O Complexo Turístico da Redinha será revitalizado. O anúncio foi feito nesta terça-feira (26.05) pelo ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, durante reunião com o prefeito Álvaro Dias, em Brasília.
Ao todo serão investidos cerca de R$ 23,5 milhões no local. A partir de agora, o MTur iniciará os trâmites para que a verba seja disponibilizada. O dinheiro atende a uma solicitação da bancada do estado no Congresso. O foco principal é reformar o Mercado Público da Redinha, tradicional ponto turístico da cidade. Além disso estão previstas obras de infraestrutura na região.
“Natal é uma cidade belíssima e possui uma história muito rica. É com alegria que autorizei o prosseguimento do repasse. Vale ressaltar que esta obra conta também com o apoio do presidente Jair Bolsonaro, que fez questão de atender a este antigo pedido do povo do Rio Grande do Norte”, afirmou Marcelo Álvaro Antônio.
“Agradeço a boa vontade e a dedicação do presidente Jair Bolsonaro, do ministro Marcelo e de toda a equipe. O Mercado ficou abandonado durante anos, mas agora será revitalizado” afirmou Álvaro Dias.
As pessoas fumantes, infectadas com o novo coronavírus (covid-19), têm 14 vezes mais chances de morrer do que as não fumantes. O alerta é da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp), que esta semana lançou em seu site uma campanha voltada à conscientização sobre os perigos de fumar.
“O fato de os fumantes estarem mais propensos às infecções virais e a probabilidade de morte 14 vezes maior quando a covid-19 infecta fumantes, de acordo com estudos realizados, faz deste um bom momento para se pensar em tratamentos antitabagismo”, ressalta o presidente da entidade, João Fernando Monteiro Ferreira.
Segundo a associação de cardiologistas, o tabagismo enfraquece o sistema imunológico e torna mais lenta a reação do corpo às infecções. A capacidade pulmonar reduzida, comum em fumantes, também aumenta o risco de desenvolver as formas mais graves das infecções. “Trata-se da principal causa evitável de morte e encurta a vida de homens em dez anos e de mulheres em 12 anos”, disse o presidente da entidade.
De acordo com a entidade, o Brasil ocupa o oitavo lugar no ranking mundial de tabagistas, são 7,1 milhões de mulheres e 11,1 milhões de homens fumantes. No entanto, o número de brasileiros que mantém o hábito de fumar caiu 38% nos últimos anos. Em 2019, 9,8% afirmavam ter o hábito de fumar, enquanto em 2006 o índice era de 15,6%.
O ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, divulgou uma nota nesta quarta-feira (27) para dizer que a operação da PF (Polícia Federal) deflagrada para cumprir 29 mandados no inquérito das fake news fere a democracia. Entre os alvos da operação estão deputados ligados ao presidente Jair Bolsonaro.
Na avaliação de Mendonça, os parlamentares têm garantia “a ampla imunidade por suas opiniões, palavras e votos”. “Intimidar ou tentar cercear esses direitos é um atentado à própria democracia”, avaliou o ministro sobre o inquérito que investiga ameaças e difamação contra os ministros do Supremo e suas famílias.
“Vivemos em um Estado Democrático de Direito. É democrático porque todo o poder emana do povo. E a este povo é garantido o inalienável direito de criticar seus representantes e instituições de quaisquer dos Poderes”, escreveu Mendonça.
Mendonça ressalta ainda que “as diligências realizadas pela Polícia Federal nesses casos se dão no estrito cumprimento de ordem judicial” e defende que “que todas as investigações sejam submetidas às regras do Estado Democrático de Direito, sem que sejam violados pilares fundamentais e irrenunciáveis da democracia.”
Leia a íntegra da nota:
“Diante dos fatos relacionados ao Inquérito 4.781, em curso no Supremo Tribunal Federal, pontuo que:
1. Vivemos em um Estado Democrático de Direito. É democrático porque todo o poder emana do povo. E a este povo é garantido o inalienável direito de criticar seus representantes e instituições de quaisquer dos Poderes. Além disso, aos parlamentares é garantida a ampla imunidade por suas opiniões, palavras e votos.
2. Intimidar ou tentar cercear esses direitos é um atentado à própria democracia.
3. De outra parte, esclareço que, em 2019, enquanto Advogado-geral da União, por dever de ofício imposto pela Constituição, defendi a constitucionalidade do ato do Poder Judiciário. Em nenhum momento, me manifestei quanto ao mérito da investigação e jamais tive acesso ao seu conteúdo.
4. Da mesma forma, as diligências realizadas pela Polícia Federal nesses casos se dão no estrito cumprimento de ordem judicial.
5. Assim, na qualidade de Ministro da Justiça e Segurança Pública, defendo que todas as investigações sejam submetidas às regras do Estado Democrático de Direito, sem que sejam violados pilares fundamentais e irrenunciáveis da democracia.
Brasília, 27 de maio de 2020.
André Luiz de Almeida Mendonça
Ministro da Justiça e Segurança Pública”
Atentado a democracia, é uma reunião presidencial, onde se expõe , claramente agravos ao STF, onde passa boiada, quando uma ministra passa colocações sobre prender governadores, que lutam contra a " gripezinha", onde o presidente chama eleitores de bostinha e por aí vai.. Isso atenta contra a democracia. Sem falar no gabinete do ódio.
Quando atinge gente do Bozo é contra, quando atinge os contrários ao Bozo é a favor. Acho que ele deveria ficar é calado pra não passar vergonha e deixar a PF trabalhar em paz.
