Saúde

Saiba quando tomar a vacina contra Covid-19 se você já teve ou está com a doença

Foto: Alexandre Silva/FotoArena/Estadão Conteúdo

Muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre quando receber a vacina contra a Covid-19– principalmente as que já tiveram a doença ao longo do último ano. Tomar a vacina também se torna mais complicado para aqueles que recentemente foram diagnosticados com a Covid-19 ou foram infectadas no intervalo entre as duas doses.

As pessoas precisam levar em consideração vários fatores ao receber a vacina, de acordo com a analista médica da CNN Leana Wen, médica de emergência e professora visitante de política e gestão de saúde na Escola de Saúde Pública do Instituto Milken, na Universidade George Washington.

A especialista explica que, se você foi diagnosticado com a Covid-19, é importante monitorar os sintomas e se certificar de que está saudável ao receber a vacina contra o novo coronavírus. Além disso, caso você tenha testado positivo para a Covid-19 ou esteja apresentando sintomas da doença, é preciso consultar o seu médico.

Se eu tive Covid-19, devo tomar a vacina?

Se você é elegível para receber a vacina contra a Covid-19, é importante tomá-la, disse Wen. A vacina fornece “proteção melhor, mais longa e certamente mais consistente do que a imunidade natural”, acrescentou ela.

“Também não sabemos por quanto tempo a proteção irá durar depois de ter o coronavírus, então você ainda deve ser vacinado”, disse Wen.

Pesquisas recentes sugerem que os imunizantes da Pfizer-BioNTech e da Moderna fornecem um alto nível de imunidade durante seis meses. Como as vacinas contra o vírus são novas, os pesquisadores não sabem quanto tempo dura a imunidade, mas “seria de se esperar que durasse bem além de seis meses”, disse Wen, apontando para as projeções atuais.

Se fui recentemente diagnosticado com Covid-19, devo tomar a vacina?

Não há um número definido de dias que alguém deve esperar até receber a vacina, de acordo com Wen. Nesses casos, os pacientes devem monitorar os seus sintomas e certificar-se de que não estão apresentando nenhum sintoma grave da Covid-19, incluindo febre.

O período de isolamento atual após um diagnóstico positivo de Covid-19 é de 10 dias após o início dos sintomas, então a médica recomenda que as pessoas sigam essa orientação e permaneçam isoladas nesse período.

“Se já se passaram 10 dias, e elas apresentam sintomas mínimos ou nenhum sintoma, não há problema em receber a vacina a partir de então”, disse Wen.

Devo tomar as duas doses da vacina?

Se você estiver recebendo uma vacina de dose dupla, é crucial tomar as duas doses do imunizante, disse Wen. As vacinas foram estudadas sob a suposição de que as pessoas tomariam duas doses, explica ela, então a eficácia se aplica desde que as pessoas recebam as duas doses.

A primeira dose dá alguma proteção, mas os especialistas em saúde não sabem quanto tempo ela dura, acrescentou a médica.

E se eu for diagnosticado com Covid-19 no intervalo entre a primeira e a segunda dose da vacina?

Wen disse que essa situação já aconteceu antes. A primeira dose da vacina oferece alguma proteção, mas não tanto quanto as duas doses, então há a possibilidade de contrair o vírus no intervalo entre as aplicações da vacina.

Se você for diagnosticado com Covid-19 nesse intervalo, Wen recomenda esperar para receber a segunda dose até que os sintomas desapareçam.

“Seu sistema imunológico já está acelerado e respondendo ao coronavírus, então você não precisa da vacina para estimulá-lo ainda mais nesse momento”, disse Wen.

É importante dar ao seu corpo uma chance de se recuperar, então é melhor esperar até que os sintomas desapareçam. Depois disso, está tudo bem para receber a segunda dose, disse Wen.

CNN Brasil

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Saúde

Índia supera Brasil e se torna o segundo país com mais casos de Covid-19

Foto: Niharika Kulkarni/Reuters (22.mar.2021)

A Índia relatou um recorde diário de 168.912 infecções por Covid-19, segundo dados divulgados pelo ministério da Saúde local nesta segunda-feira (12), ultrapassando o Brasil e se tornando o segundo país mais afetado globalmente pelo coronavírus.

A Índia atingiu o total de 13,53 milhões de casos, superando os 13,48 milhões de registros do Brasil, de acordo com dados da agência Reuters e da Universidade Johns Hopkins.

Os Estados Unidos lideram a contagem global com 31,2 milhões de casos.

As mortes na Índia ficaram em 904 na segunda-feira, elevando o total para 170.179.

Os Estados Unidos são o país com o maior número de mortes (562.066), seguido por Brasil (353.137) e México (209.338). Os indianos estão em quarto neste ranking.

CNN Brasil, com Reuters

Opinião dos leitores

  1. No grupin do zap bolsopetista eu tinha lido que na Índia estavam usando ivermectina até na sopa aí não aumentavam os casos e ninguém morria… O que será que houve? Devem estar tomando a ivermectina de forma errada… Ou então eh pq a cloroquina de lá eh comunista, com certeza! Kkkk

    1. Se pegar o covid, não faça como Dória que proibe o uso e imediatamente tomou ao ficar doente. Mas sei que sua capacidade mental é muito limitada, daí sua opção política. A ivermectina não é vacina, ela apenas aumenta a resistência contra atuação do vírus.
      Outro fato, você deve ter lido INFECTADOS como mortes. É facil entender sua limitação, vive de postar opiniões distorcidas.
      Desenhando: As mortes na India. mesmo com toda falta de estrutura sanitária, disponibilidade de médicos e com aglomerações, é muito, muito menor que no Brasil. Lá eles tomam ivermectina sim! Até hoje a India não fez lockdown.

    2. A gente vê claramente a limitação intelectual (associada aos maus modos) desses jagunços digitais, militância paga para defender sua “chefa” (des) governadora e atacar o “bozo genocida”. Suas intervenções NADA acrescentam. Só mentiras, distorções e narrativas fabricadas.

