Diversos

Governo do RN altera trecho de decreto e autoriza serviço de transporte de passageiros durante toque de recolher

Está no Diário Oficial do Estado desta terça-feira(02). O governo do RN autorizou o serviço de transporte de passageiros durante o toque de recolher. Com isso, motoristas de aplicativo podem circular normalmente no período.

O toque de recolher – que proíbe a circulação de pessoas em todo o estado, entre 22h e 5h – foi decretado no último sábado (27) junto com outras medidas restritivas para tentar conter o avanço da pandemia da Covid-19. (ÍNTEGRA de republicação AQUI).

DECRETO Nº 30.385, DE 1º DE MARÇO DE 2021.

Altera o Decreto Estadual nº 30.383, de 26 de fevereiro de 2021, que dispõe sobre medidas temporárias de distanciamento social e institui o toque de recolher no âmbito do Estado do Rio Grande do Norte, e dá outras providências.

A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, no uso das atribuições que lhe confere o art. 64, V e VII, da Constituição Estadual, Considerando o Decreto Estadual nº 30.347, de 30 de dezembro de 2020, que renovou o estado de calamidade pública, para os fins do art. 65 da Lei Complementar Federal nº 101, de 4 de maio de 2000, em razão da grave crise de
saúde pública decorrente da pandemia da COVID-19 (novo coronavírus), e suas repercussões nas finanças públicas do Estado do Rio Grande do Norte;

Considerando as Recomendações do Comitê de Especialistas da Secretaria de Estado da Saúde Pública para o enfrentamento da pandemia pela COVID-19, na qual sugerem a adoção de medidas que intensifiquem as medidas de restrição de circulação de pessoas, aglomerações e eventos, bem como as ações de vigilância;

Considerando a necessidade de manter sob controle a epidemia da COVID-19 no Rio Grande do Norte, e entendendo que os períodos festivos e de feriado prolongado foram provocadores de grandes aglomerações, com reflexo no aumento do número de casos;

Considerando a Região Metropolitana de Natal ter atingido, desde o mês de novembro de 2020, um platô alto no número de casos, com a Taxa de Ocupação de Leitos Críticos acima de 80%, alertando para um possível colapso de leitos na região;

Considerando a inevitável introdução de novas variantes do SARSCoV-2, em especial das três cepas mais recentes, já em circulação nos estados vizinhos, e possível circulação no Rio Grande do Norte, podendo contribuir para aumento da transmissibilidade;

Considerando a recomendação das autoridades sanitárias de diminuição das aglomerações e do fluxo de pessoas em espaços coletivos, para mitigar a disseminação do novo coronavírus no Rio Grande do Norte;

Considerando o ciclo de reuniões realizadas em 19 de fevereiro de 2021, com representantes dos municípios da região metropolitana e municípios pólos do Estado, Chefes dos demais Poderes do Estado e integrantes do setor produtivo;

Considerando o Decreto Estadual nº 30.379, de 19 de fevereiro de 2021, que dispõe sobre medidas temporárias de prevenção ao contágio pelo novo coronavírus (COVID-19) no âmbito do Poder Executivo Estadual;

Considerando o iminente colapso das redes públicas e privadas de saúde e a consequente necessidade de adotar medidas sanitárias mais restritivas visando o enfrentamento à COVID-19;

D E C R E T A:
CAPÍTULO I
DO TOQUE DE RECOLHER

Art. 1º O Decreto Estadual nº 30.383, de 26 de fevereiro de 2021, passa a vigorar com a seguinte alteração:

“Art. 1º …………………………………………………………………………………..
………………………………………………………………………………………………
§ 2º ………………………………………………………………………………………
………………………………………………………………………………………………
XII – serviços de transporte de passageiros.
………………………………………………………………………………………………
§ 4º É permitido o deslocamento durante a vigência do toque de recolher, seja mediante serviço de transporte de passageiros ou veículo próprio, restritamente em situações de emergência ou para o deslocamento entre o local de trabalho e o domicílio residencial.” (NR)

“Art. 11-A A Secretaria de Estado da Saúde Pública (SESAP) editará os atos complementares ao presente Decreto, devendo consultar e coordenar a edição de tais atos de forma conjunta com as demais pastas de governo que eventualmente sejam atingidas pelas matérias.” (NR)

Art. 2º. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Palácio de Despachos de Lagoa Nova, em Natal/RN, 1º de março de 2021, 200º da Independência e 133º da República.
FÁTIMA BEZERRA
Cipriano Maia de Vasconcelos

Estabelecimentos que podem funcionar dentro do horário, segundo o decreto:

(mais…)

Opinião dos leitores

  1. Eu não entendi
    Se é toque de recolher nao.pode ter circulação de pessoas CERTO
    O URBE vai circular com quem ?????

    1. Com os trabalhadores que estao voltando do trabalho. Bares, Restaurantes, etc. Garcons, garconetes, copeiras, barman, cozinheira, etc, etc, etc

  2. E o cidadão que vai embarcar em um vôo qualquer durante a madrugada está impedido? Pelo decreto sim. E aí?

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Política

VÍDEO: Minuto na Câmara Municipal de Natal – 02-03-2021

Minuto da Câmara no ar trazendo os assuntos mais importantes debatidos na última semana, na Câmara Municipal de Natal, disponibilizado nesta terça-feira(02).

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Polícia

Chacina na Comunidade do Mosquito em Natal deixa quatro mortos

Foto: Reprodução/TV Tropical

O início da manhã foi violento na Comunidade do Mosquito, na zona Oeste de Natal. Quatro pessoas foram assassinadas a tiros. De acordo com as informações apuradas pela reportagem da TV Tropical, homens fortemente armados invadiram a comunidade e executaram as vítimas. A guerra entre facções criminosas pode ter motivado a chacina.

