Política

Bolsonaro muda discurso da vacina, mas insiste em conflitos para inflamar base

Jair Bolsonaro se notabilizou por operar numa política de confronto com seus críticos e adversários. A escalada da pandemia e o evidente fracasso desse expediente para conter os efeitos do vírus obrigaram o presidente a acrescentar outro elemento a essa estratégia. Nas últimas semanas, o governo se viu forçado a adotar também um plano de defesa.

Acuado pela disparada das mortes, pelas perspectivas melancólicas da economia e pelo aquecimento do ambiente político, Bolsonaro tentou fechar os flancos mais expostos do governo. A principal jogada foi a conversão do presidente e seus aliados em apoiadores fervorosos da vacinação, após meses de ataques e questionamentos aos imunizantes.

A guinada chegou a ser descrita como sinal de que o presidente mudaria de estilo para conter novos desgastes políticos. Mas Bolsonaro, como esperado, não abandonou a postura conflituosa: manteve ataques aos governadores, repisou suas críticas às medidas de distanciamento e subiu decibéis ao lançar ameaças de desordem social.

Bolsonaro usa duas ferramentas em paralelo. Na quarta (10), ele fez uma rara aparição com uma máscara de proteção e lançou uma defesa da imunização. No dia seguinte, surgiu exaltado em sua transmissão semanal nas redes sociais, insinuou que máscaras são ineficazes e disse que as restrições dos governos locais levam a “brigas, morte e caos”.

O movimento se desenhou em semanas recentes e se intensificou depois que o ex-presidente Lula recuperou os direitos políticos, testando um figurino eleitoral como antípoda de Bolsonaro no combate à pandemia.

O presidente andou no sentido inverso: embora políticos de vários partidos tenham editado decretos de distanciamento, Bolsonaro tentou vincular a políticos de esquerda essas medidas e suas consequências econômicas. “Se está aqui o [Fernando] Haddad ou o Ciro [Gomes], o Brasil estaria fechado igualzinho à Argentina”, disse, na quinta (11).

Ainda que o presidente tente remodelar o discurso oficial sobre a vacina, o governo certamente sabe que uma acrobacia política tão espalhafatosa tem efeitos limitados –principalmente se for considerado o fato de que o Ministério da Saúde não consegue cumprir o cronograma de imunização da população.

Por isso, Bolsonaro insiste em métodos já conhecidos e explora seus instintos de radicalização como um mecanismo de proteção. O plano é atiçar tanto sua base de apoiadores fiéis quanto aqueles que apontam suas falhas, com o objetivo de garantir que eles deem sustentação ao governo num momento difícil. “Quanto mais atiram em mim de forma covarde […], mais se está enfraquecendo quem pode resolver a situação”, queixou-se o presidente, em sua transmissão ao vivo na última quinta. “Vou ficar sozinho nessa briga? O meu exército […] é o povo. Desunindo, agredindo, fica difícil. Vocês sabem quem está errando no Brasil, e errando muito.”

Poucas imagens descrevem tão bem a fusão do discurso pró-imunização com os acenos às bases governistas mais fervorosas quanto uma ilustração divulgada nas redes sociais pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Nela, o personagem Zé Gotinha empunha uma seringa como um fuzil, ao lado da frase: “Nossa arma é a vacina”.

O comportamento do presidente reflete um momento peculiar de tensão para o governo. Ainda que a crise aberta pela demissão de Sergio Moro tenha criado problemas judiciais para Bolsonaro e feito desmoronar parte de sua base de apoio, as pressões que ele enfrenta agora surgem em diversas frentes e encontram baixa capacidade de reação.

O problema central é o avanço dramático das mortes por Covid-19 e a vacilação continuada do governo na resposta à pandemia. O avanço da imunização pelo mundo e as falhas do governo brasileiro nessa área ampliaram a insatisfação da população e contaminaram empresários ansiosos pela retomada da economia.

A resposta se deu em etapas. O governo correu atrás de contratos que havia recusado meses antes e lançou um esforço de propaganda que ficou conhecido como Plano Vacina. O objetivo principal é convencer o país de que o presidente sempre trabalhou pela imunização acelerada e nunca desdenhou desses esforços.

Os fatos desmentem o discurso oficial. Em 26 de outubro, Bolsonaro disse a apoiadores na portaria do Palácio da Alvorada que não via motivos para “correr em cima” da vacina contra a Covid-19. “Não é mais barato ou mais fácil investir na cura do que na vacina?”, acrescentou, em referência a remédios sem eficácia comprovada contra a doença.

Sem mencionar os questionamentos feitos pelo presidente, o governo também passou a listar acordos firmados desde junho de 2020 para viabilizar a compra de vacinas. A tática dificilmente conseguirá amortecer as críticas pela lentidão na campanha de imunização, uma vez que o Ministério da Saúde recusou a assinatura de três contratos com a Pfizer.

Para conter os prejuízos políticos, Bolsonaro busca reescrever a história da pandemia com mentiras sobre sua própria conduta. Na quinta-feira, ele voltou a dizer que nunca havia chamado a Covid-19 de gripezinha.

Foram duas vezes: em 20 de março de 2020 (“Depois da facada, não vai ser uma gripezinha que vai me derrubar”) e em 24 de março (“Caso fosse contaminado pelo vírus, não precisaria me preocupar. Nada sentiria ou seria, quando muito, acometido de uma gripezinha”). Ele também previu que o coronavírus mataria menos de 800 brasileiros.

Ao mesmo tempo, Bolsonaro dobra a aposta no embate com outras autoridades. Na quinta, ele voltou a atacar medidas de fechamento do comércio (“um crime”). Depois, leu a suposta carta de um homem que cometeu suicídio por dificuldades financeiras e atribuiu a governadores a responsabilidade por mortes semelhantes (“me acusam de genocida, essas pessoas”).

Essa ofensiva se torna mais aguda à medida que as expectativas de recuperação da economia ficam mais fracas. Bolsonaro reconhece que o esfriamento do mercado de trabalho e a redução da renda costumam cair no colo de presidentes, não de governadores. Por isso, desde o início da pandemia, ele briga para rachar essa conta.

Existe ainda um componente adicional, com o retorno de Lula à arena política. O Palácio do Planalto entende que as dificuldades da economia podem estimular na população mais pobre uma memória dos governos do petista –especialmente com a rápida perda de apoio que Bolsonaro teve nesses segmentos com a interrupção do auxílio emergencial.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Jair Messias Bolsonaro o melhor presidente do Brasil nos últimos 35 anos, honesto, inteligente, estadista, um mito BRASIL ACIMA DE TUDO E DEUS ACIMA DE TODOS. Chupa petistas/esquerdopatas.

  2. bolsonaro sabe que sua sobrevivência depende do caos, da morte, da miséria, mentira e da ilegalidade.
    É o seu ambiente natural.

