Oficialmente, assessores do presidente Jair Bolsonaro passaram os últimos dias repetindo que Fabrício Queiroz e Frederick Wassef “complicaram”a vida de Flávio Bolsonaro, que nada sabia sobre o paradeiro do ex-assessor.
Flávio, inclusive, adotou a estratégia de repetir também a quem lhe perguntasse que não poderia imaginar essa situação e que está vivendo um turbilhão.
O Palácio do Planalto, do ponto de vista da sobrevivência política de Flávio, respira aliviado, por ora: avalia que, se o escândalo estivesse no colo de Eduardo ou Carlos Bolsonaro, dificilmente conseguiriam salvar o mandato de um dos filhos “non gratos” do presidente, nas palavras de um interlocutor de Bolsonaro.
Mas, no caso de Flávio, avaliam que ele tem o “apreço” de senadores, incluindo de oposição, e buscam blindagem ao senador junto aos parlamentares. Por isso, apostam no espírito de corpo para salvar Flávio politicamente, que será reforçado com a cobrança — e entrega — de novos cargos ao centrão.
No entanto, admitem que este é o quadro “por ora”: um ministro do governo Bolsonaro afirma que, “até aqui”, Flávio está protegido politicamente pois conseguiu, de certa forma, isolar Wassef. Mas o Planalto classifica o advogado como “imprevisível e incontrolável” — e teme mais o que ele possa fazer e dizer do que Queiroz. Motivo: a família Bolsonaro conhece Queiroz de longa data, e acredita que ele se comporte como um “soldado”.
Além disso, repetem que qualquer acusação ou contato que ele alegue eventualmente ter feito com o presidente seria anterior ao mandato atual — por isso Bolsonaro não poderia ser julgado por fatos cometidos anteriormente ao mandato. O art. 86, parágrafo 4, da Constituição Federal impede que o Presidente da República, durante a vigência de seu mandato, sofra persecução penal, por atos que se revelarem estranhos ao exercício das funções inerentes ao ofício presidencial.
Já sobre Wassef, assessores do presidente afirmam não terem Informações suficientes para traçar uma previsão. Além disso, ele possui informações sobre o atual mandato do presidente quando, de fato, ganhou a confiança de Bolsonaro e acesso livre ao Palácio do Planalto e da Alvorada.
Por isso, hoje, uma eventual prisão do advogado — se comprovada, por exemplo, uma tentativa de obstrução de justiça —, levará a crise palaciana para outro patamar, já que ele não só advogou para Flávio, mas conhece todo o bastidor jurídico de Jair Bolsonaro enquanto presidente da República, que lhe deu procurações para ser representado por Wassef em alguns casos.
Vitória (ES), Florianópolis (SC) e Campinas (SP) passaram à condição de metrópole, segundo a pesquisa Regiões de Influência das Cidades (Regic), com base em dados de 2018, que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quinta-feira (25).
As três cidades passaram a figurar entre as atuais 15 metrópoles brasileiras. Com a ascensão de Campinas, único município que não é uma capital estadual, São Paulo se tornou a primeira unidade da federação a ter duas metrópoles.
Segundo o IBGE, Vitória, Florianópolis e Campinas atingiram o nível de metrópole por terem elevado o número de empresas e instituições públicas, atraindo contingentes populacionais muito significativos de outras cidades para acessarem bens e serviços.
O gerente de Redes e Fluxos Geográficos do IBGE, Bruno Hidalgo, destacou as atividades econômicas que impulsionaram o alto número de empresas nas novas metrópoles. Ele lembrou que Campinas é um polo tecnológico e logístico relevante, cortada por rodovias importantes, com uma das principais universidades brasileiras – a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Já a capital do Espírito Santo abriga o Porto de Tubarão, um dos mais importantes do país, com exportação de minério de ferro. O estado tem produção de petróleo, siderurgia e celulose. No caso de Florianópolis, diz o pesquisador, não só o turismo é importante para a economia, mas o estado abriga agroindústria, produção naval e empresas de tecnologia.
São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Belém, Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Porto Alegre, Recife, Salvador e Manaus completam o grupo das metrópoles.
Entre as capitais regionais, são 32 novas cidades nessa categoria, totalizando 97. O estado de São Paulo apresentou o maior aumento absoluto, passando de 12 para 20 capitais regionais. Mato Grosso e Rondônia, que tinham apenas Cuiabá e Porto Velho como capitais regionais, passaram a ter mais duas cidades nesse nível, respectivamente, Sinop e Rondonópolis; e Cacoal e Ji-Paraná. Goiás, que não tinha nenhuma, passou a ter Anápolis como capital regional.
Bruno Hidalgo chamou a atenção para o fato de que as capitais regionais de Goiás, Mato Grosso e Rondônia estão ligadas às frentes do agronegócio.
Deslocamentos populacionais
A pesquisa mostrou também a distância a ser percorrida pela população de um determinado local para adquirir produtos e serviços em outras cidades. Para cursar ensino superior, a média de deslocamento foi de 92 quilômetros (km) enquanto para atividades culturais, o estudo mostra que a média foi de 66 km. Para atividades esportivas, a média é de 73 km.
De acordo com o levantamento, há grande difusão da procura por cursos de nível superior pelo território, com cidades médias atraindo estudantes além das capitais estaduais. “É um tema que depende do estado e da região, mas em geral, tem uma presença de centros intermediários importantes em relação a outros temas da pesquisa”, disse Hidalgo.
A ida a aeroportos proporciona a maior distância média de deslocamento, com 174 km – considerando medidas em linha reta das ligações entre cidades. Segundo o IBGE, como os aeroportos estão presentes em um pequeno número de centros urbanos, os brasileiros necessitam se deslocar mais para acessar esse serviço.