    3. começou com ivermectina e terminou com cloroquina? fórmulas diferentes

  2. Não vamos esquecer a célebre frase do chefe do PT.
    “Ainda bem que a natureza criou esse monstro do Coronavírus ”
    Luiz Inácio Lula da Silva, o encantador de Jumentos.

  3. bg VC DEVERIA EXPLICAR PARA SEUS LEITORES, QUE A INDIA TEM UMA POPULACÃO 6,5 MAIOR QUE O BRASIL. PARA TA PIOR QUE O BRASIL TERIA QUE TER 87,94 MILHÕES DE INFECTADOS.

    1. Vai vê que ele esqueceu de mandar 💰💰💰💰pra lá tbm.

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Esporte

Campeã da São Silvestre, Roseli Machado morre de covid-19 aos 52 anos

Foto: © Tião Moreira/Divulgação/CBAt

Faleceu nesta quinta-feira (8), aos 52 anos, a ex-fundista Roseli Aparecida Machado, vítima do novo coronavírus (covid-19). Segunda brasileira a vencer a Corrida Internacional de São Silvestre na história e atleta olímpica nos Jogos de Atlanta (Estados Unidos), no mesmo ano, Roseli estava internada em Curitiba. De acordo com a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), ela foi entubada há duas semanas e não resistiu à doença.

Natural de Coronel Macedo (SP), Roseli cresceu em Santana do Itararé (PR). Começou a praticar atletismo aos 14 anos em Londrina (PR) e destacou-se nas provas de longa distância. Em 1996, ficou em 22º lugar na prova dos cinco mil metros em Atlanta, após levar uma pisada no calcanhar na corrida, e foi campeã da São Silvestre, completando os 15 quilômetros do percurso no tempo de 52 minutos e 32 segundos.

A paulista teve de encerrar a carreira em 1997, por conta de uma cirurgia malsucedida, mas seguiu ligada ao esporte. Formou-se em Educação Física e se especializou em Fisiologia do Exercício, passando a trabalhar como treinadora de atletismo a partir de 2002. Atualmente, tinha uma pequena empresa no ramo da construção civil.

“A Roseli teve uma história no atletismo brasileiro, venceu a São Silvestre, integrou a seleção brasileira, treinou nos Estados Unidos. Nós tínhamos uma grande amizade, fomos atletas pelo mesmo clube, treinamos juntos quando eu era juvenil, defendemos Londrina no começo das nossas carreiras. Estou muito sentido, vem as lembranças… Treinamos juntos na pista de Londrina quando era de saibro ainda”, disse o presidente do Conselho de Administração da CBAt, Wlamir Motta Campos, em nota divulgada pela entidade.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Quem tem vida saudável, tem mais chances no geral, não número isolado. Sedentário ,alcoólatra, religioso…ou da tua laia preguiçosa,os números estão aí: cês são 93% dos óbitos.

    1. Nosso capitão do mato, foi atleta também! Tiro de mer…a a distância e foi só uma gripezinha

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Saúde

Anvisa autoriza testes clínicos de mais uma vacina contra Covid-19 no Brasil: a Medicago/GSK

Foto: Morsa Images/GettyImages

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, nesta quinta-feira (8), testes de fase 3 de mais uma vacina contra a Covid-19 no Brasil. O imunizante é o desenvolvido pela biofarmacêutica Medicago R&D Inc, do Canadá, e pela farmacêutica britânica GlaxoSmithKline (GSK).

O ensaio clínico aprovado para ser realizado no Brasil é de fase 3 (última etapa) e envolverá 3,5 mil voluntários a partir de 18 anos.

Os participantes deverão receber uma dose única da vacina ou um placebo (substância inativa), para servir de grupo controle. A determinação de quem recebe a vacina ou o placebo será feita de forma aleatória (randomizada), e será do tipo “cego para observador”, quando os voluntários ou os pesquisadores não sabem quais pessoas receberam qual substância.

A Anvisa não informou a data de início dos testes, que depende de aprovação no Conselho Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) – órgão do Ministério da Saúde responsável pela avaliação ética de pesquisas clínicas – e da organização dos pesquisadores para recrutamento dos voluntários.

Segundo o órgão regulador, a potencial vacina da Medicago/GSK usa tecnologia de partícula semelhante a coronavírus e é aplicada em duas doses com intervalo de 21 dias entre elas.

Não há informações sobre se os testes de fase 3 serão restritos a profissionais de saúde.

Além do Brasil, a fase 3 da vacina também será testada no Canadá, Estados Unidos, América Latina, Reino Unido e Europa. O estudo deverá envolver 30 mil voluntários.

Vacinas testadas no Brasil

Este é o quinto estudo de vacina contra o novo coronavírus autorizado pela Anvisa. Os estudos aprovados anteriormente foram:

2 de junho de 2020: ensaio clínico da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e a empresa AstraZeneca.

3 de julho de 2020: vacina da Sinovac Research & Development Co Ltd, e parceria com o Instituto Butantan,

21 de julho de 2020: vacina da Pfizer/BioNTech

18 de agosto de 2020: a vacina da Janssen-Cilag/Johnson

As vacinas da Pfizer/BioNTech e da AstraZeneca/Oxford já obtiveram registro definitivo de uso junto à Anvisa. Já a CoronaVac e a vacina da Johnson/Janssen têm autorização para uso emergencial. Atualmente, o Plano Nacional de Imunização (PNI) usa duas vacinas na população brasileira: CoronaVac e Oxford.

G1

Opinião dos leitores

  1. Pra aparecer hoje em dia na midia é assim. Tem q falar absurdos. Caso contrário, tem espaço não. Se ela falasse q era duas vezes ao dia, ia ser noticia aqui?

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Saúde

WhattsApp lança figurinhas de apoio à vacinação contra a Covid-19, em parceria com a OMS

Foto: Reprodução/Blog do Whatsapp

O WhatsAPP, em parceria com a Organização Mundial da Saúde (OMS), lançou um novo pacote de figurinhas chamado ‘Vaccines for All’ (Vacinas para todos, em português).

