Economia

Lucro do Banco do Brasil cai 20% em um ano

O Banco do Brasil registrou lucro líquido de R$ 3,695 bilhões no 4º trimestre de 2020 –aumento de 6,1% em relação ao 3º trimestre e queda de 20,1% em relação a igual período de 2019. Os valores constam no balanço divulgado nessa 5ª feira (11.fev.2021) pelo banco. No ano, o ganho total foi de R$ 13,884 bilhões, queda de 22,2% ante a 2019.

“O Banco do Brasil finalizou 2020 mais preparado para continuar crescendo em seus negócios neste ano. Mesmo com as dificuldades da pandemia, atravessamos esse período com crescimento de 9% na carteira de crédito. Estivemos junto de nossos clientes pessoas físicas e empresas nos momentos em que mais precisaram do nosso apoio”, disse André Brandão, presidente do BB.

“Tivemos forte atuação na liberação de recursos emergenciais, como o Pronampe e Peac Maquininhas, que contribuíram para que a manutenção das atividades dos clientes e serão importantes para a retomada da economia.”

A MFB (margem financeira bruta) totalizou R$ 14,2 bilhões no 4º trimestre. Em 2020, a margem foi de R$ 56,7 bilhões, justificada pela redução de 30,1% nas despesas com captação, redução de 7,3% da receita com operações de crédito e de 16,8% do resultado de tesouraria.

As receitas de prestação de serviços somaram R$ 7,4 bilhões no 4º trimestre, crescimento de 1,5% em relação ao 3º trimestre. Em 2020, as receitas de prestação de serviços chegaram a R$ 28,7 bilhões, queda de 1,7% na comparação com 2019. A retração se deu principalmente pela redução das taxas associadas a conta corrente e operações de crédito.

A carteira de crédito ampliada, que inclui, além da carteira interna, TVM privados e garantias, somou R$ 742 bilhões em dezembro de 2020. A carteira de pessoa física cresceu 3%, principalmente devido à performance positiva no crédito consignado e no cartão de crédito. Na carteira de pessoa jurídica, o banco destaca o crescimento das operações com micro, pequenas e médias empresas (11,1%).

No agronegócio, destaque para o crédito rural, com crescimento de 2,7% no período. Tiveram retração no período o crédito agroindustrial (-29,1%) e a comercialização agropecuária (-31%).

As PDD (despesas líquidas de provisões de crédito) somaram R$ 5,157 bilhões no 4º trimestre, queda de 6,4% no trimestre e alta de 46,3% em um ano.

O saldo das operações ativas de crédito prorrogadas totalizou R$ 130,1 bilhões em dezembro de 2020, o que representa 20,0% da carteira de crédito interna, distribuídos em mais de 3 milhões de operações. Desse montante, 94,7% das operações possuem rating de AA a C, e 98,1% das transações não tinham histórico de atraso nos últimos 12 meses.

Além disso, 62,6% estão atreladas a garantias e mitigadores. O tempo médio de relacionamento dos clientes que prorrogaram operações é de 17,1 anos.

O índice de inadimplência do BB de mais de 90 dias mostrou redução e alcançou 1,90% –era de 2,43% no 3º trimestre. No final de 2019, estava em 3,27%. A redução da inadimplência no trimestre foi influenciada pelo crescimento da carteira de crédito e pela renegociação.

PROJEÇÕES PARA 2021

O BB prevê lucro líquido de R$ 16 bilhões a R$ 19 bilhões em 2021, em termos ajustados. O número representa crescimento de pelo menos 15,2% em relação ao resultado de R$ 13,884 bilhões obtido em 2020.

O banco acredita que a melhora virá principalmente de um menor volume de despesas com PDD (provisões contra perdas no crédito). A estimativa do banco é que elas voltem à normalidade. O banco também espera aumento de 2,5% a 6,5% na margem financeira bruta.

PODER360

Opinião dos leitores

  1. Tem que cair o lucro, para cair o preço e Guedes comprar barato como investidor internacional. MALANDRO É MALANDRO…..

    1. Risos

      Nunca os banqueiros lucraram tanto quanto na época de Lula… O povo esquece as coisas ou só acredita no que quer

    2. Acho que esse capim que você come pela manhã está vencido, ou vai ver que está faltando um capim de boa qualidade.
      Mas a "princesa" pode ir ao site do banco, como é uma empresa de economia mista (talvez você não saiba o que é isso), eles disponibilizam o balanço dos últimos anos, tem o Google também.

    3. Deixe de conversar besteira, o BB sempre bateu recordes de lucro na era dos PTralhas. Como sempre, você defeca pelos dedos.

    4. Deixa de falar merda, Calígula! O Banco do Brasil é uma instituição lucrativa. Faz muito tempo que tem lucro.

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Economia

Donos de postos denunciam ação mafiosa de distribuidoras de combustíveis

Beneficiadas pelo cartório adquirido em 2009 junto à Agência Nacional do Petróleo (ANP), que lhes deu exclusividade na venda de combustíveis aos postos, as distribuidoras acrescentam sua “margem” de 16% no preço final para o consumidor e também, criminosamente, manipula os preços. Em São Paulo, donos de postos denunciam que distribuidoras, agindo como máfia, determinam inclusive quem vende mais caro e mais barato, cobrando preços diferentes para postos segundo seus interesses. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A manipulação de preços foi constatada pela análise, por mais de um ano, dos contratos de postos com as três maiores distribuidoras do País.

A análise foi feita por técnicos da Associação Brasileira de Revendedores de Combustíveis, que confirmou a manipulação ao “Jornal da Band”.

Usinas e refinarias produzem combustíveis, mas não podem vendê-los aos postos. São obrigadas a entregar tudo a esses atravessadores.

Cartelizado, monopolizado e manipulado pelas distribuidoras, o setor dos combustíveis é o único que não pode se submeter à competição.

DIÁRIO DO PODER

Opinião dos leitores

  1. para baixar o preço do combustível, basta cada proprietário de veiculo na garagem duas vezes por mês. vai de ônibus! vai com um amigo! assim os postos não vendem, as distribuidoras não lucram e o preço baixa! cai na velha lei da oferta e procura!

  2. É verdade. O presidente nos deixa a par de tudo.
    Sem arrodeios. Linguagem simples que entendemos tudo.

  3. Vai ter ninguem aqui pra dizer que o "BOZO" é culpado pela alta dos preços dos combustíveis?

  4. Tem que tirar esses atravessadores do meio.
    Estão ganhando mais do que o varejo vendendo por atacado.
    Não precisa de distribuidoras garanto que se a Petrobras disponibilizar os produtos os donos de postos pega na fonte.
    Isso tem que acabar!!!!
    Urgente!!!
    Fora distribuidoras malditas!!!!

  5. Queremos saber pq o nosso combustível é mais caro que na PB, PE e CE, se temos as mesmas alíquotas de ICMS?
    Já fizeram aquela tabelinha do preço, só não justificaram pq pagamos mais caro.

