Saúde

RN registra 108 novos casos de coronavírus, no total de 1644, com 5.503 suspeitos, 4.943 descartados e 662 recuperados; óbitos somam 72 – quatro nas últimas 24 horas

Foto: Reprodução/Sesap/Instagram

A Secretaria de Estado e Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus no Rio Grande do Norte nesta quarta-feira(06). Com o registro de 108 novos infectados, o número total de casos confirmados é de 1644. No boletim anterior eram 1536.

O número de óbitos chega a 72, com quatro confirmações a mais que as registradas no boletim dessa terça-feira(05).

Os casos suspeitos são 5.503, enquanto ontem este número era de 5.138. Casos descartados somam 4.943.

A quantidade de recuperados do coronavírus agora soma 662.

Opinião dos leitores

  1. Prestem atenção pessoal, o número de óbtos tá subindo e o governo relaxando cada vez mais as restrições. Próxima semana, tá chegando aos cem e a curva é ascendente. Ou o governo infelizmente aperta agora ou a coisa vai ficar pior daqui pra junho. Início de abril era um ou dois óbtos por dia, agora já estamos em quatro ou mais. Acho que a população tá na hora de deixar de tanta irresponsabilidade.

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Esporte

América estabelece protocolo médico para retorno aos treinos

Foto: site do América

O alvirrubro adquiriu testes de Covid-19 na expectativa da liberação do retorno às atividades futebolísticas no América Futebol Clube, o que não aconteceu. Em total acordo com o Departamento Médico americano, a Diretoria seguirá o protocolo desenvolvido pelo corpo clínico da instituição, composto pelos Doutores Maeterlinck, Marcos, Marcelo e Márcio Rego.

Antes do retorno definitivo, todos os atletas e funcionários serão submetidos a testes que, de acordo com os médicos do América, deverão acontecer em até 72h antecedentes. Enquanto aguarda o próximo decreto do Governo, a Diretoria vai adequar a estrutura do Centro de Treinamento Dr. Abílio Medeiros, em Parnamirim, com a desinfecção de toda a área de trabalho.

Mediante a autorização do Ministério da Saúde, do Governo do Estado e da Vigilância Sanitária, produtos de higiene, além dos kits de teste rápido, estarão à disposição de todos, bem como equipamentos de proteção individual (EPI).

De acordo com o protocolo desenvolvido pelo Departamento Médico, o primeiro teste deverá ocorrer 72h antes do treino e o segundo no dia do trabalho com o intuito de identificar falsos resultados. Jogadores e funcionários imunizados poderão compor um grupo único de treinamentos que deverão ser divididos em mais de um vestiário, respeitando o distanciamento de cada atleta.

As regras também rezam que cada atleta deverá se deslocar para o CT em seu veículo sozinho e deverá estacionar em local pré-definido com distância segura entre os veículos. Em caso de não possuir qualquer meio de locomoção, deverá se deslocar de carro de aplicativo utilizando máscara cirúrgica e fazer uso de álcool em gel ao sair do veículo. Este procedimento também será observado na ida aos jogos.

Caso seja necessário o uso de ônibus para ida aos jogos e/ou treinos, o espaçamento entre cada atleta será de duas filas com uso obrigatório de máscara, com jogadores e comissão técnica se deslocando separadamente, sendo obrigado o uso de álcool em gel na entrada e saída do veículo.

Após cada uso, todos os espaços serão submetidos à nova desinfecção pela equipe de limpeza que estará devidamente protegida com máscaras e luvas.

As medidas serão adotadas inclusive em caso de tratamento médico. Cada atleta “entregue ao DM” não poderá frequentar outras instalações, bem como terá maca e produtos individualizados, sem qualquer tipo de compartilhamento. Os profissionais da saúde também estarão devidamente protegidos e cientes da necessidade da assepsia.

NO TREINAMENTO

Antes de iniciarem os trabalhos, atletas e comissão técnica serão submetidos a um termômetro infravermelho. Na ocorrência de febre e/ou sintomas respiratórios, o testado será isolado e avaliado individualmente.

Será respeitada a quantidade mínima necessária – não mais de dez – de membros da comissão e staff para conduzir o treino.

Não será autorizada a utilização de adereços, tais como alianças, correntes e relógios, nem a presença de torcedores e profissionais da imprensa.

O protocolo médico do Alvirrubro também tem orientações específicas para treinamentos individuais e coletivos que vão desde a obediência aos horários marcados até o tratamento com os aparelhos/utensílios a serem usados.

Com informações do América

Opinião dos leitores

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Polícia

Delegados aprovam novo superintendente da PF no Rio, descrito nos bastidores como “competente e honesto”

Igor Gadelha, na Crusoé, informa que delegados da PF elogiaram a indicação de Tácio Muzzi para ser o novo superintendente da corporação no Rio de Janeiro.

“A indicação do dr. Tácio Muzzi é positiva, diante de todo seu histórico, inclusive no Rio”, afirmou à Crusoé a delegada Tania Prado, presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia Federal do Estado de São Paulo e diretora regional da ADPF, a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal.

Nos bastidores, outros delegados da PF descrevem Tácio como “competente e honesto”.

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. Com essa, os opositores do JB já podem começar a ver outro caminho para tentar derrubalo de novo.

  2. É de admirar que depois de quase 4 anos do último impeachmant, que alguém atribua as atitudes acéfalas desse desgoverno federal à outro ator que não seja o próprio presidente.
    Só pode viver no mundo da lua.

  3. Infelizmente nesse tempo de políticos e políticos, bem com a política descrente, temos que confiar nas instituições. Depois de ser o fiel depositário da confiança do povão, o PT e seu ladrão mor, acabou de jogar todos na lama.