Em comunicado divulgado em seu blog, WhattsApp diz esperar que as figurinhas ofereçam um modo divertido e criativo de expressar não só a alegria, o alívio e a esperança com as possibilidades trazidas pelas vacinas contra a Covid-19, mas também a gratidão aos profissionais de saúde.

O WhatsApp conta ainda com um chatbot em português, em parceria com a OMS, para informações sobre o coronavírus. É o Alerta de Saúde da OMS, que pode ser contactado pelo número +41798931892 no link https://wa.me/41798931892?text=oi.

O aplicativo lembra que, desde o início da pandemia, firmou parcerias com governos federais, estaduais e municipais, e também com organizações, como OMS e Unicef, para oferecer canais de apoio sobre a Covid-19 e conectar seus usuários a recursos e informações precisas sobre a pandemia.

Com a pandemia entrando em uma nova fase em muitos países, os governos estão usando os canais de apoio para se conectar diretamente com os cidadãos, oferecendo informações precisas.

Através dessas ferramentas, também é possível fazer o agendamento para a vacina em países como Indonésia, África do Sul, Argentina, Brasil e Índia.

— Enquanto as vacinas para COVID-19 são distribuídas em todo o mundo, este novo pacote de figurinhas visa a incentivar sua aceitação e representar nossa esperança — disse Andy Pattison, líder da equipe de Canais Digitais da OMS.

“As vacinas são um divisor de águas, mas, por enquanto, devemos continuar a usar máscaras, seguir o distanciamento social, evitar aglomerações, ventilar espaços internos e manter as mãos bem limpas.”, reforça o aplicativo, em seu comunicado.

O Globo

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Saúde

Índia registra recorde de casos de covid-19

Foto: © REUTERS / Francis Mascarenhas/Direitos reservados

A segunda onda de infecções pelo novo coronavírus na Índia continua a crescer. O país registrou recorde de 115.736 casos novos nesta quarta-feira (7), com aumento de 13 vezes em dois meses, o que aumenta a pressão para o governo ampliar sua campanha de vacinação.

O governo federal indiano pede que os estados decidam restrições regionais para controlar a disseminação do vírus, mas por enquanto se recusa a impor um lockdown nacional porque o último de 2020 devastou sua economia.

O número total de casos, desde a primeira infecção registrada na Índia pouco mais de um ano atrás, está em 12,8 milhões, o que faz dela o terceiro país mais atingido do mundo, atrás dos Estados Unidos (EUA) e do Brasil.

As mortes aumentaram em 630 – a maior cifra em quatro dias – e chegaram a 166.177, de acordo com dados do Ministério da Saúde.

O aumento diário de novos casos atingiu 100 mil duas vezes nesta semana. O único outro país a registrar cifras como essa são os EUA.

As infecções diárias da Índia também ultrapassam o pico da primeira onda da epidemia, observada em setembro. No início de fevereiro, o país relatou 8.635 casos, uma baixa de muitos meses.

Como a segunda onda está ganhando força, as autoridades de muitos estados – incluindo Maharashtra, o mais atingido – determinaram novas restrições regionais para conter o vírus, com variantes que se tornam mais infecciosas.

Agência Brasil, com Reuters

Opinião dos leitores

  1. Vixe! Já vão aumentar as medidas de restrição na Índia? Mas todo bolsopetista negacionista sabe que medidas restritivas não funcionam talkei! Os grupos de WhatsApp dos seguidores do minto Tb andaram espalhando que na Índia os casos não aumentavam pq lá usavam cloroquina, ivermectina , … E agora? Vai dar tilt na cabeça desse povo …

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Saúde

O que a ciência já sabe sobre a relação entre Covid-19 e grupos sanguíneos

Foto: Ana Maria Serrano/Getty Images

Compreender os fatores que podem ser determinantes para o desenvolvimento de uma infecção é uma estratégia essencial para o enfrentamento de qualquer doença. Desde o início da pandemia de Covid-19, cientistas em todo mundo investigam as diferentes maneiras que o SARS-CoV-2 afeta o organismo humano. Parte dessas pesquisas considera se os diferentes grupos sanguíneos (A, B, AB e O) podem ter papel relevante diante da Covid-19.

Segundo especialistas consultados pela CNN Brasil, não há um consenso entre a comunidade científica, até o momento, sobre a relação entre os diferentes tipos de sangue e questões-chave como a capacidade de infecção pelo vírus, o agravamento da doença e o risco de morte. Mas a ciência já tem algumas pistas que ajudam a responder às dúvidas mais comuns:

1 – Pessoas do grupo sanguíneo tipo A têm maior chance de infecção pela Covid-19 do que os demais?

Parcialmente verdade. Em março de 2020, no início da pandemia, um dos primeiros estudos sobre o tema, conduzido por pesquisadores da China, indicou que haveria uma chance maior de infecção pelo novo coronavírus entre os indivíduos com sangue tipo A, enquanto pessoas com sangue tipo O foram consideradas, inicialmente, mais protegidas. A pesquisa avaliou 2.173 pacientes, de três hospitais em Wuhan e Shenzhen.

A pesquisadora Marília Rabelo Buzalaf, do Departamento de Ciências Biológicas da Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB-USP), chama atenção para um estudo mais recente publicado no periódico científico Annals of Hematology, em março, que apresentou uma revisão da literatura com base em 23 pesquisas que avaliaram a associação entre os tipos sanguíneos e a Covid-19.

“A revisão concluiu que a maioria dos estudos relata que o maior risco de suscetibilidade à infecção está nos indivíduos do tipo A. Alguns estudos apontam que as pessoas do grupo sanguíneo B também são mais vulneráveis. Por outro lado, o grupo sanguíneo O está mais protegido contra a infecção por Covid-19”, explica Marília.

Já outro estudo realizado por cientistas norte-americanos publicado no periódico Journal of the American Medical Association (JAMA), no dia 5 de abril, apontou que não foram encontradas quaisquer associações específicas entre o grupo sanguíneo e a doença.

Para a pesquisadora Cynthia Cardoso, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a variação da frequência dos grupos sanguíneos entre as diferentes populações e a forma como os estudos são estruturados dificultam a formação de um consenso sobre a questão.

