Economia

Em um ano, quase 40% da população fez cortes definitivos nos gastos, aponta CNI

Quase 40% da população deu adeus a algum tipo de despesa durante um ano de pandemia, de acordo com a pesquisa “Os Brasileiros, a Pandemia e o Consumo”, realizada pela Confederação Nacional de Indústria (CNI), em parceria com o Instituto FSB Pesquisa. Em maio de 2020, este índice era de 29%, mas até abril de 2021, no entanto, o quadro mudou. Se somados os cortes de gastos definitivos aos temporários, o índice de pessoas alcançadas sobe para 71%. Em outras palavras, em cada dez pessoas ouvidas, sete mexeram na dinâmica de gastos em casa.

Participaram da pesquisa cerca de 2.000 pessoas, em amostras representativas da população brasileira. Entre os motivos para os cortes nos gastos, 38% dizem estar inseguros com o futuro da renda; 30% responderam que perderam a renda e 27% deixaram de comprar algum item por causa do fechamento do comércio.

 

O gerente de Análise Econômica da pesquisa, Marcelo Azevedo, afirma que o aumento do número de pessoas que tiveram que fazer alguma privação nos gastos por terem perdido a renda ou por insegurança deve prejudicar a retomada da economia.

As mulheres foram as que mais reduziram gastos “em maior quantidade e de forma definitiva”. Os dados mostram que 73% delas cortaram as despesas, enquanto, entre os homens, essa redução atingiu 70%. E mais: 45% das mulheres afirmaram que essa redução foi “grande ou muito grande” e 39% responderam ser permanente. Entre os homens, 36% disseram que o corte nas despesas foi “grande ou muito grande” e 35% garantem ser definitivo.

A região que mais perdeu foi o Nordeste, onde 48% da população afirmou que reduziu gastos, seguido do Norte/Centro-Oeste, em que 42% alegou ter passado a tesoura em nível “grande ou muito grande” nas despesas.

A pesquisa ocorreu entre os dias 16 e 20 de abril. A margem de erro do estudo é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%.

CNN BRASIL

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Economia

Arroz e feijão sobem 60% em um ano e prato feito fica 23% mais caro, diz FGV

Cozinhar para fazer para a família o prato mais tradicional da mesa dos brasileiros –arroz, feijão, carne, ovo, batata fria e salada– está, em média, 23% mais caro que há um ano.

É o que aponta levantamento feito pela Fundação Getulio Vargas (FGV), que calculou qual foi o aumento dos dez principais alimentos que compõem o “prato feito” brasileiro em 12 meses. A conta considera as variações até março de 2021 capturadas pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC) calculado pela FGV.

Os principais responsáveis pelo aumento forte são, também, os principais ingredientes: o arroz, que subiu 61%, e o feijão, que subiu 69%, no caso do feijão preto. O feijão carioca, por sua vez, subiu 20%.

As carnes também não estão ajudando muito: a alta nos preços das carnes bovinas foi de 27,2% e do frango, de 13,9%. O ovo está 10% mais caro que há um ano. A batata subiu 19% e a cebola, 40%. O único alívio vem tomate, que está em queda de 24%.

Muitos alimentos marcam, desde o ano passado, altas e preços recordes nas prateleiras dos supermercados. O resultado é que o custo de comprar comida para a casa está subindo bem mais que a inflação total: o IPC geral teve alta de 6,1% nos 12 meses até março.

A explicação passa pelo aumento das exportações desses alimentos –o dólar alto estimula as vendas para fora e deixa os produtos ainda mais caros em reais. “Esse movimento do câmbio induz um aumento nas exportações, sobretudo dos cereais e das carnes, favorecendo a redução da oferta interna e pressionando os preços”, disse o pesquisador da FGV Matheus Peçanha. Ele avalia que a escalada de preços foi acentuada nos últimos anos com a desvalorização do real frente ao dólar.

CNN BRASIL

Opinião dos leitores

  1. Na Terra Plana dos bolsonaristas está tudo sempre às mil maravilhas. Lá se come ovo e arrota carne. Lá a culpa é sempre dos outros e a pandemia é só uma gripezinha. Lá tudo se resolve fazendo arminha com a mão e comemorando CPF cancelado.

  2. No Brasil ? Inflação ? É fake news ! Quando o mágico ( Paulo Guedes) assumiu o ministério da fazenda, o GLP ficaria ao custo de R$ 35,00, tô vendo ! Só se for o botijão de 05 Kg.

  3. É até engraçado a gente ler certos “economistas”, verdadeiros “luminares” do mundo empresarial e financeiro, dando pitaco no que não entendem. O cara mal aprendeu a escrever o nome, vive de favores políticos, mas se acha apto para opinar em política de formação de preços. O que o fanatismo e a subserviência política faz com certas pessoas.

    1. Você está se descrevendo? Sabe criticar sem debochar ou imputar comportamentos? Você tá projetando tanto, que se deveria se chamar Direita Cinema.
      Não há uma postagem sua que não seja para diminuir outrem. Passe menos tempo aqui e vá ler a Palavra.

    2. Não leia meus comentários, é o que lhe recomendo. Não são para gente como vc.

    3. Tá, agora deixa de ser analfa digital e condense seus impropérios em uma mensagem, ou o suprasumo da razão, já que em toda notícia você comenta.

  4. Explica mas não justifica. O Brasil sempre foi um dos maiores produtores de alimentos, e o dólar sempre esteve bem acima do real e, nunca tivemos uma inflação tão absurda como essa. Falta uma política de controle de exportações. 1º Abastece o mercado interno, o excesso poderia de vendido pra fora.

  5. Que é isso? Só pode tá errado. No mundo do pobre bolsonarista tá td as mil maravilhas. Chapéu de prego é marreta.

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Saúde

Brasil aplicou 1,57 milhão de vacinas nesta terça e 5 milhões nos últimos cinco dias

O Brasil aplicou mais de 1,57 milhão de vacinas contra covid-19 nesta terça (27). Foram 699.806 pessoas recebendo a primeira dose e 876.848 imunizadas com a segunda dose, de acordo com a plataforma vacinabrasil.org.

O resultado desta terça é o segundo melhor de toda a campanha e levou o Brasil a manter média de mais de um milhão de doses aplicadas por dia nos últimos cinco dias, incluindo o final de semana.

Considerando apenas dias úteis, o Brasil aplicou mais de um milhão de doses, em média, desde o dia 29 de março.

 

Ao todo, o Brasil já aplicou 44.363.853 vacinas em sua população, sendo 30,3 milhões em primeira dose e 14,06 milhões de pessoas receberam a segunda dose, ficando 100% imunizadas contra as formas graves da doença.

DIÁRIO DO PODER

Opinião dos leitores

  1. Logo, logo, o Brasil sairá dessa crise sanitária, que a oposição aproveita para sua politicagem. O governo Bolsonaro já adquiriu mais de 500 milhões de doses de vacinas contra COVID e já distribuiu quase 60 milhões. Quanto a vacinação, estamos em 4° lugar mundial, atrás apenas de EUA, China e Índia, que são produtores de vacinas. Nossa economia também está reagindo bem, APESAR dos “lockdowns” irresponsáveis dos governadores de oposição. E o RN, como está? Em que situação o estado sairá dessa pandemia? Muitas empresas fecharam as portas e muitos potiguares ficaram sem renda por culpa da governadora. E muitos morreram por falta de leitos de UTI. E agora?