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Finanças

IBGE: Rendimento médio mensal do 1% mais rico no país é 33,7 vezes o que recebe metade dos pobres

Foto: © WILSON DIAS-ABR

Em 2019, o rendimento médio mensal do 1% mais rico da população, que recebia R$ 28.659, correspondia a 33,7 vezes o rendimento da metade da população mais pobre do Brasil, que ganhava R$ 850. É o que aponta a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) – Rendimento de Todas as Fontes 2019, divulgada nesta quarta-feira (6), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A massa de rendimento médio mensal real domiciliar per capita alcançou R$ 294,4 bilhões em 2019. A parcela dos 10% da população com os menores rendimentos detinha 0,8% dessa massa, enquanto que os 10% com os maiores rendimentos concentravam 42,9% em 2019.

A desigualdade fica evidente também no índice de Gini de rendimento médio mensal de todos os trabalhos, que mede a concentração de uma distribuição e que varia de zero (perfeita igualdade) a 1 (desigualdade máxima). O Índice de Gini é um instrumento matemático utilizado para medir a desigualdade social.

O índice de Gini do rendimento médio mensal real habitualmente recebido de todos os trabalhos foi de 0,509 em 2019. Entre 2012 e 2015, houve uma tendência de redução deste indicador, passando de 0,508 para 0,494. Segundo o IBGE, a partir de 2016, entretanto, o indicador voltou a aumentar para 0,501, valor no qual se manteve em 2017, chegando a 0,509 nos dois últimos anos da série.

“O Brasil é historicamente conhecido como um país de grande desigualdade social e econômica. A desigualdade continua elevada e o movimento de redução é um processo que leva tempo”, disse a analista do IBGE responsável pela pesquisa, Alessandra Brito.

Rendimentos

Do total de pessoas residentes no Brasil em 2019, 131,2 milhões (62,6%) tinham algum tipo de rendimento. O rendimento médio real de todas as fontes, após subir 2,8% em 2018 (para R$ 2.247), manteve-se praticamente inalterado em 2019 (R$ 2.244). O Sudeste registrou o maior valor (R$ 2.645), seguido pelo Sul (R$ 2.499) e pelo Centro-Oeste (R$ 2.498), enquanto os menores valores estavam no Nordeste (R$ 1.510) e no Norte (R$ 1.601).

O número de pessoas com rendimento de todos os trabalhos subiu de 43,4% da população (90,1 milhões) em 2018 para 44,1% (92,5 milhões) em 2019. Já a aposentadoria ou pensão era recebida por 14,7% da população no ano passado, mantendo estabilidade em relação a 2018 (14,6%) e subindo 1,6 ponto percentual em relação a 2012 (13,1%).

O rendimento médio mensal real de todos os trabalhos foi de R$ 2.308 no ano passado. O valor manteve-se praticamente estável em relação a 2018, quando ficou em R$ 2.317. O maior valor da série ocorreu em 2014, quando alcançou R$ 2.364. Após queda de 4,1% em 2015 frente a 2014, o rendimento de todos os trabalhos ficou praticamente estável nos anos de 2016 e 2017 e registrou expansão de 2,3% em 2018.

Alessandra destaca que três quartos da renda do domicílio vêm da renda do mercado de trabalho. “A gente vem observando que, a partir de 2015, 2016, o mercado de trabalho começou a ter uma mudança de característica, de redução do trabalho com carteira assinada, do aumento da informalidade, de inserções mais precárias e isso reflete no rendimento das famílias”, acentuou.

Desigualdade

Segundo o IBGE, em 2019, permanecem as grandes discrepâncias entre o rendimento médio mensal real de todos os trabalhos das pessoas brancas (R$ 2.999), pardas (R$ 1.719) e pretas (R$ 1.673). Também continuam as diferenças de gênero: o rendimento de todos os trabalhos dos homens (R$ 2.555) é 28,7% mais alto que o das mulheres (R$ 1.985).

A analista do IBGE destacou que a desigualdade entre homens, mulheres, pessoas brancas, pardas e negras é um fenômeno estrutural do país. “O mercado de trabalho ainda precifica de forma diferente de acordo com as características das pessoas”, afirmou.

De acordo com a pesquisa, o rendimento médio dos trabalhadores com ensino superior completo (R$ 5.108) era, aproximadamente, três vezes maior que o daqueles com somente o ensino médio completo (R$ 1.788) e cerca de seis vezes o daqueles sem instrução (R$ 918).

“Em 2019, o rendimento de todos os trabalhos compunha 72,5% do rendimento médio mensal real domiciliar per capita. Os 27,5% provenientes de outras fontes se dividiam em rendimentos de aposentadoria ou pensão (20,5%) em sua maioria, mas também em aluguel e arrendamento (2,5%), pensão alimentícia, doação ou mesada de não morador (1,1%) e outros rendimentos (3,4%)”, informou o IBGE.

O percentual de domicílios atendidos pelo Bolsa Família caiu de 13,7% em 2018 para 13,5% em 2019. Em 2012, 15,9% dos domicílios do país recebiam o Bolsa Família. Já o Benefício de Prestação Continuada (BPC) era recebido em 3,7% dos domicílios do país em 2019, percentual praticamente igual ao de 2018 (3,6%) e 1,1 ponto percentual acima do de 2012 (2,6%).