Foi só sair da AGU e virar MJ que o terrivelmente evangélico mudou de opinião. Acho que a crítica é facultada a qualquer um mas ameaças com uso da força merecem mesmo investigação e enquadramento.
Quando as ações eram contra Dilma e Lula tudo era muito legal. Se for contra Witzel e Dória também é muito legal. Por favor alguém dá notícia de Queiroz???
Oxe!! Mudou de ideia? Amo passado quando foi aberto o processo contra a revista Crusoé ele não se manifestou contra. Agora que pegaram a turma dos Bolsominions ele ficou contra?
Exatamente, e é por isso mesmo que certas instituições do País JAMAIS podem ser aparelhadas, para não correrem o risco de serem utilizadas por grupos políticos criminosos.
Carluxo concordo plenamente com vc amigo, Carlúcio desculpe ai o trocadilho kkkkkkkkkkkkkk.
????????
Pau que bate em Chico bate em Francisco. Que a PF investigue todos.
Ele defendeu a continuidade desse processo quando era da AGU…O que mudou?
Na política de cortes de gastos que inclui a necessidade de administrar um elenco cada vez menor, a Rede Globo desligou nesta quarta, 27, o jornalista e apresentador Zeca Camargo. Com passagens pelo Fantástico, Vídeo Show e No Limite, Zeca era um dos apresentadores do É de Casa, exibido nas manhãs de sábados. Em 2019, circularam boatos de que a emissora teria tentado reduzir o salário de Camargo, que por sua vez não teria aceito. Estima-se que o apresentador tinha um salário de 300 000 reais por mês, valor que a Globo não confirma.
A emissora deve fazer outros cortes nos próximos dias. O departamento de teledramaturgia, que fica sob responsabilidade de Silvio de Abreu, será o mais afetado.
O Globo emitiu o seguinte comunicado:
Após 24 anos de uma trajetória conjunta, marcada por uma parceria de muito respeito e sucesso, o apresentador Zeca Camargo se despede da Globo.
Profissional multitalentoso, Zeca chegou à emissora em 1996 como apresentador e coordenador de projetos e novos formatos do Fantástico. No programa, foi responsável pela criação de diversas séries e comandou entrevistas com grandes artistas internacionais como Paul McCartney, Mick Jagger, Madonna e Lady Gaga. Levou sua paixão por viajar para o dominical nas centenas de viagens que fez através das séries ‘Aqui se Fala Português’ (1998), ‘A Fantástica Volta ao Mundo’ (2004), entre outras. Coube a Zeca também a apresentação do primeiro reality do país, ‘No Limite’, lançado em 2000. No gênero, ele comandou ainda ‘O Jogo’ e ‘Hipertensão’. Em 2013, Zeca deixou o Fantástico e partiu de vez para o entretenimento, quando assumiu a apresentação da nova fase do ‘Vídeo Show’. E em 2015 se juntou ao time de apresentadores do ‘É de Casa’, matinal que apresentou até o começo de maio, antes de sair de férias.
A economista Dalia Maimon Schiray afirma que milhões de pessoas no mundo enfrentam a opção de “morrer de fome ou morrer de vírus” e destaca a necessidade de expandir iniciativas comunitárias e auxílios estatais para enfrentar a pandemia da Covid-19.
Sem essa ação, as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) permanecerão reservadas para as “classes médias”, disse Maimon, coordenadora de pós-graduação do Laboratório de Responsabilidade Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em entrevista à AFP.
P: Quais são as dificuldades para generalizar o confinamento social no Brasil?
R: Um relatório recente da OIT mostra que existem 1,7 bilhão de pessoas no mundo trabalhando no setor informal, e que para essas pessoas existe uma contradição entre morrer de fome ou morrer do vírus. Se morrer de fome para mim é certo, vou arriscar de não me contaminar pelo vírus e vou trabalhar. As medidas recomendadas pela OMS contra a COVID-19 são principalmente para as classes médias.
Como podemos falar de isolamento social quando a população tem apenas o trabalho como fonte de renda? Temos que ter política de renda, para que as pessoas fiquem em casa. O governo deu 600 reais durante três meses para 50 milhões de brasileiros, mas esse dinheiro não é suficiente para sobreviver. E como vão lavar as mãos as milhões de pessoas que não têm água em seu domicílio?
P: As favelas são as áreas de maior risco?
R: No Brasil 13,6 milhões de habitantes vivem em favelas (…) e cerca de 95% dependem do trabalho para sobreviver. Há uma grande densidade populacional, residências separadas por becos, e grande número de pessoas vivendo no mesmo cômodo. A probabilidade de contaminação é, portanto, maior.
Uma favela, Santa Marta, fez higienização das ruas, e isso evita o contágio. Isso é o que precisa ser feito pelo governo em todas as favelas. No caso do Rio de Janeiro, as favelas são empoderadas com presença de organizações sociais, têm líderes comunitários, [algumas] têm projetos com financiamento internacional e trocam de experiências. Não é o caso da população pobre do interior do país. Como vai levar cesta de alimentos para o interior?
Outro problema, é a educação a distância adotada pelas escolas públicas, porque muitas comunidades não tem internet gratuita. Deveriam pelo menos criar um ou dos pontos para permitir o aceso gratuito. O discurso que ouve em muitas favelas, é para que o setor público invista nelas.
P: No mês passado, o então ministro de Saúde Luiz Henrique Mandetta falou que para combater o coronavírus nas favelas, tem que ter “diálogo” com as milícias ou traficantes que controlam muitas delas. Como você vê isso?
