Logo nos primeiros dias do BBB21, os participantes definiram que o tema desta edição seria “cancelar o cancelamento”. Mas não é bem isto que se vê dentro e fora da casa. Enquanto Lucas Penteado e Juliette Freire se sentem excluídos, o público repudia a forma como Karol Conká trata os colegas de confinamento e isso vem afetando a carreira dela.
Desde sábado (30/1), quando começou a criticar Lucas por seu comportamento na festa, Karol já perdeu mais de 353 mil seguidores no Instagram e vem sendo bastante criticada pelo público. Até mesmo um dos fã-clube da cantora decidiu deixar de apoiá-la e desativou o perfil no Twitter.
“Nós, como fãs da carreira musical da Karol, decidimos criar esse perfil para informar e acompanhar ela (sic) no BBB. Mas, devido a todos os acontecimentos dentro da casa, percebemos que ela na verdade é uma pessoa horrível. Ela se demonstrou xenofóbica, soberba e falsa”, escreveu o perfil @ConkaBBB no Twitter.
Além dos fãs, Karol também já está enfrentando prejuízos na carreira. O festival pernambucano Rec-Beat anunciou que está aguardando autorização jurídica para suspender a transmissão de uma apresentação da cantora gravada na Pinacoteca, em São Paulo, antes do início do programa, e com previsão de ser exibida no dia 14 de fevereiro.
“Discordamos fortemente das declarações e atitudes da artista Karol Conká em sua participação no BBB21, que revelam posturas que confrontam os princípios do Festival Rec-Beat”, informou o evento. A decisão aconteceu após uma fala considerada xenofóbica. A cantora afirmou que, por ser de Curitiba, teria mais educação do que a paraibana Juliette.
Nesta terça-feira (2/2), o canal GNT também confirmou que não irá mais exibir na TV em fevereiro o programa Prazer, Feminino, apresentado por Karol e Marcela McGowan e já transmitido no YouTube. Segundo a emissora, a suspensão seria para não compactuar com a cultura do cancelamento.
Quem é essa fulana no jogo do bicho, nunca vi falar nessa criatura sem futuro, como está fazendo parte de um programa lixo , está bem representado sua postura de um lixo de pessoa, mal educada, descontrolada, autororitaria, prepotente arrogantemente simplificando um lixo, se fosse Branca já teria sido execrada e taxada de extremista e talvez bolsonarista aí é negra ninguém diz nada , ah me poupe o povo se ilude com tudo , isso é totalmente irrelevante para sociedade.
Karol Congá? Faz o quê? Influencer de quem?
Como seguem uma pessoa sem conhecer, apenas pelo que escreve? Se é pelo que escreve, deveriam se ater as escritas, não a pessoa.
A pessoa cria um blog, um site, escreve um artigo e muitos ficam admirando sem sequer saber de quem se trata realmente, lamentável esse mundo virtual.
O mundo no papel nos resguardava dessas armadilhas.
Eu me arrependi de pre-acusar,pre-julgar e pre-condenar as atitudes e ações e gestos dessa senhorita Karol conka ou com k,mas,ela só está retransmitindo o que aprendeu na vida,ela cresceu e envelheceu com os seus pensamentos e sentimentos carregados de choros,dores,raivas,rancores,ressentimentos,mágoas e traumas e aprendendo também na experiência prática as rejeicoes e desprezos e da maldade humana,sofrendo diretamente e indiretamente preconceitos do gênero feminino,cor,etnia e pela limitada condição material,isso acontece bastante com pessoas de classes sociais e econômicas e principalmente nas grandes cidades nas periferias onde as pessoas sobrevivem em casas muito pequenas com poucos cômodos e quase sempre conjugadas, preconceituosamente chamadas de subúrbios e favelas,a senhorita Karol conka ou com k só está repassando,retransmitindo o que as outras pessoas fizeram com ela,principalmente ela que com o seu esforço pessoal no seu trabalho artístico labutando,batalhando e vencendo nesse universo musical complexo,esse tipo de comportamento agressivo,ofensivo e hostil,invejoso e ciumento e maldoso sempre acontece com pessoas pelo qual se costumam dizer que sairão de baixo e que depois venceram na vida pessoal,profissional e financeira,a pessoa que ascendeu social e econômicamente quer se mostrar ou demonstrar ser igual,melhor ou superior que as outras pessoas,infelizmente essa é a realidade da condição humana,repassapar para segundos e terceiros os nossos maiores traumas,aflições, medos,sofrimentos,choros e dores e preconceitos,intolerância e maldades emocionais e sentimentais que sofremos na vida desde quando nascemos,crescemos,envelhecemos e até o instante do última inspiração e expiração do fôlego da vida para a morte invencível para todo(a)s.
Se fosse branca e de direita vc estava jogando pedra nela ao invés de estar passando pano pra ela
Kkkkkkkkkkkk… Que fala hipócrita hein pai? Queria ver isso se fosse um mulher de direita! Como é da patota tá passando paninho né? A verdade é que a bolha lavcadora e ditadora agora tá experimentando do seu próprio veneno! Que sirva de aprendizado e que realmente se passe a respeitar a diversidade, inclusive de ideias, de poder pensar diferente e não ser excomungado.