Agência Brasil

Opinião dos leitores

    1. Pra você ver o estrago que um ano de governo Temer e um e meio de Bolsonaro pode fazer!

  1. Esse mesmo estudo pode ser aplicado ao estado do RN, onde a elite do funcionalismo recebe 35.000 reais enquanto a maioria dos trabalhadores do estado recebe um salário mínimo de 1.045 reais

    1. Só a do RN?! É bom lembrar em que poder essa elite está mais presente não é: O Judiciário!

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Diversos

Maioria dos brasileiros mora em casas e em imóveis próprios, mostra IBGE

Foto: © Imagem de Arquivo/Agência Brasil

A maior parte dos brasileiros mora principalmente em casas e em imóveis próprios, já pagos, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) Contínua 2019, divulgada nesta quarta-feira (6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As casas representam 85,6%, o equivalente a 62 milhões de moradias no país. A maior parte dos lares é própria e quitada, o equivalente a 66,4%, ou 48,1 milhões.

Além das casas, são cerca de 10 milhões de apartamentos no país, o equivalente a 14,2%. Já as casas de cômodos, cortiços ou cabeça de porco são 126 mil, o equivalente a 0,2%. Entram nessa classificação, por exemplo, moradias onde as pessoas utilizam o mesmo ambiente para diversas funções como dormir, cozinhar e trabalhar.

A maior parte desses imóveis é de algum dos moradores e já está quitado. Outros 6,1%, ou 4,4 milhões, são próprios, mas ainda estão sendo pagos. Os imóveis alugados representam 18,3% das moradias, o equivalente a 13,3 milhões, e os cedidos, 8,9%, ou 6,4 milhões.

O maior percentual de domicílios já pagos em relação ao total está no Norte, com 74,1% dos lares, e no Nordeste, com 73,6%. Já os alugados estão principalmente nas regiões Sudeste, com 20,8%, e, Centro-Oeste, com 23%.

A pesquisa mostra que entre 2016 e 2019, a Região Sudeste, que passou de 65,1% para 62,3%, e a Centro-Oeste, de 61,5% para 57,6%, tiveram as maiores retrações dos domicílios próprios já pagos, “o que levou ao crescimento de outros tipos de ocupação, principalmente de alugado no Sudeste e próprio, ainda pagando, no Centro-Oeste”, diz a pesquisa.

A média de moradores mantém-se praticamente constante em relação a anos anteriores. No país, em cada domicílio moram, em média, 2,9 pessoas. A maior média regional é na Região Norte, com 3,3 pessoas por habitação.

De acordo com os dados do IBGE, o Sudeste concentra a maior parte da população, 42,2%. Em seguida, aparecem a Região Nordeste, com 27,2%; o Sul, com 14,3%; o Norte, com 8,6%; e a Região Centro-Oeste, com 7,7%. De acordo com o IBGE, em relação a 2012, não foram observadas oscilações importantes da distribuição populacional do país.

Mais mulheres e negros

De acordo com o IBGE, a participação da população declarada de cor branca diminuiu em todas as regiões de 2012 para 2019, principalmente no Sudeste, onde teve queda de 5 pontos percentuais, e no Sul, com menos 5,8 pontos percentuais.

A Região Nordeste registrou expansão da participação de pessoas declaradas pretas em 3,2 pontos percentuais, e o Sul teve aumento de 4,8 pontos percentuais das pessoas declaradas pardas.

Em todo o país, pretos e pardos são a maioria. Os dados mostram que a população que se declara preta representa 9,4%, e parda, 46,8%. Juntos, equivalem a 56,2% da população, enquanto os brancos são 42,7%. Em 2012, os pretos representavam 7,4%, os pardos, 45,3%, e os brancos, 46,6%. Na pesquisa constam apenas essas três opções.

As mulheres são maioria, representando 51,75% da população, índice que se mantém mais ou menos constante desde 2012.

Os dados são da Pnad Contínua para o tema Características Gerais dos Domicílios e dos Moradores, de 2019, que consolida dados de aproximadamente 168 mil domicílios visitados por pesquisadores. Eles são uma amostra que representa os 72,4 milhões de domicílios particulares permanentes estimados no país. Além das características dos domicílios, a Pnad Contínua investiga regularmente informações sobre sexo, idade e cor ou raça dos moradores.

Agência Brasil

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Polícia

PF cumpre em Natal mandados de busca em endereços de brasileiro investigado por crime no exterior

Foto: Divulgação/PF

A Polícia Federal no Rio Grande do Norte, representante regional da Organização Internacional de Polícia Criminal (INTERPOL), cumpriu nesta quarta- feira(06), nos bairros de Santos Reis e Planalto, em Natal/RN, dois mandados de busca e apreensão em endereços de um cidadão brasileiro investigado pela prática de crime na Europa.

A ordem judicial foi proferida nos autos de pedido de cooperação jurídica internacional do Ministério Público de Portugal para Ministério Público Federal, que requereu as buscas perante à Justiça Federal, com fundamento na Convenção de Auxílio Judiciário em Matéria Penal entre os Estados Membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, promulgada pelo Decreto nº 8.833, de 04 de agosto de 2016.

Apesar das restrições impostas no período de calamidade pública, a Polícia Federal segue vigilante na sua missão de reprimir ações de criminosos no estado potiguar.

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Economia

Alcolumbre critica mudanças no projeto de socorro a estados e municípios e diz que Senado ‘restabelecerá’ o texto

Davi Alcolumbre, ainda enquanto a Câmara voltava a analisar na noite de ontem o projeto de socorro financeiro a estados e municípios, criticou as mudanças feitas pelos deputados.

Segundo o presidente do Senado, as alterações — como a ampliação do rol de categorias que ficarão de fora do congelamento de salários — não serão acatadas.

“As alterações na Câmara representam a força das bancadas do Sul e do Sudeste, e nós aqui no Senado restabeleceremos o texto aprovado pela quase unanimidade dos senadores.”

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. Bolsonaro vai validar uma das maiores desumanidades que um presidente pode fazer, retirar incentivos salariais ás categorias de enfrentamento ao COVID19 no meio da pandemia.Médicos, enfermeiros policiais e demais categorias sofrerão o congelamento. só escaparam os seus Militares. Os preferidos dele! Como dizia minha avó, Deus tá vendo e aqui se faz aqui se paga!
    O governo Bolsonaro além de irresponsável está se mostrando desumano.
    Essa maldade nunca será esquecida!