  6. A conversinha é essa..só sei q na época dos Petralhas eu pagava 2,80 no litro de gasolina, 35 no bujão de gás e a metade do preço na energia elétrica..simples Assim, Tira a Dilma..Fora PT ????

  7. O governo Bolsonaro pode ser o pior de todos, mas tá mostrando ao povo tudo de ruim que acontece nesse país, desde impostos a máfia.

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Economia

Governo prepara privatização da Eletrobras excluindo altos salários

A Eletrobras decidiu fazer valer a Emenda Constitucional 103 (reforma da Previdência) e extinguirá a partir deste mês os contratos de trabalho de seus empregados e das subsidiárias que atingiram o tempo mínimo de contribuição e a idade de 75 anos, como no serviço público.

Isso atingirá a “eletrocracia” de salários mais altos, que há anos impede a oxigenação da empresa.

A iniciativa é uma mudança de atitude em relação à gestão de Wilson Ferreira Junior, ex-presidente da “Eletrossauro”, acusado de não adotar medidas preparatórias para sua privatização. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Com a entrada de sangue novo nas empresas, a expectativa geral no governo é de aumento da produtividade e do interesse na privatização.

A mudança foi anunciada esta semana e deve reduzir as despesas com a folha e os prejuízos das subsidiárias.

Segundo o documento enviado a funcionários, a medida é irreversível e atingirá empregados que vierem a completar 75 anos e tempo de serviço.

DIÁRIO DO PODER

Opinião dos leitores

  1. Que medida austera.
    De agora em diante vamos fazer valer o que preconiza a reforma da previdencia, funcionário com 75 anos vai se aposentar.
    É uma piada.
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  2. Perfeito!!
    Daqui a 10 anos acaba de vez os privilégios políticos.
    O governo tem que governar, isso daí os empresários tomam conta e bem.
    Tem que vender tudo.

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Luto

COVID: Morre Frank Potiguar

Faleceu no final desta quinta-feira o empresário Frank Potiguar.

Frank contraiu COVID dias atrás e foi internado. Precisou ir para a UTI para não sair mais.

Frank é filho de Moacir Potiguar (In memoriam) e Joanita Potiguar, família que fundou o consórcio Redenção e a Redenção Veiculos, que é uma das mais tradicionais e respeitadas no ramo empresarial do RN.

Frank tinha 52 anos e também atuava no segmento. Ele deixa esposa e três filhos.

Fica o nosso sentimento a todos os familiares.

Reprodução

Opinião dos leitores

  1. O AMIGO FRANK NÃO FALECEU DE COVID 19 E SIM DE UM AVC C/ PARADA CARDÍACA. O PROBLEMA COM A COVID 19 JÁ ESTAVA RESOLVIDO, É TANTO QUE IRÁ HAVER O VELÓRIO.

  2. Grande Canção de fogo…deixará saudades, ficarão suas histórias como legado. Gente de bem. Meus sentimentos a toda família

  3. Uma figura como poucas que conheci.
    Meus pêsames a toda família e um abraço especial a Sra. Joanita.

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Economia

Brasil é 35º em ranking de 56 países sobre custo da cesta básica

O Brasil figura entre os países onde é preciso gastar pelo menos um terço do salário mínimo para comprar a cesta básica de alimentos. Isso é o que mostra levantamento realizado pela plataforma global de e-commerce Picodi, com base nos pisos nacionais de 2021 de 56 nações.

A alimentação básica do brasileiro em 2021 representa cerca de 33,7% da remuneração mínima líquida, que equivale a R$ 1.012 por mês. A remuneração líquida é o dinheiro que um funcionário leva para casa após todas as deduções, como, no caso do Brasil, FGTS e INSS.

No ranking elaborado pelo site Picodi, presente em 44 países, o Brasil está na 35ª colocação, atrás de nomes como Argentina, Montenegro, Chile, Taiwan e Colômbia.

As três primeiras colocações são da Grã-Bretanha, Austrália e Irlanda, respectivamente. Nesses países, a cesta básica vale menos de 8% do mínimo. Na outra ponta da tabela, Nigéria e Uzbequistão têm salários mínimos que não cobrem o necessário. A alimentação básica equivale a 131% do piso no país africano.

A cesta básica usada no levantamento, contudo, é universal, composta de oito itens: pão, leite, ovos, arroz, queijo, carne, frutas e vegetais. O preço total dos alimentos básicos aumentou de R$ 304,27, em 2020, para R$ 341,12, em 2021, o que representa uma alta de 12,1%. “Os preços dos produtos vêm do site numbeo.com, no qual os dados são coletados por usuários da internet de todo o mundo”, explicou o Picodi.

O economista Clovis Scheres, supervisor do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), avalia que a situação do Brasil, na realidade, é mais grave ainda. Ele ressalta a necessidade de levar em consideração itens específicos nos pratos do brasileiro, como feijão, óleo de soja e açúcar.

Pesquisa realizada pelo Dieese em 17 capitais aponta que, em janeiro, a cesta básica do brasileiro custou R$ 558,86. Em algumas cidades, como São Paulo, Florianópolis, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Vitória e Brasília, a alimentação básica chega a custar mais de R$ 600.

Na prática, isso significa que o tempo médio necessário para adquirir os produtos da cesta, em janeiro, foi de 111 horas e 46 minutos. “Para uma pessoa, a gente acha que pouco mais da metade de um salário mínimo serve. Para uma família de um casal e dois filhos, seria basicamente três vezes disso”, diz Scheres.

“Então, um salário mínimo não dá condição para uma família comprar e consumir os produtos básicos, por isso, a realidade é muito mais preocupante no Brasil”, complementa.

Com base na cesta mais cara (de São Paulo), o Dieese estima que o salário mínimo necessário deveria ser de R$ 5.495,52, o que corresponde a cinco vezes o mínimo já reajustado, de R$ 1.100. O cálculo é feito levando em consideração uma família de quatro pessoas, com dois adultos e duas crianças.

Metodologia e fonte de dados

No relatório, explica a plataforma, os salários mínimos mais recentes em 2021 foram comparados com as remunerações mínimas aplicáveis ​​para 2020. As taxas de salário mínimo vêm dos sites oficiais do governo. Foram omitidos países onde o rendimento mínimo é negociado com sindicatos e aqueles onde não existe um valor mínimo nacional.

Quanto aos países onde se aplicam diferentes taxas de salário mínimo para várias unidades administrativas (Canadá, Filipinas, Tailândia, Vietnã), foi calculado o valor médio de todos os rendimentos líquidos. Os salários líquidos foram determinados com calculadoras de impostos locais.

O exemplo de cesta básica analisado na pesquisa foi criado apenas para fins estatísticos. Os valores indicados no relatório foram calculados com base nas recomendações de alguns ministérios da Saúde em relação às necessidades nutricionais mínimas. Os preços dos produtos vêm de numbeo.com, em que os dados são coletados por usuários da internet de todo o mundo.