O portal G1-RN destaca a ocorrência policial em que uma pessoa morreu e outras três ficaram feridas durante uma troca de tiros entre Policiais Militares e suspeitos de um assalto, na madrugada desta terça-feira (2), por volta de 1h15, no bairro de Lagoa Seca em Natal. Nenhum militar ficou ferido. Os suspeitos foram socorridos para o Hospital Walfredo Gurgel. De acordo com informações da PM, uma viatura que fazia patrulhamento na Avenida Bernardo Vieira identificou um veículo modelo Prisma, de cor branca, que tinha sido roubado momentos antes nas proximidades de um shopping na Zona Leste da cidade. Na ocasião, ao perceber a presença dos policiais, os bandidos atiraram. Ainda de acordo com a polícia, outro veículo, que dava cobertura aos marginais, um HB20 prata, seguiu em alta velocidade na tentativa de atingir a viatura da PM. Além dos dois carros, uma motocicleta Bros preta também era usada pelos criminosos.
Segundo o G1-RN, o desfecho da ocorrência resultou em troca de tiros em que quatro suspeitos foram atingidos e dois conseguiram fugir. Os feridos – três homens e uma mulher – foram levados para o Hospital Walfredo Gurgel. Um deles, de 25 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu depois de dar entrada na unidade. Os outros, dois homens, de 18 e 21 anos e uma mulher, também de 21 anos, seguem internados.
Ainda na ocorrência, a PM apreendeu 4 celulares e dois capacetes, que teriam sido roubados, além de uma arma de fogo , um simulacro de arma de fogo e munição. A ocorrência foi registrada na Central de Flagrantes da Polícia Civil.
Pesquisadores afirmam que a vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela AstraZeneca teve eficácia de 76% três semanas depois da primeira dose, de acordo com um estudo preliminar divulgado nesta terça-feira (2).
Os estudos clínicos da vacina também apontaram uma eficácia de 82,4% em um intervalo de três meses após a segunda dose. Esse novo resultado é melhor do que o encontrado anteriormente, com uma eficácia de 54,9%, quando o reforço estava sendo aplicado após um mês e meio.
Em dezembro do ano passado, um especialista britânico havia informado a eficácia por volta de 70%, mas o dado não chegou a ser divulgado oficialmente.
A vacina da AstraZeneca e da Universidade de Oxford, a ChAdOx1 nCoV-19, está sendo aplicada no Brasil após aprovação para uso emergencial. Na sexta-feira (29), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que recebeu o pedido de registro definitivo, com um prazo de 60 dias para a avaliação do processo. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) importou a tecnologia e prevê a seguinte produção nos próximos meses:
Com a chegada dos insumos para a produção da vacina, 50 milhões de doses serão produzidas no Brasil até abril;
100,4 milhões serão produzidas até julho;
No segundo semestre, uma nova importação dos insumos será necessária. De agosto a dezembro, a previsão é de mais 100 milhões de doses.
Por enquanto, o Brasil está distribuindo as 2 milhões de doses que foram importadas do Instituto Serum, na Índia. A Fiocruz aguarda a chegada dos insumos e a possível aprovação definitiva da Anvisa para iniciar a produção.
Aliança Covax
A aliança Covax, iniciativa da Organização Mundial de Saúde (OMS) para garantir o acesso equitativo às vacinas contra a Covid-19, também deve enviar de 10 a 14 milhões de doses da vacina de Oxford ao Brasil ainda neste mês.
A informação foi divulgada no sábado (30) pelo Ministério da Saúde, que disse ter recebido a estimativa em uma carta enviada pelo consórcio internacional.
A Covax Facility é uma coalizão de mais de 150 países criada para impulsionar o desenvolvimento e a distribuição das vacinas contra a Covid-19. O Brasil é um dos participantes.
O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, já havia anunciado no último dia 22 que as primeiras doses da Aliança Covax seriam distribuídas a partir deste mês – sem detalhar quanto cada país receberia.
Confira programa desta terça-feira(02). O Meio-Dia RN, com este blogueiro, debateu os principais assuntos no Estado, pelo país e no mundo. Clique abaixo e assista via Youtube.
O capitão Tom Moore, veterano britânico da Segunda Guerra Mundial que arrecadou milhões de libras para os trabalhadores dos serviços de saúde na linha de frente contra a Covid-19, morreu aos 100 anos, informou sua família nesta terça-feira (2).
“É com grande tristeza que anunciamos a morte de nosso querido pai, o capitão Sir Tom Moore”, disseram suas filhas em um comunicado.
Moore emocionou o Reino Unido no ano passado, durante o primeiro lockdown do país, ao caminhar por seu jardim com a ajuda de um andador para arrecadar 38,9 milhões de libras (equivalente a R$ 285 milhões) para o Serviço Nacional de Saúde (NHS, em inglês).
Seu empenho espalhou alegria em meio às notícias ruins sobre a pandemia do coronavírus.
“O último ano da vida de nosso pai foi nada menos do que notável. Ele foi rejuvenescido e experimentou coisas que sempre sonhou”, disseram suas filhas.
“Embora tivesse estado em tantos corações por pouco tempo, ele foi um pai e avô incrível e permanecerá vivo em nossos corações para sempre.”