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Polícia

FOTOS: Unidade Mista de Felipe Camarão em Natal é arrombada e vacinas contra Influenza são perdidas

Fotos: Divulgação

Ao chegar para trabalhar nesta quinta-feira (06), os funcionários da Unidade Mista de Felipe Camarão foram surpreendidos: o prédio foi arrombado e o alvo foi a sala de vacinação. Ao todo foram desperdiçadas 1.369 doses de 16 tipos de vacinas. Só de Influenza, foram 340 doses.

“Não acreditamos quando vimos o ocorrido. Recebemos todas as doses do mês da vacina contra influenza e elas foram desperdiçadas. Tanta gente procurando para ficar imune ao H1N1, que é um vírus que também mata, e simplesmente alguém joga tudo fora”, comenta Sérgio Albuquerque, diretor da unidade.

Além das vacinas contra influenza, a unidade de Felipe Camarão perdeu todas as vacinas oferecidas pela rede pública, inclusive a pentavalente, responsável por proteger contra doenças como tétano, difteria e hepatite. Essa vacina estava em falta havia meses e só agora a situação tinha sido regularizada. A vacina pentavalente é aplicada nas crianças aos 2, 4 e 6 meses.

O prejuízo na unidade não ficou somente nas vacinas. Os assaltantes ainda levaram bens materiais como a caixa térmica de recebimentos das vacinas, um monitor de computador, termômetro e tensiômetro. Ainda espalharam todos os insumos pelo chão.

O vigia da unidade acredita que o assaltante entrou pela lateral do prédio, no momento que ele fazia a ronda do prédio. O diretor da Unidade registrou o Boletim de Ocorrência na Delegacia do bairro e espera a elucidação do caso.

Opinião dos leitores

  1. Bandido não fica em isolamento, distanciamento social, lockdown ou qualquer raio que o parta. Bandido sempre vai fazer o que ele sabe fazer: o mal ao proximo.

  2. O RN está cada dia mais inseguro, a população cada vez mais acuada e o Governo do Estado nada faz! Todos somos vítimas da incompetencia e irresponsabilidade da nossa (des)governadora.

    Salvem o RN! Fora Fátima Bezerra

  3. BG
    Tem nada não, quando a Policia prender esses facínoras, terá uma audiência de custodia em que o Juiz vai perguntar aos bichinhos se eles levaram algum cocorote da Policia, logo a segui rua pra eles. Ou País maravilhoso aqui é tudo ao contrario e BANDIDOS é quem tem vês.

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Política

Governo muda direção-geral do DNOCS e nomeia indicado pelo Centrão

 Foto: Reprodução/DOU

O governo federal decidiu mudar a direção-geral do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS). Nesta quarta-feira (6), foi publicado no “Diário Oficial da União” portaria que exonera o antigo diretor-geral do órgão, José Rosilonio Magalhães de Araujo, e nomeia Fernando Marcondes de Araujo Leão para substituí-lo.

Araujo é uma indicação do Centrão, grupo da Câmara que reúne parlamentares de legendas de centro e centro-direita.

O grupo é menos conhecido por suas bandeiras e mais pela característica de se aliar a governos diferentes, independentemente da ideologia. O presidente Jair Bolsonaro tem feito uma aproximação com o Centrão nas últimas semanas, para fortalecer o apoio ao governo no Congresso.

A substituição no Dnocs foi assinada pelo ministro chefe da Casa Civil, Braga Netto. O departamento é vinculado ao Ministério de Desenvolvimento Regional e atua na região Nordeste e no norte de Minas Gerais em ações relacionadas, por exemplo, à construção de açudes e reservatórios, perfuração de poços e irrigação.

O antigo diretor-geral do órgão exonerado é filiado ao Solidariedade, enquanto seu substituto é filiado é filiado ao Avante.

O novo diretor, Araujo, ocupa hoje o cargo de gerente-geral do Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) em Pernambuco.

Busca de apoio no Congresso

A mudança na direção-geral do DNOCS vinha sendo discutida no governo como forma de garantir apoio no Congresso de deputados do Centrão, conforme havia informado a colunista Andréia Sadi.

A negociação com os partidos do Centrão faz parte da operação do presidente Bolsonaro para sobreviver a um eventual processo de impeachment na Casa, segundo informou a colunista.

O Congresso acompanha os desdobramentos políticos do inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) que apura declarações do ex-ministro da Justiça Sergio Moro sobre suposta tentativa de Bolsonaro de interferir politicamente na Polícia Federal e ter acesso a informações de investigações.

G1

Opinião dos leitores

  1. Vai ter que distribuir cargos, sim. Isso é fazer politica. A outra solução seria ditadura. Isso ninguem quer.

  2. Eu juro que entendo quem votou no Bolsonaro porque não aguentava mais corrupção. Mas como vocês se sentem vendo o presidente intervir em órgãos que cruzaram o caminho no mínimo obscuro da sua família e fazendo aliança com o Centrão?

  3. Triste o Presidente ter entrado nessa do toma lá dá cá. Deus queira que não, mas as chances do centrão trai-lo são enorme. Aí já será tarde……..

  4. Famoso toma lá, da cá mais conhecido como negociatas da velha política, que Bolsonaro não conseguiu se afastar dessa promessa de campanha.

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Política

Witzel diz que está curado da Covid-19

Foto: Reprodução

O governador do Rio, Wilson Witzel, afirmou hoje que está recuperado da infecção pelo novo coronavírus.

Em mensagem no Twitter, Witzel anunciou que recebeu alta.