R: Para entrar nessas favelas, tem que passar por eles. Os traficantes não tem contradição com o confinamento. Os milicianos provavelmente sim, porque eles tiram uma porcentagem do comércio local.
Mal colocado isso, a fome atinge a todos da classe baixa, a doença tbm , mas a morte decorrente da doença não acontece a todos, se 80% sai assintomáticas, 20% são sintomáticos, destes, apenas a minoria agrava ao ponto de falecimento.
Atenção! O Ministério da Saúde informa que o ministro interino Eduardo Pazuello não possui contas em redes sociais. O perfil com a mensagem é “fake” e a pasta solicitou à plataforma sua exclusão. As informações foram divulgadas pelo Ministério da Saúde na tarde desta quarta-feira(27), através do microblog Twitter.
O fechamento de restaurantes e outros estabelecimentos ligados ao setor de alimentação, como parte das medidas adotadas para conter a propagação do novo coronavírus, alterou completamente a rotina e o comportamento de uma parcela específica dos moradores das cidades americanas: os ratos.
Segundo um alerta lançado na semana passada pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças, agência de pesquisa em saúde pública ligada ao Departamento de Saúde (CDC), os roedores, em busca de comida, poderão apresentar “comportamento incomum ou agressivo”.
De acordo com o CDC, o fechamento dos restaurantes levou à diminuição no volume de alimentos disponível para a população de ratos, especialmente em zonas comerciais.
“Roedores dependem da comida e das sobras desses estabelecimentos”, diz o comunicado publicado no site da agência.
Famintos, eles estão buscando novas fontes de comida, o que tem provocado, segundo o CDC, um aumento na sua atividade.
“Programas de saúde ambiental e controle de roedores devem observar um aumento nas requisições de serviços relacionados a roedores e relatos de comportamento incomum ou agressivo”, alerta a agência.
Segundo Robert Corrigan, um dos principais especialistas em roedores dos Estados Unidos, o comportamento agressivo não é em relação a humanos, e sim a outros ratos ou até mesmo a propriedades, em busca de frestas para que possam entrar e encontrar comida.
“Não (significa que irão) atacar ou morder pessoas”, diz Corrigan à BBC News Brasil.
Canibalismo
Enquanto para ratos que vivem em zonas residenciais não houve grandes mudanças durante a pandemia de COVID-19 (a doença causada pelo novo coronavírus), as populações de roedores em áreas comerciais ou turísticas têm sofrido com as restrições.
Em grandes cidades, como Nova York, essas colônias de ratos costumam encontrar abundância de alimentos nas lixeiras próximas a restaurantes, bares e hotéis, principalmente à noite, após o fechamento dos estabelecimentos, quando o lixo da cozinha é levado para a rua.
Mas, como desde meados de março, a maioria desses estabelecimentos fechou completamente ou passou a operar somente em sistema de tele-entrega ou retirada no local, essa fonte de comida desapareceu.
Desesperados, os roedores estão atacando outros ratos, até mesmo dentro de suas próprias colônias.
“Um rato faminto vai ficar muito agressivo com outros ratos”, salienta Corrigan, que atua como consultor especializado no controle de roedores para empresas e departamentos de saúde ao redor dos Estados Unidos e em outros países.
Corrigan diz que, em áreas onde os ratos costumavam encontrar alimentos facilmente e agora a comida desapareceu, especialistas têm observado evidências desses ataques e de canibalismo, que são comuns em situações extremas de fome, como a atual.
“Eles estão atacando uns aos outros, matando e comendo uns aos outros. E, se há filhotes nos ninhos, vão matá-los e comê-los”, afirma.
Relatos em diferentes cidades
Mudanças no comportamento da população de ratos vêm sendo documentadas em várias cidades americanas desde o início da pandemia, quando as regras de distanciamento social deixaram as ruas vazias.
Geralmente com hábitos noturnos e com movimentação restrita à área próxima a suas tocas, os roedores agora estão mais ousados, se aventurando em distâncias mais longas, explorando novas regiões, mesmo durante o dia.
No final de março, depois que os turistas já haviam ido embora de Nova Orleans e os moradores estavam em quarentena, as redes sociais e a imprensa americana mostraram imagens de dezenas de ratos circulando livremente pela Bourbon Street, principal rua da zona turística da cidade.
Na época, a prefeita, LaToya Cantrell, declarou que o fechamento dos restaurantes estava “levando nossos roedores à loucura”.
Em Chicago, a imprensa local relatou no mês passado que as centenas de milhares de ratos que vivem na cidade estavam se aventurando mais longe e durante o dia em busca de comida, em um comportamento atípico.
Na capital americana, Washington, a prefeitura recebeu mais de 800 ligações ligadas a problemas com roedores nos últimos 30 dias.
Recomendações
Com essas mudanças de comportamento, especialistas alertam que é possível que algumas áreas residenciais que antes não registravam a presença de roedores passem a enfrentar o problema.
Apesar de não haver indicação de que possam transmitir a covid-19, ratos podem transmitir dezenas de outras doenças aos seres humanos, por meio do contato destes com fezes, urina e saliva dos roedores e, de forma indireta, por pulgas ou carrapatos que tiveram contatos com ratos.
O CDC diz que os moradores e proprietários comerciais devem adotar medidas para “eliminar condições que possam atrair e sustentar a presença de roedores”, como vedar o acesso às casas, remover entulho e vegetação pesada, manter o lixo em recipientes fechados e retirar dos pátios a ração para animais de estimação e pássaros.