Criado em Yorkshire, no norte da Inglaterra, Moore serviu na Índia, na Birmânia e na Sumatra durante a Segunda Guerra Mundial.
“Lamento saber que o capitão Tom faleceu no hospital”, disse o ministro britânico da saúde, Matt Hancock, no Twitter. “Ele foi um grande herói britânico que mostrou o melhor do nosso país.”
Mensagem da rainha Elizabeth II
A rainha Elizabeth II enviará uma mensagem particular de condolências à família do capitão Tom Moore, informou o Palácio de Buckingham.
“Sua Majestade gostou muito de conhecer o capitão Sir Tom e sua família em Windsor no ano passado”, diz o comunicado do palácio.
“Seus pensamentos, e os da família real, estão com eles, reconhecendo a inspiração que ele forneceu para toda a nação e outras pessoas em todo o mundo.”
A Prefeitura de São Gonçalo do Amarante/RN, por meio da Secretaria Municipal de Educação (SME) publicou nesta segunda-feira (1), no Jornal Oficial do Município, nova convocação do processo seletivo para preenchimento temporário de vagas no quadro do magistério público municipal.
Os convocados devem apresentar-se à SME a partir desta terça-feira (2) até o dia 10 de fevereiro, das 9h às 12h30, e das 14H às 16h, portando toda documentação comprobatória exigida no edital para posterior contratação, sob pena de desclassificação do processo.
Ao todo, foram convocados 113 professores polivalentes, além de outros 35 para disciplinas específicas, como português, matemática, ciências e história.
Tendo em vista a suspensão das aulas presenciais, devido a pandemia de Covid-19, estes professores deverão atuar, inicialmente, no ensino remoto. As aulas nessa modalidade devem iniciar no próximo dia 8.
AULAS PRESENCIAIS
Embora já tenha realizado as adequações necessárias, no que diz respeito as medidas de distanciamento e prevenção ao coronavírus, a data para o retorno das aulas presenciais ainda não foi definida, já que a prefeitura segue as recomendações do governo do estado.
A Prefeitura de Parnamirim prorrogou as condições do Programa de Recuperação Fiscal (Refis) até 26 de fevereiro. A opção servirá para pagamento dos seus débitos com redução nas multas e juros. Com o novo Refis, o contribuinte poderá ter até 100% de desconto nos juros e multa para pagamento à vista. Existe também a possibilidade de abater até 40% dos valores de atualizações e encargos do tributo. Um dos requisitos é que, caso o pagamento seja parcelado, o valor mínimo mensal para pessoa física seja de R$ 70,00 e para Pessoa Jurídica, R$ 150,00. Podem ser incluídos todos os tributos vencidos até 30 de novembro de 2020. A medida foi pensada para dar um fôlego ao contribuinte na situaçãoa atípica de pandemia que o mundo se encontra.
Caso o contribuinte deseje fazer o pagamento à vista, o acordo pode ser fechado diretamente no portal do contribuinte. Já para o cidadão que opte por parcelar o pagamento é preciso agendar um horário, para evitar aglomerações devido à pandemia e se deslocar à Secretaria de Tributação, na Rua Cícero Fernandes Pimenta, 312, em Santos Reis.
Para mais esclarecimentos sobre o Refis, os contribuintes podem ligar para os telefones (84) 3644-8440 ou 3644-8313. A Secretaria de Tributação também realiza atendimentos através do aplicativo WhatsApp (84) 99922-4023 e do e-mail [email protected].
A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (2) a Operação Quinta Coluna, que investiga uma associação criminosa que se utilizou de aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) para enviar drogas para a Espanha. As investigações também incluem os crimes de lavagem de ativos. Os policiais encontraram haxixe e maconha na casa de um dos suspeitos.
Foram cumpridos 15 mandados de busca e apreensão. Além disso, dois mandados restringem a comunicação dos investigados e saída do Distrito Federal. A Justiça Federal do DF determinou o sequestro de imóveis e veículos dos envolvidos no esquema. Militares da FAB também participam do cumprimento das medidas.
As investigações são um desdobramento do caso que envolveu o sargento brasileiro Manoel Silva Rodrigues, flagrado com 37 quilos de cocaína em um avião da comitiva presidencial, em 2019. Segundo a PF, além do sargento, outras pessoas “se associaram ao militar, de forma estável e permanente, para a prática do crime de tráfico ilícito de drogas, tendo sido apresentado à Justiça elementos que indicam pelo menos mais uma remessa de entorpecente para Espanha”.
Policiais civis da Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (DEICOR), em conjunto com policiais civis da Delegacia de Polícia de Roubos e Furtos de Veículos (DPRFV/DEPATRI) de Pernambuco realizaram, na manhã desta terça-feira (02), uma operação com objetivo de combater o tráfico interestadual de drogas. A ação aconteceu no bairro da Redinha Nova, em Extremoz.
As diligências foram iniciadas após as investigações apontarem o endereço em que estariam os suspeitos. Chegando ao local, foram presos em flagrante quatro suspeitos: Djalma Francisco Fernandes, conhecido como “Coroa”, 59 anos, Laércio Ferreira da Costa, conhecido como “Neguinho”, 48 anos, Rafael de Jesus Batista, conhecido como “Gordo”, 25 anos e Mayara Vasti Costa, 26 anos. Eles são apontados como integrantes de uma facção criminosa do Estado de São Paulo.