As pessoas foram identificadas com Alice de Melo, de 23 anos, Thiago José, de 26 anos, Josenildo Paulino, de 24 anos, e Thiago Fabrizio, de 25 anos. Esse último usava tornozeleira eletrônica e havia sido detido na última quinta-feira (25). Segundo as primeiras informações, eles estavam em suas casa quando os criminosos chegaram e efetuaram os disparos fatais.

No local, foram encontrados vestígios de disparos de pistolas .40 e .380, além de calibre 12 e .38, segundo informou a Polícia Civil. Os corpos foram recolhidos pelo Instituto Técnico-Científico de Perícia do Rio Grande do Norte (Itep-RN).

O delegado da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Marcos Vinícius, conversou com a TV Tropical e deu outras informações. “Inicialmente identificamos que podem ter sido integrantes do Sindicato do Crime que invadiram o Mosquito e tiraram as pessoas de casa para a execução. A gente acredita que se trata de guerra entre facções criminosas”, explicou.

Ele ainda acrescentou que “pode ser que todas [as vítimas] não tenham relação, mas pelo menos uma tinha. Vamos verificar se alguém estava na hora errada, no lugar errado. Inclusive, uma das testemunhas foi retirada do local pelo grupo que invadiu”. O delegado também vai apurar se o crime tem relação com a situação ocorrida na quinta-feira passada, quando a polícia foi acionada para atender a uma ocorrência na área.

A investigação já foi iniciada e terá continuidade pela Divisão de Homicídios de Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil do Rio Grande do Norte.

Portal da Tropical

Opinião dos leitores

  1. Anti -gado …jumento , Nso temos favelas como o RIO DE JANEIRO ou comunidades com 80.000 habitantes, igual a São Paulo , temos SIM É MÁ VONTADE E ESTRATÉGIA POLÍCIA , NÃO TEMOS MORROS ..NÃO TEMOS MORROS com 80 ..100 mil habitantes morando, FALTA PLANEJAMENTO, DRONES , polícia militar , CIVIL , fazer uma VARREDURA ,
    IDIOTA VOCÊ ESTÁ COMPARANDO FAVELA do MOSQUITO com cidade de Deus ?? Ou favela do motor com MORRO DO BOREL ?? Você é um IDIOTA A SERVIÇO DOS PTRALHAS

  2. Pablo , até o seu nome é fake, sabe ler?? Aonde você idiota leu que estou defendendo BANDIDO ???

  3. Incrível, a bandidagem entra em qualquer comunidade , a polícia NÃO , sabe porquê? Não há interesse,quando , mas quando fazem uma operação , eles noticiam nas tvs 3 duas antes , chega com um CARRO GOL caindo aos pedaços com 2 gordos dentro , é um helicóptero em cima da favela fazendo O MAIOR ALARME

    1. Se a policia fizer uma ação em favela, muito são contra. E se matar um bandido piorou! Vc mesmo deve defender bandido por ai.

    2. Amigo, em todo lugar é assim. No Rio, São Paulo e em outras cidades grandes do país existem áreas onde a polícia não entra. Infelizmente faltam pessoas valentes como você pra fazer esse trabalho. Inscreva-se como voluntário e vá fazer arminha na favela. Talvez você seja bem sucedido mas o mais provável é que você saia de lá dentro de um caixão.

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Finanças

Pix: Banco Central aumenta limite de transferências eletrônicas e igual ao limite do TED; entenda

Foto: FramePhoto / Agência O Globo

Uma mudança promovida pelo Banco Central (BC) fará com que os correntistas movimentem mais dinheiro via Pix, sistema de pagamentos instantâneos. Agora, os limites máximos do Pix deverão ser iguais aos da transferência eletrônica direta (TED) e do limite de cartão de débito.

Estes estão entre critérios definidos pelo BC para estabelecer limite de valores nas transações Pix. Até 28 de fevereiro, ao fazer um Pix para contas de mesma titularidade ou de outras pessoas, o limite dessa transferência era de 50% do teto oferecido para fazer uma TED (que pode variar de instituição para instituição).

Para compras, passará a valer o limite máximo do cartão de débito. Até agora, as instituições financeiras fixavam o teto de envio do Pix com base num percentual do limite diário e mensal para a TED ou para a compra no cartão de débito.

Os valores máximos de movimentação continuarão definidos pela instituição financeira, com base no horário, o dia da semana, o canal usado e a titularidade da conta, com o objetivo de garantir a segurança do usuário. Segundo o BC, os valores máximos continuarão a ser estabelecidos pelos bancos, o que mudou foi a compatibilidade do limite com as quantias fixadas para a TED e a compra no débito.

A partir de 1º de abril, segundo o BC, os clientes poderão gerenciar os limites do Pix no próprio aplicativo da instituição financeira. Atualmente, o correntista pode personalizar apenas os limites para a TED e o cartão de débito.

A qualquer momento, o correntista pode pedir para mudar os limites atuais de movimentação. Se for para reduzir, a instituição financeira é obrigada a acatar o pedido instantaneamente. O aumento do limite fica a critério da instituição, após avaliação do perfil do cliente.

Extra – O Globo

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Saúde

ADI protocolada no STF quer que União injete gás de cocaína para matar coronavírus

Uma Ação direta de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal quer que a União injete gás de cocaína para matar coronavírus. Além disso, também solicita a anulação de condenações pelo tráfico de maconha e também da cocaína.

“A maconha e a cocaína são vegetais que pertencem a nossa biodiversidade que não produzem drogas. O plantio, a cultura, a colheita e a exploração que contradiz os parágrafos II e III da Lei 11.343, por isso deve ser retirado dessa Lei por ofensa aos artigos 225 e 215 da Constituição Federal”, diz a petição.