O estado que registrou o maior deslocamento médio foi Mato Grosso, com 284 km na média, seguido pelo Amazonas, com 273 km. No outro extremo, os estados que proporcionaram os menores deslocamentos são os de pequena área territorial, como Sergipe (74 km) e Alagoas (114 km).
As ligações rodoviárias e hidroviárias apresentam elevada capilaridade. Por esse motivo, a média nacional de deslocamento para transporte rodoviário e hidroviário foi de 75 km, considerando as medidas das ligações entre as cidades em linha reta.
Para serviços de saúde de alta complexidade, o deslocamento da população entre cidades foi de 155 km, enquanto para serviços de saúde de média e baixa complexidade foi de 72 km.
O deslocamento médio da população para comprar eletroeletrônicos e móveis foi de 73 km. Já o deslocamento médio para a aquisição de vestuário e calçados foi de 78km.
Segundo o IBGE, os dados relativos aos serviços de saúde e de compras de vestuário e eletroeletrônicos foram antecipados em abril e maio, respectivamente, para auxiliar no combate à pandemia de covid-19.
A pesquisa, feita a cada dez anos pelo IBGE, identifica e analisa a rede urbana brasileira, estabelecendo a hierarquia dos centros urbanos e as regiões de influência das cidades. O resultado mostra a forma pela qual as cidades se relacionam entre si, por meio do deslocamento de pessoas em busca de bens e serviços, bem como pelas ligações entre sedes e filiais de empresas e instituições públicas multilocalizadas.
Se Natal não é oficialmente reconhecida como uma metrópole, por que se fala tanto em Regão Metropolitana de Natal? Puro ufanismo tolo de querer ser o que não é?
Esse negócio de lei criando região metropolitana virou esculambação.
A Paraíba tem DOZE RMs: de Ararura, de Barra de Sta Rosa, de Cajazeiras, de Campina Grande, de Esperança, de Guarabira, de Itabaiana, de João Pessoa, de Patos, de Sousa, do Vale do Mananguape e do Vale do Piancó.
O problema ainda é o severo processo de concentração de capitais e serviços, que ainda sinaliza uma redistribuição lenta. O ideal seria que polos regionais ganhassem mais importância, promovendo maior espacialização dos serviços, atraindo mais empresas e, assim, evitando concentrações populacionais maiores em áreas já metropolizadas. Se cidades de pequeno e médio porte passam a oferecer bens e serviços em determinadas microrregiões, a concentração populacional em grandes cidades diminui e a qualidade de vida aumenta. Melhor termos um número significativo de pequenas e médias cidades que grandes regiões metropolitanas, embora o surgimento de megalópoles não dependa apenas dos arranjos internos, mas dos interesses do capital que vão além das fronteiras políticas dos Estados.
O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes defendeu, nesta quinta-feira (25), em entrevista à CNN, o inquérito das fake news e afirmou que já foram apresentados resultados decorrentes da investigação.
“O inquérito das fake news deu resultado, identificou doadores, quem estava atacando pessoas, algumas delas foram presas, estão respondendo”, disse o ministro.
“Temos agora o inquérito dos atos antidemocráticos, a partir da manifestação feita no QG [do Exército], com participação do presidente, é verdade. Os parlamentares que organizaram o evento estão sendo responsabilizados”, completou.
Gilmar disse também que, entre outras coisas, a investigação serviu para debelar a organização que espalhava notícias falsas, mas também para identificar criminosos que estavam se articulando. “Daqui a pouco são milícias, daqui a pouco tem armas, todos defendem muito o porte.”
Sobre a duração do inquérito, o ministro afirmou que é preciso verificar com seu colega de Corte, Alexandre de Moraes, que preside a investigação, mas acredita que ela deva continuar mesmo após o fim da gestão de Dias Toffoli à frente do STF, em setembro.
Questionado se já havia sido, ele próprio, vítima de fake News, Gilmar afirmou que sim, já que a internet é “terreno para pessoas excêntricas e algumas delas se imaginam um pouco dotadas de poderes divinos”.
“É preciso que esse cuidado seja mantido e que as pessoas tenham noção de que o uso da palavra, o uso de ataques e coisas do tipo pode ser cobrado criminalmente”, afirmou.
O ministro do STF também falou mais sobre uma proposta sua, classificada por ele como esboço, para que seja criado algum tipo de órgão regulador para monitorar as redes sociais.
“A despeito da legislação, que deve dar responsabilidade aos provedores, eu imagino que é necessário uma agência e pensei que o modelo ideal seria dessa autoridade fiscal independente e que pudesse ter a participação de pessoa da imprensa, do Judiciário, do Legislativo e do Executivo para acompanhar, sugerir medidas e, eventualmente, expedir regulações”, detalhou.
Ele disse que essa ideia, no entanto, precisa ser debatida em profundidade. “Algo precisa ser feito. Temos que saber o que fazer.”
Julgamento de Moro
Gilmar Mendes também afirmou que pretende levar à 2ª turma do STF, antes da aposentadoria de Celso de Mello em novembro, o processo que julga o pedido da defesa do ex-presidente Lula sobre a anulação da atuação de Sergio Moro no caso.
“Sim, virá antes. Eu espero que já no segundo semestre nós retomemos a turma em um plenário físico, porque não é muito fácil, embora estejamos agindo bem em fazer esse sistema do julgamento virtual, não é muito fácil dialogar com as pessoas e perceber o entendimento ou não entendimento nesse plenário virtual”, disse.