Para a conversão para moedas locais, usou-se as taxas médias do Google Finance no quarto trimestre de 2020.

METRÓPOLES

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Política

Como Terça Livre, YouTube encerrou 7,8 milhões de canais em 2020

Assim como fez no início deste ano com o canal Terça Livre, do blogueiro bolsonarista Allan dos Santos, o YouTube encerrou 7,8 milhões de canais ao longo do ano passado em todo o mundo, segundo dados da plataforma atualizados nessa quinta-feira (11/2). No total, foram removidos 34,7 milhões de vídeos em 2020 por violação das diretrizes da rede social. O número é cerca de 8,6% maior que o registrado no ano anterior. Em 2019, pouco mais de 31,9 milhões de vídeos foram eliminados.

Houve, no entanto, uma baixa no número de canais removidos pelo YouTube, apesar de as eleições presidenciais nos Estados Unidos terem sido marcadas, mais uma vez, por uma forte disseminação de alegações falsas, encabeçadas por apoiadores de Donald Trump.

A plataforma encerrou 12,3 milhões de canais em 2019, resultado 36,6% maior que o do ano passado, em meio à pandemia de Covid-19 – quando foram implementados recursos tecnológicos para ajudar em trabalhos normalmente feitos por revisores humanos.

O debate sobre essa política do YouTube voltou à tona na semana passada, após a plataforma remover dois canais do Allan dos Santos, que acusa a empresa e outras redes sociais, como Twitter e Facebook, de censurarem a liberdade de expressão. Investigado no inquérito das Fake News, no Supremo Tribunal Federal (STF), o blogueiro bolsonarista já havia recebido duas advertências (também conhecidas como “strikes”) do YouTube antes de ter os canais encerrados, no último dia 3.

Em material cedido ao Metrópoles, a gerente de Políticas Públicas do YouTube no Brasil, Alana Rizzo, explica que a rede social tem um sistema de avisos que serve para reforçar as diretrizes e evitar que um criador tenha o canal removido.

Inicialmente, o canal que viola as políticas da plataforma recebe um alerta, que serve para avisar ao criador que ele precisa se inteirar sobre as regras. Cerca de 98% dos criadores que recebem um alerta ficam sem cometer violações depois. “De toda forma, se o criador desrespeitar nossas regras uma segunda vez, ele recebe o primeiro aviso (chamado também de strike, em inglês). Nesse caso, ele ficará impedido de subir conteúdo em seu canal por 7 dias”, explica Rizzo.

“Uma nova violação irá gerar o segundo aviso, cujas restrições valem por 14 dias. Por fim, se o criador receber três avisos em 90 dias, terá o canal removido permanentemente do YouTube”, complementa a gerente de Políticas Públicas.

Ela destaca que, ao longo desse processo, são enviadas ao criador comunicações por e-mail ou na área de gerenciamento do canal – conhecida como YouTube Studio – informando sobre política violada e os caminhos para contestar o aviso.

Um dos vídeos advertidos de Allan dos Santos descredibilizava a eleição norte-americana, na qual Joe Biden saiu vitorioso e se tornou o 47º presidente dos EUA. A alegação inflige na chamada “política de integridade da eleição presidencial”.

Um segundo vídeo que sofreu strike publicado pelo blogueiro fazia referência a uma fala de Trump, que incitou a violência em meio à invasão do capitólio dos Estados Unidos, em 6 de janeiro. O canal do ex-presidente também foi encerrado. Allan tentou reverter a decisão, teve o pedido reanalisado pelo YouTube, mas não obteve sucesso. Um dos canais removidos pela plataforma era usado pelo blogueiro como um “atalho” quando o primeiro era suspenso temporariamente, após esses strikes.

Isso aconteceu pois os Termos de Serviço do YouTube não permitem que o criador tenha um “canal reserva” para contornar as políticas da plataforma e, assim, continuar postando quando for penalizado no “canal principal” por violação. “Essa forma de burlar as regras que regem o funcionamento do YouTube pode resultar no encerramento do canal”, esclarece Alana Rizzo, ao complementar que as políticas são globais e, portanto, aplicadas independentemente do porta-voz. “Não oferecemos nenhum tipo de tratamento especial a pessoas públicas”, diz. Às vezes, a plataforma permite vídeos que poderiam ser considerados como violação caso haja entendimento de que o conteúdo oferece razão relevante, como reportagens.

Essa exceção é chamada de “EDSA”, sigla em inglês que se refere a conteúdo “Educacional, Documental, Científico ou Artístico”. Nesse sentido, o YouTube possibilita que o criador conteste a decisão por meio de um formulário, como fez Allan dos Santos. “Eventualmente, esse sistema pode incorrer em erros e, por isso, quando o criador acredita que seu canal foi encerrado por engano, ele pode enviar uma contestação usando o formulário disponível em nossa página dos Termos de Serviço”, diz Rizzo.

“Nesses casos, a revisão será feita por uma nova pessoa, reforçando a isenção da avaliação. Após essa etapa, o canal poderá ser restabelecido ou permanentemente encerrado. Nesse caso, o criador não poderá usar, ter ou criar nenhum outro canal ou conta no YouTube”, assegura.

Questionada se isso poderia ser classificado como censura, a gerente afirma que, para criar um ambiente plural e diverso, é preciso garantir que os usuários estejam seguros ao navegar na rede, para que não encontrem conteúdo que os coloquem em risco. “Garantimos isso por meio das nossas políticas, que são revisadas constantemente, inclusive com o apoio de diferentes grupos, como criadores de conteúdo, especialistas, entidades não governamentais e organizações de todos os lados do espectro político”, afirma.

“Nossa orientação para quem produz ou pretende produzir conteúdo no YouTube é reservar um tempo para conhecê-las. Nossa Escola de Criadores, por exemplo, é uma ótima ferramenta para isso. Nós levamos muito a sério as diretrizes de comunidade”, prossegue.

METRÓPOLES

Opinião dos leitores

  1. Vejam a que nível chegamos. O próprio artigo acima se acha no direito de JULGAR as postagens ocorridas pelos defensores da candidatura Trump nos EUA, referindo-se a elas como "forte disseminação de alegações falsas, encabeçadas por apoiadores de Donald Trump". Com que direito passam a se considerar donos da verdade, função que apenas caberia à justiça americana, em casos concretos? Tempos absurdos.

  2. Trata-se de simples censura, aplicada apenas a postagens condizente com determinada corrente de pensamento (conservadores). APENAS a lei e, consequentemente, a justiça ao aplicá-la podem fazer isso sem caracterizar mera censura. E, mesmo que se leve para o âmbito das relações privadas (que não é o caso), não se pode romper relações contratuais de forma abrupta, acarretando prejuízos e destruição de "negócios". E ainda tem a questão dos direitos autorais de quem produz as postagens censuradas. De repente, por decisão unilateral e arbitrária, textos, vídeos, memes, etc. são "cancelados", suprimidos, num flagrante desrespeito a seus autores. A lei precisa organizar essa bagunça.