    1. Direita cega da gota serena!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    2. Esquerdalha detectada. Sem argumento algum, ataca a reputação alheia. É sempre assim.

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Geral

Denúncias de violência contra idosos crescem 81% durante a pandemia

O número de denúncias de violência contra idosos recebidas pelo Disque 100, canal de atendimento do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos (MMFDH) nunca foi tão alto. Em 2020, foram 87.907 registros, um crescimento de 81% em consideração a 2019 (48.446). É o maior volume de notificações já recebidas no país, segundo a série histórica, iniciada em 2011.

Em um ano pandêmico, com diversas restrições econômicas, o confinamento faz com que muitas famílias convivam no mesmo ambiente quase sem interrupções. E é nessas condições que muitos abusos e violências são cometidas. Quase metade (48%) daqueles que praticam a violência são os próprios filhos. Os netos aparecem logo depois, responsáveis por 6% das violências denunciadas.

 

Entre os estados com mais notificações, Rio de Janeiro é o líder: são 76,4 denúncias feitas a cada 100 mil habitantes. O Distrito Federal vem logo depois, com 66,2 denúncias. Os números foram levantados pelo (M)Dados, núcleo de jornalismo de dados do Metrópoles na base de dados do MMFDH e também por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI).

METRÓPOLES

Segundo a presidente do departamento de Gerontologia da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), Vania Heredia, a maior parte desse tipo de violência ocorre em busca de poder sobre os idosos, que em muitos lares brasileiros são a única fonte de renda de uma família. Mais de 13 milhões de lares brasileiros são mantidos apenas com a renda de idosos, segundo o IBGE.

 

Para Heredia, essa violência é sofrida em silêncio, e muitas vezes é apenas por terceiros que as vítimas conseguem se libertar. “Eles são adultos e têm uma história. Ir para a Justiça, denunciar a família, é muito difícil. Muitas vezes eles não querem expor a situação, pois é também a exposição deles, dos filhos, da família que muitas vezes eles criaram. É um sofrimento calado”, diz.

No último dia 15, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que estabelece o aumento de pena para crimes de maus-tratos, abandono de incapazes e violência contra crianças e idosos. A proposta, de autoria do deputado Hélio Bolsonaro (PSL-RJ), foi impulsionada após o caso do menino Henry Borel, no Rio de Janeiro.

O texto endurece as penas para casos de abandono de incapaz, maus-tratos e exposição a perigo da integridade e da saúde, física ou psíquica, do idoso, da criança e de pessoas com deficiência.

Para Juliano Dessimoni, promotor de Justiça do Estado de São Paulo, a votação de projetos alterando a legislação após determinados crimes é algo histórico na legislação brasileira. No entanto, ele questiona se o aumento da pena é a real resposta para isso, no lugar de outras medidas, como diagnóstico das razões para esse tipo de violência ou abertura de novos canais para denúncias. “Não adiantará ter penas mais duras se não for possível identificar as razões e aumentar os canais de denúncias para que essas situações não se repitam”, afirma.

Em janeiro, Leila Maria Marçal, 69 anos, passou a fazer parte dessa triste estatística. Resgatada pela Polícia Civil do Distrito Federal, faleceu após, supostamente, ser vítima de maus-tratos por parte da própria filha. Segundo a polícia, a idosa foi encontrada desnutrida, sem dentes e com várias feridas pelo corpo na casa onde morava, em Taguatinga Sul.

“Eles a descreveram como um cadáver vivo. Ela estava se desintegrando, uma situação deplorável”, disse a chefe da Delegacia Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa, por Orientação Sexual ou contra a Pessoa Idosa e com Deficiência (Decrin), Ângela Maria dos Santos.

Para Vania Heredia, a falta de iniciativas para acolhimento dessa população faz com que as denúncias sempre dependam de terceiros, e, mesmo quando ocorrem, muitas vezes o socorro não chega a tempo. “Algumas cidades não têm nem conselhos municipais de idosos ou casas de acolhimentos. Sem esse apoio, tudo fica demorado, e às vezes é tarde demais”, conclui.

METRÓPOLES

Opinião dos leitores

  1. Eurídice.de Morais marçal (presidente do conselho do idoso.de Ceará mirim rn disse:

    Até os municípios que tem o Conselho da.pessoa idosa tem dificuldade para fazer.o acolhimento por falta de estrutura agente encaminha para o cras ou para o creas mais demoram para ser feito o atendimento muitas vezes não tem transporte e.local.para acolher o idoso precisamos mais condições e mais equipe.mute disciplinar para fazer.k necessario

  2. Essa política irresponsável de trancar as pessoas em casa está trazendo muitos problemas e não tem eficácia contra o COVID. Empresas quebrando, pessoas sem renda, alunos sem aulas, problemas psicológicos, aumento da violência doméstica estão destruindo nossa sociedade. E quem são os culpados? Quem faz uso da polícia para perseguir os cidadãos e impedi-los de VIVER? Quem vai pagar pelos estragos?

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Saúde

Governo prevê imunizar pessoas com ‘comorbidades’, deficiência e grávidas até o fim de maio

Em nova etapa da campanha nacional de imunização contra a covid-19, o Ministério da Saúde prevê aplicar, até o fim de maio, pelo menos a primeira dose da vacina em pessoas com doenças prévias como diabetes e hipertensão, deficiência permanente, gestantes e puérperas.

Dentro deste grupo, a orientação do governo federal é priorizar a imunização das pessoas com síndrome de down; doença renal que fazem diálise; com deficiência permanente (de 55 a 59 anos e cadastradas no Programa de Benefício de Prestação Continuada); com comorbidades (de 55 a 59 anos), além de gestantes e puérperas com comorbidades. Em uma segunda etapa, a recomendação é imunizar pessoas mais jovens que apresentam estas mesmas condições (a ordem de prioridade é detalhada no fim deste texto).

Esses grupos já estavam previstos no plano de vacinação para a covid-19, mas sem o detalhamento de prazos e a ordem de prioridades. Antes, o governo enviou doses para a imunização de grupos como trabalhadores da saúde, pessoas com mais de 60 anos, povos indígenas, além de parte das forças de segurança, salvamento e Forças Armadas.

Em nota técnica, o ministério prevê que os novos grupos serão vacinados até o fim de maio, mas pondera que esta programação está “sujeita a alterações a depender da entrega efetiva de vacinas”. Estados e municípios podem alterar a ordem de vacinação, mas a Saúde alerta que é importante destinar doses aos grupos determinados no plano nacional.

O ministério estima que mais de 25 milhões de pessoas serão vacinadas nesta nova etapa. Trata-se do grupo mais volumoso previsto no plano nacional de vacinação contra a covid-19. Até agora, a Saúde afirma que pelo menos 27,45 milhões de pessoas já receberam ao menos a primeira dose do imunizante no País.