“Agradeço às mensagens por minha recuperação e de minha mulher, Helena. Estamos com os anticorpos para o coronavírus e com alta médica. Aproveito para lamentar as 1.123 vítimas do Covid em nosso estado. Meus sentimentos aos familiares”, escreveu.

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. Tenha a coragem de declarar que remedio tomou para ficar curado do virus. Seus governados adorariam saber.

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Saúde

Remédios testados em culturas de células são promissores contra Covid-19

Foto: Unsplash

Segundo um artigo publicado por pesquisadores coreanos na Antimicrobial Agents and Chemotherapy, na segunda-feira (04), dois dos 48 medicamentos aprovados pela Food and Drug Administration (FDA), dos Estados Unidos, para serem testados como tratamento da Covid-19 apresentaram resultados promissores contra a doença.

A equipe testou os medicamentos em células Vero, comumente usadas para cultivar vírus para a produção de vacinas. Os cientistas optaram por testar drogas já analisadas pelo FDA porque, de acordo com eles, isso aceleraria a aprovação de medicamentos no tratamento do novo coronavírus.

O primeiro remédio a se mostrar promissor foi um vermífugo chamado niclosamida, que demonstrou atividade antiviral “muito potente” contra o Sars-CoV-2. “Não é de surpreender que seu efeito antiviral de amplo espectro tenha sido bem documentado na literatura, incluindo propriedades antivirais contra Sars-CoV e Mers-CoV”, escreveram os especialistas, no artigo.

A ciclesonida, um corticosteróide usado no tratamento da asma e da rinite alérgica, também se mostrou promissora contra o novo coronavírus, mesmo considerando sua potência antiviral substancialmente mais baixa. “Com sua comprovada atividade anti-inflamatória, a ciclesonida pode representar uma droga potente que pode manifestar papéis duplos [de antiviral e anti-inflamatório] no controle da infecção por Sars-CoV-2”, concluem os pesquisadores.

Os cientistas ressaltam, entretanto, que os medicamentos ainda estão sendo testados em culturas celulares contra o novo coronavírus, e não em pessoas infectadas com a Covid-19. Muitos outros testes serão necessários antes que as drogas sejam efetivamente aprovadas para tratar a doença. Os medicamentos não devem ser utilizados sem orientação médica. Caso apresente sintomas da Covid-19, procure um médico.

Galileu

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Economia

Vamos precisar de aumento temporário de impostos para pagar a crise do coronavírus, diz economista-chefe do Itaú

Foto: Reprodução

O preço que o Brasil pagará por ter sido atingido pela pandemia do coronavírus com uma dívida pública muito alta será um aumento temporário de impostos, segundo Mário Mesquita, economista-chefe do Itaú Unibanco e ex-diretor do Banco Central.

“Começamos nessa crise como um ponto totalmente fora da curva”, diz ele, em referência ao endividamento do país que, por critérios do FMI (Fundo Monetário Internacional), já beira 90% do PIB (Produto Interno Bruto), contra uma média de 53% do PIB dos países emergentes.

Para Mesquita, há consenso sobre a necessidade de o governo realizar gastos emergenciais para responder à dupla crise, na saúde e na economia. Mas eles resultarão em uma dívida ainda mais alta: “A gente vai ter que pagar por isso. O Brasil vai ter que pagar essa conta”, afirma.

O economista ressalta que a situação brasileira é agravada ainda pela turbulência política:

“Essa incerteza reduziu a confiança sobre a manutenção dos rumos da política econômica”.

Isso terá reflexos que tendem a se estender após a crise, quando o Brasil poderá ficar de fora do radar de investidores em busca de ativos com boa remuneração.

“O Brasil pode não se beneficiar dessa onda, se a gente continuar em um processo de alta instabilidade política e se existirem dúvidas sobre a política fiscal”, diz.

Segundo ele, é importante que, passada a crise neste ano, o governo retome o compromisso com o controle de gastos. Isso, no entanto, não será suficiente para garantir a capacidade de pagamento da dívida pública, que precisará ser financiada com o aumento da já elevada carga tributária, equivalente a 33,2% do PIB em 2019.

Mesquita destaca que, embora essa discussão não seja apropriada para este momento, no segundo semestre ou no início de 2021, ela será inevitável.

“Teremos que distribuir o custo dessa crise de uma forma socialmente justa, tanto quanto possível”, diz o economista.

O quanto a recente instabilidade política agrava nossa situação econômica em meio à pandemia?

Incerteza é sempre ruim para a confiança e, portanto, para decisões de investimentos. Toda essa volatilidade política não só dificulta a resposta à crise no curto prazo, mas atua contra uma eventual retomada da economia. A incerteza que o mercado teve na semana passada, ainda não totalmente eliminada, reduziu a confiança na manutenção dos rumos da política econômica e isso só veio atrapalhar.

Como isso atrapalha?

Causa elevação do risco-país, contribui para a depreciação da moeda, além do que justificariam os fundamentos da economia, o que pode, lá na frente, gerar riscos inflacionários. Contribui para a elevação das taxas de juros mais longas, atuando contra uma eventual recuperação da economia.

Qual já tem sido o impacto da pandemia sobre a economia real no Brasil?

A gente aqui no Itaú tem um indicador próprio de atividade econômica em frequência diária, com base no que a gente consegue enxergar, como o consumo de energia elétrica. Esse indicador mostrou uma queda muito abrupta nos primeiros 10 dias do distanciamento social, entre 15 a 25 de março, aproximadamente.

E, depois, ele começou a se recuperar. Então, grosso modo, considerando um nível 100 como ponto de partida pré-crise, ele caiu para algo como 55 e, agora, está próximo a 65, 70.