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Mundo

Biden diz que os EUA terão doses suficientes para vacinar todos os americanos até julho

Os Estados Unidos adquiriram doses suficientes de vacina contra a covid-19 para imunizar toda sua população até julho, anunciou nesta quinta-feira, 11, o presidente americano, Joe Biden. A vacinação em massa, prometida pelo presidente americano no mês passado, se tornou possível após o país garantir mais 200 milhões de doses. “Ainda esta tarde, assinamos os contratos finais para mais 100 milhões de doses do laboratório Moderna e mais 100 milhões de vacinas da Pfizer”, disse ele depois de visitar a sede do Instituto Nacional de Saúde, nas proximidades de Washington.

As novas aquisições vão aumentar a oferta atual em 50%. O país, cuja população é de cerca de 334 milhões, tem agora à disposição 600 milhões de doses. Biden afirmou que as empresas estão acelerando os prazos de entrega e disse que as doses prometidas para até o fim de junho serão agora entregues até o fim de maio.

A campanha de vacinação no país entrou em uma nova fase nesta quinta-feira, 11, com a participação de milhares de farmácias. O governo ordenou o envio de 1 milhão de doses para cerca de 6.500 drogarias e farmácias de supermercados em todo o país, e várias redes anunciaram que começariam a aplicar as primeiras injeções na sexta-feira.

A campanha de vacinação nos Estados Unidos, o país mais afetado pela pandemia, teve um início instável em dezembro, mas desde então melhorou: 44,8 milhões de vacinas foram administradas e pelo menos 33,7 milhões de pessoas receberam uma ou mais doses, aproximadamente 10% da população.

O programa de farmácias pode ser expandido para 40.000 estabelecimentos, enquanto o governo federal aumentou a produção de vacinas, abriu centros de vacinação em massa em estádios e iniciou um programa para alcançar comunidades vulneráveis.

O principal epidemiologista do governo americano, Anthony Fauci, afirmou nesta quinta-feira que “em abril” qualquer cidadão americano poderá receber a vacina contra a covid-19, graças à aceleração da produção e à melhora na distribuição. “Quando chegarmos a abril… será época de abertura, no sentido de que praticamente todos em qualquer categoria podem ser vacinados”, explicou Fauci, em entrevista ao programa de televisão Today, da emissora NBC. Ele também apontou que a imunidade de rebanho poderia ser alcançada no “fim do verão” (no hemisfério norte).

Fauci reconheceu que um dos problemas é o “ceticismo” quanto à eficácia da vacina, por isso disse que é importante reafirmar sua segurança.

Os ex-presidentes Barack Obama, George W. Bush e Bill Clinton disseram que estão dispostos a ser vacinados contra a covid-19 perante às câmeras, em uma tentativa de promover confiança entre o público americano.

O governo espera que a aprovação de novas vacinas impulsione os números diários de vacinação e aguarda a liberação do imunizante da Johnson & Johnson, que tem 66% de eficácia na prevenção de doenças moderadas a graves, segundo estudo.

Os EUA são o país do mundo mais afetado pela pandemia, com mais de 27 milhões de casos e mais de 470 mil mortes, segundo dados da Universidade Johns Hopkins. /AFP e EFE

ESTADÃO

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Polêmica

Forças Armadas usam verba pública para bancar 700 mil quilos de picanha e 80 mil cervejas

Picanha de R$ 84,14 o quilo. Cervejas especiais, de puro malte, a R$ 9,80 cada. Em tempos de extrema restrição de orçamento, as Forças Armadas brasileiras usaram dinheiro público, ao longo de 2020, para bancar a compra de mais de 700 mil quilos de picanha e 80 mil cervejas. E não se trata de itens quaisquer. Para um dos cortes de carne mais nobres do País, foram escolhidas como referência peças das mais caras. Entre as cervejas, privilegiou-se o puro malte, entre outras.

As despesas com bebidas alcoólicas e carne de churrasco foram tema de uma representação que deputados do PSB enviaram na terça-feira, 9, ao procurador-geral da República, Augusto Aras, para que investigue os gastos militares. O levantamento foi feito diretamente pela equipe dos parlamentares. A representação levada à PGR foi divulgada pelo site Congresso em Foco. Os questionamentos não se limitam ao tipo de item que foi comprado. Há fortes indícios, de acordo com os parlamentares, de superfaturamento nas aquisições.

O levantamento utilizou informações do Painel de Preços do Ministério da Economia, a mesma ferramenta pública que revelou as compras milionárias de leite condensado. Na ocasião, o presidente Jair Bolsonaro justificou que se tratava de um item “necessário” aos militares, dado seu alto teor energético e calórico.

A reportagem questionou as Forças Armadas sobre quais seriam as justificativas e motivações para a compra dos 714.700 quilos de picanha e 80.016 garrafas e latas de cerveja em pleno ano de pandemia. Em nota, o Ministério da Defesa (MD) informou que aguarda a notificação da Procuradoria Geral da República. “O Ministério da Defesa e as Forças Armadas reiteram seu compromisso com a transparência e a seriedade com o interesse e a administração dos bens públicos. Eventuais irregularidades são apuradas com rigor”, diz a pasta.

O ministério sustenta que a representação do PSB se baseia em “informações absolutamente equivocadas” e que o tema foi objeto de nota de esclarecimento, mas o órgão não explicou as razões que levaram à aquisição de cervejas e de picanha: “Ficou claro que as quantidades adquiridas e os valores efetivamente gastos com os determinados produtos eram de 10 a 20 vezes menores do que foi divulgado”.

O deputado Elias Vaz de Andrade (PSB-GO), que está entre aqueles que assinam a representação, afirma que os dados são oficiais e que se trata de preços devidamente registrados e aprovados pelas Forças Armadas, para que possa solicitar os alimentos. “Estamos denunciando esses processos licitatórios. Essas empresas tiveram suas propostas aprovadas, por esses valores. Há processos de compra concluídos e, inclusive, já efetivamente pagos. Todos eles foram homologados pelas Forças Armadas”, disse o deputado. “Falam que fazem uma alimentação balanceada, mas não explicam por que essa alimentação deve incluir itens como picanha e cerveja.”

Marcas famosas

Na relação detalhada de compras de cervejas anexada à denúncia dos deputados estão, por exemplo, 500 garrafas da bebida, da marca Stella Artois, ao preço unitário de R$ 9,05. Há ainda a aquisição de 3 mil garrafas de Heineken, a R$ 9,80 cada. O comando da 23ª Brigada de Infantaria de Selva preferiu 3.050 garrafas de Eisenbahn, ao custo de R$ 5,99. Já a Brigada de Infantaria Motorizada do Rio de Janeiro optou por 1.008 latas de Bohemia Puro Malte, pelo valor de R$ 4,33 cada. Em supermercados, aponta a representação, o preço médio desse item é de R$ 2,59.