Segundo edição mais recente do plano nacional de vacinação da covid-19, de 15 de março, são consideradas doenças pré-existentes que podem agravar a covid-19 (comorbidades) a diabetes; hipertensão arterial resistente e doenças cardiovasculares. Também são prioridades nestes grupos os pacientes com doença cerebrovascular; doença renal crônica; anemia falciforme; obesidade mórbida; síndrome de down; cirrose hepática e imunossuprimidos (incluindo pessoas que vivem com o HIV).

Em reunião no Senado, na segunda-feira, 26, o secretário-executivo da Saúde, Rodrigo Cruz, disse que todos os grupos prioritários devem receber pelo menos a primeira dose da vacina até a primeira quinzena de junho. A partir desta data, pessoas de fora da lista de prioridades do plano nacional de vacinação poderiam receber os imunizantes. Em setembro, todos os grupos prioritários já teriam recebido a segunda dose, disse Cruz.

O ministério orienta que gestantes devem comprovar a condição de risco por doenças pré-existentes (comorbidades) por meio de “exames, receitas, relatório médico, prescrição médica, etc”. Também podem ser usados cadastros já existentes em unidades de saúde. A vacinação deve ocorrer independentemente da idade gestacional e o teste de gravidez não é um pré-requisito, afirma a Saúde. No caso da puérpera, não é preciso interromper o aleitamento materno para receber a vacina. Gestantes e puérperas poderiam receber vacinas de vírus inativado, vetor viral ou mRNA, ou seja, não há restrição sobre os imunizantes Coronavac, Oxford/AstraZeneca, Pfizer e Janssen, já aprovados no Brasil.

O governo federal também recomenda que a vacinação de pessoas com doença renal crônica dialítica seja feita dentro das clínicas de diálise. Ainda é possível receber as doses em salas de vacinação, mas a Saúde orienta que, neste caso, a doença seja comprovada por meio de exames ou indicação médica.

Em outras duas notas técnicas também enviadas a gestores do SUS, o ministério reforça que é preciso seguir orientações sobre percentuais de lotes de vacinas que devem ser reservados para garantir a aplicação da segunda dose. A pasta recomenda que a segunda dose seja tomada mesmo após o prazo previsto na bula, de até 4 semanas. No caso da vacina da AstraZeneca/Oxford, o intervalo entre as doses é de até 3 meses.

O governo federal reconhece que há “reduzida quantidade de doses previstas para as próximas remessas” da Coronavac, mas afirma que há compromisso de garantir a aplicação das duas vacinas exigidas para a imunização.

O ministério afirma que pessoas com síndrome de down devem receber a vacina por apresentarem “elevado risco” de desenvolver complicações pela covid-19. Já pacientes renais em diálise têm risco potencializado de infecção por causa da frequente exposição ao ambiente hospitalar, “além de habitualmente apresentarem comorbidades adicionais (como hipertensão, diabetes, entre outros)”. Segundo a Saúde, gestantes com comorbidades possuem “risco obstétrico elevado”, independente da idade.

Pessoas com deficiência permanente estão em maior vulnerabilidade, diz a Saúde, e apresentam até impossibilidade de adotar medidas não-farmacológicas de proteção, como distanciamento social.

Abaixo, a orientação do governo federal sobre vacinação pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência permanente, gestantes e puérperas:

“Na fase I, vacinar proporcionalmente, de acordo com o quantitativo de doses disponibilizado:

– Pessoas com Síndrome de Down, independentemente da idade;

– Pessoas com doença renal crônica em terapia de substituição renal (diálise) independentemente da idade;

– Gestantes e puérperas com comorbidades, independentemente da idade;

– Pessoas com comorbidades de 55 a 59 anos;

– Pessoas com Deficiência Permanente cadastradas no Programa de Benefício de Prestação Continuada (BPC) de 55 a 59 anos

Na fase II, vacinar proporcionalmente, de acordo com o quantitativo de doses disponibilizado, segundo as faixas de idade de 50 a 54 anos, 45 a 49 anos, 40 a 44 anos, 30 a 39 anos e 18 a 29 anos:

– Pessoas com comorbidades;

– Pessoas com Deficiência Permanente cadastradas no BPC,

– Gestantes e puérperas independentemente de condições pré-existentes

 

ESTADÃO

Opinião dos leitores

  1. O governo federal está fazendo sua parte. O Brasil já é o 4° país no mundo em vacinação contra COVID, atrás apenas de EUA, China e Índia, muito mais populosos e que PRODUZEM vacinas. E o que estão fazendo seus opositores afora a politicagem? Quais benefícios estão trazendo ao povo? No RN, o que a govetnadora Fátima do PT fez até agora? Só consigo lembrar da reforma da previdência estadual (que ela dizia não ser necessária), de perseguir quem quer trabalhar e impedir os alunos de estudar. Teve mais alguma coisa?

  2. É triste dizer isso, mas se é o governo federal, coloque aí pra o fim de maio de 2022. Pq infelizmente as previsões lançadas são sempre de fachada, à medida que o tempo passa cai no esquecimento e os prazos começam a esticar rumo ao infinito e nenhuma meta dita e cumprida. Isso e pra td, principalmente pra pandemia já que não é e nunca foi prioridade pra esse governo.

    1. É, se espelhar nos pac dos petralhas e no enfrentamento da covid pelo governo fatão, com certeza, até verba recebida pra isso, será desviada. Governadora exemplar. Rsrsrs

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Trânsito

Senado aprova projeto que obriga motorista embriagado a ressarcir SUS por lesão ou morte no trânsito

O Senado aprovou nesta terça-feira (27) um projeto de lei que determina que motoristas embriagados que causarem acidentes com lesões corporais ou mortes devem ressarcir as despesas médicas ao SUS (Sistema Único de Saúde).

A proposta foi aprovada de maneira simbólica pelos senadores e agora segue para tramitação na Câmara dos Deputados.

O projeto de lei, de autoria do senador Wellington Fagundes (PL-MT), altera o Código de Trânsito Brasileiro para incluir artigo que prevê que motoristas que cometerem crimes de homicídio ou lesão corporal, sob a influência de álcool ou outras substâncias entorpecentes, responderá civilmente pelas despesas do SUS.

Inicialmente, o texto determinava que o motorista seria obrigado a ressarcir os seus próprios gastos com o sistema de saúde. No entanto, o relator da proposta, senador Fabiano Contarato (Rede-ES), que é delegado de trânsito, alterou o projeto para determinar que o ressarcimento não compreenderá os gastos do tratamento do próprio agente causador do acidente.

“Assim, o tratamento do motorista infrator, enquanto vítima de seu erro, deve permanecer gratuito, em nossa opinião, sob pena de violarmos a garantia de gratuidade do atendimento. O mesmo raciocínio se aplica em relação ao tratamento de seus dependentes econômicos”, afirmou o relator.

“Imaginem uma pessoa que dirija um veículo em estado de embriaguez, com seu filho no carona, e que ocasione um acidente. Ele vai ser assistido pelo sistema de saúde. É claro que, no Direito Previdenciário, na sucessão ali, não pode recair, porque senão seria uma condenação para aquele dependente econômico. Por isso, eu fiz essa ressalva”, completa.