Ele afirmou esperar que isso ocorra em agosto ou setembro, quando espera que haja condições para a retomada dos julgamentos presenciais, mas que, se necessário, o caso será decidido também pela internet.
“No limite, sim [faz de forma virtual], mas, a princípio, eu desejava que discutíssemos isso num diálogo muito aberto e franco na bancada.”
Investigação de milícias
Gilmar defendeu também uma atuação mais contundente do Ministério da Justiça e da Segurança Pública no combate às milícias e disse que sentiu falta disso no programa que Moro manteve à frente da pasta.
“Não é razoável que venham notícias de que em Rio das Pedras, aqui ou acolá, haja um grupamento que domina territorialmente uma dada região e faz exploração econômica e coisa do tipo. É preciso que isso entre na agenda do ministério da Justiça”, cobrou.
Ele disse esperar que o atual ministro, André Mendonça, “cuide bem dessa temática” que poderia, inclusive, ser foco de uma possível intervenção da Polícia Federal.
Esse STF é o que de pior existe na justiça, até hoje ninguém sabe o porque estão sendo processados.
Indica, investiga, julga e processa.
E se dizem democratas.
Esse boca de sapo é uma das piores coisas que o STF já produziu. Quem cai na narrativa dessas excrescências merece todas as mazelas que eles já produziram e que estão lutando para que continuem a produzir. São idiotas úteis que contribuem para que o pais continue na mesma merda de sempre.
De fato, tenho notado que diminuiu muito a presença dos robôs nas caixas de mensagens. Mas, ainda há uns poucos boçais analfabetos tentando defender o indefensável. Chega a ser comovente (ou patético) o malabarismo dialético para comprovar que a Terra é plana.
O abastecimento d’água no município de Santana do Matos foi suspenso nesta quarta-feira (24) após um problema mecânico no conjunto motor bomba da captação Rio da Pedra.
A Caern deve concluir o conserto até o final da tarde desta quinta-feira (25), quando o sistema será religado. Após a religação, o abastecimento deverá ser normalizado num prazo de até 48 horas, com a pressurização gradual da rede.
Os portugueses relutaram a sair da quarentena como se pressentissem que o bom desempenho do país durante a pandemia pudesse sair do controle. Foi o que aconteceu. No período entre 21 de maio e 21 de junho, o país registrou 9.200 novos casos.
O governo se viu obrigado a recuar e antecipar o horário de fechamento de lojas para as 20h, proibir a venda de bebidas alcoólicas a partir desse horário e a limitar as reuniões ao máximo de dez pessoas, metade do que estava permitido.
Os jovens são o principal alvo das novas restrições. Festas clandestinas disseminaram novos focos de infecção. No Algarve, uma comemoração para cem pessoas contaminou 76; em Grândola, nos arredores de Lisboa, pelo menos 20 adolescentes adoeceram num acampamento. A onda de calor encheu praias e parques.
Pela primeira vez, o Porto e cidades do Norte do país cancelaram os tradicionais festejos de São João: não houve música, queima de fogos de artifício, barraquinhas de comida e bebida — tudo que remetesse à aglomeração de pessoas.
Modelo exemplar pela organização e pelas medidas eficazes verificadas enquanto os vizinhos eram atingidos em cheio pelo novo coronavírus, Portugal registrou 40 mil infectados pela Covid-19 e 1.543 mortos. Agora, a taxa de contágio só é superada na Europa pela Suécia, que passou ao largo do distanciamento social.
O crescimento de casos na pós-pandemia fez com que o panorama se invertesse: os bons alunos do continente são esnobados. Alguns países europeus, como o Reino Unido e Áustria, estudam se os passageiros procedentes de Portugal devem ser considerados seguros e, por isso, escapar da quarentena obrigatória de 14 dias. Finlândia e Dinamarca, por sua vez, já excluíram os portugueses da lista dos que estão isentos das restrições.
A região da Grande Lisboa e Vale do Tejo é a mais afetada pelo ressurgimento da doença e concentra 80% do pico recente — 367 novos casos nesta quarta-feira em todo o país. Fernando Maltez, diretor de Infectologia do Hospital Cury Cabral, considera que a situação está descontrolada, mas pode ser revertida.
“O desconfinamento poderia ter sido feito de forma mais lenta”, analisou à Rádio Renascença.
O presidente Marcelo Rebelo Sousa apela para que os portugueses sejam rigorosos no uso das máscaras em locais públicos e afasta o cenário de descontrole e ruptura no sistema hospitalar. Mas o certo é que Portugal mostrou que ainda está longe livrar-se da Covid-19.
O goleiro Bruno causou polêmica ao fazer uma postagem em seu Instagram nesta terça-feira. O atleta apareceu fazendo propaganda para um canil , mas o fato não repercutiu bem. Bruno foi condenado por ser o mandante do assassinato de Eliza Samúdio, sua ex-amante, e a Justiça acredita que os restos mortais da vítima foram comidos por cachorros.
A postagem gerou polêmica e rendeu diversas críticas de internautas. Confira:
o goleiro bruno está nesse momento fazendo ad pra um canil no instagram
O Bruno no Instagram fazendo propaganda de canil mano. Maluco que era pra estar apodrecendo na cadeia tá ganhando dinheiro debochando da crueldade que ele fez. A realidade brasileira parece uma esquete de humor negro da pior qualidade pic.twitter.com/443uDS8TyD
Nada a ver esses comentários desses imbecis…….pra começar o cara não fez nada, quem fez foi o puxa saco…..além do mais ele já pagou sua dívida com a socuedade hipócrita…..