Para a gente se recuperar mais, precisaremos ter o início do relaxamento das medidas do distanciamento social o que, por sua vez, requer que a gente passe do pior momento da curva da pandemia.

Essa melhora que vocês observaram no índice não é inconsistente com o isolamento social que deveria estar sendo feito?

Acho que tem dois fatores aí. Em parte, algum impacto das políticas de transferência de renda que o governo fez, sustentando a atividade, mas também um certo relaxamento espontâneo das medidas de distanciamento social. O pior cenário é um relaxamento das medidas, de forma prematura, que te force voltar a adotá-las.

Qual é sua avaliação da gestão da crise no Brasil?

Não sou especialista em saúde. Do ponto de vista da economia, a gente está tendo uma resposta fiscal intensa, equivalente a algo entre 5% e 6,5% do PIB, muito maior do que em crises anteriores.

É uma resposta suficiente?

Era a resposta possível para um país que já entrou na crise altamente endividado. Uma lição que fica dessa pandemia é que, eventualmente, quando a gente tiver períodos de crescimento, de bonança, temos que trabalhar para constituir reservas locais. Temos as reservas internacionais lá no Banco Central, mas precisamos de reservas fiscais robustas para poder lidar com esse tipo de contingência.

Não tendo, paciência, teremos um aumento grande de endividamento. Ninguém vai insistir na persistência do ajuste fiscal, ao longo de 2020, em uma crise tão severa quanto esta. O mercado está, absolutamente, consciente disso. Os economistas todos, independente do viés ideológico, concordam. No entanto, é preciso reconhecer que já tínhamos uma situação de endividamento elevado.

Como nossa dívida se compara a de outros países emergentes?

Pelos critérios do FMI, a dívida dos emergentes com qualidade de crédito melhor é de 20% do PIB. Se considerarmos todos os emergentes, a média é 53% do PIB e a dívida brasileira já é quase 90% do PIB. Ou seja, já começamos nessa crise como um ponto totalmente fora da curva. A gente vai ter que pagar por isso. O Brasil vai ter que pagar essa conta.

Como?

É inevitável que, no futuro, a gente tenha um certo aumento da carga tributária, ainda que, idealmente, temporário. A gente estava discutindo uma reforma tributária de forma muito voltada ao crescimento, ao aumento da eficiência da economia, à redução do custo envolvido no pagamento de impostos.

Mas, agora, teremos que distribuir o custo dessa crise, de uma forma socialmente justa, tanto quanto possível. A sociedade tem que ter maturidade, e acho que terá, para lidar com isso.

Então, a discussão da reforma tributária terá um componente adicional sobre aumento temporário de impostos, para colocar a dívida de volta em uma trajetória sustentável, em um horizonte razoável. Mas esse é um debate para o pós-crise.

Como aumentar a carga tributária em um país como o Brasil, onde ela já é tão alta?

Concordo que a carga é elevada. No entanto, a dívida também é, e está ficando mais elevada ainda. O gasto público é pago por impostos. Ou impostos hoje, ou impostos no futuro. Ou impostos explícitos, ou impostos disfarçados, entre os quais, o mais conhecido nosso é a inflação.

Vamos ter que continuar, lá na frente, não agora, com a agenda de austeridade, de controle de gastos, mas não conseguimos fazer tudo só do lado do gasto. Então, a carga tributária vai ter que aumentar e ser distribuída de forma mais razoável.

Por exemplo, chegou-se a discutir muito a cobrança de imposto sobre fundos exclusivos. Temos que revisitar o tratamento tributário em vários setores, várias atividades, a questão da “pejotização” também pode ser discutida. Há pessoas que fazem a mesma atividade, mas uma, como pessoa física, paga muito mais impostos do que a outra, como PJ (pessoa jurídica). Então, isso tudo terá que ser discutido, mas não agora. No pós-crise, imagino que no segundo semestre ou no início do ano que vem.

Como tem sido a busca das empresas pelas linhas de crédito emergenciais?

Houve um aumento grande da demanda por crédito por parte das empresas maiores. Entre as de porte pequeno e médio, a gente tem notado uma relutância em pegar linha para financiar a folha de pagamentos, porque eles não sabem se vão conseguir manter a mão-de-obra do mesmo tamanho.

Esse ponto talvez precise ser revisto?

Não sei, porque a preocupação do governo com o emprego é legítima e bastante grande. A restrição que existiu inicialmente à concessão de financiamento às pequenas empresas com pendência previdenciária inicialmente limitou a efetividade da medida, dado que 70% delas têm problemas. A revisão desse aspecto deve aumentar o impacto da medida.

Após a crise, como deverão ficar os fluxos de investimentos?

A gente está tendo mais uma rodada de expansão monetária global bastante intensa e isso vai levar a uma busca por retornos, por diversificação do investimento, que tende a beneficiar os mercados emergentes. Só que você tem que se ajudar também, não é? E, por se ajudar, me refiro a ter menos instabilidade política, apresentar números de crescimento melhores.

O Brasil não vai, necessariamente, se beneficiar dessa onda, como se beneficiou na saída de crises anteriores, se a gente continuar em um processo de alta instabilidade política e se existirem dúvidas sobre a política fiscal. Nós temos uma âncora institucional que é o teto de gastos, que dá aos investidores o conforto de “ok, a dívida é muito alta, mas, lá na frente, ela vai cair porque você vai ter um limite do crescimento do gasto”. Se a gente em algum momento se livrar do teto de gastos, vai perder essa âncora.

O setor privado teria interesse em fazer os investimentos que o Brasil precisa?

Acho que sim, porque existe uma demanda por infraestrutura muito grande. Se tivermos regras claras, um ambiente de licenciamento que faça sentido, menos oneroso, menos lento, você pode, sim, ter um aumento de investimento do setor privado, uma vez superada a pandemia.