Durante a ação, foram apreendidos dez tabletes de cocaína pura, avaliados em R$400.000,00. Djalma Francisco e Laércio Ferreira já haviam sido autuados por roubo a banco, violação a caixa eletrônico em São Paulo e tráfico de drogas. Eles foram encaminhados ao sistema prisional, onde ficarão à disposição da Justiça.
A Polícia Civil solicita que a população continue enviando informações, de forma anônima, por meio do Disque Denúncia 181 ou dos números da DEICOR: (84) 3232-2862 e (84) 98135-6796 (WhatsApp).
Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS
Saúde, segurança pública, educação e cultura, inclusão social, agricultura e pecuária, recursos hídricos, funcionalismo e desenvolvimento econômico. Priorizando estes temas, a governadora Fátima Bezerra (PT) prestou contas do mandato e anunciou as ações para a segunda metade do seu mandato durante a leitura da mensagem anual do Executivo, nesta terça-feira (2).
A leitura da mensagem marca a abertura dos trabalhos da Assembleia Legislativa para 2021. A governadora teve participação presencial, assim como a maioria dos deputados na sessão conduzida pelo presidente Ezequiel Ferreira (PSDB). Deputados do grupo de risco e outras autoridades convidadas participaram de forma remota da solenidade.
“Para mim é uma alegria renovada voltar a esta Casa na condição hoje de governadora e prestar contas do nosso trabalho, uma vez que aqui tive a honra também de representar o povo potiguar por três mandatos consecutivos”, disse a governadora.
Por diversas vezes Fátima Bezerra agradeceu o apoio dos parlamentares em momentos decisivos para o povo do RN, como é o caso da pandemia, e também ressaltou a atuação dos demais Poderes constituídos, em especial o Ministério Público (do RN e Federal), além dos Tribunais (de Contas e de Justiça) e Defensoria. “Tenho gratidão aos poderes, todos eles, pelo relevante papel que desempenharam, inclusive os ministérios públicos, exercendo a prerrogativa que lhes cabe”, afirmou.
A gestora também agradeceu o empenho dos parlamentares para a efetivação de obras de recursos hídricos em andamento e que são importantes para o Estado e, no caso do Legislativo, a Frente Parlamentar da Água, presidida pelo deputado Francisco do PT. Sem esquecer a classe empresarial do RN, Fátima Bezerra exaltou o “diálogo franco, aberto, responsável e institucional o tempo todo em busca daquilo que interessa ao povo do RN para trazer emprego e cidadania”.
Na sua mensagem a governadora também por várias vezes reafirmou o compromisso com os servidores e destacou que sua gestão não falhou em realizar os pagamentos dentro do mês, “como pode e deve ser, numa gestão séria, que respeita quem trabalha e honra a palavra dada”, incrementando a economia. Elencou a quitação de duas folhas integralmente, o início parcial da terceira e anunciou que, assim que houver recursos disponíveis, o governo quitará a última folha, relativa a dezembro de 2018 “sem enrolação nem mágica: com objetividade e realismo, dentro das possibilidades de um Estado do porte do nosso. Afinal, estamos falando, só no caso das pendências com o funcionalismo, de quase R$ 1 bilhão, dinheiro que faz falta para novos investimentos nos serviços públicos e na criação de oportunidades para o nosso povo”, disse.
Em virtude de ter iniciado o Governo com quatro folhas em atraso deixadas pela gestão anterior, Fátima Bezerra destacou, por várias vezes durante a leitura da sua mensagem, o trabalho da sua equipe econômica, a quem elogiou pelo talento em estar avançando no saneamento das finanças públicas do RN.
Começando a prestação de contas pela área da Saúde, também agradeceu de público, reiteradas vezes, aos profissionais de saúde que “trabalharam incansavelmente para salvar vidas”. A governadora também explicou a postura do governo em optar pelo investimento de leitos de UTI: foram 600 novos leitos hospitalares que equivalem a seis hospitais de campanha. Também foram agregados 3 mil novos profissionais que foram para a linha de frente do combate ao coronavírus. “Nossa eterna gratidão a esses heroicos trabalhadores”, disse.
No campo econômico, destacou que em meio à crise, o Estado fechou o ano de 2020 com saldo positivo na balança comercial e na geração de empregos: “Abrimos novos postos de trabalho quando pagamos os salários de nossos servidores dentro do mês e quitamos folhas atrasadas, como a do 13º de 2018, o que estamos fazendo neste 2021. É dinheiro injetado nas comunidades, incrementando vendas no comércio e, assim, gerando empregos”, disse.
“Hoje, os investidores têm informações claras e transparentes, o licenciamento ambiental não é um labirinto cheio de surpresas. O Estado tem um claro projeto de desenvolvimento. Grandes e pequenos produtores têm melhores rodovias para escoar a produção. Há programas de sementes, há crédito, há investimentos no enfrentamento da seca, no abastecimento de água. Oiticica tem 90% das obras concluídas. Em Natal, nossa CAERN trabalha exaustivamente em novas estações que beneficiarão mais de 500 mil habitantes. Nosso RN tem governo e tem rumo”, afirmou.