“Para se ter certeza de que existe um risco aumentado de qualquer grupo sanguíneo contrair a infecção, seria preciso ter uma população controlada, igualmente exposta e com todos os grupos sanguíneos bem representados. Um estudo com uma população naturalmente exposta, como profissionais de saúde, por exemplo, poderia esclarecer se há realmente uma frequência maior de infectados entre aqueles que são do grupo A”, ressalta.

2 – O tipo sanguíneo é um fator relevante para o agravamento da doença?

Parcialmente verdade. A correlação entre o tipo sanguíneo e a gravidade ou mortalidade por Covid-19 é ponto de divergência entre diferentes grupos de pesquisa. No artigo de revisão publicado na revista Annals of Hematology, a maior parte dos estudos aponta que os tipos A e AB têm um risco maior de agravamento, enquanto o tipo sanguíneo O tem menor risco de doença grave ou morte.

Um amplo estudo de associação genômica publicado na revista The New England Journal of Medicine, em outubro de 2020, identificou uma relação entre quadros de insuficiência respiratória e polimorfismos (variações fenotípicas) em uma região específica do genoma e um potencial envolvimento dos grupos sanguíneos. O trabalho reuniu quase 2 mil pacientes de sete hospitais localizados na Itália e na Espanha.

Os pesquisadores observaram uma associação das falhas respiratórias com a presença de polimorfismos em uma região específica do genoma. Pessoas com o tipo sanguíneo A, que tinham esse polimorfismo, tinham também mais chance de apresentar falha respiratória, enquanto as do grupo O, se mostraram mais protegidas em relação à insuficiência.

“Esse é mais um dado a favor da existência de uma associação entre o grupo sanguíneo e as chances de agravamento da Covid-19, que corrobora os dados epidemiológicos que os outros estudos têm mostrado”, afirma Marília.

A pesquisadora da USP, Cynthia Cardoso, reitera que os resultados encontrados ainda são conflitantes. “Não existe um consenso. Não conseguimos afirmar que um determinado grupo sanguíneo é fator de risco para o desenvolvimento de formas mais severas da Covid-19, para uma chance maior de internação ou de intubação”, afirma.

3 – O tipo sanguíneo está relacionado a mais casos de reinfecção?

Mito. Segundo os especialistas, não há nenhum estudo científico que apresente dados sobre a relação entre o grupo sanguíneo e os casos de reinfecção.

4- Devo me preocupar com meu tipo sanguíneo em relação à Covid-19

Mito. Para a pesquisadora da USP, o cuidado com a Covid-19 deve ser reforçado por indivíduos com comorbidades comprovadas cientificamente como fator de desenvolvimento da forma grave da doença.

“Existem muitos outros fatores com impacto significativo para o risco de doença grave que já são conhecidos, como idade avançada, cardiopatias, diabetes e obesidade mórbida. Todos esses fatores têm uma contribuição muito mais evidente no desenvolvimento de formas graves da Covid-19″, afirma.

A pesquisadores reforça que com o conhecimento apenas do grupo sanguíneo não é possível dizer se uma pessoa está mais protegida ou mais vulnerável. O cuidado e a prevenção devem ser os mesmos.

Para o médico Leonardo Weissmann, consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), independentemenrte do grupo sanguíneo, o momento exige o reforço por toda a população dos cuidados de prevenção, que incluem a lavagem regular das mãos, o uso correto de máscaras, a higienização das mãos com álcool gel e a manutenção do distanciamento social.

“Alguns estudos mostram que o SARS-CoV-2 poderia se prender mais facilmente nas células das vias aéreas de pessoas do tipo sanguíneo A, em comparação a outras com tipo sanguíneo B ou O. No entanto, ainda não se pode afirmar com certeza pois são resultados preliminares. Outros estudos estão sendo feitos para elucidar essa questão”, conclui.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Messias! (Não o nosso Presidente!) Hospital Militar pela sua categoria, Não pode preencher todos os leitos vagos com civis. Outra teu PT investiu em Arenas Olimpicas, depenaram as Estatais e agora o povo é quem sofre!
    Reclama do stf, governador ou prefeito!

  2. Quero lá saber de grupo sanguíneo. Entre os 193 países do mundo, algum deles legalizou vacinação privada para covid-19 além do Brasil? o playboy que nunca respeitou o isolamento, que vive em festinha clandestina vai ser vacinado primeiro que nossos pais que são grupo de risco e precisam sair pra trabalhar todo dia com medo de se infectar.

    1. Interessante essa questão. Grupos privados conseguem comprar as vacinas que o Brasil, sob o comando do BOZO, não consegue. Por que? Leitos de UTI sobrando em hospitais militares. Por que?

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Diversos

OMS não apoia adoção de passaporte de vacinação contra Covid-19, diz porta-voz

Foto: Reuters

A Organização Mundial da Saúde (OMS) não apoia a exigência de passaportes de vacinação para entrada ou saída de países, devido à incerteza sobre se a vacinação contra Covid-19 evita a transmissão do vírus, e também por preocupações relacionadas à desigualdade no acesso aos imunizantes, disse uma porta-voz da entidade nesta terça-feira (6).

“Nós, como a OMS, dizemos que, neste estágio, não gostaríamos de ver o passaporte de vacinação como um requisito para a entrada ou saída porque não temos certeza de que a vacina previne a transmissão”, disse Margaret Harris.

“Existem todas essas outras questões, além da questão da discriminação contra as pessoas que não podem receber a vacina por uma razão ou outra”, disse ela em uma entrevista coletiva da ONU.

Harris também afirmou que a OMS espera analisar a listagem para uso emergencial das vacinas contra Covid-19 dos laboratórios chineses Sinopharm e Sinovac por volta do final de abril.

“Não está acontecendo tão rápido quanto esperávamos porque precisamos de mais dados”, disse ela, recusando-se a fornecer mais informações por razões de confidencialidade.

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, apelou no mês passado aos países com suprimentos de vacina em excesso para doar 10 milhões de doses urgentemente para o consórcio Covax, que administra a aliança de vacinas Gavi.