Ela cita que conclui que “A COVID-19 é uma fraude dos laboratórios de química inorgânica contra a química natural, e por isso deram prejuízos a saúde pública da humanidade”. Os pontos da ação solicitados são:

a) Como obrigação de fazer do Estado, experimentar o gás da cocaína injetado no corpo humano, para se vê o vírus nocivo morrer;
b) Diante do resultado, deverá o Estado denunciar a Organização Mundial de Saúde (OMS) a rescisão unilateral dos contratos das
vacinas, dos insumos inorgânicos dos laboratórios;
c) Citar a União Federal para contestar a Ação, e se vê condenada a retirar da Lei 11.343, de 23 de agosto de 2006, a proibição das
culturas vegetais da maconha e da cocaína

Opinião dos leitores

  1. Puro besteirol. Parece coisa de quem quer distorcer discussões sérias sobre descriminalizacao , uso medicinal da cannabis, uso adulto, etc. Não existe nenhuma discussão séria sobre incluir cocaína nesse debate.

  2. A matéria não menciona o nome do advogado ou do partido político que ajuizou a ADI. Pelos termos da petição, parece coisa de advogado de traficantes de drogas. Ou é o caso de se imaginar que o autor (ou autores) da Ação tenha fumado um baseado estragado quando escreveu a petição.

  3. Estamos a poucos passos da perfeição, ou seja, liberar a maconha e a cocaína, tudo isto, baseado em pareceres dos traficantes. Viva o Brasil!

  4. Sei la.. deve ter sido protocolado por algum comitê de "cientistas"…. hoje qualquer um, mesmo sem ser da area, pode ser considerado cientista de covid e propor medidas contra a populacao.

  5. Faltou mostrar quem propôs essa adi e a qual partido ou associação pertence, pq isso tem cara que é coisa da esquerda podre que dominou o pais por muitos anos e agora o que restou dela no país.

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Celebridades

Aos 79 anos, Roberto Carlos é vacinado contra Covid-19 no Rio

Aos 79 anos, Roberto Carlos é vacinado contra Covid-19 no Rio

 Roberto Carlos/Twitter

O cantor Roberto Carlos, de 79 anos, foi vacinado nesta segunda-feira (1) contra a Covid-19 no Rio de Janeiro. O artista, que chegou dirigindo, tomou a primeira dose em um posto de saúde na Zona Sul da capital fluminense.

No Twitter, Roberto Carlos compartilhou um vídeo do momento e incentivou que outras pessoas se imunizem contra o novo coronavírus. “Todo mundo tem que vacinar, deve vacinar, é importante”, escreveu.

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, anunciou neste sábado (27) o quarto modelo de vacinação na cidade. No novo formato, serão três dias para vacinar idosos com 79 anos. As datas reservadas são 1, 2 e 3 de março. Diferentemente da previsão anterior, pessoas com mais do que 79 anos também terão nesses dias nova oportunidade de imunização.

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Política

Flordelis ficou quase 17 horas com tornozeleira eletrônica sem bateria, atesta relatório

Relatório da Secretaria estadual de Administração Penitenciária (Seap) do Rio aponta que a bateria da tornozeleira eletrônica usada pela deputada federal Flordelis dos Santos de Souza (PSD) terminou 11 vezes de outubro até o mês passado. Em uma das ocasiões, segundo o documento, o equipamento da deputada ficou desligado por quase 17 horas. Quando a carga chega ao fim, o monitoramento é suspenso.

O relatório, ao qual O GLOBO teve acesso, foi enviado pela Seap à Justiça. Flordelis é ré em processo na 3ª Vara Criminal de Niterói na qual é acusada de ser mandante da morte do marido, o pastor Anderson do Carmo.

A deputada passou a usar tornozeleira eletrônica em 8 de outubro do ano passado, após uma determinação da juíza Nearis dos Santos Carvalho Arce, da 3ª Vara Criminal de Niterói. Pela decisão judicial, a deputada deve permanecer em casa das 23h às 6h. Somente no primeiro mês de uso, a bateria do equipamento terminou três vezes. Uma delas, no dia 31, quando o monitoramento ficou suspendo por quase 17h. A tornozeleira desligou às 6h56 e só foi religada às 23h51.

Consta, no relatório da secretaria, que ao comparecer à Seap para fazer a instalação, Flordelis foi orientada sobre a necessidade de carregar a tornozeleira eletrônica. Para recarregar o aparelho, é preciso ficar conectado a uma tomada.

O monitoramento eletônico é uma das medidas cautelares previstas no Código de Processo Penal. O descumprimento dessas medidas pode acarretar na decretação da prisão do réu. No entanto, Flordelis tem imunidade parlamentar e só pode ser presa em flagrante delito por crime inafiançável, conforme determina a Constituição Federal.

No relatório, consta ainda que em 15 ocasiões Flordelis não estava em casa entre nos horários estabelecidos pela juíza. Em 14 delas, segundo o documento, a deputada estava em deslocamento para Brasília. Já em um episódio, a pastora estava no fórum de Niterói, em audiência no processo no qual é ré.

No documento, consta ainda um rompimento da tornozeleira eletrônica. No entanto, o EXTRA constatou que isso ocorreu no momento em que Flordelis estava na Seap instalando a tornozeleiran eletrônica. Todos os episódios de término de bateria, permanência de casa fora dos horários permitidos e rompimento de tornozeleira são considerados, pela secretaria, violações ao uso do equipamento. O relatório que consta no processo foi gerado pelo Sistema de Acompanhamento de Custódia da secretaria no último dia 23.

O GLOBO procurou a assessoria de imprensa de Flordelis para que a parlamentar explicasse as violações que constam no documento, mas não houve resposta até a noite dessa segunda-feira.

O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. Pra esse tipo de gente, conservadora, que preza pelos valores da família, religiosa, que o Lira (que foi o alto investimento de compra pelo governo federal – prezado senhor Jair Bolsonaro) querem implantar um SUPER FORO PRIVILEGIADO! Essa é a linda extrema brasileira que nada difere do Extrema direita dos EUA e Alemanha da época do nazismo!