O texto também afirma que ficam excluídos dos dispositivos do projeto os casos em que a embriaguez ou o uso do entorpecente não forem culposos ou dolosos. Nesses casos, caberá aos autores o ônus da prova.

O relator apresentou dados que mostram que os acidentes de trânsito tiram a vida de 45 mil pessoas por ano e deixam mais de 160 mil com lesões graves. Em relação aos custos, apenas os acidentes nas rodovias federais provocam prejuízo de R$ 40 bilhões por ano, incluindo custos de perda de produção, danos materiais e despesas hospitalares.

Dados do Ministério da Saúde também apontam que cerca de 70% a 80% das vítimas de acidentes de trânsito são atendidas pelo SUS.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Deveria ser edtendida essa obrigaçao tambem a quem nao usa os equipamentos obrigatorios e aos prefeitos, ser debitado na verba destinada ao municipio , os gastos com acidentes de seus munícipes por falta de fiscalizacao municipal, que resulta em atendimento prlo estado. So assim elex teriam a iniciativa de municipalizar o transito e acabaria a politicagem com interferencia nas acoes de transito.

  2. Muito bem…só assim as pessoas cumprem as leis. Nos países desenvolvidos as leis são cumpridas não porque as pessoas são disciplinadas, mas porque teem a certeza da punição caso as infinja. Faixa de pedestres por ex. São obedecidas à risca porque caso haja acidente a conta do hospital vai para o motorista.
    Aqui só criamos o hábito de usar cinto de segurança porque as multas começaram a chegar!

  3. Medida muito correta. Os idiotas bebem e saem por aí ceifando vidas. Depois tem que analisar outras normas pra responsabilizar criminosos e corruptos pelas consequências civis de seus atos criminosos causam as vítimas…

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Economia

71% acreditam em recuperação da economia só a partir de 2022, diz CNI

A lentidão da campanha de vacinação e um recrudescimento da pandemia de Covid-19 têm pesado nas expectativas da população, e 7 em cada 10 brasileiros dizem acreditar que a economia irá se recuperar só a partir de 2022, segundo levantamento da CNI (Confederação Nacional da Indústria). Quando a mesma pergunta foi feita em julho do ano passado, 61% responderam que a economia brasileira deve se recuperar dos efeitos da Covid-19 em até dois anos ou mais.

“Só a imunização em massa da população vai recolocar o Brasil no caminho da retomada da economia”, diz Robson Braga de Andrade, presidente da entidade.

Os dados apontam que 83% dos entrevistados consideram o ritmo de vacinação no país lento ou muito lento e 21% dizem acreditar que serão vacinados apenas no ano que vem.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, revisou o calendário de vacinação contra a Covid-19 e adiou o fim da imunização do grupo prioritário em quatro meses, de maio para setembro.

​​Andrade, da CNI, ressalta que é preciso avançar na execução do Plano Nacional de Imunização, respeitando a ordem dos grupos prioritários, para que a população consiga recuperar a confiança.

O levantamento, feito em parceria com a FSB Pesquisa, aponta também o impacto da crise provocada pela pandemia nos salários, seja de quem tem carteira assinada ou não.

Para 41%, o rendimento ficou igual, enquanto 32% dizem que os rendimentos diminuíram. Em um cenário ainda mais grave, 14% disseram que perderam toda a renda.

Em contrapartida, 71% dos entrevistados afirmaram que reduziram gastos por causa das medidas de isolamento social —mesmo resultado observado em julho do ano passado.

Só que o nível de cortes no orçamento doméstico aumentou: se na metade do ano passado, 30% dos que disseram ter reduzido gastos foram obrigados a fazer um corte grande ou muito grande em suas despesas, agora são 40% os que dizem ter feito o mesmo.

Segundo a instituição, ainda que a pesquisa impossibilite afirmar que o ritmo de vacinação tem postergado a recuperação da economia, ela é medida fundamental “não só do ponto de vista do enorme custo humano que a pandemia impõe, mas também fundamental para a retomada da economia”.

Em relação ao processo de reabertura de estabelecimentos comerciais e de ensino, a maioria aprova o funcionamento do comércio de rua (61%). A maior parte, no entanto, é contra a abertura de shoppings (57%), salões de beleza (51%), academias (62%) e bares e restaurantes (60%).

A pesquisa ouviu, por telefone, 2.010 pessoas, de 16 a 20 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Se dependermos desses governadores irresponsáveis, o Brasil vira uma enorme Venezuela. No RN, por exemplo, as únicas “obras” da governadora Fátima do PT são impedir as pessoas de trabalhar e os alunos de estudar. E os potiguares seguem morrendo na fila da UTI. Como ficará o estado após a pandemia? O que sobrará do RN após esse catastrófico governo da “professora” que fechou as escolas? Quando começará o governo dessa senhora?

  2. Será que é verdade? Mas já são 3 anos sem recuperação da economia? 2019 foi pior que 2018. 2020 sem comentários e 2021 está do jeito que está. Entendi já estanos no ponto de mínimo, a tendência natural agora é subir, nem que seja a passos de lesma.

  3. 2000 ? Para um Brasil de 210 milhões? É, realmente deve retratar bem a realidade que acomete o país

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Saúde

Anvisa diz que faltam documentos para liberar testes clínicos da Butanvac

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) informou nesta terça-feira (27) que os dados enviados pelo Instituto Butantan para pedir o aval a testes clínicos de uma nova vacina contra a Covid em desenvolvimento no país, a Butanvac, estão incompletos e não atendem aos requisitos para essa autorização.

Com isso, a agência enviou um pedido por mais informações ao laboratório, e o prazo de análise para aval à autorização dos testes fica suspenso até que haja resposta.

Segundo a Anvisa, o Butantan terá agora 120 dias para responder às exigências de mais informações.

O pedido de autorização para os testes da vacina havia sido enviado pelo laboratório à Anvisa na sexta (23), junto com o protocolo clínico do estudo. A agência tinha então 72h para análise.

Antes disso, um primeiro conjunto de dados sobre a vacina havia sido enviado pelo Butantan no fim de março, mas não correspondia ainda ao pedido completo, segundo a agência.

Até o momento, a Butanvac foi testada apenas em animais, nos chamados testes pré-clínicos.

A ideia do laboratório era obter aval para testes das fases 1 e 2 , quando são confirmados dados de segurança e verificado o impacto da vacina na imunidade, nos primeiros indicativos de eficácia. Até então, o governo paulista dizia esperar iniciar os testes ainda neste mês.

Em nota, a Anvisa diz que o pedido e o protocolo do estudo clínico “ainda estão incompletos e não atendem aos requisitos técnicos para autorizar pesquisas clínicas de vacinas em seres humanos”, daí ter pedido mais dados. “Com o envio da exigência, o prazo de análise da Anvisa fica interrompido, já que a agência depende das informações do Butantan para dar prosseguimento à análise técnica”, informa.

Entre os dados pendentes, segundo a agência, estão relatório técnico contendo dados e informações sobre a caracterização e definição de perfil alvo de qualidade da vacina e dados e informações do processo produtivo.