A lista de cervejas inclui ainda 2 mil garrafas de 600 ML de Bohemia Puro Malte, pelo valor de R$ 7,29, quando essas garrafas são encontradas por R$ 5,79. Para comprar mais 1.600 latas de Skol Puro Malte, de 350 ML, os militares pagaram R$ 4,00 pela unidade, item que é encontrado a R$ 2,69 em redes de varejo.

“O superfaturamento é evidente. Além disso, a grande quantidade que os órgãos solicitaram via processo licitatório deveria favorecer a negociação e proporcionar preços muito menores que os oferecidos no varejo. A realidade, todavia, demonstra que os preços contratados são superiores aos praticados pelos supermercados”, afirmam os deputados, na representação.

As informações revelam ainda que Marinha, Aeronáutica, Exército, Indústria de Material Bélico do Brasil (IMBEL) e a administração interna do Ministério da Defesa são grandes consumidores de picanha. Só em 2020, foram concluídos 76 processos de compra do corte, somando 714.700 quilos da carne nobre. O Comando do Exército Brasileiro é o campeão em processos de compras do produto, tendo consumido 569.215 quilos do total.

Exército

Só em 2020, Marinha, Aeronáutica, Exército, Indústria de Material Bélico do Brasil (IMBEL) e a administração interna do Ministério da Defesa fizeram 76 processos de compra de picanha, somando 714.700 quilos da carne nobre. Foto: Sérgio Dutti/Estadão
Os dados revelam uma licitação de 13.670 quilos, na qual o valor de cada quilo pago foi de R$ 84,14. A se basear no preço que os militares estavam dispostos a pagar pela carne, até que saiu barato. O valor médio estimado pela equipe que conduziu a fase interna da licitação, de acordo com os documentos do certame, foi de R$ 118,25 o quilo.

“Sinceramente, é preciso investigar qual foi o corte de carne usado para se chegar a esse preço médio irreal”, informa a representação.

“Em um ano de pandemia, com crise sanitária, econômica e social devastando nosso país, é inacreditável que os cofres públicos tenham custeado gastos com cerveja”, declaram os deputados. “Enquanto nosso povo padece por falta de recursos para sobrevivência, nossos militares usaram dinheiro público para custear bebidas alcoólicas. Tal conduta fere de morte o Princípio Constitucional da Moralidade Pública.”

Não se quer afirmar que os militares “não podem comer carne”, argumentam os parlamentares, mas, sim, questionar “o grau de sofisticação empregado” nas compras de cortes nobres e específicos. “O episódio narrado nesse item revela que houve ostentação e os privilégios direcionados para alguns, conduta que destoa do discurso de humildade e simplicidade usado pelo Presidente Jair Bolsonaro nas redes sociais.”

Diferenças

Segundo a nota do Ministério da Defesa, “existe sempre uma significativa diferença entre processos de licitação e a compra efetivamente realizada, cuja efetiva aquisição é concretizada conforme a real necessidade da administração”. Assim, “é imprescindível que se faça essa segmentação adequada, quando se faz a totalização dos valores, interpretação e principalmente a divulgação pública destes dados, de modo a evitar a desinformação”. De acordo com a pasta, “apresentar valores totais de processos licitatórios homologados como sendo valores efetivamente gastos constitui grave equívoco”, afirma a nota, referindo-se aos dados incluídos na representação. No documento apresentado à PGR, entretanto, os deputados trazem os dados detalhados com a identificação da compra realizada e seu referido fornecedor.

ESTADÃO

Opinião dos leitores

  1. Rapaz os soldados das forças armadaz estão passando bem viu.
    É leite condensado, chiclete, vinho, picanha, cerveja e etc…
    Conversando com quem serviu em razão do serviço obrigatório até os anos 2010, não tinha esse cardápio tão variado.

  2. É muito pouco pra um efetivo de quase 400 mil pessoas.
    Muito pouco!!!
    Tem que gastar mais.
    Comer carne de primeira acomanhado de uma gela.
    Kkkkkkkkkkkk
    Ou querem da carne de pescoço??,
    De jeito nenhum.
    Kkkkkkkkkkkklkkkkkkkk
    Chupa petralhas.
    Ni tempo do PT so rolava mortadela, agora o dinheiro é sobrando, não é mais roubado.
    Arroche carne com força MITO.
    Kkkkkkklkkkk
    Ze gado se quiser comer, que se aliste no exercício e va servir de bucha de canhão.
    Kkkkkkkkk

  3. Enquanto isso cada aluno de escola pública recebe R$ 0,36 per capita por dia no preparo da merenda escolar. É cada prioridade nesse país!

  4. Deixem de perseguição irresponsável e infantil ao atual governo e tratem de trabalhar pelo Brasil. Mesmo que tenham realmente adquirido tais itens, e daí? Com certeza, também há nas Forças Armadas eventos festivos, comemorações de datas importantes, onde tais artigos são perfeitamente cabíveis. E não são artigos de luxo, como estamos cansados de ver nos demais Poderes da República. Observem as compras do Congresso Nacional e do STF e vejam o que eles compram para seus membros e funcionários. Lagostas bebidas caríssimas, artigos realmente DE LUXO. Carne de churrasco e cerveja? Ministris do Supremo não consomem tais "porcarias". Vão arrumar o que fazer, hipócritas.

    1. Hipócrita é VOCÊ!
      Quando mexem no seu brioco, esperneia com a imprensa para não divulgar os podres

    2. O seu caso é muito mais grave do que uma "simples" hipocrisia, gado esquerdopata. Na verdade, considerando os péssimos modos, gente como vc é absolutamente inadequada ao convívio. Num espaço democrático como esse, somos obrigados a suportar. Seus comentários NADA acrescentam. Subtraem.

    1. Taí pq não há dinheiro pra auxílio emergencial.
      Ser que era assim antes, nos outros governos?

  5. Notícia antiga, já rola pelo noticiário brasileiro, faz uma semana.
    Acho que estão “certos”, em plena crise e pandemia… Comprarem PICANHA e muita CERVEJA (teve até skol beats), deve ser “necessário” para o desempenho das tropas né?!
    Vamos deixar que os patriotas se manifestem.

  6. Eita ? agora vai! A desmoralização das forças armadas está assumindo proporções gigantescas . Pixuleco tem um sobrinho que é soldado do exército, nesse tempo ele nunca comeu leite moça nem picanha , so langanha . Ai papai ! Coisa esquisita . E a picanha ?? Será possível isso ? E a cerveja . Esse povo vai pintar meio fio cheio de cana ? Pense num governo esculhambado .