Restrições de exportação da Índia da vacina da AstraZeneca produzidas pelo Instituto Serum deixaram o programa de compartilhamento de imunizantes com falta de suprimentos.

Harris disse que não tinha nenhuma atualização sobre essa questão: “Ainda estamos muito procurando por mais vacinas.”

CNN Brasil, com Reuters

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Judiciário

Covid-19: Justiça do RN indefere liminar pedida para autorizar venda de bebidas alcoólicas em bares e restaurantes

O desembargador João Rebouças, do Tribunal de Justiça do RN, indeferiu pedido de concessão de liminar feito pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel/RN) para suspensão da eficácia do artigo 12 do Decreto Estadual nº 30.458, de 1º de abril de 2021, com a consequente autorização da venda de bebidas alcoólicas por parte dos bares, restaurantes e similares, em meio ao retorno das atividades presenciais nesses estabelecimentos.

O desembargador entendeu não estar presente o requisito da “fumaça do bom direito” em favor da Abrasel, não obstante as dificuldades com que o setor econômico no Estado vem passando, em razão das medidas de restrições impostas no combate ao coronavírus.

João Rebouças destacou não vislumbrar, ainda que em análise superficial, qualquer ilegalidade ou falta de motivação no ato normativo. Em seu entendimento, a discricionariedade da administração, neste caso, encontra-se amparada em dados técnicos que sugerem a pertinência do Decreto (Recomendação do Comitê de Especialistas da SESAP -RN), “sobretudo no que concerne à venda de bebidas alcoólicas que, conforme é consabido, o seu consumo, na maioria das vezes, é realizado mediante a reunião de pessoas amigas, familiares, implicando aglomerações, o que vai de encontro ao objetivo central, que é o isolamento de pessoas”, anotou o magistrado.

O desembargador do TJRN explica ainda que o Supremo Tribunal Federal tem seguido a compreensão de que a competência da União para legislar sobre assuntos de interesse geral não afasta a incidência das normas estaduais e municipais expedidas com base na competência legislativa concorrente, devendo prevalecer aquelas de âmbito regional, quando o interesse sob questão for predominantemente de cunho local. É o que a jurisprudência daquele Corte chama de “respeito à predominância de interesse”.

Observa também que o STF já suspendeu decisão liminar proferida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, que liberava a venda de bebidas alcoólicas.

“Assim, a proibição trazida no Decreto e que ora é impugnada decorre de ato administrativo justificado no zelo que o Administrador Público Estadual deve ter com a saúde da população local, frente a excepcionalidade da pandemia do COVID-19 e dos aumentos das taxas de transmissão, hospitalização e óbitos ocorridos nos últimos 02 (dois) meses, no Estado”, afirma o desembargador João Rebouças.

O integrante do TJRN também aponta existir o risco de efeito multiplicador de demandas idênticas caso seja deferida a medida liminar, “haja vista a existência de inúmeros outros segmentos da economia interessados em situação análoga à da parte impetrante”, bem como a possibilidade de ocorrência de dano inverso caso a liminar seja concedida, “na medida em que a permissão de venda e consumo de bebidas alcoólicas gera, repita-se, potencial risco de aglomeração de pessoas, o que poderá trazer riscos à saúde da população e consequentemente, ao bom funcionamento do sistema de saúde que, frise-se, já se encontra em colapso”.

(Mandado de Segurança nº 0804242-05.2021.8.20.0000)
TJRN

Opinião dos leitores

  1. Não justifica! No meu entender que aprecio uma “gela” bastava determinar a quantidade de pessoas e ponto final! Aglomeração? E as Feiras Livres? Eleições?

  2. Mais uma decisão absurda. Não há dados técnicos a favor dessa “lei seca”, como consta na decisão. Qual estudo comprovaria tal absurdo? Não existe. O Poder Público não pode dizer o que as pessoas podem ou não consumir ou comprar, salvo previsão expressa NA LEI. Decreto não pode fazer isso. Tempos MUITO obscuros estamos vivendo.

    1. Pode abrir o bar mas ñ pode vender bebida, era pra abrir o stj, mas ñ permitir q eles julguem, daria no mesmo.

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Judiciário

Liminar autoriza sindicato de SP a comprar vacinas contra covid-19

Foto: Divulgação Agência Pará

O Tribunal Regional Federal da 3a Região (TRF-3) concedeu, de forma liminar, autorização para que o Sindicato dos Empregados no Comércio de Campinas importe, pelo menos, 500 mil doses de vacina contra a Covid-19 para imunizar os comerciários e suas famílias. Ainda cabe recurso da decisão.

O despacho foi proferido pelo desembargador Johonsom Di Salvo na segunda-feira e permite a compra apenas de vacinas aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A decisão determina que o Sindicato preste contas ao Ministério da Saúde e à agência sanitária sobre a compra e aplicação das vacinas e que ceda os imunizante excedentes ao governo federal.

“Concedo antecipação de tutela para autorizar o autor a adquirir, por intermédio de empresa ou laboratório especializados que estejam já devidamente cadastrados e autorizados pela Anvisa, lotes das vacinas já aprovadas em caráter definitivo ou emergencial – seja pela Anvisa, seja pelas agências reguladoras discriminadas no art. 3o, VIII, “a”, da Lei no 13.979/2021, promovendo desde logo a vacinação do grupo de pessoas mencionado na minuta”, escreveu o juiz federal.

O magistrado discorda de especialistas em saúde que defendem que a compra da vacinas pela iniciativa privada vai fazer com que pessoas que não integram o grupo prioritário furem a fila da vacinação. O desembargador afirma que a compra dos imunizantes pelo sindicato “está longe de ser egoística” e que “existe um componente de desoneração econômica e de infraestrutura do Poder Público já tão assoberbado no combate contra a pandemia”.