Também faltam esclarecimentos sobre o protocolo clínico e critérios para escolha de doses e inclusão do voluntários, além de informações extras sobre os primeiros estudos realizados ainda em animais.

Em nota, o Butantan diz que foi informado pela Anvisa sobre os apontamentos e manterá contato com o órgão regulador “para viabilizar os esclarecimentos necessários ao seguimento do processo de autorização dos estudos clínicos de fases 1 e 2 da Butanvac”.

“O Butantan espera que o órgão regulador tenha o devido senso de urgência e aprove o quanto antes o início dos testes para que a nova vacina, a primeira a ser produzida no país sem necessidade de importação de matéria-prima (IFA), seja disponibilizada rapidamente à população brasileira.”

FOLHAPRESS

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Política

CPI da Covid recebe em 1º dia ao menos 173 requerimentos, que miram convocações e devassa em Manaus e vacinas

A CPI da Covid recebeu no primeiro dia de funcionamento uma enxurrada de pedidos de senadores. Os requerimentos abrem caminho para uma devassa na condução do governo Jair Bolsonaro no enfrentamento à pandemia. Até as 21h45 desta terça-feira (27) foram apresentadas ao menos 173 solicitações por congressistas. Elas ainda precisam ser aprovadas pela maioria da comissão no Senado.

Entre os requerimentos há pedidos para que sejam ouvidos o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga e os seus três antecessores, Luiz Henrique Mandetta, Nelson Teich e Eduardo Pazuello.

Todos os pedidos feitos ou que venham a ser apresentados pelos senadores precisam ser pautados pelo presidente eleito do colegiado, Omar Aziz (PSD-AM), para serem votados pela comissão.

Os requerimentos também solicitam informações sobre o fornecimento de respiradores, EPIs (equipamentos de proteção individual), “kit intubação”, abertura de leitos, fornecimento de oxigênio, aquisição de vacinas, seringas e distribuição de cloroquina para o chamado tratamento precoce.

A crise no fornecimento de oxigênio hospitalar em Manaus também foi o foco de ao menos cinco requerimentos, vindos tanto de senadores da oposição como de governistas.

O vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), pediu todos os documentos sobre o tema, entre os seus no mínimo 45 requerimentos, enquanto Alessandro Vieira (Cidadania-SE) pediu que sejam convocados os gestores de Manaus. “É fato público e notório que Manaus está em colapso com o avanço dos casos de Covid-19: as internações e os enterros bateram recordes, as unidades de saúde ficaram sem oxigênio e pacientes estão sendo enviados para outros estados. Lotados, os cemitérios precisaram instalar câmaras frigoríficas”, justificou Randolfe.

O senador pede ainda que seja convocado como testemunha o ex-secretário especial de Comunicação da Presidência Fabio Wajngarten, além do compartilhamento de dados obtidos na CPMI das Fake News que tenham pertinência temática com o combate à Covid para serem usados na CPI instalada nesta terça no Senado.

O presidente da CPMI das Fake News, senador Angelo Coronel (PSD-BA), que também integra a comissão da Covid, apoia a ideia.

Coronel também apresentou requerimentos para que sejam convocados o ministro da Controladoria Geral da União, Wagner Rosário, o presidente da Pfizer no Brasil, o presidente da União Química no Brasil —fabricante da vacina russa Sputnik V—, os presidentes do Instituto Butantan e da Fundação Oswaldo Cruz e os embaixadores da China e da Rússia.

Na reunião de instalação da CPI, Coronel disse que sua preocupação no momento é vacinar a população, a única maneira, em sua visão, de salvar vidas. Ele resumiu em três pontos o que o país precisa no momento: Plano Nacional de Vacinação, compra de vacinas e cronograma de entrega.

O senador baiano afirmou que “temos que pensar de agora para frente” e que os erros no combate à pandemia deverão ser apontados pelo relatório final da CPI, votado pelos integrantes da comissão e encaminhado ao Ministério Público.

Também há pedidos sobre a compra de vacinas e auxílio emergencial para os ministérios da Economia e das Relações Exteriores e para a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) e Conasems (Conselho Nacional de Secretarias de Saúde).

“A respeito das questões relativas ao auxílio emergencial e outras medidas econômicas de contenção da pandemia, é necessária a oitiva das autoridades que participaram ativamente das tomadas de decisão e execução das medidas correspondentes, de modo a esclarecer os fatos aos membros desta Comissão
Parlamentar de Inquérito”, escreveu Alessandro Vieira na justificativa.

O senador do Cidadania também pediu a convocação do ex-chanceler Ernesto Araújo. A intenção é que ele preste esclarecimentos sobre a atuação do Brasil a fim de conseguir insumos e vacinas com outros países.

Enquanto a convocação de uma pessoa tem caráter obrigatório de presença, o convite para participar de uma sessão pode ser recusado. Ninguém tem obrigação de falar durante os depoimentos, pelo direito de não produzir prova contra si.

Na sessão desta quinta-feira (28), será analisado o plano de trabalho elaborado pelo relator da CPI, Renan Calheiros (MDB-AL). Entre as 11 propostas apresentadas Renan pediu a solicitação de todos os processos relacionados às aquisições de vacinas e insumos do Ministério da Saúde e a requisição da regulamentação feita pelo governo federal sobre isolamento social, quarentena e proteção da coletividade.

Ele também sugeriu que sejam requisitados documentos relacionados a medicamentos sem eficácia comprovada, tratamentos precoces e campanhas de comunicação do governo. “Não é admissível que diante dessa tragédia deixemos de apontar, ao mundo e internamente, os responsáveis e eles existem e transitam entre nós, buscando uma invisibilidade ou terceirização impossíveis”, justificou Renan.

Já os senadores aliados ao governo defenderam que sejam ouvidos, como convidados, apoiadores do uso de drogas como a hidroxicloroquina e a ivermectina no tratamento precoce da Covid-19.

Ciro Nogueira (PP-PI) pediu a presença do psicólogo Bruno Campello de Souza e do médico infectologista Francisco Eduardo Cardoso Alves, que assinaram nota técnica defendendo o tema, preparada pelo Ministério Público em Goiás.

Eduardo Girão (Podemos-CE) solicitou a presença do médico infectologista Ricardo Ariel Zimerman, que também assina o documento de 117 páginas segundo o qual haveria evidências científicas que comprovem os benefícios do uso desses remédios —o conteúdo considera como “tratamento inicial” aquele iniciado até e incluindo o quinto dia do início dos sintomas da doença.

Nogueira também pediu que seja chamada a imunologista e oncologista Nise Yamaguchi, que chegou a ser cotada para substituir Luiz Henrique Mandetta.

A médica também é uma entusiasta do uso precoce da combinação da hidroxicloroquina com o antibiótico azitromicina já nos primeiros sinais da infecção por coronavírus —e não apenas para pacientes graves, como preconiza o Ministério da Saúde.

Não há, porém, comprovação da eficácia do chamado “tratamento precoce” contra a Covid-19, o que só pode ser validado com estudos científicos que usam uma metodologia rigorosa.