Corrigan ressalta que, quando há ratos em uma área, é sinal de que há comida. “Geralmente é porque estamos depositando o lixo de maneira incorreta”, afirma.
Ele diz que sua receita para evitar a presença de ratos é simples. Primeiro, é preciso assegurar que nenhum rato ou qualquer outro animal conseguirá ter acesso ao lixo. Em segundo lugar, procurar e vedar frestas embaixo das portas.
A escassez de comida também deve facilitar a captura de roedores, atraídos pelas iscas, e algumas cidades, como Nova Orleans, anunciaram que estão aumentando o número de armadilhas.
Mas Corrigan afirma que, apesar das dificuldades atuais, a população de ratos nas cidades afetadas deve se recuperar rapidamente assim que restaurantes, hotéis e outros estabelecimentos voltarem a funcionar.
Gente, pra que essa agressividade? Onde está a civilidade? Sempre vai existir esquerda, direita, centro, extremistas, mas não podemos esquecer que somos seres humanos e, como tal, temos que ter ações e reações humanas. Chega de tanto ódio!!! Vamos dá um basta nisso e seguir com opiniões, críticas e sugestões com civilidade, não com negacionismo. Olhemos um ao outro. Queremos o bem para o nosso país. Cada um com sua opinião, mas com sincero respeito. Basta de agressões e violência. Sigamos em paz e acima de tudo com fé, que as coisas irão mudar para melhor se nos unirmos. Caso contrário será catastrófico para todos. Chega!
Pq so visam o pt sao tds . De a az so mudam as siglas e os numeros. Todos tem a mesma missao iludir os cidadãos e surrupiar os cofres do brasil.
Sempre assisto o blog de BG. Querem calar o povo de dar opiniões. No Brasil é um país democrático? Se for é para uns e outros não? Caso me critiquem não é . Caso me elogiam é. É assim.
Policiais civis da Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (DEICOR) deflagraram, na manhã desta quarta-feira (27), a Operação “Identidades”, que resultou na prisão de três homens suspeitos de confeccionarem cédulas de identidade ideologicamente falsas para criminosos foragidos da Justiça potiguar e de outros estados da Federação. Durante a Operação, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão preventiva.
Foram presos Roberto Alves Pereira dos Santos, 74 anos, (funcionário do Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP/RN), Manoel Antônio da Costa Neto, conhecido como “Bel”, 47 anos e seu filho Breno Marcílio Gonçalves da Costa, 26 anos. As prisões aconteceram em Natal e Parnamirim.
A investigação, que teve a cooperação do ITEP/RN, durou um ano e descobriu que diversas pessoas que haviam sido autuadas pela DEICOR em outras investigações estavam de posse de cédulas de identidade em que o papel era verdadeiro, entretanto, os dados inseridos nos documentos eram falsos. Foi descoberto que existia no ID/ITEP, um prontuário com os dados falsos.
Além disso, a investigação descobriu que os investigados também confeccionam outros documentos como certidão de nascimento, CPF e reservista. Os interessados admitiram que pagavam valores que variavam de R$ 3 a R$ 10 mil. para obterem os documentos falsos. No que diz respeito à confecção das cédulas de identidade, os procedimentos de coleta de impressões digitais e recebimento dos documentos eram realizados na unidade do ID/ITEP, localizada na Central do Cidadão de um shopping da capital. Eles também relataram que não fizeram nenhum tipo de agendamento pela internet (procedimento obrigatório), tendo sido atendidos rapidamente, apesar do fluxo enorme de pessoas que aguardam pelo mesmo atendimento ofertado pela instituição.
Na casa de Roberto Alves, em Natal, foram encontradas várias identidades já confeccionadas, tinta e material para coleta de digitais, cópias de certidão de nascimento, a quantia de R$ 15 mil em espécie, várias folhas de cheques, além de um revólver calibre 38, com cinco munições intactas e um rifle calibre 44. Roberto Alves também foi autuado em flagrante delito por posse ilegal de arma de fogo.
Durante o interrogatório, o funcionário do ITEP/RN confessou que há muitos anos tem a prática de confeccionar RG’s para alguns conhecidos, desde que os interessados apresentassem uma cópia da certidão de nascimento.
Na casa de Manoel Antônio e Marcílio, em um condomínio de luxo de Parnamirim,foram apreendidos cadernetas com anotações, aparelhos celulares e dois veículos. Os dois já foram presos pela Polícia Federal de Pernambuco, em 2019, acusados de falsificarem CPFs, tendo ficado presos no Estado, por mais de um ano.
A investigação da DEICOR identificou que vários suspeitos de roubo a bancos, de carros-fortes, líderes de facção e traficantes interestaduais, todos foragidos da Justiça, oriundos de nove estados da federação conseguiram confeccionar RG em nome de outras pessoas, junto ao ITEP, com a facilitação do servidor Roberto Alves.
A Polícia Civil pede que a população continue enviando informações de forma anônima, através do Disque Denúncia 181, disque DEICOR (84) 3232-2862 ou Zap DEICOR (84) 98135-6796.
Habib Chalita, presidente do Sindicato dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Rio Grande do Norte (SHRBS-RN). Foto: Alex Régis
A notícia da liberação de R$ 39 milhões para obras de recuperação costeira e engorda da praia de Ponta Negra é vista como um reforço importante para o turismo de Natal e do Rio Grande do Norte, sem falar na preocupação com o resgate dos empregos que foram afetados com a Pandemia.