O que existe de Vagabundo, Bandido, Covarde e Assassino atacando as mulheres nesse País é impressionante. Rapaz, o cara que agride ou mata uma mulher, tinha que mofar na cadeia. Não vale nada o salafrário que agride uma mulher.
O Banco Central (BC) revisou sua projeção para a economia brasileira em 2020 e passou a projetar uma retração de 6,4% no Produto Interno Bruto (PIB). A previsão consta no relatório de inflação, divulgado nesta quinta-feira (25).
A expectativa anterior da instituição, divulgada em março deste ano, era de estabilidade no nível de atividade, ou seja, sem alta nem queda do nível de atividade.
O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos no país, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o comportamento da economia brasileira.
A revisão da estimativa decorre dos impactos da pandemia do coronavírus, que têm interrompido a atividade econômica ao redor do mundo e aumentado o desemprego.
“A projeção para o PIB anual considera que o recuo no segundo trimestre será o maior observado desde 1996, início do atual Sistema de Contas Nacionais Trimestrais [do IBGE]”, informou o Banco Central.
A instituição acrescentou que esperar que essa contração do PIB no segundo trimestre deste ano “seja seguida de recuperação gradual nos dois últimos trimestres do ano, repercutindo diminuição paulatina e heterogênea do distanciamento social e de seus efeitos econômicos”.
Ao detalhar os componentes da estimativa para o PIB de 2020, o BC estimou crescimento de 1,2% da agropecuária, retração de 8,5% no nível de atividade da indústria e recuo de 5,3% no setor de serviços (com o comércio registrando uma contração de 10,8%).
Pelo lado da demanda, a estimativa é de uma queda de 7,4% no consumo das famílias e de 13,8% nos investimentos (formação bruta de capital fixo).
Para o mercado financeiro, o PIB terá uma contração de 6,50% neste ano
O Banco Mundial prevê uma queda de 8% no PIB brasileiro em 2020
O Fundo Monetário Internacional estima uma contração de 9,1% para a economia brasileira
Em 2019, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB cresceu 1,1%. Foi o desempenho mais fraco em três anos. Nos três primeiros meses de 2020, foi registrada uma retração de 1,5% na economia brasileira.
Inflação e taxa de juros
O BC também informou que a sua estimativa de inflação para 2020, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), recuou de 2,6% (em março deste ano) para 2,4%.
Essa previsão considera a trajetória estimada pelo mercado financeiro para a taxa de juros e de câmbio neste ano e no próximo.
Em outro cenário, que considera taxa de juros (Selic) e câmbio estáveis, por sua vez, a previsão do Banco Central para a inflação oficial deste ano recuou de 3% para 1,9%.
As previsões estão abaixo das metas de inflação. Neste ano, a meta central de inflação é de 4% e terá sido oficialmente cumprida se o IPCA oscilar de 2,5% a 5,5%.
Quando as estimativas para a inflação estão em linha ou abaixo das as metas, o BC pode reduzir os juros.
Quando previsões estão acima da trajetória esperada, a taxa Selic é elevada.
Se a meta não é cumprida, o BC tem de escrever uma carta pública explicando as razões.
O mercado prevê que a inflação oficial fique em 1,60% este ano e em 3% em 2021.
Para 2021 e 2022, no cenário de mercado (Selic e câmbio projetados pelos bancos), o Banco Central projetou uma inflação de 3,2% nos dois anos. Em março, no relatório de inflação anterior, as duas projeções estavam em 3,2% e 3,3%, respectivamente.
Sobre a taxa básica de juros, que está na mínima histórica de 2,25% ao ano, o BC informou que o “espaço remanescente para a utilização de política monetária [novo corte nos juros] é incerto e deve ser pequeno”.
“Para as próximas reuniões, o Comitê vê como apropriado avaliar os impactos da pandemia e do conjunto de medidas de incentivo ao crédito e recomposição de renda, e antevê que um eventual ajuste futuro no grau de estímulo monetário será residual”, acrescentou.
O que vai dificultar é resgatar as empresas falidas nesta pandemia que geraram milhões de desempregados, o governo conseguiu salvar 10 milhões de trabalhadores com medidas de ajuda a micro e pequenas empresas.
Talvez o que ajude a diminuir a crise é a inflação baixa, juros baixo e superávit positivo, além de estímulo ao trabalho com investimentos do governo tendo como exemplo a lei de saneamento basico que gerará emprego em todo país.
A Secretaria Municipal de Saúde de Natal (SMS/Natal) registrou um total de 1.556 atendimentos no segundo dia de drive para testagem rápida de Covid-19. Nesta quarta-feira (24), 329 pessoas tiveram diagnóstico positivo e vão ser notificadas para acompanhamento do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS). O drive teve início na terça-feira (23) e segue até sexta-feira (26) no estacionamento do Ginásio Nélio Dias. O acesso dos veículos se dá pela Av. do Baião.
A estrutura para realização do teste em esquema de drive-thru conta com três filas para melhor atender e reduzir a permanência de tempo dos indivíduos no local. Em alguns momentos, o tempo de espera chegou a menos de 1 hora. “Muito boa e importante essa ação da Prefeitura. Cheguei às 16h e passei mais ou menos uns 50 minutos na fila”, afirma Dalmacio de Souza, 60, indicando que realizou o teste de forma rápida. A SMS reforça que a permanência no interior do veículo é obrigatória durante todo o processo.
Podem fazer o teste idosos com idade superior a 60 anos e pessoas com comorbidades comprovadas, que tenham apresentado sintomas do novo coronavírus nos últimos 10 dias. Para isso, devem apresentar comprovante de residência de Natal e documento oficial com foto. O resultado é consultado na internet, com login e senha fornecidos durante a realização do exame.