Na área da cultura, Fátima Bezerra anunciou que equipamentos importantes para a memória do povo potiguar estarão recuperados e entregues à população. Caso da Biblioteca Câmara Cascudo, Fortaleza dos Reis Magos, Teatro Alberto Maranhão e a Rampa da Ribeira. “O Forte estava entregue às traças e abandonado e será entregue modernizado, além da Pinacoteca, da Escola de Dança, entre outros. Isso é cultura, é autoestima, é a nossa história e agrega ao turismo”, sintetizou.
Ao final, afirmou: “Seguiremos lutando as lutas certas para combater e vencer mazelas históricas que ainda infelicitam a brava gente brasileira: a desigualdade econômica, a exclusão social em todas as suas faces cruéis. Lutar para mudar isso e governar para fazer o nosso estado ascender a um patamar de inclusão dos mais pobres, de cuidado com os mais frágeis, de oportunidades para todos, pobres ou remediados, não é uma questão de ideologia: é uma questão de humanidade. Nosso Governo persegue e vai perseguir essa utopia, se quiserem chamar assim, por todo o mandato”.
Enquanto a esquerda desMaia, a direita deLira kkkkk
Governadora Fátima, fazendo milagres.
Parabéns Governadora.
Ah, antes que perguntem pelos R$ 5 milhões, estão aqui em casa, estou usando para abastecer minha cervejeira com Heineken e comprando carne pra churrasco.
Essa desgovernadora não passa de uma usurpadora do que o Governo faz pelo RN, o caos na Educação e na Segurança é enorme, os setores de eventos e turismo estão quebrando com a anuência dela. Depois do PT de Fatão só sobrará o caos.
O bilionário fundador da Microsoft, Bill Gates, estaria financiando um estudo junto a alguns cientistas de Harvard para usar na atmosfera um aerossol que seria capaz de dissipar a quantidade de luz solar que incide sobre a superfície terrestre, informou a revista Forbes. A proposta é conter o aquecimento global.
O nome do projeto é um tanto indecifrável: Experimento de Perturbação Controlada Estratosférica (SCoPEx, na sigla em inglês). A iniciativa pretende borrifar poeira atóxica de carbonato de cálcio (CaCO3) na atmosfera para compensar os efeitos do aquecimento global e refletir parte da luz solar de volta ao espaço.
Um estudo realizado por cientistas de Harvard em 2017 e editado pelo Instituto de Tecnologia da Califórnia apontou que o aerossol de carbonato de cálcio pode ajudar a reduzir o aquecimento da terra, mantendo intactas as partículas essenciais que compõe a estratosfera. É um avanço em relação a outras iniciativas, como o aerossoal de sulfato, que combatia alguns riscos climáticos, mas que acabava por destruir as partículas de ozônio.
Segundo a Forbes, a questão mais delicada do ‘escurecimento do sol’ é que, não se sabe o quanto de aerossol seria suficiente para resfriar a atmosfera em um nível sustentável. Além disso, os cientistas envolvidos no projeto alegam que, a princípio, o aerossol poderia ser eficiente apenas para dispersar a luz solar e, com isso, resfriar a superfície terrestre, mas que, de imediato, não haveria nenhuma mudança química na estratosfera. A iniciativa, portanto, dissiparia o calor solar que atinge a terra, enquanto a atmosfera continuaria acumulando gases estufa.
A missão financiada por Gates vai dar seu primeiro passo em junho. Será liberado no céu da Suécia um balão para que sejam testados os sistemas operacionais e de comunicação que serão responsáveis pela emissão da poeira de CaCO3 na atmosfera, caso ela chegue às etapas mais avançadas. A Swedish Space Corporation, uma estatal suéca de tecnologia espacial, está envolvida nessa etapa do projeto.
Efeitos colaterais
Pesa contra a iniciativa financiada por Gates a possibilidade de ela causar exatamente o efeito que deseja combater. Cientistas avessos à ideia apontam que o aerossol que controla a entrada de luz solar pode causar mudanças extremas no clima. Uma solução como essa poderia arrefecer as iniciativas de combate à emissão de poluentes no mundo, com a manutenção dos níveis atuais de produção e consumo.
Ainda assim, os defensores da geoengenharia apontam que o aerossol de carbonato pode ser um importante paliativo para evitar o agravamento do aquecimento da superfície terrestre para as próximas décadas. Um relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática apontou que, com um investimento entre US$ 1 bilhão e US$ 10 bilhões ao ano, o SCoPEx poderia reduzir as temperaturas globais em 1,5 grau Celsius.
Na média global, uma redução dessas poderia aliviar as tensões climáticas. O problema é que o clima não funciona baseado em médias. Cientistas britânicos que se opõem a seus colegas levantam dúvidas sobre a eficiência do aerossol financiado por Gates e afirmam que, anteriormente, erupções vulcânicas no Alasca e no México, que reduziram a temperatura média global, podem ter sido a causa central de uma seca devastadora na região do Sahel, na África, e que algo parecido poderia acontecer com uma nova iniciativa de bloqueio da luz solar.