Para Habib Chalita, presidente do Sindicato dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Rio Grande do Norte (SHRBS-RN), o investimento no principal cartão-postal do Estado, no momento em que o país vivencia a pandemia causada pelo novo coronavírus, mostra ser um reforço e compromisso com a recuperação do setor de turismo e da própria economia local e dos milhares de empregados envolvidos.
A obra com os recursos federais prevê uma faixa de areia entre 23 a 30 metros de largura na maré alta. Habib destacou a atenção do Ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, para a liberação do recurso que será executado pela Secretaria Municipal de Obras Públicas e Infraestrutura (Semov), da Prefeitura de Natal. “Rogério disse que a praia de Ponta Negra e os potiguares merecem todos os esforços para a garantia da sua recuperação”, comentou.
Na avaliação do presidente do SHRBS-RN, além da otimização e melhoria do nosso principal cartão-postal, que é Ponta Negra, muitos hotéis, bares e restaurantes irão ganhar com essa importante obra para a nosso Estado. Será beneficiada, principalmente, a comunidade com a geração e recuperação dos empregos severamente afetados pela Pandemia, finaliza Habib.
Eu quero saber se vão continuar com aquele modelo de enrocamento que só serve de criador de ratos ao invés de utilizar os blocos pré moldados como foi feito na parte revitalizada de areia preta? Era hora de substituir o atual enrocamento passando a utilizar o sistema de blocos pré moldados que não deixa brechas pra servir de lar para os ratos de praia.
Mais recursos para o RN.
Quero ver muitos esquerdistas pegando um bronze na praia que Bolsonaro liberou recursos pra melhorar!!
Até Fátima vai lá pegar um solzinho….kkkk
E aquele vereador que parece um cachorro loco? Quero vê Ela lá nas barracas tomando caipirinha e bufando.
Pesquisa Datafolha publicada pelo site do jornal “Folha de S.Paulo” aponta que 61% dos brasileiros que assistiram ao vídeo da reunião ministerial de 22 de abril acreditam que o presidente Jair Bolsonaro tentou interferir na Polícia Federal.
O instituto ouviu 2.069 adultos por telefone celular na segunda (25) e nesta terça (26). A margem de erro é de dois pontos percentuais. Tiveram acesso ao vídeo ou a seu conteúdo 55% dos brasileiros, segundo a pesquisa.
O Datafolha perguntou:
Acredita mais na versão de que Bolsonaro quis interferir na PF ou que o presidente quis melhorar sua segurança pessoal?
Jair Bolsonaro quis usar seu cargo para interferir na PF: 61%
Bolsonaro quis apenas melhorar sua segurança pessoal: 32%
Outras respostas: 3%
Não sabe: 3%
Jair Bolsonaro quis usar seu cargo para interferir na PF:
70% entre quem tem de 16 a 24 anos
67% entre mulheres
69% entre funcionários públicos
65% entre moradores do Nordeste
Bolsonaro quis apenas melhorar sua segurança pessoal:
37% entre homens
36% entre quem tem ensino fundamental
53% entre assalariados sem registro
36% entre moradores do Centro-Oeste/Norte
Bolsonaro X Moro
O instituto perguntou sobre quem fala mais a verdade na troca de acusações entre Bolsonaro e Moro. As respostas:
Sergio Moro: 54%
Jair Bolsonaro: 27%
Não sabe: 10%
Nenhum dos dois: 7%
Os dois: 2%
Bolsonaro fala mais a verdade:
32% entre homens
39% entre quem ganha mais de 10 salários mínimos
44% entre empresários
31% entre moradores do Centro-Oeste/Norte
Moro fala mais a verdade:
63% entre quem tem de 16 a 24 anos
56% entre quem ganha até dois salários mínimos
65% entre desempregados
55% entre moradores do Nordeste
Palavras usadas na reunião
O Datafolha perguntou a opinião sobre as palavras usadas pelo presidente na reunião ministerial. Entre os que viram ou ouviram a gravação:
Muito inadequadas: 61%
Um pouco inadequadas: 15%
Muito adequadas: 11%
Um pouco adequadas: 8%
Outros: 5%
Muito adequadas:
15% entre homens
19% entre quem ganha mais de 10 salários mínimos
23% entre empresários
14% entre moradores do Centro-Oeste/Norte
Muito inadequadas:
68% entre mulheres
65% entre quem tem ensino superior
83% entre estudantes
64% entre moradores do Sudeste
Tem palco pra tudo. O Presidente foi infeliz no palavreado chulo, foi mais que claro quando afirmou que faria intervenção nos ministérios. Mas o grande fora dele foi perder o Íntegro Ministro Sérgio Moro.
Essa databolha é hilária, vão arranjar uma lavagem de roupa, façam uma pesquisa com a seguinte pergunta: quem acredita nas pesquisas do datafolha? zero zero zero zero zero%
Enquanto isso no DataFolha…
"Bom dia equipe, já que hoje estamos sem fazer nada, vamos sair ai perguntando as pessoas se elas acham que Bolsonaro quis interferir na PF, vamos lá, equipe, produtividade geral!
O suposto vazamento da Operação Placebo, que tem entre os alvos o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, será apurado por determinação do ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Nesta quarta-feira (27), o magistrado solicitou ao Ministério Público Federal (MPF) a apuração do fato.
A deputada federal Carla Zambelli (PSL) disse, um dia antes da operação, em entrevista à rádio Gaúcha, que governadores eram investigados por desvios na área da saúde. O ministro do STJ afirma que, se confirmado o vazamento, o autor deverá ser responsabilizado penalmente.