“Fazendo o teste ficamos mais seguros”, garante Luzinaide Maria, de 65 anos, que veio com o marido, José Jair Moraes, 66, para verificar se possuíam a infecção pelo novo coronavírus ou não. “Foi tranquilo e muito bom. Independente do resultado vamos continuar mantendo os cuidados em casa”, indica José Moraes.
O pior é a cara de pau do ministério público a mando não sei de quem é sabemos, querer para a testagem, vergonha o governo não faz nada e ainda quer parar quem está tentando fazer algo. Ministério público cá atrás dos 5 milhões que o governo doou para uns amigos Petistas da Bahia
Até estranho. A “calmaria” política dos últimos três dias faz até parecer ao brasileiro confinado em casa que tudo está normal no Brasil. Afinal, diferentemente do que acontece diariamente desde março, as pessoas “só” têm de conviver com a pandemia do novo coronavírus, sem os agravantes diários da política nacional.
Na encolha. A razão para o silêncio de Bolsonaro é bem óbvia: evitar complicar a si mesmo e ao filho Flávio no caso Fabricio Queiroz, que ganha novos elementos a cada dia e que no fim de semana parecia uma crise fora de controle dados os arroubos verborrágicos de Frederick Wassef, o agora ex-advogado do senador.
Ligações perigosas. A aparente calmaria, no entanto, não impede que o caso Queiroz-Bolsonaro escale a cada dia. Aliados do presidente acreditam que não tardará a que o Ministério Público do Rio apresente denúncia contra o ex-assessor, e aumenta o temor de que Flávio também seja incluído. A possibilidade de que servidores da Assembleia Legislativa do Rio fechem acordos de delação premiada também é considerada explosiva.
Esse Brasil véi tem é que se F… mesmo!! Um presidente histórico que quer ver uma nação de respeito, as antas ficam querendo atrasar!! Botem a bosta desse Lula de novo e vamos todos pra fossa!! Agradeço aos meus pais pela a educação e discernimento que me deram!! E vcs que falam mal do nova política, continuem se vendendo por um saco de cimento que a velha política oferece. Tenho dó dos seus filhos e netos!! Avante Sr. presidente, o Brasil do bem estará com o senhor, sempre!!!
Os comunistas nessa hora, já não tem que o que fazer.
O mito é igual a bolo, quanto mais bate, mais cresce.
Kkkkkkk
Vão ter que engolir, bando de comiloes do dinheiro público.
Kkkkkkkkm
Nada como desvendar os crimes da familícia para calar o imbecil.
Teve idiota q acreditou no deputado medíocre com 30 anos de "trabalhos" junto ao centrão.
A Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação do IFRN tornou pública a divulgação dos editais nº 4, nº 6, nº 7, nº 8 e nº 9/2020 PROPI/IFRN. A publicação dos editais é uma iniciativa dos coordenadores de Pesquisa e Inovação dos campi do IFRN, integrantes do Comitê de Pesquisa e Inovação (COPI), de acordo com as ações planejadas no Plano de Ação 2020 do Instituto.
Os editais referem-se à submissão de projetos ao Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIBITI), Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica para o Ensino Médio (PIBIC-EM), Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica nas Ações Afirmativas (PIBIC-AF), Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) e ao projetos de pesquisa e inovação com fomento, que regem a seleção de projetos com bolsas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico(CNPq).
Submissão dos projetos
A submissão dos projetos estará disponível até o dia 22 de julho, exclusivamente por meio do preenchimento e envio dos formulários disponíveis no Sistema Unificado de Administração Pública (Suap), os quais poderão ser acessados através do link Submeter Projeto de Pesquisa, constante da página inicial, ou através do menu lateral, seguindo-se o caminho Pesquisa → Projetos → Submeter Projetos.
O namoro da presidente do PT, a deputada federal Gleisi Hoffmann e do ex-senador Lindbergh Farias engatou de vez. E, apesar de eles só terem assumido o romance publicamente no início de março, já estão procurando apartamento para morar juntos no Rio, mais precisamente, na zona sul da cidade, na Gávea.
Para quem não é carioca, nós explicaremos o que significa morar na Gávea. O bairro é conhecido por ser o escolhido dos intelectuais da cidade. O Shopping da Gávea, o principal do bairro, abriga os melhores teatros do Rio. Para conseguir fazer uma peça lá é bem difícil. Além disso, o bairro, que é de classe alta, não tem apartamento que custe menos de R$ 1 milhão e fica situado entre a Lagoa Rodrigo de Freitas e o Morro dois Irmãos.
As ruas são bem pacatas e seguras. Inclusive, a rua em que Lindberg tem procurado apartamento com afinco, Rua Vice-Governador Rúbens Berardo, é a única da região que possui segurança armada. “Ele esteve aqui há pouco tempo procurando um apartamento para alugar. Não quis, pois achou um pouco escuro. Mas dizem mesmo que ele quer é uma cobertura”, disse um dos porteiros, que não quis se identificar.
O apartamento que o político foi olhar fica no 5º andar e tem 118 metros quadrados, e a soma do aluguel, condomínio e IPTU passa de R$ 7.500. O condomínio tem piscina, sauna, salão de festas e academia.
Lindbergh já mora na Gávea, mas quer levar Gleisi para a região também. De acordo com um porteiro do antigo apartamento em que o ex-senador morou, na Rua das Acácias, Lindbergh sempre foi bem simpático e deixou saudades no prédio. Já um passeador de cachorros da região disse que ele era de lua, às vezes falava com as pessoas, às vezes não. Mas que é visto com frequência caminhando nas ruas do bairro.