Sérgio e você é o melhor acéfalo no meio dos melhores acéfalos e entre todos os acéfalos reunidos numa só escola;faculdade;Universidade.
Esse Bill Gates é mesmo um trilionario megalomaníaco que gasta centenas de milhões ou bilhões de dólares nesses tipos de projetos completamente delirantes,além disso,ele tem um outro projeto que quer transformar fezes humanas em água potável para consumo humano,ao invés de investir econômicamente em programas e projetos favoráveis ao avanço,progresso e desenvolvimento social e econômico e educacional e cultural para a ascensão de famílias mais humildes no hemisfério sul,principalmente no nosso sub continente da América Latina e da África e de parte da Ásia,esses continentes pobres e agrários e explorados econômicamente por mega corporações transnacionais e/ou multinacionais que remetem trilionarias quantias em remessas de dólares e euros para as suas sedes principalmente nos EUA e na Europa,incluindo a sua mega empresa computacional e eletrônica Microsoft.
Creio que toda a fortuna acumulada por esse Bill Gates só serviu mesmo para alimentar o seu orgulho e a sua vaidade megalomaníaca.
A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus nesta terça-feira(02). Foram mais 547 casos confirmados, totalizando 141.251. Na segunda-feira(01) eram 140.704 infectados.
Com relação aos óbitos no Rio Grande do Norte, são 3.300 no total. Três(03) óbitos foram registrados nas últimas 24h,(nos municípios de Parnamirim, Umarizal e São Miguel).
A Sesap registrou 09 (nove) óbitos ocorridos em dias ou semanas anteriores, após a confirmação de exames laboratoriais. Até segunda-feira (01), eram contabilizados 3.288 mortos. Óbitos em investigação são 585.
Casos suspeitos somam 81.250 e descartados são 326.976. Recuperados são 98.586.
A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 61%, registrada no fim da manhã desta terça-feira (02). Pacientes internados em leitos clínicos e críticos somam 299.
Até o momento desta publicação são 96 leitos críticos (UTI) disponíveis e 150 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 151 disponíveis e 149 ocupados.
Segundo a Sesap, a Região Seridó apresenta 62,9% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 62,5% e a Região Metropolitana de Natal 59,5%.
Há 35 anos, os momentos mais relevantes da história do esporte são contados em reportagens saborosas – com texto impecável e voz agradável. O rosto do carismático autor passou a fazer parte do dia a dia das casas dos brasileiros. Suave na maior parte do tempo, mas firme e indignado quando necessário, o repórter Tino Marcos escreveu sua trajetória profissional com a mesma competência e criatividade dos seus textos para a televisão. E assim se tornou o mais importante repórter esportivo do Brasil.
Aos 58 anos, Tino Marcos decidiu que essa história chegou ao fim. Fosse jogador de futebol, o desejo dele seria parar ainda no auge, depois de conquistar um grande título. Assim fará com a reportagem. Oito Copas do Mundo. Seis Olimpíadas. Incontáveis transmissões e reportagens. Viagens pelo mundo todo. A sensação do dever cumprido e o desejo de se dedicar mais à família nortearam a decisão. Mas Tino ainda tem uma missão a cumprir até o fim do mês, quando deixa a Globo.
– Nos últimos tempos, fiquei fazendo grandes reportagens. Fiz uma série olímpica, que ficou maravilhosa, e vai ao ar no Jornal Nacional antes dos Jogos de Tóquio. Vamos explicar que foi gravada antes da pandemia. Vai ser a cereja do bolo, minha última grande produção no esporte.
Tino Marcos iniciou a carreira no Jornal dos Sports e nem planejava trabalhar em televisão. Em 1985, mudou os planos ao ser convidado para trabalhar na TV Globo. Com a seleção brasileira, Tino viveu os momentos mais marcantes da carreira. Foram 30 anos de cobertura. E quem não vai sentir saudades dos diálogos de Galvão Bueno com o repórter na beira do campo?
– Galvão!
– Diga lá, Tino!
E Tino disse mesmo. Nesta entrevista, relembra os momentos mais marcantes da carreira e revela detalhes da sua decisão. Por exemplo, como a pandemia que o mundo enfrenta acabou acelerando os planos de encerrar o ciclo como repórter.
O que te levou a tomar a decisão de parar? De deixar a Globo?
TINO MARCOS: É preciso entender o modelo de trabalho que eu vinha tendo no último ano. Eu passei a ter uma combinação de fazer grandes reportagens, grandes séries, como estava fazendo a série olímpica do Jornal Nacional. Trabalhar menos dias no ano. E estava ótimo. O modelo de trabalho que eu vinha tendo era voltado para grandes produções. E esse seguimento foi diretamente atingido pela pandemia. Ficou uma condição mais voltada para esse tipo de matéria que temos feito através da internet, com poucas coisas do que eu sempre gostei de fazer… Captar, olhar as imagens, escrever, produzir. Isso se resumiu muito. Mas me preparei para isso gradativamente. Tive a cumplicidade total da direção na condução desse tipo de modelo. Eu era um faz tudo. Fazia o ao vivo do Globo Esporte, do Bom Dia Brasil, matéria pro Jornal Nacional, Globo Repórter, Fantástico, fazia as séries, eu era muito elástico e me orgulhava muito disso. Sempre gostei e orientei os mais jovens: tenta ser rápido, fazer matéria rápida quando tem que ser rápido, simples, e também a fazer matérias com fôlego, com roteiro. Com o tempo, comecei a ficar cansado desse modelo de cobertura diária.