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Saúde

Casos de coronavírus aumentam 21% depois do Carnaval

Segundo dados do Ministério da Saúde, a média móvel de novos casos de covid-19 no Brasil subiu 21%, passadas duas semanas do Carnaval. No dia 13 de fevereiro, o número era de 44.566 notificações diárias. Já nesta 2ª feira (1º.mar.2021), os números mostravam média de 54.076 novos doentes, por dia.

Poder360/Reprodução

A análise compara a média móvel de novos casos nas datas comemorativas e depois de duas semanas. Especialistas afirmam que existe uma maior probabilidade de transmitir o vírus em até 14 dias após ser infectado.

A maioria dos Estados cancelou folgas no Carnaval e manteve o funcionamento do serviço público, mas aglomerações foram registradas em diversas praias pelo país, e estabelecimentos foram interditados.

VARIAÇÃO PODE AUMENTAR

O aumento de 21% foi registrado em relação ao 1º dia de festividades. A comparação com a Quarta-Feira de Cinzas tende a ser maior, considerando que a média de casos atingiu nova máxima nessa 2ª (1º.mar).

 

ENTENDA O QUE É MÉDIA MÓVEL

O número de casos diários pode sofrer variações abruptas, sobretudo porque nos fins de semana há sempre menos casos relatados pelos órgãos de saúde. Uma forma de minimizar essas distorções é a média móvel de 7 dias.

Como o nome indica, soma-se o número de diagnósticos reportados a cada 7 dias e o resultado é dividido por 7. Assim, é possível obter uma média de quantos casos foram confirmados por dia naquele período.

1 ANO DE COVID-19

O 1º caso no Brasil foi confirmado em 26 de fevereiro de 2020 –exatamente 1 dia da 3ª feira de Carnaval daquele ano. Hoje, o país é o 3º em número de casos e o 2º em número de mortes pela doença.

Nesse 1º ano, uma pessoa pegou coronavírus a cada 3 segundos no Brasil. O Poder360 preparou uma reportagem especial com os principais números do 1º ano de pandemia. Leia aqui.

CADA VEZ MAIS INFECTADOS

Fevereiro se tornou o 2º mês com mais casos registrados desde o início da pandemia. Apenas janeiro teve mais diagnósticos confirmados.

O infográfico abaixo detalha o número de registros de infectados mês a mês. O Brasil tem mais casos agora do que no início da pandemia.

ESTADOS ENDURECEM MEDIDAS

Pelo menos 12 Estados e o Distrito Federal decidiram adotar medidas para limitar a circulação de pessoas, na tentativa de conter a pandemia, que completou exatamente 1 ano do 1º caso confirmado no Brasil.

As medidas enfrentam resistência de empresários, prestadores de serviço e políticos alinhados à gestão do presidente Bolsonaro. No domingo (28.fev), um grupo protestou contra o novo lockdown em Brasília em frente à casa do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB).

O presidente Bolsonaro também se posicionou contra as novas medidas. Ele disse que o lockdown não deu certo em 2020 e que, portanto, não seria bem-sucedido em 2021.

PODER360

Opinião dos leitores

  1. Perceberam que antes da campanha política os números estava lá embaixo. Depois vieram as campanhas e as festas e a desgraça se seguiu. O problema não é o trabalho, nem a escola e sim as coisas desnecessárias.

    1. Nessa parte , ele se comporta como um maluco. Já no combate a corrupção eu bato Palmas, pq nos governos anteriores ela se disseminou semelhante ao vírus.

    2. Se o vagabundo , aquele que fez o maior roubo da história da humanidade Lula, tivesse construído hospitais ao contrário de estádios de futebol, seria menos sofrimento, mas o verme precisava roubar com as construtoras!!!
      Pergunte a sua GD FATAO cadê os 5 milhões , e os lixos que ela comprou de respiradores que Nso presta nem para colocar no lixo ??

  2. E aqui em natal, as academias continuam abertas, penso que estão achando pouco o número de infectados.

  3. Aqui no RN a culpa foi da governadora e do Prefeito Álvaro Dias, capacho de Carlos Eduardo e Fátima Bezerra.

    1. Muita irresponsabilidade sua titia, atribuir culpa a torto e a direito sem ter conhecimento da real situação. Mas isso é típico do gado bolsonarista que baseia seu pensamento em fake news, despreza a ciência, a imprensa e a verdade. A maior sabedoria do mundo é não discordar de idiotas. Você está certa, titia.

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Celebridades

Danilo Gentili fala em socar deputados e Câmara pede providência ao STF

Ação no STF (Supremo Tribunal Federal) em nome da Câmara pede à Corte punição ao apresentador Danilo Gentili, que sugeriu que a população “entrasse” no Congresso “e socasse todo deputado” por causa da PEC de imunidade parlamentar. O que motivou a reação do Legislativo foi uma postagem de Gentili no Twitter, no dia 25 de fevereiro, em que defendia que toda a população brasileira invadisse o Congresso e agredisse os deputados que estavam discutindo a PEC (Proposta de Emenda à Constitução) da imunidade parlamentar.

Deputados entraram com a ação em 27 de fevereiro. Pedem no texto o mesmo tratamento dado ao congressista Daniel Silveira (PTB-RJ), preso depois de divulgar vídeos em que defendia agressões físicas contra membros da Suprema Corte.

As críticas ao texto fizeram com que ele ficasse conhecido como PEC da imunidade. Isso porque o texto altera regras que dificultam a prisão de membros do Legislativo, nas esferas federal, estadual e municipal. Para Gentili, a única forma de acreditar que o Brasil tem jeito era se houvesse a invasão.

“Eu só acreditaria que esse País tem jeito se a população entrasse agora na câmara e socasse todo deputado que está nesse momento discutindo PEC de imunidade parlamentar”, escreveu o apresentador.

O Poder360 teve acesso ao recibo de petição eletrônica, que é enviado aos advogados para que tenham certeza de que o pedido foi devidamente encaminhado à Corte. No documento, constam os nomes dos advogados da Câmara e do apresentador. Leia a íntegra do documento.