  3. O que esse incompetente, psicopata do Bolsolouco dia e faz, ninguém escreve nem segue.
    Ele tem muito o que boi tem…..

  4. O discurso de LULA foi sintomático . Jacaré ? sentiu o golpe . Essa atitude de radicalização é preocupante, não podemos caminhar para um rompimento institucional , atalho muito perigoso para o Brasil ??. Se o presidente tivesse seguido um caminho racional de coordenação durante a pandemia ele seria um grande líder. Faltou humildade e orientação. DEUS salve o Brasil ??, dias muito duros nos esperam, os que acham que o caminho é esse ainda tem tempo para refletir . Vamos respeitar as instituições, vamos valorizar a democracia , vamos lutar pelo respeito aos poderes constituídos . PIXU ESTÁ PREOCUPADO .

  5. Esse maluco foi expulso do exército, por badernas e querer explodir sistema de abastecimento de água, tudo isso em busca de aumento de salário. Um cara desse pensa no semelhante? Fica a reflexão para o débil que votou nisso. Ciro neles!

  6. DIGAM A ESSE PESSOAL DA FOLHA QUE BOLSONARO TEM RAZÃO!!!!!!!!!
    chupa!!!!
    Vai juntando todos os meninos bons, faz um fecho pra nós o povo brasileiro derrota los todinhos de uma vez só.
    Pode juntar, todos!!
    Todos!!
    Botem o ladrão Lula na cabeça pra comandar a gang.
    Kkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Continuamos sem adversários.
    Bolsonaro tá reeleito!!!!
    Já já a população vai está vacinada, tudo mais calmo entrando no normal.
    Quero aaber o que esses idiotas corruptos vão inventar.
    Kkkkkkkkkkkkkkkkkm
    Tchau corruptos!!
    Até nunca mais.

  7. Lula é o Cara mesmo, sem dúvidas, só fez um discurso e o " Efeito Lula " já começa a dar resultado… ???

    1. Depois do próximo discurso de Lula, Bolsonaro se veste de Zé Gotinha, quem quer apostar?kkkkkkkkkkk

    2. Quem é esse Lula heim mariquinha??
      É o ladraozão cachaceiro do PT??
      Kkkkkk
      Esse tá morto.
      É um cadáver ambulante, com o fucinho cheio de 51.
      Kkkkkkkkkkkkkk

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Saúde

Vacina russa comprada por Estados do Nordeste será distribuída a todo país

O consórcio dos Estados da Região Nordeste comprará 37 milhões de doses da vacina russa contra covid-19 Sputinik V. Os contratos terão a participação do governo federal. Os imunizantes serão destinados ao SUS (Sistema Único de Saúde) pelo PNI (Plano Nacional de Imunização), e serão distribuídos em todo o país, a partir de abril.

A informação foi anunciada pelo governador do Piauí e presidente do Consórcio Nordeste, Wellington Dias (PT), neste sábado (13.mar.2021), em vídeo divulgado pela sua assessoria. Pela manhã os governadores do Nordeste participaram de uma reunião com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e representantes da AGU (Advocacia Geral da União).

A previsão é de que até 2ª feira (15.mar) a equipe técnica do ministério já tenha acertado os detalhes contratuais da compra. Segundo Dias, o Ministério da Saúde entraria como interveniente -quando o órgão público manifesta consentimento ou assume obrigações em convênios e contratos.

O governador do Piauí também informou que o Ministério da Saúde trabalha na regulamentação da lei, aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro, que permite a Estados, municípios e empresas privadas importarem vacinas. “O ministério vai manter o que esta na lei: toda vacina, seja comprada pelo municípios, Estados, ou setor privado, será para o PNI, para a distribuição em todo o Brasil”, disse Dias.

O Ministério da Saúde já havia assinado, na 6ª feira (12.mar), um contrato para compra de 10 milhões de doses da Sputnik V, importada pelo laboratório brasileiro União Química.

A 1ª remessa, de 400 mil doses, é esperada até o final de abril. O total contratado deve ser entregue até o final de junho. De acordo com o governo, o pagamento só será efetuado depois que a vacina tiver o uso liberado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Na 5ª feira (11.mar) a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) deu aval para que Estados, municípios em empresas possam comprar vacinas, mesmo as que não têm uso aprovado no Brasil. Nesse caso, o interessado precisará comprovar que o imunizante foi classificado como indicado para tratar a covid-19 no país em que foi produzido.

Também é preciso que os testes de fase 3 tenham sido concluídos, pelo menos com resultados provisórios.

CRONOGRAMA

Welligton Dias também afirmou que a pasta atualizou o cronograma de entrega de vacinas. Agora, toda semana haverá entrega de imunizantes aos Estados, da vacina do instituto Butantan e da vacina da Fiocruz.

A vacina do Covax Facility, consórcio da OMS (Organização Mundial de Saúde) para distribuição global de imunizantes, deverá chegar em duas remessas: nos dias 23 e 26 de março. Já a vacina do laboratório indiano Bharat Biotech deverá chegar, também, até o dia 26 de março.

“Com isso, nós teremos condições de alcançar em torno de 20 milhões de brasileiros vacinados no mês de março. E todo esforço vai nessa direção, para chegar no mês de abril com 50 milhões de pessoas, de todo o grupo de risco, vacinadas para a gente ter condições de superar essa pressão de internações na rede hospitalar e ainda reduzir os óbitos”, declarou.

PODER360

Opinião dos leitores

  1. Pelo que entendi Esse consórcio não comprou nem vai compra vacinas nenhuma pois quem vai pagar, assinar contratos, receber e distribuir as vacinas será o Governo Federal, quando a ANVISA aprovar….

    1. Deco o dinheiro que as prefeituras, estados e união têm é do povo. A fatia maior do bolo tributário fica na união então se não está conseguindo comprar sozinha tem que dividir essa responsabilidade com os outros entes da federação. O nome disse é descentralização.
      Essa massa cinzenta que vc tem dentro da kbça é pra ser usada.

  2. Sem ministério da saúde, o jeito é o STF, prefeitos e governadores tomarem a frente no combate a pandemia.
    ??????

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Saúde

Pelo menos 23 lideres mundiais já foram vacinados contra a covid-19

Ao menos 23 líderes mundiais já receberam ao menos dose dos imunizantes contra a covid. No sábado (6.mar.2021), o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, foi vacinado com a russa Sputnik V. No dia anterior, o presidente Jair Bolsonaro, que afirmou em diversas ocasiões que não tomaria a vacina, mudou o discurso e admitiu a possibilidade de se vacinar.

O plano de imunização da maioria dos países tem como prioridade os idosos e os profissionais de saúde, mas muitos políticos foram vacinados para servir de exemplo à população. Em dezembro, Joe Biden, presidente dos EUA, ao receber 1ª dose da vacina do laboratório Pfizer, afirmou que “estou fazendo isso para que as pessoas se sintam seguras de tomar a vacina quando estiver na vez delas”.