A adoção em grande escala do home office [escritório em casa] em função do isolamento social para conter o novo coronavírus tem afetado a saúde mental de profissionais brasileiros.
Uma pesquisa do LinkedIn, que ouviu duas mil pessoas na segunda quinzena de abril, indica que 62% estão mais ansiosos e estressados com o trabalho do que antes. O LinkedIn é a maior rede social profissional do mundo.
O levantamento mostrou, também, que, para o brasileiro, a falta de interação com colegas de trabalho tem sido impactante: 39% dos entrevistados se sentem solitários, 30% se confessam estressados pela ausência de momentos de descontração no trabalho e 20% sentem-se inseguros porque têm dificuldades em saber o que está acontecendo com seus colegas de trabalho e a empresa onde trabalham.
Por outro lado, a falta de interação com os colegas e a redução das interrupções relacionadas ao ambiente do escritório fazem com que 33% considerem que estão mais produtivos.
Não é só a saúde mental que está sendo afetada. A física também sofreu impacto com a chegada da quarentena: 43% dos entrevistados estão se exercitando menos e 33% disseram ter o sono afetado negativamente.
Horas extras
O home office também tem significado horas extras de trabalho para muitos profissionais. Segundo o estudo, 68% dos brasileiros que estão em casa têm trabalhado pelo menos uma hora a mais por dia, com alguns profissionais chegando a trabalhar até quatro horas a mais/dia (21%).
Além das horas extras, trabalhar em casa impõe outro desafio para os profissionais: desligar-se das atividades do trabalho. A pesquisa revelou, ainda, que 24% se sentem pressionados a responder mais rapidamente e estar online por mais tempo do que normalmente estariam.
A preocupação de se mostrar ocupado com o trabalho tem relação com o medo de perder o emprego, destacado por 18% dos entrevistados.
Essa pressão também faz com que os profissionais adotem algumas posturas para mostrar que, mesmo em casa, estão labutando muito, levando 27% a enviar e-mails fora do horário do expediente.
Desafios do trabalho em casa
Além das preocupações com as atividades do trabalho, a necessidade de conciliar o trabalho com a atenção à família e, ao mesmo tempo, gerenciar a preocupação com o avanço do coronavírus representam desafios em casa.
O estudo mostra, também, que 34% acabam por se distrair ouvindo ou assistindo notícias sobre a covid-19, 20% enfrentam dificuldades para conciliar o trabalho e o cuidado com os filhos e 22% consideram desafiador trabalhar com o parceiro em casa.
Mesmo que com impactos negativos em algumas áreas, o trabalho remoto trouxe benefícios em outros aspectos. Os entrevistados indicam ganhos na convivência familiar: 59% afirmam que, com a quarentena, o tempo de qualidade com a família aumentou. Outro ponto positivo foi a adoção de uma alimentação mais saudável, apontada por 32%.
Retorno ao trabalho
A expectativa é que a volta para o escritório implique em mudanças de comportamento, tanto nas relações pessoais e aspectos emocionais quanto no uso de recursos tecnológicos.
Quando voltarem ao trabalho, 52% acreditam que os contatos com os colegas serão mais frequentes, 41% apostam no uso mais intenso da tecnologia e 28% acreditam que a ansiedade vai diminuir por poderem interagir com outras pessoas ao voltar para o escritório.
A conselheira Maria Adélia Sales determinou, de forma cautelar, em decisão monocrática publicada nesta quarta-feira (27), a suspensão imediata do Contrato 28/2019, celebrado entre a Secretaria Estadual de Educação (SEEC) e o Centro Brasileiro de Educação e Cidadania (CEBEC). O objetivo do contrato é a implantação do Programa Brasileiro de Educação Cidadã, que consiste na capacitação de professores e aquisição de cartilhas sobre o tema da cidadania.
A decisão da conselheira segue proposição da equipe técnica da Diretoria de Administração Direta, que após receber uma denúncia anônima, por intermédio da Ouvidoria, no dia 20 de março de 2020, analisou o processo de inexigibilidade de licitação relativo à contratação da empresa, encontrando vários indícios de irregularidades. O contrato entre a Secretaria de Educação e o Cebec contemplou a aquisição de 129 mil unidades da cartilha “Cidadania A-Z”, a serem distribuídas nos anos de 2019 e 2020 na rede pública de ensino, pelo valor unitário de R$ 30,00, totalizando R$ 3,8 milhões, dos quais restavam R$ 2 milhões a serem pagos em 2020.
A Polícia Federal apreendeu na manhã desta quarta-feira (27), em Santa Catarina, o celular e o computador pessoal que pertencem ao empresário Luciano Hang. O proprietário da Havan é um dos alvos do inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF) que apura produção de notícias falsas e ameaças à Corte. Ele confirmou a apreensão em nota e durante uma live pelas redes sociais nesta manhã.
“Eu não fiz nada de errado, eu não atentei contra os ministros nem contra a alta Corte e isso vai ser provado quando abrir o meu celular”, disse durante a live transmitida do Centro Administrativo Havan, em Brusque, no Vale do Itajaí, em Santa Catarina. Os equipamentos apreendidos devem passar por perícia.
Os mandados foram cumpridos no escritório da sede da Havan, na Rodovia Antônio Heil, em Brusque, e em dois endereços residenciais do empresário, sendo um deles na Avenida Atlântica, em Balneário Camboriú, no Litoral Norte e outro também em Brusque.
“O brasileiro votou para as mudanças. Nós temos lá o nosso presidente querendo fazer mudanças e, para isso, nós precisamos que o brasileiro pense assim. […] Eu sinto isso nas empresas, eu sinto isso nas pessoas, que nós precisamos muitas vezes é mudar o pensamento lá de Brasília, dos estados, do município e da política”, disse em live.