Quem sou eu para julgar preferência ou escolha de viagens internacionais de alguém ou gastos financeiros pessoais deles mas, essas pessoas não esse o caso a cima mas, as pessoas da elite e adeptos das ideias esquerdistas socialistas quando vão viajar ou morar fora do país escolhem viajar ou morar nos EUA país e ideologia socioeconômica capitalista e estilio de vida consumista que eles tanto atacam,acusam,julgam e condenam serem errados.
Falta do que publicar. Qual é o problema de um casal procurar um apartamento em rua segura. Pelo amor de Deus, temos problemas mais sérios para nos preocupar neste país.
A senadora Zenaide Maia (Pros-RN) não se ilude com a narrativa de que o PL 4162/2019 seja um marco positivo para o saneamento básico no Brasil e alerta a população do Rio Grande do Norte e do país que o Congresso aprovou, na verdade, um projeto que favorece a falência das companhias estaduais de saneamento, forçando a privatização da água e transformando esse recurso natural, que deveria ser encarado como um direito de todos, em uma mercadoria.
“Somos a favor do saneamento, mas que ele seja para todos, não só para quem dá lucro”, argumenta a senadora, observando que parcela considerável dos 35 milhões de brasileiros que não têm acesso à água tratada e dos 104 milhões que não têm coleta de esgoto mora em pequenas cidades e comunidades ribeirinhas, áreas que não são atrativas para a iniciativa privada, pois não oferecem possibilidade de lucro. “Quem vai pagar caro é o povo do interior, porque empresa privada não investe em nada que não dê lucro”, lamentou Zenaide, após a sessão do Senado que aprovou o projeto de lei.
Para Zenaide, o argumento de que a privatização é necessária porque o Estado brasileiro não tem recursos para investir é falho, pois as empresas privadas que se interessarem por obras de saneamento recorrerão à estrutura estatal para financiar suas empreitadas, buscando, por exemplo, recursos no BNDES. “Se há recursos para financiar a empresa privada, porque não há dinheiro para investir nas companhias públicas de saneamento?”, questionou a parlamentar.
A experiência do Tocantins é exemplar e virou estudo de caso na Fundação Getúlio Vargas, em 2017. O motivo: 77 cidades reestatizaram os serviços de saneamento que haviam sido privatizados e, mesmo nos municípios onde a água continuou nas mãos da iniciativa privada, não houve aumento na qualidade dos serviços.
Outros exemplos vêm de fora: capitais como Buenos Aires (Argentina), Paris (França) e Berlim (Alemanha), também remunicipalizaram o saneamento. Estudo do Transnational Institute, de Amsterdam (Holanda), intitulado “Reclaiming Public Services: How Cities and Citizens are Turning Back Privatization”, registrou 267 cidades onde a privatização desses serviços não deu certo e precisou ser revertida.
Certíssima, essa aprovação. O mundo moderno e desenvolvido, tem sua economia, praticamente toda privatizada. Chega de economia estatal. Só os que mamam nas tetas do governo e sindicatos retrógrados, é que são contra. João Macena.
Parabéns Senadora, quem vai pagar a conta é a população mais pobre, vocês vão ver o valor da tarifa subir rapidamente, mas os ricos podem pagar por isso aprovam esse tipo de projeto.
Discordo.
A população mais pobre não vai pagar nada pois os governos do PT e PSDB aproveitaram os vinte anos de governo e fizeram todo saneamento das áreas mais carentes. Deixaram tudo uma beleza., brilhando,
São Gonçalo do Amarante é um belo exemplo
Existem países que deram certos e outros que não.
Por que não podemos dar certo? Excelente avanço para a sociedade.
Interessante. Na maioria dos países desenvolvidos a sistema de abastecimento é privado. Não entendo por que no Brasil isto não seria possível. Triste com a posição da senadora e do senador Jean-Paul. Ideologia barata.
O tão sonhado “novo normal”, quando todas as atividades econômicas são retomadas com segurança, pode, na verdade, ser uma “quarentena ioiô”. Pelo menos nos próximos meses. O recuo na flexibilização nas três capitais do Sul do país, Curitiba (PR), Florianópolis (SC) e Porto Alegre (RS), além de cidades do interior paulista e do Nordeste, é um exemplo de que devemos nos habituar a conviver com o abre e fecha de acordo com a curva de contágio do novo coronavírus em cada região.
— Após três meses de pandemia, não há como manter tudo fechado. Os comitês científicos de cada cidade ou estado devem analisar os indicadores disponíveis, como a taxa de transmissão da doença, que deve ser abaixo de 1 — alerta a pneumologista Margareth Dalcomo, da Fiocruz.
Para o professor de Epidemiologia da Uerj e da UFRJ Guilherme Werneck, o abre e fecha já era previsto, mas ele critica algumas medidas tomadas de forma precipitada:
— Muitos não seguem o receituário indicado para a reabertura. Na primeira evidência de que há uma melhora, mandam abrir tudo. Mesmo quando há bons indicadores, é preciso esperar um pouco e ter a certeza de que há tendência de estabilidade. É mais seguro abrir de forma lenta.
Curitiba, por exemplo, viu a ocupação dos leitos de UTI aumentar de 49% para 85%, e o número de casos de Covid-19 triplicar somente no mês de junho. A prefeitura da capital paranaense havia autorizado a reabertura do comércio ainda em abril. Shoppings, igrejas, academias e bares puderam voltar a funcionar em maio. Mas já foram anunciadas novas medidas restritivas, e a secretária municipal de Saúde, Márcia Huçulak, chegou a afirmar na semana passada que a cidade poderia adotar um lockdown.