A vice-presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris, reforçou o discurso e disse pediu a todos para se vacinarem, quando possível. “Trata-se de salvar sua vida, a vida de seus familiares e a vida de sua comunidade”, afirmou a democrata, que recebeu a vacina da empresa norte-americana Moderna.

Rashid Al Maktoum, premiê dos Emirados Árabes, foi vacinado em novembro de 2020, na fase de testes da chinesa Sinopharm. Benjamin Netanyahu, premiê de Israel e aliado de Bolsonaro, recebeu a 1ª dose da Pfizer em dezembro. A rainha Elizabeth 2ª e seu marido, o príncipe Philip, foram vacinados em 9 de janeiro.

PODER360

Opinião dos leitores

  1. O da China não está na lista, nem o do Canadá, nem o da Itália, nem os reis da Bélgica, da Suécia, da Dinamarca, Holanda, da Noruega. Será que eles são negacionistas? O Presidente brasileiro é do grupo de risco pela idade, mas não vai furar a fila. Certamente quanto chegar a vez de sua faixa etária tomará a vacina.

    1. Exatamente, estão esperando chegar a vez deles, como manda a diplomacia.

  2. Ué ,faltou o Lula, ele não e considerado o maior lider da quadrilha que quase quebrou o Brasil?

  3. O nosso presidente é um negacionista (pra fazer média com os seguidores), mas duvido muito que ele já não tenha tomado a "vachina"…

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Saúde

Terror difundido sobre Covid prejudica milhares de pessoas que têm câncer sem saber

Um dos lados mais perversos da pandemia é o terror em que as pessoas passaram a viver devido à avalanche diária de reportagens apocalípticas que levaram muitos a deixar de fazer exames para se prevenir e tratar outras doenças graves. Estudo comandado pela Sociedade Brasileira de Urologia de São Paulo trouxe revelações preocupantes com relação à queda de até 33% em diagnósticos de vários tipos de câncer.

Essa conta chegará e, no caso do câncer, talvez não seja possível esperar a vacina. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Dados colhidos em hospitais de SP mostram que, comparados a 2019, são 4,5 mil casos de câncer de próstata não diagnosticados em 2020.

Em âmbito nacional, a estimativa é que cerca de 22 mil pessoas podem não ter contraído a covid, mas têm câncer de próstata e não sabem.

Nos casos de câncer múltiplo na próstata, rim e bexiga, a redução nos diagnósticos foi de 26%, segundo a Sociedade Brasileira de Urologia.

Outro problema criado pelo pânico instalado foi a redução dos doadores de medula óssea. O cadastro de doadores registrou queda de 30%.

DIÁRIO DO PODER

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Saúde

Estudo aponta eficácia de uma dose da Pfizer ou Moderna em quem já teve Covid

Pesquisadores da Escola de Medicina Icahn em Nova Iorque, nos Estados Unidos, desenvolveram um estudo publicado no periódico acadêmico New England Journal of Medicine apontando a eficácia da aplicação de uma dose das vacinas da Pfizer e da Moderna em pacientes que já tiveram covid-19.

O estudo, publicado na forma de carta e não como artigo revisado, analisou 110 participantes de um teste clínico, sendo que um grupo já havia tido diagnóstico positivo de covid-19 e outro que ainda não havia sido contaminada pelo vírus.

Os participantes que já haviam tido covid-19 desenvolveram mais rapidamente anticorpos com uma dose. Já os não infectados previamente tiveram baixa resposta na criação de anticorpos até o 12º dia depois da vacinação, a sua maioria após este período.

O desempenho dos previamente infectados foi superior também ao de pessoas que receberam duas doses das vacinas adotadas na pesquisa. Neste grupo, a aplicação da 2ª dose não revelou mudanças significativas no sistema imunológico contra o vírus.

Os pesquisadores também avaliaram os efeitos colaterais. Eles foram maiores nos participantes que já haviam contraído covid-19, mas em nenhum dos casos houve eventos adversos que levassem à hospitalização.

“Nós descobrimos que uma dose das vacinas gerou rápida resposta em participantes soropositivos [do novo coronavírus], com níveis de anticorpos similares ou superiores a participantes soronegativos que receberam duas doses. Mas se uma dose destas vacinas provê proteção efetiva em soropositivos ainda requer investigação”, concluem os autores.

DIÁRIO DO PODER

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Economia

Pandemia leva passagens aéreas ao menor preço em 20 anos

A pandemia de Covid-19 levou os preços de passagens aéreas ao menor valor já registrado na série histórica da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), iniciada em 2002. Em preços atualizados pela inflação até dezembro de 2020, a tarifa média foi de R$ 376,29. Na comparação com 2019, quando a tarifa média foi de R$ 439,89, houve uma queda de 14,5%.

As três maiores empresas aéreas do Brasil, Azul, Gol e Latam, tiveram redução nos valores cobrados por passagens entre 2019 e 2020, mas apenas a Gol teve no ano passado o menor valor já registrado na sére histórica da Anac. “O ano de 2020 foi marcado pela crise sanitária mais severa vivida em um século, o que, consequentemente, atingiu fortemente a economia mundial, em especial a aviação civil. O novo coronavírus provocou a adoção de medidas sanitárias e de controle de fronteiras entre países provocando grandes impactos na aviação comercial”, explicou a Anac.

Como é possível perceber, o ponto mais baixo da curva para a Latam foi em 2018, quando as tarifas médias em valores reais ficaram em R$ 354,94. Questionada sobre o assunto, a assessoria de imprensa da companhia disse que “historicamente, diversas variáveis influenciam na precificação do setor aéreo em todo o mundo”.

Entre elas, está o valor do dólar, já que o setor é muito influenciado pelo valor da moeda americana. O câmbio médio do dólar para o real em 2018 foi de R$ 3,65 por unidade da moeda americana. Já em 2020 ele foi de R$ 5,52. As informações são do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

“A valorização do dólar é uma variável que sempre interferiu fortemente, não somente nos custos de operação, mas também na disposição de um passageiro viajar ao exterior. Com a pandemia do Covid19, uma crise sem precedência e com forte impacto na aviação, é mais uma variável, considerando a oferta x demanda”, concluiu a Latam.

Já no caso da Azul, o menor preço verificado foi em 2009, no ano de lançamento da empresa. Na ocasião, o preço médio das passagens vendidas pela empresa foi de R$ 239,76.

Questionada sobre o assunto, a empresa respondeu apenas que “os preços praticados na comercialização de seus bilhetes variam de acordo com alguns fatores importantes, como trecho, sazonalidade, compra antecipada, disponibilidade de assentos, entre outros. Além disso, a companhia ressalta que a alta do dólar e do combustível também são elementos que influenciam nos valores das passagens” .