    1. Foi pouco. Era para ter gasto muito mais. Bando de hipócritas.

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Saúde

Com estoque no fim, cidades restringem vacinação e preveem até paralisar campanhas

Com o estoque de vacinas perto do fim e sem previsão de recebimento de mais doses nos próximos dias, prefeituras de algumas capitais já restringem o público-alvo inicialmente definido ou preveem interromper a campanha de imunização contra a covid-19 na próxima semana. Ao menos sete capitais já admitem essa possibilidade, segundo levantamento do Estadão.

O Rio informou ter doses somente até amanhã. “O município tem em estoque vacinas para atender a demanda até sábado, além da segunda dose dos que receberam a primeira. O município conta com a chegada de novas doses a partir da próxima semana. Caso isso não aconteça, o calendário será interrompido”, disse a prefeitura.

Na região metropolitana do Rio, as cidades de São Gonçalo e Niterói recomeçaram a vacinação ontem após interrupção nos primeiros dias desta semana. Uma dose extra de imunizantes foi enviada, mas a vacinação nas duas cidades poderá sofrer nova suspensão. Em São Gonçalo, a previsão é de que a nova remessa dure apenas três dias. Em Niterói, a prefeitura estima que as doses recebidas atendam somente idosos acima de 88 anos.

Salvador suspendeu a vacinação de profissionais de saúde e reviu o cronograma que previa iniciar nesta semana a imunização de maiores de 80 anos. Sem doses suficientes para dar seguimento ao planejamento, a capital baiana restringiu a aplicação somente a maiores de 85 anos e não tem mais previsão para o início da vacinação dos idosos entre 80 e 84. Na terça, a cidade chegou a anunciar a interrupção completa da campanha, mas recuou no dia seguinte após receber 8 mil doses, unidades que estão sendo usadas no público de 85 anos ou mais.

Florianópolis só tem mais 1,6 mil doses disponíveis e estima que o estoque termine em três ou quatro dias. Em Curitiba, a estimativa da prefeitura é de que as doses disponíveis durem somente até quarta-feira da semana que vem.

Cuiabá estima ter doses suficientes somente para mais cinco dias de campanha. A vacinação de profissionais de saúde foi interrompida mesmo sem que todo o público-alvo fosse imunizado. A prefeitura diz ter faltado doses para 6 mil desses trabalhadores. A cidade recebeu uma nova remessa de cerca de 3 mil doses nesta semana, que já está reservada para os idosos com 85 anos ou mais. Se a capacidade de vacinação de 600 inoculações diárias for atingida, diz o órgão, as doses podem acabar já no início da semana que vem.

Em Aracaju, a previsão é de que, a partir da próxima semana, somente aqueles que precisam receber a segunda dose sejam atendidos. O estoque para as primeiras aplicações já deve terminar no fim de semana. “A expectativa é de vacinar mais de 4 mil profissionais de saúde até sábado e finalizar a imunização de idosos com mais de 90 anos na sexta-feira”, disse a Secretaria Municipal da Saúde da capital sergipana.

Em Natal, o cenário é parecido. Do estoque disponível de 15 mil vacinas, somente 1,7 mil doses podem ser utilizadas em novos pacientes, já que 13,3 mil unidades estão separadas para a segunda dose.

Para Carlos Eduardo Lula, presidente do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (Conass), a situação vai se repetir em muitos municípios. “A tendência é passarmos alguns dias sem vacinação”, afirma ele, titular da Saúde do Maranhão.

“Não é nenhuma surpresa, isso já era esperado com a quantidade de vacina disponível. Até demorou para acabar porque vacinamos devagar, em função de a imunização começar com grupos específicos”, diz Renato Kfouri, diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm). De acordo com ele, se não houver entrega constante de vacinas, a interrupção ocorrerá toda hora. “Se houvesse um cronograma e as pessoas soubessem com um mês de antecedência quando serão vacinadas, seria o melhor cenário. Mas infelizmente dependemos do abastecimento, e a pouca produção de vacina mundial não permite essa organização.”

Secretário de SP diz que grupos previstos têm doses garantidas

Outras capitais consultadas pelo Estadão disseram que, apesar da limitação de doses, devem seguir o cronograma previsto e não devem interromper a campanha. É o caso de São Paulo, Belo Horizonte, Goiânia, Vitória e Recife. As demais capitais não responderam ou não detalharam a duração do estoque disponível.

O secretário municipal da Saúde de São Paulo, Edson Aparecido, reconhece a escassez de doses e a necessidade de entrega de novos lotes, mas afirma que, na capital paulista, todos os públicos já anunciados estão com sua vacinação garantida. “A gente não vai interromper por enquanto porque estamos sendo muito rigorosos nos critérios. Se ampliássemos um pouco o público, faltariam doses.”

Questionado, o Ministério da Saúde afirmou que enviou ofício aos Estados e municípios no dia 8, alertando para o risco de falta de vacinas, caso a ordem priorizada pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) não fosse seguida.

A pasta não informou quando devem ser entregues novas doses das vacinas Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan, e Oxford/AstraZeneca, fornecida pela Fiocruz. Disse apenas ter recebido do laboratório indiano Bharat Biotech a garantia de entrega de 4 milhões de doses 20 dias após a assinatura do contrato, o que ainda não ocorreu. O Butantan já declarou em outras ocasiões que entregará novo lote a partir de 23 de fevereiro. Já a Fiocruz diz que fornecerá novas doses em março.

ESTADÃO

Opinião dos leitores

  1. O nosso salvador e redentor Dória vai resolver isso rapidinho. Se for esperar pelo alesado da Cliroquina, não sai nada .

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Economia

Guedes afirma que programa de corte de jornadas e salários deve voltar

O ministro Paulo Guedes (Economia) afirmou nesta quinta-feira (11) que o governo trabalha para implementar novamente o programa que liberou a assinatura de acordos individuais para suspender contratos ou reduzir jornada e salário de trabalhadores, com compensação parcial em dinheiro paga pelo Tesouro Nacional. “Nós trabalhamos com uma arquitetura que vai permitir que esse programa seja estendido”, disse em videoconferência com o banco BTG Pactual.

Como mostrou a Folha em janeiro, diante da pressão de empresários, o Ministério da Economia passou a elaborar novos desenhos para o programa. Em 2020, após decretar estado de calamidade pública e retirar amarras do Orçamento, o governo implementou o programa que permitia a suspensão de contratos e reduções de 25%, 50% ou 70% nas jornadas, com corte proporcional de salário. Como compensação, o trabalhador afetado recebia um valor proporcional ao que teria direito de seguro-desemprego.

A medida foi prorrogada algumas vezes, mas se encerrou em dezembro após a celebração de 20 milhões de acordos feitos entre aproximadamente 10 milhões de trabalhadores e 1,5 milhão de empresários, segundo monitoramento do Ministério da Economia. O programa de preservação do emprego é considerado por Guedes uma das medidas emergenciais mais efetivas da pandemia. Para ele, sem esses acordos, o país veria um número muito maior de demissões durante a crise sanitária.