Porto Alegre, que chegou a relaxar as regras de distanciamento social com a reabertura do comércio, começou a determinar a volta de algumas restrições na semana passada, com o fechamento de vários setores. Diante do aumento do número de internações em UTIs — a taxa de ocupação é de 72% dos leitos —, a prefeitura publicou novo decreto, na madrugada de terça-feira, retomando o nível de isolamento vigente em março, com comércio, indústria e construção civil tendo que interromper novamente as atividades.
Prefeituras de cidades da Grande Florianópolis anunciaram nesta quarta-feira mais rigor nas restrições após o aumento dos casos. Além da capital, São José, Palhoça e Biguaçu publicaram decretos proibindo aglomerações e tornando obrigatório o uso de máscaras.
Juazeiro, na Bahia, flexibilizou a quarentena em 1º de junho, mas a taxa de ocupação de UTIs saltou de menos de 70% para 92%, o que levou a prefeitura a mandar, segunda-feira, que as lojas voltem a fechar, além de impor um toque de recolher das 20h às 5h.
O governo de São Paulo anunciou nesta quarta-feira (24) a retomada das aulas presenciais a partir do dia 8 de setembro em toda a rede de ensino do estado. A medida vale tanto para a rede pública quanto a privada, da educação infantil até o ensino superior.
O plano prevê um retorno geral em três fases, em conjunto para todas as cidades, e considera que na data estimada o estado estará na fase amarela de flexibilização da economia há pelo menos 28 dias. A proposta ainda estabelece uma série de protocolos de higiene e distanciamento que devem ser cumpridos pelas instituições.
Quem deve voltar às aulas?
Creches
Educação infantil
Educação básica
Ensino superior
Cursos técnicos e profissionalizantes
Quando Voltam
Plano de retomada das aulas presenciais no estado de São Paulo — Foto: Divulgação/Governo de SP
A previsão do governo é de que todo o estado volte a ter aulas presenciais no dia 8 de setembro. No entanto, os seguintes critérios precisam ser cumpridos para que ela se mantenha:
Permanência de todas as regiões do estado por 28 dias seguidos na fase amarela (ou superior) do Plano São Paulo de flexibilização da quarentena.
Que no anúncio de atualização do plano pelo governo no dia 4 de setembro se confirme a estabilização das áreas na fase amarela (ou superior).
Que a rede pública e privada apresentem protocolos de planejamento para o retorno.
Todos os alunos voltam de uma vez?
Não. A volta será feita em esquema de rodízio de alunos definido pelas próprias escolas e dividida em três fases de retomada:
Primeira fase: somente 35% dos alunos de cada classe poderão frequentar as escolas a cada dia. Ou seja, em um dia vai um grupo, em outro dia, vai outro. Mas a Secretaria não informou qual modelo de rodízio as escolas devem se inspirar.
Objetivo é garantir um distanciamento de 1,5 metro entre os estudantes. O distanciamento tem exceções, como no caso da educação infantil e creches, em que não há como manter essa distância entre bebês e cuidadores.
Segunda fase: até 70% dos alunos poderão frequentar as escolas a cada dia.
Terceira fase: 100% dos alunos podem voltar às salas de aula.
O que define cada fase escolar?
Primeira fase: todas as regiões do estado deverão estar na fase amarela do Plano São Paulo por pelo menos 28 dias seguidos.
Segunda fase: 60% das regiões do estado deverão estar na fase verde do Plano São Paulo por pelo menos 14 dias seguidos.
Terceira fase: 80% das regiões deverão estar na fase verde do Plano São Paulo por pelo menos 14 dias.
Como deve ser o distanciamento?
Estudantes, professores e funcionários devem manter distanciamento de 1,5 metro entre si.
Horários de entradas e saídas serão organizados para evitar aglomeração, e serão preferencialmente fora dos horários de pico do transporte público.
Continuam proibidos: feiras, palestras, seminários, competições e campeonatos esportivos, comemorações e assembleias.
Intervalos e recreios devem ser feitos sempre em revezamento de turmas com horários alternados.
As atividades de educação física estão permitidas desde que se cumpra o distanciamento de 1,5 metro. Preferencialmente devem ser realizadas ao ar livre e com cuidando da higienização dos equipamentos.
Recomendado que o ensino remoto continue em combinação com a volta gradual presencial.
Como deve ser a higiene?
O uso de máscara é obrigatório para todos dentro da instituição e no transporte escolar.
Instituição deve fornecer equipamentos de proteção individual (EPIs) para os funcionários.
Bebedouro será proibido. Água potável deve ser fornecida de maneira individualizada. Cada um deverá ter seu copo ou caneca.
Banheiros, lavatórios e vestiários devem ser higienizados antes da abertura, depois do fechamento e a cada três horas.
Lixo deve ser removido no mínimo três vezes ao dia.
Superfícies que são tocadas por muitas pessoas devem ser higienizadas a cada turno.
Ambientes devem ser mantidos ventilados com janelas e portas abertas, evitando toque em maçanetas e fechaduras.
Como monitorar a saúde?
Profissionais e estudantes que pertencem a grupos de risco para Covid-19 devem permanecer em casa e realizar atividade remotamente.
Recomendação para os pais medirem a temperatura de seus filhos antes de mandá-los para a escola. Caso esteja acima de 37,5°, deve ficar em casa.
Recomendação para que as instituições meçam a temperatura das pessoas a cada entrada.
Uma sala ou área deve ser separada na instituição para isolar pessoas que apresentem sintomas até que possam voltar para casa.
Plano de retomada das aulas presenciais no estado de São Paulo — Foto: Divulgação/Governo de SP
Como recuperar o aprendizado?