Nenhuma delas respondeu sobre as tendências para 2021 envolvendo os preços de tarifas aéreas diante do agravamento da pandemia de Covid-19 no Brasil, com recordes sucessivos na média móvel de mortes. Se o comportamento do preço das passagens em anos anteriores se repetir, o provável é que a tarifa média caia gradualmente até abril. A partir daí, eles sobem paulatinamente até setembro, quando voltam a retroceder. A Gol não respondeu às perguntas enviadas pela reportagem.

METRÓPOLES

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Economia

Com salários de até R$ 106 mil, militares comandam 16 estatais

A chegada de um general para comandar a Petrobras a partir de abril reforçou a forte presença de militares na chefia de estatais. Um levantamento feito pelo Metrópoles mostra que os militares comandam hoje parte expressiva das empresas públicas do país: ao todo, são 16 presidentes em 46 empresas, com salários entre R$ 20 mil e R$ 106 mil.

O maior valor pago a um presidente de estatal será do general Luna e Silva, que vai comandar a petroleira a partir de abril. Considerando bônus e outros benefícios, o salário dele pode chegar a R$ 226 mil por mês.

A lista de empresas presididas por membros das Forças Armadas ainda pode aumentar nos próximos dias. O governo não descarta nomear para a Eletrobras o oficial da reserva da Marinha Ruy Schneider, atual presidente do conselho da estatal. A empresa, contudo, contratou um headhunter para definir o substituto de Wilson Ferreira Júnior, que pediu demissão e fica no cargo até 15 de março. O salário do escolhido: cerca de R$ 78.400.

Além dos altos salários, os militares que comandam as estatais também recebem benefícios. Para dirigir a Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ), por exemplo, o vice-almirante Francisco Magalhães Laranjeiras ganha R$ 37.856 por mês. Ele ainda tem direito a tickets refeição no valor de R$ 1.057,20 por mês (com um 13º como adicional); adicional de 50% do valor do salário nas férias (para o trabalhador comum o valor é 1/3), adicional por tempo no serviço e folga por trabalhar no Dia do Portuário, entre outros. A Docas controla os portos de Rio de Janeiro, Niterói, Itaguaí e Angra dos Reis.

Os oficiais também comandam Correios, Infraero, Amazul, Indústrias Nucleares do Brasil, Companhia das Docas do Estado da Bahia, Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A., Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo, Empresa Gerencial de Projetos Navais, Engenharia, Construções e Ferrovias S.A., Empresa de Planejamento e Logística S.A., Financiadora de Estudos e Projetos e Indústria de Material Bélico do Brasil. Veja a lista das remunerações abaixo.

Privatização

Os dados dos salários pagos pelas empresas públicas constam no relatório do Ministério da Economia, que expôs os vencimentos e outros privilégios concedidos pelas estatais. O objetivo do governo é defender que as empresas têm um alto custo para o país e conseguir apoio para seu plano de privatização de muitas delas.

Esse relatório mostrou, por exemplo, que nas férias, os funcionários da Petrobras recebem adicional de 100% do salário em vez dos 33% que são pagos normalmente para os trabalhadores da iniciativa privada.

A prioridade do governo neste ano é vender a Eletrobras e os Correios. Essa última é presidida pelo general Floriano Peixoto, que tem salário de R$ 49.676, considerando participação no conselho de administração. Com isso, o general recebe mais do que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que ganham o teto do serviço público federal, de R$ 39,2 mil, e mais do que o presidente Jair Bolsonaro, cujo salário é de R$ 30,9 mil. Deputados federais e senadores embolsam R$ 33,7 mil.

Além dos salários mais altos do que os pagos na Esplanada, os militares que comandam algumas estatais ainda têm uma vantagem. Se a empresa for dependente do Tesouro (Embrapa, por exemplo), o conjunto da remuneração entra na regra do “abate teto”. Ou seja, tudo o que ultrapassar o salário do presidente da República é glosado. Agora, se a estatal não for dependente do Tesouro, a regra não se aplica.

É o caso da Petrobras. Isso significa que o general Luna e Silva poderá acumular o salário de presidente da empresa com a aposentadoria de general, um valor que os militares não divulgam, mas que estima-se na casa dos R$ 40 mil.

Apesar dos valores contrastarem com os pagos pelo governo, as remunerações das estatais não estão no mesmo nível dos de empresas privadas que têm ações em bolsa. Um levantamento do especialista em governança corporativa Renato Chaves, ex-diretor da Previ, revelado pelo Estadão no mês passado, mostrou que o salário médio dos principais executivos de mercado foi de R$ 940 mil em 2019.

Ex-secretário de Assuntos Econômicos do Ministério de Planejamento, o economista Raul Velloso disse ao Metrópoles que a presença expressiva de militares no comando de estatais é mais uma barreira para a agenda de privatizações. “Os militares não receberam um treinamento a favor disso (das privatizações). São mais familiarizados com o sistema de estatais. Isso é histórico, vivemos até num período de regime militar que funcionou deste modo”, observou.

“Essa ideologia pró-privatização, acredito, que seja uma convicção do ministro da Economia (Paulo Guedes), não do presidente. Nunca ouvi Bolsonaro falar de privatização e das vantagens disso em comparação com as empresas públicas. Na prática, na hora em que Bolsonaro enche estatais de militares, ele não está querendo preparar uma empresa para a privatização”, complementou.

Ao Metrópoles, Elena Landau, economista e ex-diretora do BNDES, avaliou que o problema não é o comandante da estatal ser civil ou militar, mas se é qualificado para assumir o cargo. “O Luna e Silva, por exemplo, não é. Ele teve uma passagem de qualidade questionável pela Itaipu. A agenda de privatização não existe, então nem tem o que comprometer (essa agenda) com os militares no poder. O programa de privatização da Eletrobras e Correios é um mito. Guedes achou que ia transformar Bolsonaro, mas toda vida o presidente foi contra a privatização. Por que ia mudar agora?”, questionou.

METRÓPOLES

Opinião dos leitores

  1. Ah meu amigo.
    Tá explicado pq esse pessoal está defendendo até o capeta com uma mamata dessa.
    Decepção é o nome do sentimento com a expressão "militares".

  2. Volta LULA LOGO
    TIRA ESSES LADROES DO PODER
    NO COMANDO O PRESIDENTE QUE TEM ODIO DE POBRE
    MALDITO
    ENVIADO DO INFERNO

  3. Reportagem tendenciosa para colocar a população contra as estatais, se um Juiz de direito no RN, já ganha mais que R$ 50.000,00 , onde é que um Ministro do STF recebe o teto de R$ 39.200,00? Deputados e suas verbas de gabinete, auxílio paletó, passagens de avião, auxílio combustível… ganha quanto mesmo? R$ 33.700,00? Hum!
    Procura saber quanto ganha o presidente da Vale do Rio Doce e outras grandes Corporações, aí compare com o da Petrobras, Correios, Eletrobrás, aí pode-se comparar se as estatais estão pagando acima do mercado.