Liberdade de expressão
Durante a transmissão em vídeo, o empresário defendeu a liberdade de expressão e explicou sobre o conteúdo que publica nas redes sociais.
“A mídia é importante neste país para levar boas notícias, notícias verdadeiras. Todas as coisas que eu faço, eu coloco nas minhas redes sociais, ou seja, eu fabrico notícia e coloco elas nas minhas redes sociais para que todo mundo tenha a minha posição sobre qualquer assunto. Isso se chama liberdade de expressão. Este país é um país democrático. Nós temos que temos que ter a liberdade de expressão, a liberdade de pensamento”, afirmou após uma citação feita por uma apoiadora sobre o que teriam dito em comentários na live.
O empresário negou sobre patrocinar a produção as informações falsas. “Veja bem, o que é fazer fake news, é pegar uma coisa certa e transformar em errada. O que nós queremos é falar a verdade. Às vezes tem um fato e várias versões, eu sempre coloco a minha versão sobre aquele fato. Nós produzimos materiais todos os dias em minhas redes sociais para levar a melhor informação para os nossos fãs em todo o Brasil”, explicou.
Em nota assinada pelo empresário e enviada pelo advogado Fábio Roberto de Souza, Hang disse que tem a consciência tranquila de que jamais atentou contra os ministros do STF ou contra a instituição. “Nada tenho a esconder, uma vez que tudo o que falo está nas minhas redes sociais e é de conhecimento público.”
Investigações
A PF cumpre desde o início desta manhã mandados de busca e apreensão. Além do empresário, entre os alvos estão o ex-deputado federal Roberto Jefferson, o deputado e os blogueiro Allan dos Santos e Winston Lima. Os cinco são aliados do presidente Jair Bolsonaro.
Ao longo das investigações, laudos técnicos que demonstraram que um grupo produz e dissemina as notícias falsas, sempre com o mesmo padrão. Foram identificados pelo menos quatro financiadores desse grupo.
As investigação já identificaram ao menos 12 perfis em redes sociais que atuam na disseminação de informações, de forma padronizada, contra ministros do tribunal.
Isso significa, por exemplo, que esses perfis encaminham o mesmo tipo de mensagem, da mesma forma, na mesma periodicidade. Técnicos cruzam informações para tentar localizar financiadores desses perfis.
Morreu nesta quarta-feira (27), aos 91 anos, o escritor e jornalista Murilo Melo Filho, membro da Academia Brasileira de Letras.
Segundo a ABL, Murilo Melo Filho morreu de manhã no Hospital Pró-Cardíaco, vítima de falência múltipla de órgãos. O sepultamento será no mausoléu da Academia Brasileira de Letras. Diante da recomendação de se evitar reuniões e aglomerações por conta do coronavírus, não haverá velório.
“Murilo Melo Filho foi um dos grandes jornalistas brasileiros da segunda metade do século XX. Acompanhou de perto a política nacional, a construção de Brasília e a guerra do Vietnã. Conheceu inúmeros chefes de Estado, a quem dedicou páginas antológicas, dos mais variados espectros políticos. Foi também um acadêmico exemplar, assíduo, com a disposição de emprestar seu talento aos mais diversos cargos e serviços na Academia. Guardo a imagem de um homem bom, de uma alta sensibilidade humana, voltada sobretudo para os mais vulneráveis e desprovidos. Um momento de tristeza.”, afirmou o Presidente da ABL, Acadêmico Marco Lucchesi.
Trajetória
Murilo Melo Filho nasceu em Natal no dia 13 de outubro de 1928 e foi o mais velho de sete irmãos. Já aos 12 anos de idade começou a trabalhar no Diário de Natal, com Djalma Maranhão, escrevendo um comentário esportivo. Posteriormente passou por outras publicações da região.
Aos 18 anos, foi para o Rio, onde estudou no Colégio Melo e Souza e foi aprovado em concursos públicos para datilógrafo do IBGE e do Ministério da Marinha, ingressando a seguir no Correio da Noite, como repórter de polícia.
Trabalhou também na Tribuna da Imprensa, com Carlos Lacerda; no Jornal do Commercio, com Elmano Cardim, San Thiago Dantas e Assis Chateaubriand; no Estado de S. Paulo, com Júlio de Mesquita Filho e Prudente de Moraes Neto; e na Manchete, com Adolpho Bloch.
Estudou na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e na Universidade do Rio de Janeiro, pela qual se formou em Direito. Chegou a advogar durante sete anos.
Como repórter free-lancer, entrou para a Manchete, criando a seção “Posto de Escuta”, que escreveu durante 40 anos. Nessa mesma época, dirigiu e apresentou na TV-Rio, com Bony, Walter Clark e Péricles do Amaral, o programa político Congresso em Revista, que ficou no ar ininterruptamente durante sete anos, sendo a princípio produzido e apresentado no Rio e, depois, em Brasília.
Viveu em Brasília de 1960 a 1965, que testemunhou em centenas de reportagens. Construiu ali a sede de Bloch Editores e da Manchete e foi, a convite de Darcy Ribeiro e de Pompeu de Souza, professor de Técnica de Jornalismo na Universidade de Brasília.
Em trabalhos jornalísticos, acompanhou os ex-presidentes Juscelino Kubitschek a Portugal; Jânio Quadros a Cuba; João Goulart aos Estados Unidos, ao México e Chile; Ernesto Geisel à Inglaterra e à França; e José Sarney a Portugal e aos Estados Unidos.