“Vacinar um grupo expressivo de pessoas (80 mil, mais seus parentes) não vai significar que os vacinados irão ‘furar filas’, mas vai permitir que aos grupos já instituídos outros sejam agregados, diminuindo – ainda que por poucos dias – o cronograma de vacinação que, por ser o Brasil uma nação de 213 milhões de habitantes e extensão territorial de 8.514.876 km2, naturalmente será demorado”, escreveu o desembargador Johonsom Di Salvo.

Bela Megale – O Globo

Opinião dos leitores

  1. VIROU CASA DE MÃE JOANA.
    QUAL A JUSTIFICATIVA QUE O SINDICATO TERIA PARA PODER COMPRAR VACINAS? SÓ SE FOR O CAIXA CHEIO DE RECURSOS TIRADOS DE UMA CATEGORIA.
    ISSO É CLARA DECISÃO IDEOLÓGICA. ELE DISCORDA QUE OUTROS POSSAM COMPRAR, MAS PERMITE O SINDICATO? NEM PRECISA DESENHAR, ATÉ ESQUERDISTA PODE ENTENDER O LADO DISCROMINATÓRIO E POLÍTICO DA DECISÃO.
    MAIS UM ABSURDO PRODUZIDO POR LADO POLÍTICO

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Saúde

São Paulo tem queda de 4,9% em internações por Covid-19

Foto: CNN  Brasil

São Paulo apresentou queda de quase 5% nas internações por Covid-19. No momento, o estado tem 29.510 pessoas internadas pela doença. O recuo de 4,9%, apesar de pequeno, é celebrado pelo governo paulista. No dia 2 de abril, São Paulo tinha 30.976 internações por Covid-19.

A demanda, no entanto, segue alta na rede pública do estado. Ao menos 25 hospitais públicos de São Paulo têm 100% dos leitos de Unidades de Tratamento Intensivo (UTI) ocupados. Diariamente, a Central de Regulação e Oferta de Serviços de Saúde (Cross), sistema que controla a fila de leitos, recebe 1.500 novos pedidos de internações em UTI. (VÍDEO COM REPORTAGEM AQUI).

Por causa do crescente número de pacientes com Covid-19, o Hospital das Clínicas, na capital paulista, suspendeu o atendimento ao público até o próximo domingo (11). À CNN, o hospital informou que tem 550 pacientes internados com a doença e prevê, até o fim do mês, a abertura de mais 163 novos leitos para desafogar a unidade.

CNN Brasil

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Saúde

Em discurso, Bolsonaro defende ‘liberdade total’ para médicos receitarem tratamento contra Covid-19

Foto:  Marcos Corrêa/PR/Fotos Pública

Em discurso nesta segunda-feira, o presidente Jair Bolsonaro defendeu “liberdade total” para médicos receitarem tratamento contra Covid-19. No mês passado, a defesa do presidente de medicamentos como cloroquina gerou conflito na reunião, com os presidentes da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal, que selou a criação de um comitê para tratar da pandemia. O argumento para contestar Bolsonaro é que o uso de cloroquina é comprovadamente ineficaz. Hoje, contudo, o presidente voltou a defender “liberdade total” para médicos definirem tratamento.

— O Brasil precisa voltar a trabalhar. Estarei em Chapecó esta semana com o prefeito João Rodrigues, onde fez um trabalho excepcional no tocante a recursos dados pelo estado no atendimento, na ponta da linha, de quem precisava do tratamento. Uma obra fantástica. Um exemplo a ser seguido. Por isso estou indo pra lá. Para não só ver, mas mostrar para todo o Brasil que o vírus é grave, mas seus efeitos têm como ser combatidos. E mais ainda, naquele município o médico tem liberdade total para trabalhar com o paciente. Total. E esse é um dever do médico. Uma obrigação e um direito dele — disse Bolsonaro, repetindo que as consequências do vírus não podem ser mais danosas que o próprio vírus. — Por isso os índices foram lá para baixo — completou, sem apresentar dados que comprovassem a afirmação.

A declaração foi dada durante cerimônia de entrega de chaves de imóveis populares do programa Casa Verde e Amarela em São Sebastião, no Distrito Federal.

Não é a primeira vez que o assunto provoca conflito. Lockdown e o chamado “tratamento precoce” — com cloroquina, hidroxicloroquina, azitromicina e ivermectina, entre outros remédios do “Kit Covid” — já levaram a divergências entre Bolsonaro e chefes do Legislativo e do Judiciário em reunião no fim de março.

Sem citar dados e contrariando estudos científicos, o presidente alega que o uso desses medicamentos pode ajudar a salvar vidas e que as medidas restrtivas prejudicam a economia. Já os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, pontuam que as normas de combate à pandemia devem seguir orientações da comunidade científica.

O próprio ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, segue a cartilha de Bolsonaro, mas de forma mais palatável às demais autoridades. Uma das suas missões ao assumir a pasta, inclusive, foi a de destravar a vacinação, ainda escassa em território nacional. Cardiologista, Queiroga defende o uso de máscaras e o distanciamento social ao mesmo tempo que afasta a possibilidade de lockdown e delega aos médicos a escolha do tratamento contra a doença, incluindo medicamentos off label (uso de forma diferente do que está na bula), ainda que entidades, como a Organização Mundial da Saúde (OMS), e farmacêuticas não recomendem o uso do “Kit Covid”.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Gostaria que o Capitão Zero respondesse o seguinte: Se você ficasse doente e o seu médico receitasse o kit covid você iria recusar???
    Só refrescando a sua memória a Covid-19 tem 3 fases bem distintas:
    1-Infeção e replicação do virus dura em média 7 dias.
    2-Fase trombolítica, onde surgem coágulos no sangue. No início da pandemia na Itália os enfermeiros relatavam que as agulhas entupiam quando tentavam tirar sangue do paciente.
    3-Fase da tempestade de citocinas quando o corpo para combater uma infecção gera uma reação explosiva que junto com os trombos provacam embolia pulmonar e trombose em vários órgão do corpo, isto é que mata o paciente.
    A fase 1 se trata com antivirais e é chamada pela extrema imprensa de precoce e conforme o Capitão Zero não existe. A fase 1 é a única que se pode vencer o virus.