  4. Ótimo!!!
    Tá pouco, merecem mais.
    Tem que ganhar mais, sem dúvida.
    Em outros governos corruptos, (PT) esse mesmo pessoal ganham o que querem.
    Assaltam os cofres públicos, o desvio é mais danoso, pro Brasil.
    A melhor forma de governar é essa aí, presidente eleito no voto, e militares pastorando o galinheiro pras raposas não roubarem.
    Perfeito!!!!!
    Melhor não tem.
    O resto é esperneios.
    Bolsonaro
    2022.
    Disparado.
    Tamos juntos meu presidente, não tem nem o que pensar.

    1. Quem entregou a chave do cofre do país aos maiores ladrões que hoje está na figura do centrão foi o miiiito.
      Com um presidente desse não precisamos de PT
      Fez e irá fazer tudo alinhado com a pauta dos vermelhinhos
      Quando ganhou a eleição em vez de afastar a corja petista aliou-se.
      Juntamente com o centrão .
      A presidência hoje junto com os demais poderes FEDEM.

  5. Os militares estão fazendo a resta no parquinho. Não vai funcionar pois a maioria não tem competência gerencial para os cargos . Se analisarmos que o cabo ( com todo respeito aos cabos ) Pazzuello e o maior especialista em
    logística do exército , teremos uma pequena mostra do que nos espera . 11 mil jabutis fardados , é uma tropa de apoio grande .

    1. Mamata seria se os beneficiados pelos privilégios fossem de esquerda… Quando os beneficiados são militares, é por amor à pátria, talkei! KKKKKKKKKKKKK

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Economia

Home office faz 39% dos profissionais planejarem mudar de cidade

O modelo híbrido de trabalho, que mescla o home office com atividades presenciais, é considerado ideal por empresas e profissionais no pós-pandemia. Esse jeito de funcionar já foi apontado como uma tendência para o futuro e isso fez com que 39% dos colaboradores planejassem se mudar de cidade ou país devido à flexibilidade de atuar à distância. Outros dizem que já pensaram nessa possibilidade, mas ou são impedidos pela pandemia (18%) ou a empresa não aprova (13%). Os dados fazem parte do relatório Demanda por talentos no cenário atual, divulgado recentemente pela Robert Half.

Das vagas trabalhadas pela consultoria de recrutamento entre abril e dezembro de 2020, 80% foram para vagas 75% ou 100% remotas. No ano anterior, apenas 5% tinham essa característica. Esse modelo traz desafios, como equilibrar vida pessoal e profissional – no caso do colaborador – e monitorar jornada de trabalho e descanso – no caso das companhias. Mas, atuando para ajustar esses pontos, os benefícios podem compensar: para a empresa, redução de custos com escritórios ou imóveis, agilidade e produtividade dos negócios; aos trabalhadores, mais flexibilidades e conforto para se candidatar a vagas fora de sua cidade ou país.

Luiza Mimura, de 30 anos, é especialista de produtos da Eppendorf e não pensou em se mudar, mas o cenário contribuiu para que ela seguisse morando em São Manuel, interior de São Paulo, e fosse contratada, em meio à pandemia, para atuar na filial da empresa na capital paulista. O trabalho dela exige visitas a clientes, por exemplo, e ela já tinha previsão de se instalar na metrópole, mas a crise sanitária propôs outro plano. Se tivesse de se deslocar diariamente, gastaria cerca de seis horas – ida e volta – para percorrer os cerca de 250 quilômetros que separam a casa dela do escritório, além de pagar pedágios.

Ela se candidatou para a vaga dentro do departamento de marketing antes da pandemia, mas todo o processo seletivo foi online, já com o isolamento social determinado. “Isso se desenvolveu naturalmente, a gente foi se adaptando. Não tenho perspectiva de mudar para São Paulo, como meu cargo exigiria, mas isso não me traz insegurança de forma alguma. No interior, tenho qualidade de vida diferente”, conta.

O teletrabalho era algo que nem passava pela cabeça de Luiza ao dar um passo na carreira, mas agora ela entende que esse requisito precisa ser levado em consideração. “Acho importante para a carreira buscar uma empresa que deixe aberto para o funcionário a possibilidade de fazer uma parte de teletrabalho e outra na empresa. Quero uma empresa aberta a discutir isso”, afirma. E para quem consegue fazer gerenciamento de tempo, ela avalia que o home office – de onde quer que ele seja feito – permite uma maior presença das pessoas com suas famílias, principalmente de mães com filhos.

Profissionais querem possibilidades

Segundo o relatório da Robert Half, um em cada dois profissionais que avaliam uma mudança de emprego afirma que só aceitaria uma proposta que não oferecesse trabalho remoto se não houvesse outra opção. Para 70% dos trabalhadores, o modelo ideal de trabalho seria poder escolher entre manter o home office e voltar ao escritório. Para os brasileiros, 65% apontam o modelo flexível como a melhor saída para aliviar o peso da jornada de trabalho.

No entanto, a expectativa de ficar somente em casa não agrada completamente, porque somente 19% de todos os entrevistados gostariam de trabalhar a semana toda em casa. A maioria (39%) optaria pelo home office em um ou dois dias semanalmente. Luiza Mimura fala que, nesse contexto, o convívio social faz falta. “Sinto muita falta, gosto de estar no escritório, tomar um café com os colegas, sinto falta de fazer visitas.”

Na pesquisa, que contou com informações de 1,5 mil executivos da Alemanha, Bélgica, Brasil, França e Reino Unido, 95% deles acreditam que as equipes híbridas se tornarão cada vez mais comuns no cenário do emprego. Ao compreender esse fenômeno, 84% permitiram que os funcionários se mudassem enquanto trabalhavam remotamente. Por causa dessa mudança, as organizações implementaram políticas de trabalho remoto, ajustaram horas, salários e processos, além de redesenharem funções.

“A força de trabalho ‘anywhere’ [de qualquer lugar] chegou definitivamente para ficar. A adoção de uma mentalidade flexível será essencial para organizações e profissionais que queiram prosperar em um ambiente de negócios altamente dinâmico”, afirma Fernando Mantovani, diretor geral da Robert Half.

Na Eppendorf, multinacional alemã especializada em biotecnologia, o teletrabalho foi adotado de forma permanente para 85% dos colaboradores desde dezembro de 2020. No início da pandemia, a empresa decidiu colocar todos em home office, exceto quem é do departamento de assistência técnica, que precisava fazer visitas presenciais. Depois de perceber benefícios e no intuito de já colocar em prática o projeto de trabalho à distância, a organização fez uma consulta jurídica para rever os contratos e identificou que a maioria era elegível ao formato.

“Estávamos com alguns projetos de implantação dentro da empresa, como um e-commerce junto com a matriz na Alemanha, e conseguimos implementar com um mês de antecedência. Houve aumento da demanda e crescemos 60% no ano passado, até por conta dos produtos ligados ao teste de covid-19 que desenvolvemos, e não houve necessidade de novas contratações”, explica Ana Paula Aukar, diretora de operações da empresa no Brasil e América Latina.