“Em vez de você esperar alguém ser demitido e receber R$ 1.000 de seguro-desemprego, é muito mais inteligente pagar R$ 500 para ele não ser demitido. Eu baixei o custo do emprego, mantive o emprego do trabalhador e gastei menos do que se ele fosse demitido”, afirmou o ministro.

Guedes não detalhou qual será o formato do novo programa. Não há margem no Orçamento para que o governo libere essa complementação de salários aos trabalhadores, que custou R$ 33,5 bilhões em 2020. Neste ano, o governo optou por não renovar a calamidade pública e não há margem no Orçamento para um programa de custo elevado.

Ao contrário de avaliações preliminares da equipe econômica, técnicos afirmam que não é necessário decretar novo estado de calamidade pública para implementar novamente o programa. No cardápio avaliado pelo Ministério da Economia, há a possibilidade de usar recursos do FAT. O fundo é responsável pelo custeio do seguro-desemprego e do abono salarial.

A principal fonte de recursos do FAT é composta pelas contribuições para o PIS (Programa de Integração Social) e para o Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público). Na proposta considerada mais viável pela pasta, a compensação paga ao trabalhador afetado pela suspensão ou corte de jornada seria uma espécie de antecipação do seguro-desemprego. Por isso, a medida seria financeiramente neutra.

Nesse caso, a pasta defende que o período de estabilidade desses trabalhadores seja ampliado e que a multa em caso de demissão antes do fim desse período seja mais alta. O objetivo seria recompor o fundo. Em outra discussão técnica, uma ala da pasta avalia que o programa poderia ser bancado com créditos extraordinários.Esse mecanismo pode ser usado em situações imprevisíveis e urgentes e não é contabilizado no teto de gastos, regra que limita as despesas do governo. Por isso, o custeio do programa seria liberado.

Essa proposta é rejeitada por parte da pasta e membros do TCU (Tribunal de Contas da União). Eles afirmam que o programa não pode mais ser considerado imprevisível.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

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Economia

Cúpula do Congresso quer MP para novo auxílio para evitar aumento no valor de parcelas

A opção por editar uma medida provisória para criar a nova versão do auxílio emergencial ganha força no Executivo e no Congresso, e não apenas porque garante sua entrada imediata em vigor. Ela também blindaria o governo do risco de emendas aumentarem seu valor.

A estratégia, defendida por aliados do Planalto, seria deixar que a MP vigorasse durante seus 120 dias de prazo constitucional, sem ser votada. É esse o período que o governo prevê para o novo auxílio.

O plano repetiria o adotado para o pagamento das últimas parcelas de R$ 300 de auxílio. A medida provisória não foi pautada pelo então presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ) para evitar aumento no valor. O governo quer R$ 200 para o novo benefício. ​

FOLHAPRESS

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Saúde

China vai enviar ao Brasil insumos para 13 milhões de doses da vacina de Oxford


Foto: AFP/Arquivos

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, informou nesta quinta-feira (11), por meio do Twitter, que a China confirmou o envio de duas remessas de insumos para produção de 13 milhões de doses da vacina desenvolvida pela AtraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford, até o fim de fevereiro. O imunizante está sendo fabricado no Brasil pela (Fundação Oswaldo Cruz).

O ministro lidera a comitiva brasileira que está em viagem internacional para saber como a tecnologia 5G está sendo desenvolvida pelos principais fabricantes no mundo. Na China, fez apelo ao governo chinês pelo envio dos insumos.

Na segunda-feira (8), também fez pedido a um sócio da AstraZeneca, o CEO da Investor AB, Marcus Wallenberg, para que fosse examinada a possibilidade de priorizar e acelerar o envio de vacinas contra o coronavírus e insumos para o Brasil.

Em carta divulgada pelo ministro, o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, informa a Fábio Faria que o envio dos insumos de vacinas ao Brasil será fornecido de acordo com os contratos firmados. “O 2º e o 3º lote de insumos para vacina Oxford/AstraZeneca estão previstos para chegar ao Brasil em fevereiro, enquanto os insumos para CoronaVac estão sendo fornecidos de forma coordenada”, afirmou.

A vacina AstraZeneca/Oxford foi a principal aposta do governo Bolsonaro para a a campanha de imunização nacional. Recebeu autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para o uso emergencial em 17 de janeiro. A responsável pela produção do imunizante no Brasil é a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz).

A fundação recebeu no sábado (6) o 1º lote da matéria-prima necessária para produzir a vacina. A remessa chegou com atraso de 1 mês.

Poder 360

Opinião dos leitores

  1. Com certeza Doria pediu Lara que esse envio fosse feito . Ao contrário do abestalhado é ignorado os chineses respeitam muito o governador Dória, por ser preparado e competente .

  2. Fábio Faria, mais um grande ministro no time do melhor presidente do Brasil e melhor governador do RN, Jair Messias Bolsonaro.
    Bozo show!!!

  3. Vou fabricar uma doença e também uma vacina, f**** mêi mundo, e faturar bem. Igualzinho!

  4. Só vende lá.
    Esperava que viesse de onde?
    Do governo federar só se ppde espera duas coisas, o absurdo ou o óbivio.
    Proativodade que é bom, nada.
    kkkkkkkkkkkkkkkk

    1. Se tem ojeriza a trabalho, pelo menos estude, pra não comentar besteira e de forma errada!

    2. Não tem o que dizer fica procurando um erro de grafia. Bem coisa de bolsonarista.
      kkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Política

‘Acabaram as notícias de invasões do MST’, afirma Bolsonaro


Foto: reprodução/TV Brasil

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (12), durante cerimônia para a entrega de 125 títulos de propriedade a quilombolas e famílias que moram em agrovilas na cidade de Alcântara (MA), que desde que assumiu a presidência reduziram significativamente as notícias sobre invasões de terra no Brasil.

“Alguém tem notícias de invasões do MST [Movimento Sem Terra}, tão comuns em anos anteriores? As raras que tiveram, menos de 10, deixaram de existir”, destacou o presidente ao conceder os títulos a pessoas que foram deslocados de suas residências na década de 80 para a construção da Base Espacial de Alcântara.

“Todos que têm uma propriedade não querem que ela seja invadida. Não adianta fazer um plano de reforma agrária e não dar um papel para o proprietário possa dizer ‘eu vou trabalhar essa terra e o que eu fizer nela vai ficar para os meus filhos e netos”, analisou Bolsonaro, que disse ter entregado mais títulos de propriedade do que nos 20 anos de governos anteriores.

Na avaliação de Bolsonaro, não havia interesse dos governos anteriores em conceder os títulos de propriedade. “O homem somente com a posse d a terra vive ainda em uma situação de quase escravidão. Cada vez que te entregam um título, isso deixa de existir. Não tem preço você ter proprietário de alguma coisa”, afirmou.