A pandemia ajudou a acelerar essa decisão?
TINO MARCOS: Sem dúvida. É uma variável decisiva nesse processo. Tornou inviável agora a gente fazer o que vinha fazendo. Não sei quando vamos voltar a ter a plenitude. E quando vamos voltar? Não sabemos como está o mundo. Tem todo um contexto. Minha filha se formando na faculdade, minha esposa se aposentado esse ano, eu perdi os meus pais. Tinha um envolvimento muito grande com eles e fiquei sem eles. A vida… 2021 está me trazendo muitas novidades. Por agora é isso aí. Viver essa pandemia, ficar em casa o máximo que eu posso. Eu tenho o privilégio de poder ficar em casa com as coisas direitinhas. Tanta gente com tanta dificuldade por aí. Esperar mais e olhar para as coisas… O que vem por aí, o que eu posso fazer… O que eu gosto mesmo é de produzir conteúdo, contar histórias. Adoro pegar na câmera, tenho minha câmera, meu equipamento, tripé, microfone lapela, luz, drone, eu voo de drone, estou editando.
Está produzindo um conteúdo mais autoral?
TINO MARCOS: Tenho feito mais de brincadeira, de experiência, uma coisa puramente lúdica. Mas tem tudo a ver. É brincar… Sempre gostei tanto do que fiz e minha brincadeira é isso, brincar de filmar, voar de drone, editar. São os meus hobbies. É o que eu gosto de fazer. Tem tudo a ver com o nosso ofício. Vivi muito mais do que eu projetei para mim na vida. Comecei trabalhando em jornal, trabalhei no Jornal dos Sports, nunca pensei em televisão. De repente, me vejo na Globo e fico quase 35 anos na Globo. Nesses anos todos eu fiz tudo. Não tem lacuna. Fui a Pan-Americano, Sul-Americano… Tudo. A palavra mais forte de tudo é gratidão. Gratidão à vida por ter me permitido… Por eu ter podido fazer aquilo que, para mim, sempre foi uma diversão.
Se tivesse que apontar momentos marcantes da carreira…
TINO MARCOS: O número 1 é 94. Dia 17 de julho de 1994, o tetra. Aquela história da volta olímpica, eu pulei, entrevistei os caras. O Galvão disse que era a consagração do repórter. O único cara que entrou em campo e entrevistou os tetracampeões, vinte e quatro anos depois. Era um negócio assim, uma catarse. Uma apoteose. Um brasileiro vivendo aquilo ali. Então, para mim, isso vai ser sempre o número 1. (NR: Tino Marcos entrou em campo como auxiliar do repórter cinematográfico Daniel Andrade. Naquela ocasião, o repórter de campo não poderia estar no gramado. No fim do jogo, com o microfone em punho, ele entrevistou os principais jogadores da seleção brasileira com exclusividade para a TV Globo).
A conquista de 2002 também foi um negócio imenso. Eu tinha 40 anos. No dia dos meus 40 anos foram o Felipão e o Murtosa ali. Eu já era um repórter com experiência. Aí ganha, aquela coisa maravilhosa.
As Olimpíadas de 2004 foram muito marcante para mim. Sempre fui muito associado ao futebol, Seleção e eu tive a oportunidade de fugir desse estereótipo. Em 2004, o futebol não foi, o futebol não se classificou e fui para cobrir outros esportes. Foi maravilhoso. Eu adoro vela e o Robert Scheidt e o Torben ganharam o ouro. O judô… Cobri nove medalhas. E culminou com a história do Vanderlei. Para mim, foi a grande história daqueles Jogos. Foi espetacular. Essas são lembranças grandiosas. (NR: Vanderlei Cordeiro de Lima liderava a maratona em Atenas quando foi atacado pelo padre irlandês Cornelius Horan. Salvo por um espectador, ele acabou a prova em terceiro e se ajoelhou diante de Tino Marcos para comemorar o resultado).
Mudaria alguma coisa na carreira?
TINO MARCOS: Não mudaria nada. A única coisa que eu mudaria era ter me imposto uma obrigação de falar inglês melhor. De ter investido, lá atrás, na capacitação de falar melhor inglês. Sempre me ressenti disso, foi uma coisa que me fez falta. A única coisa que eu não fiz foi ser correspondente. Deve ser maravilhoso, uma experiência sensacional. Mas nunca senti firmeza no meu inglês para tal tarefa. Foi tudo muito mais do que eu sonhei. Mais do que eu projetei para mim. Gratidão total.
O que você acha que mudou de quando você começou, lá em 1985, para os dias atuais?