Do ponto de vista legal, ela afirma que monitorar horas trabalhadas é um processo complicado para todas as empresas, mas o teletrabalho não é baseado nelas, mas sim em atividades e entregas. “O funcionário seguia muito pelo descritivo do cargo. Revisamos todos esses descritivos, e os gerentes de área repassaram com os colaboradores.” O horário de trabalho também foi alinhado entre as partes de acordo com a necessidade de cada área de atuação. Mas quem faz parte dos 85% em teletrabalho também tem a possibilidade de atuar dentro da empresa, em São Paulo, se precisar.

Quanto à vida pessoal, Ana Paula observou que eliminar o tempo de deslocamento entre casa e escritório fez com que os funcionários aderissem mais à prática de exercícios físicos. “Em conversas virtuais, começamos a identificar pessoas com diminuição do colesterol e aumento da qualidade de vida.” Outro indicador para ela é a maior frequência dos colaboradores nas aulas de inglês e espanhol oferecidas pela empresa. Os custos da organização também diminuíram, principalmente com água, energia elétrica e consumo de papel.

ESTADÃO

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Política

PSOL discute abdicar de candidatura própria e apoiar Lula em 2022

Fundado em 2004 a partir de uma dissidência do PT, o PSOL, pela primeira vez, discute internamente a possibilidade de abrir mão de lançar uma candidatura própria ao Palácio do Planalto em 2022 para apoiar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que teve seus direitos políticos e elegibilidade restabelecidos após o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), anular as condenações do petista na Lava Jato.

Candidato do PSOL à Presidência em 2018 e à Prefeitura de São Paulo, em 2020, Guilherme Boulos estava no palco em que Lula fez seu primeiro pronunciamento após a decisão de Fachin, na quarta feira passada.

O apoio ao petista ainda sofre resistências, especialmente dos líderes da legenda que foram expulsos do PT, mas o debate ganha volume nas instâncias internas. O presidente nacional do PSOL, Juliano Medeiros, é cauteloso ao tratar do tema.

“A presença do Lula no debate público reforça a luta da oposição contra o Bolsonaro, mas defendemos que essa discussão (sobre definição de candidaturas) seja travada no momento certo. Queremos criar um espaço formal para discutir a unidade com os partidos”, disse Medeiros ao Estadão.

Em caráter reservado, porém, lideranças do PSOL admitem que o partido nunca esteve tão perto de apoiar um nome do PT numa disputa presidencial – caso Lula concorra mesmo –, apesar da resistência da ala mais “radical” da sigla.

Desde de sua fundação, o PSOL lançou quatro candidatos à Presidência da República: Heloisa Helena em 2006, Plínio de Arruda Sampaio em 2010, Luciana Genro em 2014 e Guilherme Boulos em 2018, que teve o pior desempenho, com pouco mais de 600 mil votos.

ESTADÃO

Opinião dos leitores

  1. Luladrão levou uma surra de votos de Collor,2 surras de votos de Fernando Henrique, próximo ano 2022 levará a ultima surra de votos de Bolsonaro para dá baixa na carteira de político derrotado !!!!!

  2. Pode irem se juntando e botem o chefe na cabeça.
    No final de 2022, o povo verde e amarelo coloca esses abençoados no lugar que merecem.
    Na oposição!!
    Fato!
    Kkkkkkkkk
    Kkkkkk

  3. As vozes de pesquisas sérias dão uma boa vantagem ao candidato que não seja falastrão, muito menos comprovadamente desonesto, os índices de reprovações desses candidatos com essas características são bastante sólidos, portanto MORO será nosso presidente. A conferir. Rsrsrs

  4. Claro ! Excelente aquisição para o campo progressista que acredita em um Brasil ?? justo e mais democrático . Pessoas que admitem que a terra é redonda , que usar máscara é essencial , que vacina é fundamental. Ou seja , pessoas que acreditam na ciência . Simples assim, no mais pode ir comer capim . PIXU amanheceu tirando onda com a Gadolândia .

    1. Pixula não sabe, nem fala em honestidade, Característica principal pra um trabalhador prestar seus serviços numa empresa, numa Casa e num governo bem aventurados, sem isso, torna-se impossível algum progresso. MORO 2022

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Mundo

Atriz protesta nua durante ‘Oscar da França’ e pede mais apoio à cultura

Vestida com uma fantasia de burro e absorventes internos pendurados nas orelhas como brincos, a atriz francesa Corinne Masiero usou o palco do prêmio César -o mais prestigioso do cinema na França – para protestar contra a falta de apoio ao setor cultural em meio à pandemia do coronavírus.

Masiero, 57, subiu no palco para apresentar o prêmio de melhor figurino. Enquanto discursava, ela despiu seu traje equino, revelando um vestido manchado de sangue e, então, ficou totalmente nua. Em seu peito e costas estavam escritos “Sem cultura, sem futuro” e “Devolva-nos a arte, Jean”, em recado direito ao primeiro-ministro francês Jean Castex. Ela foi aplaudida pelos colegas no auditório.

Esse ano, a cerimônia do César foi realizada com distanciamento social e plateia reduzida, obedecendo às medidas sanitárias. Ao longo de todo o evento, houve o tom de reivindicação e indignação da classe artística francesa, cada vez mais frustrada pela relutância do governo em marcar uma data para a reabertura de salas de cinema e teatro, museus, galerias e casas de show, fechados desde 30 de outubro do ano passado.

A comediante Marina Fois, uma das mais populares do país, abriu a cerimônia com um discurso em que também criticou a condução da pandemia. “O governo confinou nossos jovens, fechou nossos cinemas e teatros e proibiu shows para poder abrir igrejas”, afirmou.

Enquanto a entrega do César acontecia, manifestantes ocuparam o icônico Teatro Odeon pela oitava noite seguida. O protesto ecoava as reivindicações durante o ‘Oscar francês’ e também exigia a reabertura de espaços culturais e mais apoio financeiro ao setor. (Reuters)

FOLHAPRESS

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Economia

Brasil será maior exportador de grãos do mundo em cinco anos, diz Embrapa


Foto: José Medeiros/SUDECO

Responsável por produzir uma quantidade de alimentos que atende a 800 milhões de pessoas em todo o mundo, o Brasil deve continuar ampliando sua contribuição para o abastecimento mundial a ponto de se tornar, nos próximos cinco anos, o maior exportador de grãos do planeta, superando os Estados Unidos. A informação está em levantamento feito pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa),

De acordo com a Embrapa, em apenas dez anos a participação do Brasil no mercado mundial de alimentos saltou de US$ 20,6 bilhões para US$ 100 bilhões, tendo como destaque carne, soja, milho, algodão e produtos florestais.

