidadãos do nosso falido estado aí já demais.
Não faça no atual momento de caos da saúde público do estado, uma batalha campal com viés eleitoreiro é notadamente com seus olhos voltados para as urnas.
Chega de fazer de nosso povo de besta e peça para sair, pois de incompetentes o nosso estado está lotado!
Netto vc não em boletos muito menos loja, vc deve ser mas um povinho baixo que acha que vão quebra.. faça o seguinte se vc ficar doente não procure os hospital vá pra tal loja que vc diz que tem e fique doente por lá com a tal loja aberta ok?
Se eu ficar doente eu vou para o hospital que tiver à minha disposição.
Pago meus impostos em dia e ainda um plano de saúde meio fulêro.
A palavra 'povinho' bem demonstra quem vc é.
Governo do Estado e Prefeitura (s) unidos promovendo a matança de quem e precisa trabalhar. Querem ver o circo pegar fogo, o pivô morrendo de fome etc., etc .
Pq a Prefeitura de Natal por meio da Semsur não realizou essa fiscalização anteriormente? Pq aSemsur não fiscaliza os mercados públicos e as feiras livres? Ora, se municipio de Natal não cumpre o próprio decreto, Como a população vai cumprir.
Tem meu apoio, arroche feche as lojas e mande esse povinho sem noção fechar as lojas. o brasil caminhando para ser o 2 colocado em números e o povinho brincando de abrir as lojas.
A Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed), por meio das Polícias Militar, Civil e o Corpo de Bombeiros, nesta quinta-feira (04), inicia a ‘Operação Pacto Pela Vida’ que irá fiscalizar o cumprimento dos decretos estaduais relacionados às medidas previstas no combate ao coronavírus em vários municípios do estado.
Por meio de jornada extraordinária de serviço, serão pagas diárias operacionais aos agentes de Segurança para realizarem ações de fiscalização nos bairros, áreas comerciais e orlas das cidades para aumentar o índice de isolamento social, que atualmente gira em torno de 40%, quando o recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) seria 70%. O isolamento social ainda é a medida considerada mais eficaz no combate à Covid-19.
“O efetivo será empregado nas áreas apontadas pela Secretaria de Saúde baseadas nos dados dos casos de coronavírus. A Segurança Pública do Estado em parceria com as Prefeituras auxiliará os municípios no aumento do isolamento social, colaborando para melhorar esse cenário tão difícil”, explicou o secretário de Segurança, Coronel Francisco Araújo.
Ao longo da semana, a governadora Fátima Bezerra dialogou com os prefeitos de várias cidades para colaboração no aumento do índice de isolamento social. Mesmo com a abertura de mais de 300 leitos pelo Governo do Estado, o percentual de ocupação das Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) chega diariamente aos 95%.
“Estamos destacando como é importante a participação municipal nessa hora. O Governo segue abrindo leitos nos hospitais, cedendo equipamentos, convocando profissionais, mas se as pessoas não ficarem em casa, esta batalha se tornará cada vez mais difícil. Por isso o engajamento das prefeituras nessa luta é decisiva, assim como a integração dos órgãos de fiscalização, sob pena de não termos eficácia. Só assim vamos conseguir vencer a pandemia, contando com o apoio também da sociedade”, disse a governadora.
Esses amigos patriotas não são muito patriotas não. Conheço alguns patriotas de excelente condições financeiras, que ensinam outros amigos patriotas de bolso bom a driblar o leão e ainda receber benefícios sociais destinados aos pobres.
Agora, vá um empresário ou mesmo um simples contribuinte pessoa física tentar fraudar o fisco norte-americano : é cadeia na certa !! ( que o diga Al Capone, rsrsrsrsrsrs.).
O brasileiro tem é que aprender a valorizar os impostos que paga, cobrando e fiscalizando SEMPRE os políticos que administram esses recursos, e não passando a mão na cabeça de picaretas.
Amigo de Luciano huck
Não entendi a referência?!
Se fosse amigo de Luladrão seria diferente?
Ou se fosse seu amigo, seria diferente?
Com certeza ele tem muito mais amigos