Cobriu a Guerra do Vietnã, com o fotógrafo Gervásio Baptista, em 1967, e foi o primeiro jornalista brasileiro a cobrir a Guerra do Camboja, com o fotógrafo Antônio Rudge, em 1973, tendo chegado a Saigon e Phnom-Penh, via Tóquio.
Sexto ocupante da Cadeira nº 20 da ABL, foi eleito em 25 de março de 1999, na sucessão de Aurélio de Lyra Tavares e recebido em 7 de junho de 1999 pelo Acadêmico Arnaldo Niskier.
O procurador-geral da República, Augusto Aras, pediu a suspensão do andamento do inquérito das fake news. ASSISTA AQUI VÍDEO da CNN.
Em um documento de 23 páginas a que a CNN teve acesso, ele diz que o procedimento é “atípico”. “Assim, a possibilidade de instauração atípica de inquérito judicial pelo Supremo Tribunal Federal, na forma do art. 43 do seu Regimento Interno, com base na garantia de exercício independente das funções do Poder Judiciário, não implica que o procedimento preliminar possa ser conduzido em desconformidade com o modelo penal acusatório.”
De acordo com ele, não pode o mesmo órgão que investiga, no caso o Supremo Tribunal Federal, ser o mesmo que julga. “Em linhas gerais, o sistema acusatório impõe profunda separação entre as funções de investigar/acusar e de julgar. O juiz abandona as funções de investigação e de acusação e passa a atuar somente quando provocado (princípio da inércia da jurisdição). Demais disso, o novo regramento processual penal informa a necessidade de as partes atuarem com paridade de armas, cada qual com o ônus de apresentar as suas alegações com base nas provas produzidas, com o fm de convencer o juiz, fgura inerte, imparcial e equidistante dos sujeitos processuais.”
Aras também pede que o Ministério Público participe da investigação e que seja dado aos investigados acesso aos autos.
“1) há de se franquear ao Ministério Público a constante participação no procedimento investigativo visando à proteção de direitos e garantias fundamentais dos investigados e a colheita de indícios e provas;
2) ressalvadas as diligências em curso, há de ser reconhecido aos defensores o direito de, “no interesse do representado, ter acesso amplo aos elementos de prova que, já documentados em procedimento investigatório realizado por órgão com competência de polícia judiciária, digam respeito ao exercício do direito de defesa” (Súmula Vinculante 14);
3) as medidas investigativas sujeitas à reserva de jurisdição (quebra de sigilo, busca e apreensão, vedação de uso de redes sociais etc.), se não requeridas pelo Ministério Público, hão de ser submetidas previamente ao seu crivo.”
Aras também alega na petição, encaminhada ao ministro do STF Edosn Fachin dentro de um processo da Rede Sustentabilidade que questiona o inquérito, que foi consultado acerca da operação desta quarta-feira. De acordo com ele, em duas manifestações feitas no dia 19 de maio, posicionou-se contrário às diligências. Ele coloca na petição a sua manifestação a Alexandre de Moraes:
“A leitura dessas manifestações demonstra, a despeito de seu conteúdo incisivo em alguns casos, serem inconfundíveis com a prática de calúnias, injúrias ou difamações contra os membros do STF. Em realidade, representam a divulgação de opiniões e visões de mundo, protegidas pela liberdade de expressão, nos termos do decisum do Ministro Celso de Mello na Pet-MC 8.830/DF.”
Na sequência, diz: “Esse direito fundamental, que recebeu atenção do texto constitucional em diversas de suas disposições, é amplamente considerado essencial à higidez do regime democrático e do princípio republicano. A livre circulação de ideias e o debate público são fundamentais para a garantia de uma sociedade aberta, na qual as distintas visões de mundo são respeitadas de forma igualitária. A relevância da liberdade de expressão nas democracias modernas é ainda mais destacada no âmbito da relação dos particulares com o Poder Público. A liberdade de expressão e outras que são dela derivadas, como a liberdade de imprensa e a liberdade de cátedra, consubstanciam poderosos freios a eventuais ímpetos autoritários e são fundamentais para o controle do Estado pela sociedade.”
Aparelhamento dia apos dia do país pela milicia… José Padilha tentou avisar com Tropa de Elite II, e Sergio Moro ou saia ou ve vendia a corrupao de vez… os petistas quase acabaram com o Brasil em 12 anos, mas esse governo atual é mais eficiente, ta fazendo isso em 2 anos… e os minions piram!
Eis a forma inovadora de gratidão de quem foi indicado para o cargo sem figurar na listra tríplice. Subserviência digna de matar Osmar Terra de tanta inveja.
Nao a toa o presidente quebrou a tradição do PT de indicar sempre o mais votado pelos procuradores nacionais e indicou um pau mandado q nem na lista dos mais votado estava. Ele está retribuindo o favor, tipo milicia.
E já existiu complexo turístico na Redinha? Só conheço o mercado onde servem tapioca com ginga. O lugar fede e nem banheiro decente existe por lá.
La.la.la.la..mais uma obra fack ….prometem um paraiso…para se tornar uma pracinha..e o dinheito oh…hum..hum
Enquanto isso na rua Manoel Caetano, na mesma Redinha, a calçamento está afundando!!! Precisando de ser refeito.
Eita!!
Agora sim!
Bolsonaro não mede esforços pra liberar recursos para o RN.
O que tem que ter revitalização é educação de uma parte da população,espero que não se destrua como tantas outras.