“Olhando os dados dos últimos 20 anos (2000 a 2020), a produção brasileira de grãos cresceu 210%, enquanto a mundial aumentou 60%, O Brasil é o quarto produtor mundial, mas o segundo exportador de grãos, basicamente de soja e milho”, disse à Agência Brasil o pesquisador Científico e Gerente de Inteligência da Secretaria de Inteligência e Relações Estratégicas da Embrapa, Elisio Contini.

O maior exportador de grãos em 2020 foram os Estados Unidos com 138 milhões de toneladas. O Brasil está em segundo lugar com 122 milhões de toneladas. “Nos próximos 5 anos o Brasil deverá superar os Estados Unidos em exportação. Com base neste histórico e com os elevados preços internacionais dos produtos, a produção do Brasil deverá atingir a 3% de crescimento mundial”, disse.

“E até 2050 a produção brasileira de grãos poderá superar os 500 milhões de toneladas, sendo ainda mais importante para a segurança alimentar do mundo”, acrescentou.

A afirmação tem por base o estudo “O Agro brasileiro alimenta 800 milhões de pessoas”, divulgado recentemente pela Secretaria de Inteligência e Relações Estratégicas da Embrapa, tendo como autores Elisio Contini e Adalberto Aragão.

Contini lembra que a contribuição brasileira para a alimentação das pessoas é expressa de forma direta e indireta, uma vez que parte da produção de soja e milho tem como destino a alimentação de gado e, consequentemente, a produção de carnes e leite.

“A produção de grãos, de 2011 a 2020, cresceu no Brasil 5,33% ao ano, enquanto a do mundo em 2,03% ao ano. Isto significa que o Brasil cresceu mais do que o dobro do mundo”, disse.

Dessa forma, acrescenta o pesquisador, o Brasil tem uma “janela de oportunidades de negócios” por, pelo menos, 20 anos, que deve ser aproveitada. “Afinal, estamos nos tornando uma economia de recursos naturais”.

A situação privilegiada do país se deve, entre outros fatores, à grande quantidade de terras aráveis que se encontram no país. “Parte dos 160 milhões de hectares de pastagens pode ser convertida para a produção de grãos, tem regime de chuvas regulares como nos cerrados, líderes mundiais em tecnologia tropical e agricultores competentes”, argumentou, ao lembrar que as terras disponíveis para agricultura em outros países, como os Estados Unidos, estão praticamente esgotadas.

Além disso, acrescenta ele, já há algumas tecnologias com potencial de aumentar ainda mais a produção nacional, como sementes melhoradas, insumos eficientes, maquinaria da melhor qualidade no mundo e sistemas de produção eficientes como o plantio direto, integração lavoura-pecuária.

“Falta-nos melhoria na infra-estrutura e marketing dos nossos produtos. A solução para a questão ambiental é vital para as nossas exportações”, complementa.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. BG, adivinha quem está comprando fazendas gigantes no centro oeste e Norte pra produzir soja e milho…. CHINA

    1. No governo petista.
      Essa boquinha acabou.
      O PR tá ON.
      Babaca.

  2. O agronegócio tem salvado o Brasil ??, mas precisamos de mais , estratégias para exportação de produtos com maior valor agregado são urgentes. O nosso processo de desindrutialização tem sido constante nos últimos anos,. PIXU tem estudado muito esses assuntos e está preparando bons comentários para serem discutidos nesse prestigiado blog .

  3. Enquanto o Brasil é o curral do mundo tenho certeza que uma ínfima porcentagem da tecnologia gerada em paises de 1o mundo arrecadam os 100% de alimento que o Brasil produz.

    Esse governo quer transformar o Brasil na China onde os trabalhadores n tem direitos e trabalham só pra comer num porão sendo terceirizados pelos países ricos.

  4. Hô Véio Bom da gota serena é o Presidente Bolsonaro.
    O homem é bom, o homem é espetacular.

  5. Será o maior exportador e isto pode aumentar ainda mais com o desvio do Rio Tocantins ,dando reserva hídrica,propiciando irrigacão em areas do semi arido muito ferteis.
    Este desvio esta sendo estudado,devera ser feito por canos,com menos riscos ambientais e espaço oara a corrupção.

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Saúde

Rússia vai enviar delegação ao Brasil para destravar aval da vacina Sputnik V

A vacina Sputnik V, desde a última sexta-feira, 12, tornou-se uma das apostas do governo brasileiro para combater a Covid-19. Foram 10 milhões de doses compradas pelo Ministério da Saúde, sem contar os acordos em andamento com outros estados individualmente.

Diante desse cenário, é preciso que a vacina receba autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que comece a ser aplicada em braços de brasileiros.

Sobre a estratégia para destravar a aprovação no país ao enviar uma delegação de especialistas, os testes em parceria com a AstraZeneca e os planos globais, o CEO do Fundo Russo de Investimento, Kirill Dmitriev, falou a reportagem de VEJA. “Acreditamos que quem trata a vacina de forma política não se importa com a vida das pessoas”, disse.

“Nós recebemos autorização para uso da vacina em outros 51 países. Nós estamos trabalhando com Anvisa, União Química e, inclusive, diretamente com estados que têm interesse na vacina. Esperamos que a Anvisa reconheça nosso imunizante e trabalhe conosco da mesma forma que os outros 51 países trabalharam. Vamos ter boas notícias em breve e esperamos que a autorização de uso também venha. Buscamos que a aprovação ainda ocorra nesse mês. E entregaremos todos os documentos necessários para esse processo”, completa Dmitriev. Confira a entrevista completa aqui.

Veja

Opinião dos leitores

  1. A VOLTA DO GUERREIRO
    Vem vacina lá da Rússia
    Para o brasileiro imunizar
    Tônho teimoso e marrento
    Disse que não ia comprar
    Bastou Lula aparecer
    Em discurso empolgante
    O presidente mudou de lado
    Para defender o imunizante
    O que era uma gripizinha
    É que não ia demorar
    Tem levado o nosso país
    Todos os dias a chorar
    Obrigado lula da Silva
    Nosso eterno presidente
    Que com sua coragem e empatia
    Está trazendo vacina para sua gente
    PIXU AMANHECEU INSPIRADO E EMOTIVO
    ADAMASTOR PODE TRAZER A TAPIOCA WUE PIXU TÁ É COM FOME !

  2. Se o STF já definiu que se uma vacina foi aprovada em outros países pode ser usada aqui o que estão esperando ?
    Esse povo foram os primeiros a chegar na Lua, sabem muito, tomo mais tranquilo que a da China.

  3. Lula resolve isso ligeiro. Ele tem prestígio internacional . Jacaré ? não deve se meter senão atrapalha .

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Saúde

Brasil registra 10.036.947 pessoas recuperadas da Covid-19


Foto: Geovana Albuquerque / Secretaria de Saúde

O Brasil registrou neste sábado (13) mais 36.039 pacientes recuperados do coronavírus, totalizando 10.036.947 pessoas curadas da doença.

O número de pessoas curadas representa 87,7% do total de casos acumulados.