Ele recordou que tem origem em uma cidade pequena e conhece as dificuldades enfrentadas pelo município maranhense. “Nós devemos dar dignidade ao homem do campo e não fazer política com os cidadãos humildes. Não existe preço portar em suas mãos um título de propriedade”, enfatizou o presidente.

Segundo a ministra Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, afirmou que a entrega dos títulos mostra que o governo Bolsonaro é o que mais zela pelos direitos humanos no Brasil, “Eu sei o que é uma mãe poder dormir sabendo que a propriedade agora é dela e que ninguém mais toma. Durmam felizes agora”, disse a ministra que prometeu retornar para entregar títulos a mais famílias.

R7

Opinião dos leitores

  1. Agora é falta de oxigênio e invasão de hospitais com doentes e cemitérios com mortos. Desgoverno!

  2. Alguém duvida que parcela do MST é formada por vagabundos qye nunca pegaram no cabo da enxada e por bandidos? Alguém duvida dos princípios marginais adotados na ex-escola agrícola de Ceará-Mirim?

  3. O MST não passa de uma massa de manobra (quando necessario) e de invasões criminosas, movida a pão com mortadela, ora vejam, mais de uma década de governo petista e esse povo ainda continua sem terra, não conseguiram com o condenando nem um terreno 10X20? A condição de sem-terra interessa a muita gente, pq é dessa forma que o cabresto fica bem ajustado.

  4. ENQUANTO ISSO OS SAQUES NO DINHEIRO DA POPULACAO AUMENTARAM….SO OS RICOS CRESCEM…E OS OTARIOS APLAUDFM

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Saúde

Mais de 4,5 milhões já receberam 1ª dose da vacina contra a Covid-19 no Brasil


Foto: Marcelo Justo/UOL

Balanço da vacinação contra Covid-19 desta quinta-feira (11) aponta que 4.584.338 pessoas já receberam a primeira dose de vacina contra a Covid-19, segundo dados divulgados até as 20h. O número representa 2,16% da população brasileira.

A segunda dose já foi aplicada em 108.735 pessoas (0,05% da população do país) nos estados do Amazonas, Alagoas, Minas Gerais, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Piauí, Sergipe, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e também no Distrito Federal.

No total, 4.693.073 doses foram aplicadas em todo o país.

Total de vacinados, segundo os governos, e o percentual em relação à população do estado:

AC: 11.991 (1,34%)

AL: 1ª dose – 74.890 (2,23%); 2ª dose – 1.915 (0,06%)

AM: 1ª dose – 174.990 (4,10%); 2ª dose – 4.160 (0,10%)

AP: 15.968 (1,85%)

BA: 358.775 (2,40%)

CE: 204.945 (2,23%)

DF: 1ª dose – 109.893 (3,60%); 2ª dose – 7.427 (0,24%)

ES: 91.333 (2,25%)

GO: 152.619 (2,15%)

MA: 1º dose – 95.500 (1,34%); 2ª dose – 2.807 (0,04%)

MG: 1ª dose – 354.152 (1,67%); 2ª dose – 60.982 (0,29%)

MS: 1ª dose – 77.808 (2,77%); segunda dose – 8.107 (0,29%)

MT: 68.450 (1,94%)

PA: 111.032 (1,28%)

PB: 1ª dose – 80.370 (1,99%); 2ª dose – 1.044 (0,03%)

PE: 1ª dose – 211.961 (2,20%); 2ª dose – 18.412 (0,19%)

PI: 1ª dose – 53.492 (1,63%) ; 2ª dose – 36 (0%)

PR: 225.044 (1,95%)

RJ: 336.508 (1,83%)

RN: 73.481 (2,08%)

RO: 31.838 (1,77%)

RR: 20.580 (3,26%)

RS: 1ª dose – 267.691 (2,34%); 2ª dose – 1.525 (0,01%)

SC: 1ª dose – 96.491 (1,33%); 2ª dose – 494 (0,01%)

SE: 1ª dose – 32.138 (1,27%); 2ª dose – 1.826 ( 0,08%)

SP: 1.229.602 (2,66%)

TO: 22.161 (1,19%)

Total de pessoas que receberam ao menos uma dose: 4.584.338 (2,16% da população)

Total de pessoas que receberam duas doses: 108.735 (0,05% da população)

Total de doses aplicadas: 4.693.073 (41,82% das doses recebidas pelos estados)

A informação é resultado de uma parceria do consórcio de veículos de imprensa, formado por G1, O Globo, Extra, O Estadão de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL. Os dados de vacinação passaram a ser acompanhados a partir de 21 de janeiro.

G1

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Economia

Pedidos de seguro-desemprego em janeiro caem ao menor nível em 3 anos


Foto: Carl de Souza/AFP

O número de requerimentos para receber o seguro-desemprego em janeiro deste ano foi o menor dos últimos três, segundo dados liberados esta semana pelo Ministério da Economia. O total de pedidos somou 477.807, neste último mês, contra 569.239 (redução de 16%), de janeiro de 2020, e 586.411 (queda de 18,5%), de janeiro de 2019.

Os números de janeiro também foram semelhantes aos meses do segundo semestre de 2020, quando estava em vigor o benefício para manutenção do emprego (BEm), o que é positivo. O programa acabou em dezembro do ano passado.

Pode parecer um resultado excelente, mas é preciso tomar cuidado na avaliação. Há fatores negativos que deprimiram os números de janeiro e dão o aspecto positivo. O estoque de empregos formais — que é a base de comparação neste caso — está bem menor neste ano do que nos outros. Isso impede uma avaliação perfeita, pois, proporcionalmente, a redução no número de pedidos será menor.

O Caged, que faz as contas do estoque de emprego, sofreu diversas alterações no ano passado e passou a divergir de outros indicadores, como a PNAD, do IBGE e até mesmo do número de seguro-desemprego, criando um ponto cego na avaliação do mercado de trabalho.

Veja

Opinião dos leitores

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Saúde

Brasil registra mais de 8,6 milhões de curados do coronavírus


Foto: Andréa Rêgo Barros/PCR

O Brasil registrou nesta quinta-feira (11) mais 47.563 pacientes recuperados do coronavírus, totalizando 8.643.693 pessoas curadas da doença.

O número de pessoas curadas já representa 88,7% do total de casos acumulados.

A quantidade de pessoas curadas no Brasil é mais de dez vezes superior ao número de casos ativos (834.015), que são os pacientes em acompanhamento médico.

No mundo, estima-se que pelo menos 80,2 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 já se recuperaram, de acordo com o site Wolrdometers.

Opinião dos leitores

  1. Notícia que traz a falsa impressão de que não existe pandemia no Brasil. As perdas da sociedade são irreparáveis. A obrigação dos governos é a proteção à vida. Meu caro jornalista, é costume seu em forjar a realidade.

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