Durante esta 3ª feira (1º.mar.2021), sem citar se já tinha sido notificado sobre o processo, Gentili comentou que foi alvo de críticas de deputados, por causa do post no Twitter. O apresentador considerou as reclamações como justas.

“Eu fiz um tuíte que foi alvo de justas críticas por alguns deputados. Quem me segue sabe que sempre defendi as instituições. Aliás, minha briga com bolsonaristas foi justamente pelo fato de eu ser contrário aos pedidos criminosos de fechamento do STF e do Congresso”, afirmou.

PODER360

Opinião dos leitores

  1. Lira devia era colocar em votação o super foro logo… câmara dos deputados suja ( e de lá que tb saiu nosso asno mor….

  2. Posso lhe garantir que esse país de b….. Não tem jeito. Pode arrumar as malas e procurar outro lugar. Falo com ironia, no entanto, muito triste em ter uma população ignorante que não cobra seus direitos e por outro lado um governo, legislativo, judiciário e militar usurpador e matando essa população sofrida.

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Saúde

70% dos brasileiros não querem o direito de escolher vacina

Levantamento exclusivo do Paraná Pesquisa para o site Diário do Poder e a coluna Cláudio Humberto revela que a grande maioria dos brasileiros (70,2%) não considera importante o direito de escolher a marca da vacina; apenas 29,8% gostariam de ter opções.

Mas, solicitados a apontar uma vacina confiável, apenas 20,5% se dizem indiferentes. A maioria escolhe a CoronaVac (23,6%), seguida da AstraZeneca (21,2%) e Pfizer (11,3%). A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A vacina da Johnson & Johnson aparece em 4º lugar com 9%. Somadas as outras citações, como as vacinas russas, são 4,1% da preferência.

A vacina AstraZeneca/Oxford é a preferida na faixa etária de 45 a 59 anos e também entre os entrevistados com ensino superior completo.

No Brasil, o governo projeta distribuir 230 milhões de doses de vacinas até julho. Dessas, são 130 milhões só da chinesa Coronavac.

O instituto Paraná Pesquisa entrevistou 2.070 pessoas entre 24 e 26 de fevereiro, em 192 municípios dos 26 estados e do Distrito Federal.

DIÁRIO DO PODER

Opinião dos leitores

  1. Já que não querem escolher deixem a de oxford pra mim e fiquem com a da China, não vamos brigar por isso

    1. Só na cabecinha terraplanista do gado Claudio Humberto é petista.

    2. Omiiiii vá comer sua dosagem de capim diário, deixa de conversar merda.

    3. Quando esse Paraná Pesquisa faz uma q coloca o PR vencendo as eleições em 2022, vc acredita né? homi pelas caridades!

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Economia

Bolsonaro sanciona, com vetos, MP que reduz tarifas do Norte e Nordeste e viabiliza Angra 3

O presidente Jair Bolsonaro sancionou, com vetos, a Medida Provisória (MP) 998, editada para reduzir as tarifas de energia de consumidores do Norte e Nordeste, estancar o crescimento de subsídios para fontes renováveis e facilitar a retomada das obras da usina nuclear de Angra 3, paradas desde 2015.

A MP havia sido aprovada pelo Senado em 4 de fevereiro e, na Câmara, em 17 de dezembro. A sanção foi informada pela Secretaria Geral da Presidência da República na noite desta segunda-feira, 1º, mas, ao contrário das medidas para retirar tributos federais sobre combustíveis e elevar impostos sobre bancos, não foi publicada na edição extra no Diário Oficial.

O texto destinou recursos que as empresas de energia elétrica devem aplicar anualmente em projetos de pesquisa e desenvolvimento (P&D) e eficiência energética (EE), e que estavam parados no caixa das empresas, para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que banca diversos subsídios e políticas públicas, como o Tarifa Social e o Luz Para Todos. Com esse aporte, a tarifa de energia para os consumidores poderá ter reajustes menores até 2025, já que parte do custo que recai sobre as tarifas será abatido pelos repasses. O volume estimado fica entre R$ 3 bilhões e R$ 4 bilhões.

A MP também permite a retomada da usina nuclear de Angra 3 e a contratação de uma construtora para concluir a obra. Caberá ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) conceder a outorga de autorização para a Eletronuclear, subsidiária da Eletrobrás, por até 50 anos prorrogáveis por mais 20 anos.

O texto ainda estanca os descontos nas tarifas de uso dos sistemas de transmissão e distribuição para as fontes renováveis, com exceção das PCHs, que foram poupadas pelos deputados. Os subsídios para fontes alternativas estão entre os maiores custos da tarifa. Neste ano, eles custarão R$ 5 bilhões.

Entre os dispositivos vetados está a proposta que permite às distribuidoras de energia que foram privatizadas nos últimos anos possam ter a base de remuneração reavaliada e processada, com efeitos entre o primeiro e o terceiro reajuste tarifário anual depois da solicitação da revisão, ou seja, três anos. Para as demais concessionárias, o prazo é de cinco anos.

O trecho havia sido incluído no texto durante votação da Câmara e beneficiava grupos privados que adquiriram ex-distribuidoras da Eletrobrás no Acre, Rondônia, Amazonas, Roraima, Piauí e Paraíba, que teriam ressarcimento de receitas de forma mais célere. Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência afirmou que a norma “contraria o interesse público”, pois apesar de haver previsão contratual de revisão tarifária extraordinária, devem ser observadas as regras contratuais e regulatórias. Além disso, o Executivo ressaltou que a medida teria impacto significativo nas tarifas de algumas concessões.

O presidente também vetou o trecho que estabelecia que o agente titular de outorga de autorização para geração de energia com prazo de 30 anos teria seu prazo de autorização contado a partir da declaração da operação comercial da primeira unidade geradora, com ajuste, quando necessário, do termo de outorga. A mudança na legislação atendia o interesse de um grupo de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) que detêm outorga e tentam vender sua energia para viabilizar sua construção.