O governo de São Paulo afirma que será feita uma avaliação individual dos estudantes para a recuperação do conteúdo que não foi aprendido durante o período de ensino à distância.
Escolas também deverão investir em acolhimento socioemocional e em programas de recuperação para alunos com dificuldades nas matérias.
Segundo o governo, o programa de recuperação terá material didático, “apoiado pelo ensino híbrido e com foco em habilidades essenciais”.
Será oferecido em 2021 o 4º ano do Ensino Médio optativo para os estudantes que quiserem se preparar antes do ingresso no ensino superior.
Até quando vai o ano letivo?
Segundo o secretário estadual de Educação, Rossieli Soares, ainda não há definição se o ano letivo será estendido. A previsão do governo é de que na rede estadual as aulas sigam até fim de dezembro, sem prorrogação.
Para encerrar o calendário, as escolas precisam cumprir 800 horas de atividades obrigatórias no total, e o Ministério da Educação autorizou que as aulas remotas sejam incluídas na conta.
“Não precisa cumprir 200 dias desde que cumpra as 800 horas de ensino e permite a educação à distância [nessas horas]. O que precisamos ver é a contabilização do número de horas e o presencial vai fazer diferença se começar em setembro ou não. Todas as redes vão ter que comprovar isso, inclusive as particulares. Nós da rede estadual estamos trabalhando para fazer o maior esforço possível para garantir que a gente termine em dezembro. Mas essa análise só poderá ser feita quando a gente concretizar que retornamos em setembro”, disse o secretário em entrevista à GloboNews.
Rossieli reforçou ainda a necessidade de férias para profissionais e alunos.
“A recuperação não se dará neste ano. Não adianta só estender mais um mês, mais dois meses. Nós vamos fazer uma recuperação de dois anos, até o final de 2022. Para recuperar prejuízos de aprendizagem pós pandemia. Não tem mágica para curto prazo. É importante que nossos profissionais tenham 15 dias de férias de verdade, porque eles também estão atravessando momento de estresse. O aluno também está vivendo um momento diferente”, disse.
Voltar às aulas é loucura total no momento ! Vcs mandariam seus filhos e netos ? Sabendo que as crianças não vão conseguir manter a distância, sabendo que as mesmas vão ter contato com professores que poderiam estar infectados, e assim transmitir para os pais e avós , sabendo que seriam em dias alternados apenas ou seja , péssimo aprendizado para justificar somente o lado financeiro das escolas ? Os pais e mães são contra essa ideia que vem das escolas particulares , em conluio com parte do MEC. Jogada financeira !
A Polícia Federal está nas ruas hoje para cumprir 12 mandados de prisão temporária e 17 mandados de busca e apreensão nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo, além do Distrito Federal, em desdobramento da Lava Jato.
O esquema investigado é mais uma etapa que visa atingir os responsáveis por contratos fraudulentos e pagamento de propina na Eletronuclear. Um dos alvos é Silas Rondeau, ex-ministro de Minas e Energia do governo Lula.
A investigação teve como base a colaboração premiada de dois lobistas ligados ao MDB, que foram presos em 2017: Jorge Luz e o filho dele Bruno Luz.
O MP-AM (Ministério Público do Amazonas) abriu um procedimento investigatório criminal para apurar eventual responsabilidade penal pelas mortes de pacientes que participaram dos testes do estudo ‘CloroCovid-19’.
A pesquisa realizada em abril deste ano para testar o uso da cloroquina no tratamento de coronavírus contou com a participação de 81 pessoas internadas em estado grave no Hospital Delphina Aziz, das quais 11 morreram. Os pacientes foram divididos em dois grupos, com um recebendo uma dose de cloroquina mais alta. Os participantes elegíveis foram alocados para receber alta dose oral de CQ por sonda nasogástrica (600mg CQ duas vezes ao dia por 10 dias ou dose total 12g); ou CQ em baixa dose (450 mg por 5 dias, duas vezes ao dia apenas no primeiro dia ou dose total de 2,7 g). Em três dias, os pesquisadores começaram a notar arritmia cardíaca em um quarto dos pacientes que receberam a dose mais alta. Após a morte de 11 deles, os cientistas interrompem precocemente testes com a dosagem.
O promotor de justiça Edinaldo Aquino Medeiros, que assina a portaria publicada nessa segunda-feira, 22, no diário do MP, solicita que em dez dias a Fundação de Medicina Tropical, o Hospital Delphina Aziz, o médico responsável pela pesquisa Marcus Vinícius Guimarães Lacerda e a Comissão Nacional de Ética e Pesquisa enviem os documentos e informações solicitadas.
Financiado, entre outros, pelo governo do estado do Amazonas, o estudo envolveu pacientes internados em Manaus e foi realizado pela Equipe CloroCovid-19, formada por cerca de 26 cientistas de diversos órgãos. A pesquisa foi postada na revista medRxiv, uma plataforma de artigos médicos, para depois ser encaminhada para revisão por outros pesquisadores.
Foi uma pesquisa criminosa, intencionalmente pra matar e desacreditar a hidroxicloquina, primeiro usaram a cloroquina que é mais tóxica, segundo deram uma dose exagerada, a dosagem segura é de no máximo 5g, deram 12g, 2,4 vezes maior que a dosagem máxima recomendada e isso em pacientes graves internados quando já se sabe que a hidroxicloroquina não tem eficácia pois ela deve ser usada na fase inicial precocemente e a dosagem recomendada no protocolo do ministério da saúde é de 400mg em 5 dias com 800mg apenas no primeiro dia, perfazendo um total de 2,4g, menos da metade da dosagem máxima recomendada.
PC Farias? É vc?
#MORO2022