Girão protocolou a convocação de Osnei Okumoto, secretário de Saúde do Distrito Federal, para falar sobre a aplicação dos recursos federais repassados ao governo do DF em razão da pandemia, citando a Operação Falso Negativo, que detectou a compra superfaturada de testes rápidos com baixa qualidade.

O senador também protocolou convite de Mandetta e Nelson Teich para a “elucidação de diversos aspectos relacionados ao objeto de investigação” e um representante da empresa fornecedora de oxigênio White Martins em Manaus.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Que essa CPI puna, exemplarmente, quem errou, cometeu crime, se beneficiou ou qualquer outro ato de corrupção nessa pandemia, brincar com a vida dos outros é desumano. Que seja punido seja lá quem for, presidente, ministros, governadores, prefeitos, doa a quem doer.

  2. Saiu na Coluna do Estadão, no jornal O Estado de São Paulo, de terça-feira (27), que “governadores estudam entrar com medida judicial no STJ [Superior Tribunal de Justiça] pelo afastamento da subprocuradora da República Lindôra Araújo das investigações sobre supostos desvios de verbas federais enviadas ao Estados”. Ela encabeça as investigações de governadores e já oficiou a todos (inclusive a do RN), pedindo informações. Isso não é politicagem, é coisa séria.

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Meio Ambiente

Inundações em Recife podem ter causado ondas de lixo em praias do RN e PB

Foto: Reprodução/Facebook/Grupo de Debate Sobre Tibau do Sul

O lixo doméstico e hospitalar que atingiu as praias do Rio Grande do Norte e da Paraíba nos últimos dias pode ter sido levado para o mar pelas inundações que atingiram a área urbana de Recife, a capital de Pernambuco, na segunda semana de abril. De acordo com o presidente da Associação Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente (Anamma), Welison Silva, que é também secretário do Meio Ambiente de João Pessoa, materiais com identificação de procedência no lixo, como uma mochila escolar, santinhos de um candidato a vereador e restos de correspondência com endereço de Recife, reforçam a hipótese.

Entre os dias 9 e 14, a capital pernambucana registrou chuva acumulada de 343 milímetros de chuva, mais que a média prevista para o mês, de 326 mm, segundo a Agência Pernambucana de Água e Clima. Foi o maior índice de chuvas do Estado, e a cidade sofreu fortes inundações. Houve alagamentos e queda de barreiras em toda a região metropolitana. No bairro Cohab, na zona sul da capital, um homem foi levado pela correnteza – o corpo foi encontrado no último domingo, 25.

Conforme Silva, não houve outro evento que possa explicar a chegada de aproximadamente 40 toneladas de lixo nas praias do litoral. “Fizemos inspeções aéreas e marítimas, incluindo a foz de rios, e nada foi encontrado que pudesse indicar a origem dos resíduos em território paraibano”, disse. Ele acredita que os alagamentos podem ter carregado lixo urbano da região metropolitana de Recife para o mar e as correntes marítimas teriam levado o material flutuante para pontos mais distantes da costa. As marés e as ondas empurraram o lixo para as praias.

O material recolhido inclui objetos de uso pessoal e doméstico, como chupetas, fraldas, chinelos, vasilhas e garrafas plásticas, além de lixo hospitalar, incluindo seringas descartadas, tubos para coleta de sangue e embalagens de medicamentos. Os resíduos foram recolhidos nas praias do Bessa, Manaíra e Tambaú, em João Pessoa, e nas orlas de Lucena, Conde e Cabedelo. Também foi encontrado lixo nas praias do Rio Grande do Norte, próximas da divisa entre os dois Estados. Praias badaladas de Tibau do Sul, como a da Pipa, ficaram cobertas por resíduos.

Conforme o secretário, já houve contato com órgãos ambientais e da prefeitura de Recife para análise conjunta das amostras colhidas nas praias. Praticamente todo o lixo já foi recolhido por equipes das prefeituras e voluntários. Relatórios sobre a poluição serão encaminhados aos ministérios públicos estadual e federal.

A Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) da Paraíba informou que técnicos vistoriaram as praias e trabalham para identificar a origem dos resíduos. Segundo a agência ambiental, em relação aos banhistas, a balneabilidade das praias não foi afetada. Conforme a Superintendência do Ibama no Estado, o instituto pediu relatórios aos municípios sobre as ocorrências.

A Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Pernambuco informou que está em contato com os órgãos ambientais do Rio Grande do Norte e da Paraíba para auxiliar na identificação da origem do lixo. A pasta pediu amostras do material recolhido nas praias para análise.

Sobre as chuvas em Recife, a Secretaria de Infraestrutura da capital informou que, desde o início do ano, investiu mais de R$ 90 milhões em ações para prevenção e monitoramento das áreas de risco, além de limpeza de canais e eliminação de pontos de alagamento. No total, foram retiradas 3,7 mil toneladas de resíduos de 50 canais e 168 vias públicas, galerias e canaletas para prevenir enchentes.

Correio Braziliense

Opinião dos leitores

  1. Deve ter sido isso mesmo, Recife é uma cidade muito suja. E comandada por políticos da esquerda só da nisso.

  2. A culpa é da Prefeitura do RECIFE que não faz coleta de lixo e não existe drenagem das águas de chuva.

  3. A culpa é de bolsonaro. Igual ao óleo que até hoje ninguém sabe de onde veio.
    Mas acharam um culpado.

    1. Acharam um culpado sim, Bolsonaro que encontrou ao acusar ONG’s e até a Venezuela sem prova alguma. É típico dele, acusar sem apresentar provas, vetou a vacina pois era da China, hoje necessita dela. Vai entender cabeça de doido.

    2. Eu entendo senhor Marcos, falar besteira por besteira tu lembra do Molusco e da Anta, duas sumidades nessa matéria, só que não vi ainda denúncias de desvios de recursos públicos contra o atual, sim, falas da Venezuela de Chávez e Maduro? Bom exemplo de país e de gestao.

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Saúde

Show para 5 mil com máscaras em Barcelona termina sem contágios por Covid-19, dizem pesquisadores

Foto: LUIS GENE / AFP

Uma experiência trouxe esperanças ao mundo da Cultura: em um show da banda espanhola Love of Lesbian, realizado em Barcelona, no dia 27 de março, quando 5 mil pessoas dançaram sem distanciamento, mas com máscaras do modelo PFF2, não houve “nenhum sinal” de contágio de coronavírus, segundo os organizadores.

— Não há sinal que sugira que alguma transmissão ocorreu dentro do evento, que era o objetivo da análise — disse em uma entrevista coletiva, nesta terça-feira, o médico Josep Maria Libre, do hospital Germans Trias e Pujol.

De acordo com Llibre, foram registrados apenas seis casos positivos assintomáticos 15 dias após o show, detectados em controles regulares do sistema de saúde público. É possível, portanto, que outros casos assintomáticos tenham ocorrido e não tenham sido detectados entre os participantes, que foram testados antes do concerto.

Os organizadores estão seguros de que “quatro desses casos da transmissão não ocorreram durante o show”. Enquanto aos outros dois, há “uma altíssima chance” de que não tenham se contaminado na casa de show”, disse à AFP o infectologista Boris Revollo.