Segundo o governo, ao vincular a contagem do prazo de outorga à entrada em operação comercial e não à emissão de licenciamento ambiental ou assinatura de ato de outorga, o dispositivo retira um incentivo para aceleração da obra e da entrada em operação do empreendimento por parte do titular da outorga. Ainda de acordo com a Secretaria-Geral, a medida criaria uma diferenciação sem justificativa para projetos submetidos à outorga de autorização, o que poderia levar a judicialização no setor.

ESTADÃO

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Política

Em reunião com governadores, Lira vai propor 100% das emendas no combate à pandemia

Após críticas de que a Câmara está mais preocupada em blindar parlamentares de processos do que com a pandemia de covid-19, o presidente da Casa, Arthur Lira (Progressistas-AL), fará um movimento nesta terça-feira para sair da agenda negativa. Lira vai receber uma comitiva de governadores, em Brasília, para discutir como aumentar os recursos destinados ao enfrentamento da pandemia.

O Estadão apurou que Lira irá sugerir aos governadores que orientem os deputados de seus Estados a alocar todas as suas emendas e as de bancada para ações de combate ao coronavírus. O presidente da Câmara também vai propor que a Comissão de Orçamento vote recomendação expressa para que qualquer excesso de arrecadação seja direcionado prioritariamente à pandemia, sob o argumento de que a situação é “excepcional”. Deve dizer, ainda, que cabe aos governadores “liderar” essa mobilização.

Ele também convidou a presidente da Comissão Mista Orçamento (CMO), Flávia Arruda (PL-DF), e o relator do Orçamento de 2021, senador Márcio Bittar (MDB-AC). O objetivo é criar no orçamento uma rubrica que concentre todos os recursos que podem ser utilizados para o enfrentamento da Covid-19 e que seria denominada de “fundo emergencial para o combate à pandemia”.

Num aceno ao mercado, Lira vai destacar que, para respeitar o teto de gastos, será necessário compensar eventuais novas despesas cortando recursos de outras rubricas. A iniciativa marca uma posição antagônica ao presidente Jair Bolsonaro, que vive em atrito com os Estados.

Dezoito governadores reagiram ontem à tentativa do presidente de empurrar para eles a culpa pelo recrudescimento da pandemia. A atitude de Lira não significa, porém, um distanciamento de Bolsonaro. Mas é uma saída política após críticas de que, sob sua gestão, a Casa adotou agenda corporativa e comprou briga com o Supremo Tribunal Federal.

Desde que foi eleito para comandar a Câmara, há um mês, Lira vinha defendendo a vacinação em massa. A pauta das últimas semanas, no entanto, priorizou a autonomia do Banco Central, a prisão do deputado Daniel Silveira (PSL-RJ) e a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Blindagem, que não avançou, marcando sua primeira derrota.

ESTADÃO

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  1. O Consórcio Nordeste quer sua parte.
    E os 5 milhões dos respiradores quando serão devolvidos ao Estado?
    E os respiradores comprados quebrados ?
    E o contrato das ambulâncias?
    Quando vão investigar o Secretário de Saúde e a Governadora, pelos prejuízos causados aos cofres públicos?

    1. Titia, tudo isso será investigado no tempo certo. Assim que concluirem a participação de Bozo nos crimes de responsabilidade por ele cometidos. Se acalme que você não tem mais idade pra ter esses chiliques.

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Política

Congresso prevê mais R$ 18 bilhões para emendas parlamentares

No momento em que discute de onde tirar dinheiro para uma nova rodada de auxílio emergencial, o Congresso se prepara para derrotar o governo e tomar o controle de fatia maior do Orçamento. Além do que já têm direito por meio de emendas, deputados e senadores querem aumentar em R$ 18,4 bilhões o valor em que podem indicar a destinação. Desta forma, caberá aos parlamentares dizer como e com o que o Executivo vai gastar R$ 34,7 bilhões do dinheiro público neste ano.

Não é a primeira vez que o Congresso tenta ampliar o montante das emendas parlamentares, nome dado às indicações feitas ao Orçamento para destinar recursos a redutos eleitorais de políticos. No ano passado, por exemplo, houve uma queda de braço com o governo de Jair Bolsonaro pelas chamadas emendas de relator, que somavam cerca de R$ 30 bilhões. A manobra, tratada na época como “chantagem” pelo Palácio do Planalto, foi vetada pelo presidente.

Os deputados e senadores, porém, não saíram de mão abanando e foram contemplados ao indicar o destino de recursos para o combate à pandemia de covid-19. Como revelou o Estadão, o governo também abriu o cofre para eleger aliados nos comandos da Câmara e do Senado. Foram ao menos R$ 3 bilhões em recursos extraordinários liberados para ajudar a angariar votos em favor do deputado Arthur Lira (Progressistas-AL) e do senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG).

Agora, o Planalto conta com o apoio destes aliados para conter o apetite de parlamentares por recursos públicos. A deputada Flávia Arruda (PL-DF), escolhida por Lira para presidir a comissão de Orçamento, observou que os valores ainda estão em discussão. “Esse número (R$ 18,4 bilhões) é das dezenas de emendas apresentadas, mas não foi aprovado ainda”, disse ela ao Estadão. A votação do relatório final na comissão está marcada para o próximo dia 23.

O meio usado pelos parlamentares para indicar os R$ 18,4 bilhões a mais foram as chamadas emendas de comissões, em que cada colegiado da Câmara e do Senado entra em acordo para apontar o destino dos recursos. Em dezembro, o Congresso abriu caminho para transformar as emendas de comissões em impositivas, ou seja, quando o governo é obrigado a pagar. Bolsonaro vetou esse trecho da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), mas deputados e senadores agora se preparam para derrubar o veto. Uma sessão para analisar a decisão do presidente está prevista para a primeira quinzena do mês.