  2. PARABÉNS PRESIDENTE, muitos morreram sem tentar nada, porque lhe diziam vá para casa e só volte quando piorar. A doença é grave e não pode-se ficar passivamente esperando ela agravar.
    Os médicos devem sim usar sua experiência clínica e receitar os medicamentos que entenderem que possam ajudar.

  3. Devemos deixar registrado que antes da pandemia, era um direito, uma prerrogativa médica receitar a medicação que entendia mais apropriada a doença.
    Mas diante da decisão do STF que determinou o combate a pandemia por responsabilidade dos governadores e prefeitos, isso mudou. A medicação passou a ser proibida em nome do lado político partidário. Tiveram prefeitos e governadores que proibiram os médicos de receitar determinadas medicações.
    Para deixar o quadro mais caótico, muitos governadores e prefeitos não tomaram as medidas cabíveis e necessárias, resultando na falta de UTI, falta de respiradores, falta de equipe médica e ainda estão disponibilizando a vacina ao povo de forma lenta, muito lenta.
    Ficou evidenciado que o respeito a vida, em muitas cidades, foi subjugado, trocado e irresponsavelmente perdido para ideologia política.

  4. Esse presidente é um jumento mesmo, todo dia ciência diz que não tem tratamento precoce pra covid e a televisão mostra todo dia que tem gente morrendo com problemas no fígado por uso de ivermectina, o proprio fabricante disse que o remedio não tem eficácia pra covid, mas gado é gado né ah povo burro

  5. E o óbvio, que a turma da “lacração” não quer aceitar, embora tomem os “remédios do Bolsonaro” escondido (conheço vários petistas que tomam). São os médicos que determinam o tratamento a seguir e, na falta de remédios específicos, devem receitar qualquer um que seja seguro e possa ajudar no combate ao vírus. Além de tudo, são baratinhos.

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Saúde

Butantan entrega mais 1 milhão de doses de vacina contra covid-19

Foto: © REUTERS/Amanda Perobelli/Direitos Reservados

O Instituto Butatan entregou nesta segunda-feira (5) mais um milhão de doses da vacina contra o coronavírus ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). Com o lote desta manhã, o instituto forneceu um total de 37,2 milhões de doses da vacina CoronaVac, desenvolvida em parceria com o laboratório chinês Sinovac, para serem distribuídas em todo o país.

Até o fim deste mês, o Butantan deve finalizar o primeiro contrato firmado com o Ministério da Saúde para fornecimento de 46 milhões de doses do imunizante. Até o fim de agosto devem ser fornecidas mais 54 milhões de doses ao PNI, totalizando 100 milhões de doses de CoronaVac.

Já foram aplicadas no estado de São Paulo 6,4 milhões de doses de vacina, sendo 1,6 milhão de segunda dose da imunização.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Muito bom Santos, Calça apertada Doria mentiroso, aquele que levou um coice do PSDB, ter sentado em algo, ter tomado as REDIAS e não AS RÉDEAS, deve ter rebolado muito.

  2. Santos, Aparecida, Zedogado e meia dúzia que aparecem são os poucos representantes dos esquerdopatas que vivem em um mundo da fantasia, afinal, a realidade e a verdade são armas mortais em suas vidas pequenas, cuja necessidade de submissão os leva a ter seu corrupto de estimação.
    As medidas que Dória vem adotando contra a pandemia são tão boas que o estado de SP é responsável, sozinho, por ¼ no total das mortes por covid. Pense num governador eficiente.
    Vale o registro que todo recurso aplicado na compra das vacinas, são 100% do governo federal.
    Que foi revelado que a coronavac foi desenvolvida nos EUA e não no Brasil como Dória tentou de apropriar.
    Foi revelado o contrato de R$ 8 milhões entre Dória e o Antagonista para falar mal de Bolsonaro.
    Em quanto aumentou o número de mortes depois de adotado o lockdown nos estados? Não é difícil, é só comparar os números de mortes em dezembro/2020 e janeiro/2021 com os meses de fevereiro e março/2021.
    Qualquer coisa fora isso, é mais uma versão, pura falácia, fora da realidade.

  3. Enquanto Doria providência a a compra de vacina e insumos, o calça folgada gastava 2 milhões nas férias.

  4. Santos, já que você gosta tanto do calça colada, o que acha disso?
    Foi revelado, nesta noite de domingo (4) o contrato entre a TV Cultura de Dória e o Manhattan Connection, no valor de R$ 8 milhões de reais, realizado no meio de uma pandemia. Este valor corresponde a 160.000 doses de vacina.

    1. Gotila, a TV Cultura tem orçamento próprio e de excelente qualidade por sinal. O programa contratado eh um ícone do jornalismo Brasileiro. Cuidado para não passar vergonha ao repassar essas bobagens do gado. Vc sabia que a Rede Brasil, aquele tv que o genocida disse que ia privatizar pagou 3,2 milhões a Record para passar uma novela. O que vc me diz. Se engasgou? Come mais um pouco de capim que passa

  5. Ja pensou se Dória não tivesse sentado na cadeira do presidente e tomado as rédias?
    É dificil dizer isso, mas ainda bem que ele fez.

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Saúde

Reinfecção por Covid-19 pode ser mais agressiva mesmo sem variantes, diz estudo

Foto: CNN

As pessoas assintomáticas e as que apresentaram sintomas leves ou moderados de Covid-19 correm risco de reinfecção pela doença, mesmo que não tenham sido contaminadas por uma das variantes de preocupação, como a amazônica P1, além das cepas de Reino Unido e África do Sul.

Nestes casos, o segundo contágio provoca uma resposta corporal inflamatória mais intensa e com sintomas mais fortes, mostra um estudo pré-publicado, ou seja, ainda não revisado por pares, de pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Instituto D’Or de Ensino e Pesquisa (Idor).

Esse estudo usou exemplos de reinfecções ocorridas no estado do Rio de Janeiro que mostraram que pacientes desenvolveram sintomas mais agudos em relação à primeira infecção, mesmo não sendo contaminados com algumas dessas variantes.