O show, realizado no Palau Sant Jordi (Palácio de São Jorge, em português), foi promovido por um grupo de festivais e promotores de música em conjunto com o hospital Germans Trias e Pujos, com o intuito de mostrar que esse tipo de atividade pode ser compatível com a pandemia.

— Com ventilação otimizada, testagem e uso de máscara, é possível garantir um espaço seguro — defende Llibre.

Revollo reforça a fala do colega.

— É possível dizer que não houve uma supertransmissão durante o concerto. Foi demonstrado que podem ser criados eventos seguros para a evitar a transmissão do coronavírus — explicou o infectologista.

Apesar dos testes, máscaras e ventilação, o uso de lugares onde a contaminação é de maior risco, como os banheiros, foi totalmente controlado.

Essa experiência é uma das poucas do mesmo estilo que têm sido realizadas na Europa. Outro show ocorreu na Holanda no início de março, com 1.300 pessoas. Na França, a ministra da Cultura, Roselyne Bachelot, disse na semana passada que um experimento parecido, proposto anteriormente, pode ser realizado em alguma casa de show parisiense em cerca de 15 dias.

— Mais uma vez, Barcelona e a cultura da nossa cidade se colocam na vanguarda de uma situação que é nova, que consiste em preservar a atividade cultural com todas as garantias sanitárias — celebrou o vice-prefeito de Barcelona, Jaume Collboni.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Aos poucos a verdade vai surgindo. Esse “lockdown” é desnecessário e altamente prejudicial ao povo. As medidas eficazes são: uso de máscaras QUANDO NECESSÁRIO (ao ar livre ou quando se esta so, não precisa), tratamento preventivo ou precoce, distanciamento social, isolamento dos vulneráveis e contaminados, medidas sanitárias e vacinação. Tudo isso depende da ação consciente de cada um. Lei e ação policial APENAS para evitar aglomerações e regulamentar a prestação de serviços públicos. E o presidente já diz isso desde o início da pandemia. Sempre esteve certo.

  2. Pois é, tem um ladrão costumas e condenado alí que tem um bando de jumentos alienados encurralados que diz: quem combate a corrupção é quem acaba com empregos e economia, o corrupto não; o mega corrupto comandante que tem uma rede de corrupção atuando em vários setores da administração pública, só pode ser julgado na comarca que ele comandou todo esquema, e caso tenha sido condenado, apesar de centenas de recursos interposto, tudo com provas robustas, inclusive recuperado bilhões de reais do roubo, esse processo tem que ser anulado, e devolvido os bilhões aos ladrões; o criminoso corrupto não pode ser tratado como bandido perigoso, porque o dinheiro roubado dos cofres públicos não era de ninguém, de todo jeito ia ser roubado, era um dinheiro que não servia pra melhorar o atendimento na saúde pública, não seria investido na segurança pra diminuir a violência, não seria investido na educação pra melhorar o ensino público, e também não serviria pra melhorar a infraestrutura das cidades e do país. Enfim, pra que combater a corrupção, se ela só trás benefício, elege políticos que roubam, que compram votos no dia da eleição, dão chapa, cimento, cachaça… O mundo ideal é o de corruptos soltos e que jamais sejam atingidos pela lei. Um mundo de sonhos, e eles acreditam. Ahaaam

    1. Quem vota em ladrões merece ser roubado. O problema é que vamos todos juntos “pro buraco”. Por isso posto comentários por aqui, paraxao menos tentar abrir os olhos de alguns e evitar que sejam “abduzidos”. Quanto aos asininos defensores do “coisa ruim de 9 dedos”, esses não têm mais jeito. Devem apenas ser evitados pois são impróprios para o convívio com gente decente.

  3. Pois é… mas têm um jumento alí, que é incapaz de orientar o seu rebanho a usar máscaras. O que do brasil? Mortes é claro.

    1. Os jumentos estão do “outro lado”, meu caro. Vc errou o gado. Rsrsrs

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Polícia

Três bandidos roubam carro e acabam mortos após troca de tiros com a polícia

Foto: reprodução

Três suspeitos morreram após uma troca de tiros com policiais militares, nesta terça-feira (27). O confronto aconteceu na rodovia BR-406, nas proximidades do distrito de Massaranduba em Ceará Mirim.

Os suspeitos estavam em um veículo modelo Gran Siena que possui rastreador e tinha queixa de roubo. Na fuga, o trio se deparou com a polícia e desobedeceu às ordens de parada. Militares de Ceará-Mirim e Extremoz participaram da ação.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) precisou interditar a rodovia, devido a troca de tiros.

Os três suspeitos, ainda não identificados, foram socorridos para o Hospital Santa Catarina, mas morreram antes de dar entrada na unidade, nenhum policial ficou ferido.

Com informações de Novo Notícias

Opinião dos leitores

  1. Parabéns bravos PM’s. Menos três almas sebosas, que agora foram prestar contas ao capeta.

  2. Perfeito, parabéns a polícia militar 👏👏👏👏,senta o dedo pra cima da vagabundagem. Que o xerife coveiro tranca eles pra nunca mais fazerem mal a ninguém.

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Saúde

Brasil ultrapassa marca de 30 milhões de pessoas vacinadas contra a covid-19

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Foto: RICARDO MORAES/REUTERS – 26.04.2021

O Brasil superou, nesta terça-feira (27), a marca de 30 milhões de pessoas vacinadas contra a covid-19. Até a última atualização desta matéria, 30.171.054 pessoas receberam a primeira dose da vacina, segundo o Vacinômetro do R7, o que corresponde a 14,25% da população, sendo que 13.777.890 já receberam a segunda dose e estão completamente imunizadas.

De acordo com a plataforma Our World In Data, ligada à Universidade de Oxford, o Brasil é 12º colocado no ranking mundial de vacinação no que diz respeito à quantidade de pessoas imunizadas com a primeira dose da vacina. Em relação ao número de doses administradas, o país ocupa o 5º lugar no ranking.

A meta do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, de vacinar um milhão de pessoas por dia foi atingida algumas vezes durante o mês de abril, mas não se tornou rotina. Além disso, o Ministério da Saúde informou que cerca de 1,5 milhão de pessoas não retornaram no prazo estipulado para receber a segunda dose.

Ainda segundo a pasta, o PNI (Programa Nacional de Imunizações) já distribuiu mais de 57 milhões de doses das vacinas em uso no Brasil (CoronaVac e vacina de Oxford) para serem aplicadas na população.

O Instituto Butantan, representante da CoronaVac no país, atrasou a entrega de
3,2 milhões de doses das 46 milhões que deveriam ter sido entregues até o fim de abril, como previsto no contrato com o Ministério da Saúde. O instituto afirmou que deve retomar a entrega das vacinas no próximo dia 3 de maio.

Nesta segunda-feira o Ministério da Saúde passou a incluir gestantes como grupo prioritário para receber a vacina contra a covid-19 no Brasil.