Técnicos do governo alegam não haver espaço no Orçamento para aumentar as despesas com emendas e, caso o valor a mais seja aprovado, o Congresso deverá indicar de onde pretende cortar. Se o Planalto conseguir evitar a derrota e mantiver o veto, apenas as emendas individuais e de bancadas – que totalizam R$ 16,4 bilhões – estarão garantidas para os parlamentares.

Justificativa. Para justificar o aumento de recursos das emendas, parlamentares alegam que governadores e prefeitos tiveram queda nos repasses neste início de ano, enquanto ainda enfrentam restrições por causa da pandemia de covid-19. Sem o chamado “Orçamento de guerra”, que aumentou a destinação de dinheiro da União para Estados e municípios em 2020, afirmam que é preciso incrementar o caixa dos governos locais neste ano também. “Na Saúde, nós poderemos ter problemas muito sérios a partir do segundo semestre”, afirmou a deputada Carmen Zanotto (Cidadania-SC).

As emendas para saúde, porém, representam uma fatia pequena das indicações das comissões – R$ 1,6 bilhão. O maior valor, de R$ 4,8 bilhões, tem como objetivo irrigar o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), que financiou pequenos negócios no ano passado em função da crise de covid-19, mas não tem orçamento para este ano.

A indicação foi aprovada por senadores na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, que discute tornar o programa permanente. “Os senadores não vão se furtar, em momento nenhum, de estar ao lado, de proteger e de ajudar para que o microempresário continue vivo, respirando”, afirmou o senador Jorginho Mello (PL-SC), autor do projeto que criou o Pronampe e da emenda de R$ 4,8 bilhões. Vice-líder do governo e um dos principais aliados de Bolsonaro no Senado, Jorginho não apontou, no entanto, de onde sairão os recursos para o programa.

O líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO), disse acreditar que o valor das emendas de comissão caia nos próximos dias. “Essas emendas não guardam coerência nenhuma com o que vai ser aprovado, porque não tem dinheiro para isso”, admitiu. Segundo o senador, é usual que o valor seja reduzido na versão final do Orçamento.

Gomes também disse que o Congresso deverá manter o veto de Bolsonaro à LDO, evitando que as emendas de comissões se tornem obrigatórias. “Até acho que no futuro vai acabar sendo, mas não neste momento. O Orçamento está muito restrito por causa do auxílio (emergencial), das dificuldades da economia”, afirmou.

O Ministério da Economia e a Secretaria de Governo, responsável pela articulação política do Planalto, também foram procurados, mas não se manifestaram.

ESTADÃO

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Economia

Em novo programa de corte de salário, trabalhador volta a ter seguro-desemprego após carência

No novo programa de redução de jornada e de salários em estudo pelo governo, o trabalhador deverá receber uma espécie de antecipação do seguro-desemprego. Porém, se for posteriormente demitido sem justa causa, o funcionário só terá direito ao valor total do benefício após cumprir um período de carência.

O requisito de tempo mínimo para renovar o direito ao seguro-desemprego ainda não foi definido, mas deverá depender do valor a ser antecipado durante o período de redução salarial em 2021 e de qual foi a última vez em que o trabalhador solicitou o benefício.

No ano passado, o governo lançou o programa emergencial de manutenção do emprego e da renda, que ampliou as possibilidades para que empresas reduzissem a jornada de trabalho e, consequentemente, os salários. O programa permitia a suspensão de contratos de trabalho ou reduções de 25%, 50% ou 70% nas jornadas, com corte proporcional de salário. Em compensação, o Tesouro Nacional pagava um benefício emergencial ao trabalhador afetado.

A medida foi idealizada para reduzir custos dos empresários num momento de crise econômica provocada pela Covid-19 e ajudou a conter as demissões no mercado formal, de acordo com o governo e especialistas. Para 2021, o Ministério da Economia quer reformular esse modelo para reduzir o custo do programa para o Tesouro. Por isso, a ideia é propor o uso de recursos do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), que paga o seguro-desemprego.

A ideia inicial do ministro Paulo Guedes (Economia) era que o programa tivesse uma engenharia financeira que gerasse impacto zero para o Tesouro Nacional. Em boa parte, o plano era adiantar as cotas de seguro-desemprego a que o trabalhador teria direito em caso de uma eventual demissão para compensar (ao menos parcialmente) o corte de salário feito pela empresa durante o período da crise.

Na visão que Guedes vinha externando a interlocutores, era melhor pagar uma quantia para o trabalhador permanecer empregado do que um valor maior quando ele estivesse desempregado. Por isso, a medida passou a ser chamada informalmente de “seguro emprego”.

Agora, técnicos do Ministério da Economia explicam que a antecipação do valor não significa que o trabalhador perderá o direito ao seguro-desemprego caso seja demitido no futuro. Segundo o modelo estudado, como o emprego será mantido mesmo durante a crise da Covid-19, o trabalhador, em caso de demissão futura, poderá novamente sacar o seguro-desemprego, mas, para isso, terá que cumprir uma carência.

O impacto nas contas do FAT, portanto, poderá ocorrer duas vezes no mesmo contrato de trabalho, mas em diferentes períodos –um durante o corte de jornada e outro em caso de desligamento no futuro. O uso de recursos do FAT é uma opção negociada entre o Ministério da Economia e líderes do Congresso para reduzir o custo do programa.

No entanto, líderes governistas já admitem que há pressão no Congresso para que o programa de corte seja relançado nos mesmos moldes do ano passado –com compensação ao trabalhador bancada pelo Ministério da Economia. Para se reduzir o total de recursos reservados para os programas anticrise, chegou-se a discutir a viabilidade de somente um conjunto de setores mais afetados pela Covid-19 serem contemplados com a possibilidade de aderirem à redução de jornada e corte de salários.