De acordo com Fernando Bozza, um dos pesquisadores responsáveis pelo estudo que atua na Fiocruz e no Idor, esse risco de reinfecção em relação às novas variantes é maior, mas o foco do estudo, que não abordou essas cepas, foi os casos de infecção por cepas não variantes, algo novo até então.

O dado preocupa, pois derruba a ideia de que a reinfecção só ocorre devido às novas variantes como a P.1, a B.1.1.9 (do Reino Unido) e a B.1351 (de origem na África do Sul).

Conforme Bozza, o dado reforça ainda mais a necessidade de manutenção das medidas de contenção do novo coronavírus, como isolamento social, redução de circulação de pessoas, uso de máscaras e higienização.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Vamos esperar os excepcionais, ilustrativos, científicos, arrazoado dos peritos em COVID, Dr Manoel F e Dr Santos, com aval do excepcional comitê científico Dr. Laís Íon Marise.

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Saúde

Média de mortes por covid-19 no país recua pelo terceiro dia

Foto: © Reuters / Kai Pfaffenbach / Direitos Reservados

O Brasil registrou ontem (4) um recuo no número diário de mortes por covid-19 pelo terceiro dia consecutivo, segundo a média móvel de sete dias divulgada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O levantamento da Fiocruz mostra que a média registrada ontem chegou a 2.747, abaixo do recorde de 3.117 óbitos apurado em 1º de abril.

Mesmo com a queda, a média diária de mortes é quase o dobro da registrada um mês antes (1.353). Também está 21,6% acima do número de 14 dias antes (2.259 óbitos).

Novos casos

O número diário de casos, segundo a média móvel de sete dias, apresentou seu quarto dia consecutivo de quedas. Ontem, a média diária chegou a 64.324, 16,6% abaixo do recorde de 77.129 registrado em 27 de março e 12,5% abaixo de 14 dias antes (73.552).

Na comparação com um mês antes, no entanto, quando foi observada uma incidência de 57.610 de casos, a média registrada ontem apresentou uma alta de 11,6%.

A média de móvel de sete dias, divulgada pela Fiocruz, é calculada somando-se os registros do dia com os seis dias anteriores e dividindo o resultado dessa soma por sete. O número é diferente daquele divulgado pelo Ministério da Saúde, que mostra apenas as ocorrências de um dia específico.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Será “culpa” do “genocida”? E agora, o que a grande mídia militante irá noticiar? Boas notícias eles nunca exibem.

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Televisão

Ator João Acaiabe, o Tio Barnabé do ‘Sítio do Picapau Amarelo’, morre vítima da Covid-19 em SP

Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução

O ator João Acaiabe, o Tio Barnabé do “Sítio do Picapau Amarelo”, morreu em São Paulo, na noite de quarta-feira (31), aos 76 anos, vítima da Covid-19.

A família informou que o artista testou positivo no dia 15 de março. Na data, a capital paulista começava a vacinar os idosos da faixa etária, e, na véspera o ator chegou a comemorar a iminência da imunização nas redes sociais.

O quadro de saúde piorou e ele foi internado no Hospital Sancta Maggiori, na Mooca, no dia 21. No ano passado, o ator informou em entrevista que havia sido diagnosticado com insuficiência renal e estava na fila por um transplante de rim.

Ainda de acordo com parentes, ele foi intubado na manhã desta quarta-feira (31) e faleceu após sofrer duas paradas cardíacas.

O sepultamento acontecerá na cidade de Espírito Santo do Pinhal, na região de Campinas, interior de São Paulo, onde nasceu.

Uma das filhas do Acaiabe, Thays, homenageou o pai nas redes sociais: “Guardarei no coração tudo o que vivemos e a referência que você é para a nossa família! Gratidão, meu pai. Que os espíritos de luz te recebam em Aruanda até que a gente se encontre novamente, porque almas gêmeas nunca se separam!”, escreveu.

O perda do ator também repercutiu muito entre amigos, fãs e colegas. “Quantos papos bons meu amigo, como era bom lhe ouvir contar histórias da nossa gente. O primeiro homenageado do nosso Samba pra Nossa Senhora, agora vamos contar a nossa gente a sua grandiosa história. Obrigado irmão”, escreveu.

A atriz Giovanna Grigio, que contracenou com João Acaiabe na novela “Chiquititas”, destacou sua generosidade. “A gente passou texto várias vezes juntos e foi amor à primeira cena. Ter você como professor e amigo, escutar suas histórias e aprender com você com certeza foram dos maiores privilégios da minha vida! Eu já te amava antes e vou te amar pra sempre. 🖤 Obrigada por tudo!”, compartilhou nas redes sociais.

Carreira

João Acaiabe iniciou sua carreira artística ainda na adolescência, trabalhando como locutor de rádio. Estudou teatro na Escola de Arte Dramática de São Paulo (EAD) e, nos anos 1970 e 1980, trabalhou com Plínio Marcos nas peças Barrela e Jesus Homem.

Atuou em 4 novelas na TV Tupi, antes de ir para a TV Cultura, entre 1978 e 1983, onde conquistou destaque no programa infantil Bambalalão, onde contava histórias para as crianças da plateia.

Na emissora, e, em seguida, na TV Bandeirantes, atuou em diversas novelas, até chegar a Rede Globo, em 1985, para “Tenda dos Milagres”, de Aguinaldo Silva.

Em 1986, estrelou o curta-metragem “O Dia em que Dorival Encarou a Guarda”, dirigido por Jorge Furtado e José Pedro Goulart, que lhe rendeu o prêmio de melhor ator e o Kikito, prêmio máximo do Festival de Gramado.

Participou de ao menos 23 filmes, como “Eles Não Usam Black-tie” (1981) e “Casa de Areia” (2005), ambos com Fernanda Montenegro.

Entre 2001 e 2006, deu vida ao Tio Barnabé, no Sítio do Picapau Amarelo, e, em 2018, participou da novela “Segundo Sol” como o pai de santo Didico, na TV Globo.

Entre 2013 e 2015, atuou como Chefe Chico, no remake de “Chiquititas”, no SBT.

G1

Opinião dos leitores

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