A quantidade de pessoas curadas no Brasil é quase nove vezes superior ao número de casos ativos (1.125.509), que são os pacientes em acompanhamento médico.

No mundo, estima-se que pelo menos 96,5 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 já se recuperaram, de acordo com o site Wolrdometers.

Opinião dos leitores

  1. Com as novas cepas e o crescente número de reinfecções, o número de "curados" perdeu relevância e o que importa eh o percentual de vacinados na população e nesse sentido não estamos nem entre os 40 países que mais vacinaram !

  2. Ainda bem que a natureza, contra a vontade da humanidade, criou esse monstro chamado coronavírus, porque esse monstro está permitindo que os cegos enxerguem, que os cegos comecem a enxergar, que apenas o estado é capaz de dar solução a determinadas crises." LULA.

    1. Esse molusco de 19 dedos é o próprio monstro, um encantador de ASNO, esse cara nunca trabalhou, uma vergonha, para não falar um sem vergonha.

    1. Mas a coisa tá muito feia pq o número de infectados é o tripulo do número de curados

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Saúde

BioNTech reúne rivais em aliança para impulsionar produção de vacinas


Foto: Pete Bannan/MediaNews Group/Daily Local News via Getty Images

A fabricante da primeira vacina contra Covid-19 do Ocidente, a BioNTech, está construindo uma nova aliança para produção de doses, em um momento de escassez de produto e retomada das infecções em diversos países. A empresa alemã, que tem parceria com a Pfizer para produzir e distribuir seu imunizante, formou uma aliança de 13 empresas, incluindo Novartis, Merck KGaA e Sanofi, com a meta de alcançar e talvez superar uma produção de 2 bilhões de doses ainda em 2021.7

A União Europeia tem enfrentado problemas para receber vacinas contratadas, já que fabricantes como a sueco-britânica AstraZeneca não têm cumprido prazos de entrega. O bloco foi mais lento do que seus aliados ocidentais para solicitar e aprovar as vacinas, o que aumentou as tensões com o Reino Unido e os EUA.

O cofundador e presidente-executivo da BioNTech, Ugur Sahin, disse ao The Wall Street Journal que percebeu no outono passado que a parceria com a Pfizer não seria suficiente para atender à demanda global.

Opinião dos leitores

  1. Não. Geralmente eles cometem suicídios ou na maior parte a população esclarecida não vota mais no traste. Diferente dos burros e ignorantes brasileiros.

  2. Quer dizer que a união europeia tbm tem problemas com atraso de entrega e vacinação de sua população? Que interessante.. será q lá chamam seus presidentes ou primeiros ministros de genocidas tbm ?

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Economia

Governador do MA anuncia auxílio emergencial a bares, restaurantes e cultura


Foto: Divlugação

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), anunciou a criação de auxílio emergencial para o segmento de cultura e bares e restaurantes.

“Esta é a forma que temos de garantir que, enquanto o auxílio federal não volta, vamos fazer o auxilio emergencial para estes dois segmentos, que estão tendo perdas com o cenário de coronavírus. Estamos buscando, ao máximo, evitar o lockdown, pois, nesse momento, não temos auxílio emergencial para a população. Queremos garantir a autonomia das famílias. Neste momento, basta todos usarem máscaras. Com isso, resolveremos 80% do problema”, disse Dino em coletiva de imprensa no Palácio dos Leões ontem.

Para o segmento da cultura, o auxílio emergencial será de R$ 600, creditado até dia 19 de março, em parcela única. Os artistas devem estar cadastrados na Lei Aldir Blanc e a inscrição é feita pela Secretaria de Estado da Cultura (Secma).

Já o setor de bares e restaurantes, receberá o auxílio de R$ 1 mil, também em parcela única. Os estabelecimentos devem se cadastrar na Secretaria de Estado da Indústria e Comércio (Seinc).

As medidas valem para os municípios da Grande Ilha – São Luís, Raposa, Paço do Lumiar e São José de Ribamar.

Novas medidas

As normas restritivas do último decreto serão mantidas até dia 21 de março. Estão inclusos: o funcionamento do comércio das 9h às 21h; suspensão das aulas presenciais nas escolas públicas e privadas; missas e cultos religiosas terão 30% de ocupação, com seguimento das normas sanitárias; praias, por serem espaços abertos, não serão interditadas nesse momento; e serviço de delivery se mantém até as 23 horas.

O funcionamento de bares e restaurantes está suspenso, no período de 15 a 21 de março, sendo liberado apenas o delivery, até às 23 horas.

“O bar e restaurante é lugar propício para que as pessoas não usem máscara. É uma medida que outros estados já adotaram. Vamos fazer essa suspensão neste período”, disse o governador.

Vacinas

Flávio Dino divulgou que há um pré-contrato, firmado em reunião com os nove governadores do Nordeste, negociando a compra de 39 milhões de doses da vacina Sputinik com empresa russa, mas a lei diz que a prioridade da compra de vacinas é do Governo Federal.

“Conversamos com o Ministério da Saúde para compra desse montante e haverá a aquisição. Caso essa aquisição não seja efetuada hoje, a decisão é que cada estado fará sua compra, inclusive o Maranhão. Continuo no mercado internacional, buscando outras formas de compra, mas, sempre respeitando a prioridade do Governo Federal nestas compras”.

UOL

Opinião dos leitores

  1. O governo daqui só dinheiro para o partido, a governo safado cheio de propineiros

  2. Didi, Calígula falou desse desastre chamada Fatao GD, e observe que os governadores do famigerado consórcio, aquele dos milhões, estão botando nela sem cuspe, ao propiciar essa ajuda, queremos ver o que ela vai fazer kkkkkkk.

  3. Já a daqui, anuncia trolha e fumo, para os Norte-Riograndense.
    Ainda persegue blogs Kkkķ é uma piada essa governadora Fátima Bokus.

    1. Chora não, bebê! Teu presidente queria pagar 200 de auxílio no início da pandemia. Lembra ou a memória continua muito seletiva?

    1. Se ajuda, reclamam.
      Se não ajuda, reclamam.
      Tem como satisfazer esses espíritos de porco?

    2. Não dá pra entender não! O governador está ajudando e é desastrado? Imagina o presidente, que tá só tumultuando.

    3. Esse comunista não vale nada, ta dando uma esmola pra dominar os maranhenses.
      É um desgraçado, governa um Estado rico, mas quer o povo na miséria.
      Gere empregos desgraça ruim.
      Fora comunista.
      Fora geradora de desemprego Fátima.
      Essa é que é desmantelada.
      Ta acabando com o RN.

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Saúde

COVID: Brasil registra 1.986 óbitos e 75 mil casos nas últimas 24h

O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil neste sábado (13):

– O país registrou 1.986 óbitos nas últimas 24h, totalizando 277.091 mortes;

– Foram 75.555 novos casos de coronavírus registrados, no total 11.438.935 pessoas já foram infectadas.

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