Mas, diante das incertezas da pandemia no país novamente neste ano, a ideia vem sendo deixada de lado. Segundo dados oficiais, quase 10 milhões de trabalhadores tiveram jornada e salário reduzidos ou contrato de trabalho suspenso temporariamente no ano passado. Cerca de 1,5 milhão de empresas aderiram ao programa.

O BEm (Benefício Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda) foi o terceiro programa que mais teve recursos liberados para combater a Covid-19 e seus efeitos (atrás do auxílio emergencial e dos repasses a estados e municípios) no ano passado. Foram R$ 51,5 bilhões liberados, mas apenas R$ 33,5 bilhões executados em 2020. A explicação para a diferença é que a equipe econômica quis garantir o máximo de recursos para os pagamentos.

Para isso, considerou uma adesão de 73% de todos os trabalhadores formais do país, baseado na tese de que os outros 27% eram de segmentos considerados essenciais e não seriam afetados pela crise. Depois disso, na visão do ministério, a retomada das atividades e a reação da economia fizeram a demanda ser menor do que a imaginada. “O total de acordos realizados foi, portanto, abaixo do necessário, o que ocasionou a não utilização total do orçamento inicialmente previsto”, afirmou o Ministério da Economia, em nota. Mas empresários ainda pedem a volta da possibilidade de usar o programa neste ano e chegam a classificar a situação como urgente.

FOLHAPRESS

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Economia

Bolsonaro anuncia decreto para zerar impostos federais do diesel e gás de cozinha

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse que deve publicar nesta terça-feira (2) o decreto para zerar os impostos federais do gás de cozinha e o PIS e a Cofins do diesel pelo período de dois meses.

“[Um] decreto deve ser publicado amanhã cedo para zerar impostos federais de gás de cozinha e PIS/Cofins do diesel por dois meses. Eu vou ter que tirar de algum lugar, se eu for tirar o imposto de renda de policial, vamos supor, vou ter que tirar da Polícia Civil e das forças armadas. Tem que aumentar imposto de outro lugar, isso diz a Lei de Responsabilidade Fiscal, que duvido que alguém consiga alterar, a não ser numa reforma tributária que está para acontecer”, declarou o presidente, em conversa com apoiadores ao chegar no Palácio da Alvorada nesta segunda (1).

O presidente já havia prometido reduzir esses tributos, com validade a partir do início de março.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Como o colega falou, nao vai resolver nada. Enquanto o real estiver desvalorizado para agradar o agro e essa paridade do petróleo com o preço internacional existir, vamos sofrer com o preço dos derivados.

  2. Não vai adiantar nada! Além de ser uma medida temporária, já já a Petrobrás anuncia outro aumento rsrs. Bolsonaro tá mais perdido que cacho que caiu de caminhão de mudança. Mais perdido que cego em tiroteio. Está com o Zé Golinha que não passa nem sinal de wi-fi. Kkkkk. Não sabe administrar um chiqueiro de porco, pois já demonstrou isso quando era Deputado , tinha uma produção e desempenho inigualáveis ??

  3. Menos de R$ 3,00 de diferença, jamais vai chegar até a gente, consumidor final. Já que tais impostos federais (PIS/PASEP e Cofins) representam apenas 3% do valor do gás de cozinha. Sendo 47% de custos do próprio gás e 35%: custo de distribuição e revenda.
    Se houvesse por parte dos estados a atitude de abrir mão tbm dos 15% de ICMS, ai sim, todavia, se a União só perderia 3%, os Estados perdesse os 15% ia acabar de lascar ainda mais os Estados, no nosso caso, nem se fala.
    O negócio é ruim é complicado de todo jeito!

  4. E os governos Estaduais vão baixar pelo menos?
    Zerar eles são incapazes?
    Bolsonaro tem razão.
    MITO 2022

  5. É muito mais fácil para o governo federal zerar seus impostos temporariamente do que para estados e municipios, devido à injusta distribuição do bolo tributário brasileiro.
    Reforma tributária JÁ !!!

  6. Perdido que nem cego em tiroteio e joga para seu gado, já estes impostos pouco ou nada afetaram o preço final aí jogará como sempre a responsabilidade para outrem " os Governadores " onde a maioria dos Estados está com o pires na mão.

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Mundo

Colômbia é primeiro país das Américas a receber vacinas pelo Covax

A Colômbia foi o primeiro país das Américas a receber, nesta segunda-feira (1º), um lote de vacinas contra a Covid-19 distribuído pelo Covax, mecanismo criado pela OMS para auxiliar os países com menos renda a obterem as injeções.

A remessa que chegou a Bogotá contém 117 mil vacinas produzidas pelo laboratório Pfizer/BioNtech. “Hoje é um marco, o Covax faz sua primeira entrega de vacinas […] nas Américas, e o primeiro país a recebê-las é a Colômbia”, comemorou o presidente Iván Duque, em comunicado.

Gana, Costa do Marfim e Coreia do Sul já haviam recebido carregamentos fornecidos pelo consórcio internacional, que visa a fornecer em 2021 vacinas contra 20% da população de quase 200 países e territórios.

O Covax, fundado pela OMS, a Aliança das Vacinas (Gavi) e a Coalizão para Inovação em Preparação para Epidemias (Cepi), foi criado na tentativa de evitar que os países ricos acumulem as doses, ainda produzidas em quantidades muito pequenas para atender a demanda mundial. Peru, El Salvador e Bolívia serão os próximos beneficiários do Covax na região, anunciou a OMS em boletim.

A Colômbia iniciou a imunização contra a Covid-19 em 17 de fevereiro e pretende vacinar cerca de 35 milhões de pessoas em 2021 —o país tem 49,6 milhões de habitantes. Até agora, 130 mil, a maioria profissionais de saúde, receberam a injeção. O país é o segundo com mais infecções na América Latina (2,2 milhões), atrás apenas do Brasil, e acumula quase 60 mil mortes pela pandemia. (AFP)

FOLHAPRESS

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