Haverá espaço para retomar a discussão sobre outras reformas, além da tributária, após a pandemia?

É possível que o Congresso, no segundo semestre, já esteja de olho nas eleições para a sucessão dos presidentes Rodrigo Maia (Câmara dos Deputados) e David Alcolumbre (Senado). Então, a perspectiva de reformas adicionais ficou muito mais incerta. Adoraria poder dizer que a gente vai fazer desse limão uma limonada, mas tenho dúvidas se vamos conseguir.

RAIO-X
Mário Mesquita, 54

Economista-chefe Itaú Unibanco. Foi sócio do Banco Brasil Plural, diretor de Política Econômica do Banco Central, economista-chefe do ABN Amro no Brasil e atuou também no FMI (Fundo Monetário Internacional). Tem doutorado em economia pela Universidade de Oxford (Reino Unido) e mestrado em economia pela PUC do Rio

Folha de São Paulo

 

Opinião dos leitores

  1. BG
    Numa hora terrivel que estamos passando no mundo, vem um imbecil deste falar em aumentar impostos. Só pode ser um babaca, enquanto milhares de pessoas vão se juntar ais de 14 milhões de desempregados que já temos no Brasil esse Zé-mané vem com uma conversa extemporânea destas. É muita pequinês deste individuo. Precisamos é zerar os impostos por um bom tempo, para que possamos nos reerguer.

  2. Imposto aqui só lasca o fudido e o classe merda que se acha muita coisa. O Itaú continuará com seus lucros.

  3. A maior desgraça q já se abateu sobre nosso país chama-se Bolsonaro.
    Desde q ele foi eleito é só desgraça.
    Não melhorou a vida de ninguém.
    Só deu bom p bancos e agropecuarista exportador.

    1. Esqueceu os militares das Forças Armada? Estão rindo à toa com os aumentos salariais!

    2. Cidadão, esqueceu o que LULADRAO disse, vá lê. Disse assim, nunca aqui no Brasil banqueiro ganhou tanto dinheiro como no meu governo. Portanto, o roubo vem de muito tempo. A diferença, por enquanto, é que o governo atual não tá roubando para ele e para os seus, mas vai mudar logo logo com a entrada do centrão no governo. Já no governo de LULADRAO, foram trilhões. Agora só analisar.

  4. Aí ficam querendo aparecer dizendo que estão doando, fazendo propaganda na Globolixo caras e os clientes e a população que pague pora vai pra aquele canto bando de oportunistas

  5. Çey. Um aumento da carga de impostos. Çey. E quem vai pagar.? Bancos que não serão. A Secretaria Especial da Receita Federal publicou instrução normativa nesta segunda-feira (27) reduzindo de 20% para 15% a alíquota de Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) cobrada dos bancos, referente aos resultados do ano de 2019. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1.942, DE 27 DE ABRIL DE 2020. Ja sei. Uma nova reforma trabalhista, ou uma nova reforma da Previdencia. Nao, melhor, congelamento de salarios dos servidores publicos. ou ainda, salario minimo sem aumento de ganho real. OU……sei lá. Mas bancos vão pagar nada a mais nao.

  6. Esses banqueiros safados já nos assaltaram a vida inteira com as maiores taxas do mundo de juros, de cartão, e de tudo que for possível. Agora querem terminar de matar o povo brasileiro, canalhas, ladrões, assaltantes. Cartão 200%, 300 até mais 400% de juros. Isso é um bando de assaltantes de gravata. Tinha era que prender todos.

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Polícia

PM apreende suspeitos de tráfico de drogas em bairros distintos da zona Oeste de Natal

Fotos: Divulgação/PM

Nessa terça-feira (05), a Polícia Militar, através da Força Tática do 9° Batalhão apreendeu dois suspeitos de tráfico de drogas em diferentes bairros da zona Oeste de Natal.

Os policiais foram acionados pelo COPOM para averiguar uma ocorrência de homens armados, na localidade conhecida como Baixa do Cão, no bairro de Cidade Nova. Ao chegar no local, não foram encontrados os suspeitos, mas na abordagem a um menor de idade, foi encontrado consigo 47 trouxinhas maconha, prontas para comercialização.

No bairro Planalto, os militares realizavam patrulhamento de rotina quando visualizaram uma mulher, que se mostrou muito nervosa com a presença dos policiais, levantando suspeita. Na abordagem, foi encontrada três pedaços de Maconha em seu poder.

Em ambos os casos a guarnição fez a condução dos suspeitos e do material apreendido à Central de Flagrantes da Polícia Civil, para realização dos procedimentos cabíveis.

 

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Diversos

Departamento Penitenciário Nacional(Depen) abre concurso com salários iniciais de R$ 6.023,23 e vagas em Mossoró

Foto: Divulgação/Depen

O Departamento Penitenciário Nacional (Depen) publica edital do concurso público com 294 vagas. O concurso público será executado pelo Depen e pelo Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe). São vagas para Agentes Federais de Execução Penal e para Especialistas Federais em Assistência à Execução Penal. As inscrições vão do dia 15 de maio ao dia 06 de junho, a prova objetiva (primeira etapa) tem previsão de acontecer do dia 6 de setembro.

O concurso é dividido em 5 etapas, sendo elas: prova objetiva e discursiva, exame de aptidão física, avaliação de saúde, avaliação psicológica e investigação social. O novo edital do Depen teve alterações nas disciplinas do conteúdo programático e no teste físico, em relação ao edital anterior de 2015.

No edital 2020, há vagas para Especialistas Federais em Assistência à Execução Penal nas áreas de enfermagem, médico clínico, médico psiquiatra, odontologia, psicologia, serviço social e terapia ocupacional e para Agentes Federais de Execução Penal. Todos os cargos podem atuar nas 5 penitenciárias federais, localizadas em Catanduvas (PR), Campo Grande (CG), Mossoró (RN), Porto Velho (RO), Brasília (DF) e na Sede do Departamento localizada em Brasília.