“Novas evidências mostram um risco maior de hospitalização das gestantes e puérperas, optamos por incluir os grupos como grupo prioritário. Vamos fazer a vacinação em duas fases, primeiro as gestantes que apresentam comorbidades e depois independente de terem alguma condição pré-existente ou não”, afirmou Franciele Francinato, coordenadora do PNI.

R7

Opinião dos leitores

  1. Mais de 500 milhões de vacinas já compradas e 57 milhões já distribuídas. Graças ao governo Bolsonaro, que está fazendo sua parte. E os estados, estão fazendo o que? O que fez até agora a governadora Fátima do PT? Alguém cite QUALQUER COISA, além de impedir as pessoas de trabalhar e estudar.

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Saúde

Senado aprova vacinação obrigatória em fins de semana e feriados; Projeto ainda será analisado pela Câmara dos Deputados

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

O Senado aprovou hoje (27) um Projeto de Lei (PL) que obriga os postos de vacinação a funcionarem todos os dias da semana, inclusive em fins de semana e feriados, na ocorrência de epidemias e situações de calamidade na saúde pública, incluindo a atual pandemia da covid-19. O projeto segue para análise da Câmara dos Deputados.

O projeto determina que a vacinação, nos casos descritos, ocorra todos os dias até que se atinjam as metas definidas pelos respectivos planos de ação para cada grupo, em cada fase de vacinação. A vacinação diária, segundo o projeto, poderá ser interrompida caso não haja vacina em estoque ou nos casos em que for necessária a reserva de segunda dose para aplicação subsequente nos grupos em que foram ministradas doses anteriormente.

A relatora do projeto no Senado, Maria do Carmo Alves (DEM-SE), viu a necessidade de incluir outra possibilidade para a não vacinação em fins de semana e feriados. Assim, a vacinação em feriados e fins de semana pode também não ocorrer caso haja inviabilidade técnica e justificada para tanto, fato que deverá ser avaliado pelo gestor local do Sistema Único de Saúde (SUS).

Segundo a senadora, existe uma diversidade de situações potencialmente impeditivas do funcionamento dos serviços de saúde. Por exemplo, a indisponibilidade de transportes nas localidades ou até mesmo de profissionais de saúde. Por isso, deverá caber ao gestor local certa liberdade para decidir sobre a operação da saúde pública. Maria do Carmo Alves ainda citou o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) de que as medidas adotadas pelo governo federal no combate à pandemia não afastam a competência nem a tomada de providências de governadores e prefeitos.

Segundo o autor do projeto, senador Chico Rodrigues (DEM-RR), pessoas em todo país estão se aglomerando “porque em muitos lugares a vacinação contra a covid-19 nem sempre tem ocorrido aos finais de semana e feriados”. Ainda na visão do senador por Roraima, a suspensão de vacinação nesses dias dificulta o atendimento para quem trabalha ou precisa de acompanhamento para ir até o local de imunização.

Agência Brasil

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Política

Lira rebate oposição e diz que 100% dos pedidos de impeachment de Bolsonaro são inúteis

Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), rebateu críticas da oposição na noite desta terça-feira (27) e afirmou que 100% dos pedidos de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) protocolados na Casa são inúteis para o que foram apresentados ou para o que solicitaram.

A declaração foi dada após a votação de uma medida provisória que autorizou a renegociação de dívidas de empresas com os fundos de investimento do Nordeste e da Amazônia.

Lira respondeu ao deputado Henrique Fontana (PT-RS), que havia cobrado que o presidente da Câmara abrisse processo de impeachment contra Bolsonaro. Na segunda-feira (26), o líder do centrão disse que “90%, 95% dos [pedidos de impeachment] que eu já vi não tem absolutamente nenhuma razão de ter sido apresentado, a não ser um fato político que queira se gerar.”

Nesta terça, Fontana criticou a declaração. “Eu não posso concordar com o que disse o presidente Arthur Lira de que 95% dos pedidos de impeachment não têm consistência nenhuma”, disse.

“Eu vejo muita consistência em diversos pedidos, mas mais do que isso eu quero ter o direito democrático de poder analisar esses pedidos, numa comissão processante, com debates, busca de dados, que é o papel do Parlamento.”

Lira se irritou com a fala do deputado e defendeu que não cabe à Câmara causar instabilidade neste momento por conveniência política de A ou de B.

“O tempo é o da Constituição, na conveniência e na oportunidade. Os pedidos de impeachment, em 100%, não 95%, em 100% dos que já analisei são inúteis para o que entraram e para o que solicitaram”, afirmou.

Antes, Lira havia acusado o petista de não fazer a mesma cobrança quando a Câmara era conduzida pelo ex-presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ). “Então eu estou há dois meses, deputado Fontana, e pediria à Vossa Excelência um pouco mais de tranquilidade, um pouco mais de paciência”, disse.

Fontana tentou interrompê-lo para afirmar que havia cobrado Maia da abertura de um processo, ao que Lira respondeu: “Eu ouvi Vossa Excelência calado e espero que Vossa Excelência também me ouça calado.”

Na presidência da Câmara dos Deputados há menos de três meses, Lira já recebeu 50 novos pedidos de impeachment contra Bolsonaro —ou uma peça a cada um dia e meio, aproximadamente. Houve um expressivo ganho de ritmo em comparação com a gestão de Maia, que tinha uma média de uma ação nova a cada 11 dias —foram 66 ao todo.

O crescimento neste ano ocorreu em meio ao desgaste de Bolsonaro diante do auge da pandemia da Covid-19 —além da maior crise militar desde 1977, com a troca da cúpula das Forças Armadas.

O atual presidente da Câmara já sinalizou em diversas ocasiões que não pretende dar encaminhamento aos 116 pedidos que se avolumam. Mais de uma vez, usou o fato de Maia não ter dado andamento às ações como justificativa para manter os processos intocados.

Ele também indicou que, com a pandemia, não há clima para abrir um processo de impeachment contra Bolsonaro —o mesmo argumento que usa para desencorajar uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) na Câmara.

FolhaPress

Opinião dos leitores

  1. A maior quadrilha de ladrões que já assaltaram os cofres de uma nação na história do mundo , quer VOLTAR. Abstinência FDP.

  2. Essa Folha de SP não desiste. Tentam fabricar crises e prejudicar o país. Não conseguem e o presidente segue firme, “consertando” o Brasil. E a esquerdalha pira. Rsrsrs

  3. Em 100% dos que ele já analizou e não 100% dos pedidos que está na câmara. Então vai sair esse impeachmant logo logo. Glórias a Deus!

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Saúde

Brasil registra mais 113 mil curados nas últimas 24h e soma mais de 12,9 milhões de recuperados da Covid-19

Foto: Alex Borgmann

 

O Brasil registrou nesta terça-feira (27) mais 113.391 pacientes recuperados do coronavírus, totalizando 12.992.442 pessoas curadas da doença.

O número de pessoas curadas representa 90% do total de casos acumulados.

A quantidade de pessoas curadas no Brasil é mais de doze vezes superior ao número de casos ativos (1.054.099), que são os pacientes em acompanhamento médico.

No mundo, estima-se que 126,8 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 já se recuperaram, de acordo com o site Wolrdometers.

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