O Agente Federal de Execução Penal tem como atribuições realizar atividades de atendimento, vigilância, custódia, guarda, assistência e orientação de pessoas recolhidas em estabelecimentos penais federais e das atividades de natureza técnica, administrativa e de apoio a elas relacionadas, levando sempre em consideração o fiel cumprimento à Lei de Execução Penal (LEP).

As atribuições previstas para os Especialistas Federais em Assistência à Execução Penal, com o auxílio dos Técnicos de Apoio à Assistência Penitenciária, cumprem o artigo 11 da LEP, que trata da assistência material, à saúde, jurídica, educacional, social e religiosa. A equipe também é responsável pelo cumprimento do programa da individualização da pena dos privados de liberdade compondo a Comissão Técnica de Classificação (CTC).

No edital lançado hoje, há datas previstas de todas as etapas.

Concurso Depen 2020 (Cebraspe)

Confira o Edital Completo.

Acesse nossa página do Concurso Depen

Perguntas Frequentes sobre o Concurso do Depen

Caso a sua dúvida não esteja elencada no Perguntas Frequentes, envie e-mail para: [email protected]

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Polícia

Diretor-geral da PF escolhe Tácio Muzzi para superintendência do Rio

Foto: Reprodução/ EBC

O diretor-geral da Polícia Federal, Rolando de Souza, já realizou ao menos duas trocas de superintendentes da corporação nos estados desde que assumiu o cargo na última segunda-feira (4).

Para a superintendência do Rio de Janeiro foi escolhido o delegado Tácio Muzzi, que substituirá Carlos Henrique Oliveira. Nesta terça-feira (5), Oliveira foi confirmado como o novo diretor-executivo da PF, o segudo cargo mais importante da corporação.

Mais uma troca de superintendentes da Polícia Federal foi informada aos servidores da PF. Em e-mail interno, o diretor de Gestão de Pessoal, delegado Delano Cerqueira Bunn, comunicou sua saída do cargo e sua sucessora: a delegada Cecília Franco.

A delegada é a atual superintendente da PF em Alagoas. É mais uma mudança em superintendências feita na nova gestão do diretor-geral Rolando de Souza. Ele foi indicado ao cargo pelo presidente Jair Bolsonaro e tem o apoio de Alexandre Ramagem, que chegou a ser indicado ao posto mas teve a nomeação suspensa .

G1

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Esporte

Departamento de Educação Física da UFRN lança aplicativo de exercícios em casa

Foto ilustrativa: shutterstock

Assim como inúmeras atividades, o famoso discurso de “segunda-feira eu começo a malhar” também está suspenso durante o isolamento social imposto pela pandemia da Covid-19. Porém o que poderia ser a desculpa perfeita para alguns, uma vez que as academias estão fechadas, passa a ser uma preocupação para pessoas que desejam manter uma determinada rotina de exercícios físicos.

Na internet, tornaram-se comuns iniciativas que mostram pessoas se exercitado e tentando preservar a forma. Muitos dos que já têm uma boa experiência em atividades físicas conseguem fazer isso sozinhos, utilizando seus próprios conhecimentos, mas como ficam aqueles que precisam de acompanhamento na hora do exercício?

A partir desse questionamento surgiu uma ideia. A Base de Pesquisa em Atividade Física (Afisa) do Departamento de Educação Física (DEF/UFRN) criou um aplicativo para auxiliar quem quer estabelecer ou manter uma atividade física regular mesmo cumprindo a recomendação de distanciamento social.

“O que nós fizemos foi pensar em alguma coisa com a qual a Educação Física pudesse ajudar. As pessoas estão em casa, precisam se movimentar, porque se manter fisicamente ativo melhora uma série de aspectos, como as condições cardiocirculatória e cardiopulmonar”, explica o professor do DEF, Paulo Dantas, um dos coordenadores da base de pesquisa.

Com o Aplicativo de Atividade Física e Isolamento Social – AFISapp, de fácil utilização e disponibilizado de forma gratuita nas lojas App Store e, em breve, na Google Play, os usuários têm à disposição orientações quanto aos tipos de exercício e à maneira correta de executá-los, bem como recomendações nutricionais.

Diante do avanço da Covid-19 em todo o país, adotar medidas de proteção como o distanciamento social e os cuidados com a higiene, especialmente das mãos, são as principais formas de defesa conforme recomendações das autoridades sanitárias nacionais e internacionais. Da mesma forma, a prática de atividades físicas também pode ter contribuição significativa para a preservação da saúde.

“Além da sensação de bem-estar, o exercício é ansiolítico, diminuindo a ansiedade causada pelo isolamento, é anti-hipertensivo, contribuindo para a melhora do condicionamento geral. A consequência disso é um aumento da capacidade imunológica da pessoa de reagir a quaisquer tipos de vírus ou bactérias que ataquem o seu organismo” afirma o professor Paulo.

Responsáveis pelo desenvolvimento, três estudantes do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) doaram seus conhecimentos nessa missão e entregaram um aplicativo que contribui para a saúde da população.

“Para ser o mais eficiente possível, o aplicativo recolhe algumas informações do usuário, como perguntas sobre a saúde e o biotipo. Então, de acordo com as respostas, é gerado um treino adaptado. A pessoa deve escolher um dia de descanso entre os exercícios e durante os demais dias o treino a ser realizado é indicado, com imagens e vídeos exemplificando a maneira correta de executá-lo”, explica Fernando Bruch, um dos desenvolvedores.

UFRN

Opinião dos leitores

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