TINO MARCOS: Até o aparecimento das mídias digitais, do que a gente tinha como mídias tradicionais, a televisão era o único veículo, a meu ver, que estava sempre em constante mutação. Ao passo que a linguagem de revista e jornal pode até mudar alguns termos e expressões, mas a maneira de fazer é muito parecida com a de 40 anos atrás. O rádio tem um formato que se mantém. A TV é um veículo que vem historicamente se modificando. Ela é mais dinâmica na linguagem. Eu sempre tentei surfar essa onda das novidades, sempre olhando os mais jovens. Várias gerações que foram surgindo foram incorporando recursos para contar as histórias, para fazer as matérias, cada um com uma contribuição de como fazer. Aquilo vai formando um conceito feito por essas gerações. Os mais jovens vão sinalizando como se pode contar daquele jeito. Sem perder a minha identidade, a minha naturalidade de fazer as coisas, mas sempre tendo a linguagem o mais atualizada possível. No fim das contas, a mensagem que chega, o produto que chega para a pessoa ver, seja agradável, que seja bem narrada, que seja bem escrita, que seja clara. Isso vai continuar mudando. Com a chegada da produção mais disseminada de internet, todos são produtores de conteúdo, isso já traz um impacto para a linguagem da TV. Tudo vai se fundindo e isso que é o fascinante do negócio. O negócio vai ganhando a cada dia um jeito novo. É a roda que anda.
E os piores momentos?
TINO MARCOS: Tenho dois. O pior momento, em termos de cobertura, de dor, de dificuldade para encontrar um tom na hora de contar a história, foi o 7 a 1. Sozinho no campo, ali atrás do gol, escrever uma crônica para entrar em instantes. Digerir aquilo tudo, encontrar o tom para falar de uma coisa que todo mundo já sabe o que aconteceu. Como você dimensiona? Um outro dia que me ocorre muito doído, sofrido, foi a primeira derrota do Brasil em Eliminatórias, ali em 1993, em La Paz. Lembro da cena no aeroporto, a gente voltando pro Brasil, os jogadores sentados no chão e chateados com a gente gravando. Todo mundo com dor de cabeça, sofrendo com a altitude e com uma derrota horrorosa. Foi um dia muito sofrido de trabalho.
Sem medo de esquecer alguém, quem são os seus parceiros ao longo desses quase 35 anos?
TINO MARCOS: Por mais que eu tenha feito uma carreira sólida de repórter, um contador de histórias, acho que sou mais conhecido por ter sido repórter de campo. Internamente, na Globo, eu sou mais conhecido como um repórter de reportagens. Mas tenho a impressão de que, para o público externo, se sobressai mais o Tino Marcos do campo. O Tino Marcos da Seleção Brasileira. E, nessa, realmente, é uma vida. Se eu penso em alguém como parceiro profissional eu penso no Galvão. É o cara… É uma referência nacional do negócio. Durante décadas de ouro ele se consolida como a voz do esporte com essas conquistas e eu também estava com ele. Estava nas Eliminatórias de 89, todas as edições de Copa América, fui em nove, Copas do Mundo… Sempre com o Galvão e inúmeros amistosos. É uma parceria que me orgulha muito. Um mero repórter ali ao lado de um cara que fez essa história toda.
O Galvão como narrador e você como repórter de campo praticamente se fundiram ao longo desses anos…
TINO MARCOS: Com certeza. Sempre foi um cara muito amigo em horas difíceis. Amigo mesmo. Amigo quando tive problemas. Estava sempre ao meu lado. Muito difícil falar. Foram 35 anos, muito tempo, muita gente. Os câmeras todos, o Alvinho (Álvaro Sant´Anna) e o Daniel (Daniel Andrade), sabe? Alvinho e Daniel foram os grandes parceiros de Seleção. Fizemos muitas coisas juntos. No tetra, eu estava com o Daniel. Fica entre nós, como eu diria, um anel, uma aliança, de ter vivido junto, se abraçado ali atrás da trave do Baggio. Sempre levamos juntos essa… Eu era jovem, tinha 32 anos, mas para o pessoal mais velho, eles não tinham visto o Brasil campeão. Quem cobriu 70? Era um ineditismo.
A sua ida pro jornalismo tem o incentivo do seu pai?
TINO MARCOS: Meu pai era meu parceirão de futebol. Real Madrid e Flamengo. Um cara que via futebol muito bem, um fenômeno, tipo comentarista mesmo. Via coisas, via jogador. Lembro que ele viu o João Gomes no Flamengo, não tinha nem treinado no profissional e ele dizia: esse garoto vai ser profissional um dia. O maior orgulho da vida dele foi eu ter me tornado jornalista esportivo, foi a maior alegria da existência dele. Era o que ele gostaria de ter sido. O que ele mais gostaria de ter sido. Claro que eu me beneficiei da influência dele. Desde pequeno futebol, futebol, futebol. Ele jogava futebol direto, a gente jogava peladas juntos, a gente ia ao Maracanã juntos. Meu pai não deixava de ir num jogo do Flamengo, chovendo, em Campo Grande, ele ia chovendo em Campo Grande. Louco pelo Flamengo. Forjou em mim uma visão de futebol. Por causa dele, sim. Entrei no jornalismo e fui estagiário no Jornal dos Sports. Eu tenho esse desmame porque eu me preparei para essa coisa da vaidade. Entender que a partir de agora a minha visibilidade diminui, vai se resumir a redes sociais. Não ser mais repórter da Globo me tira dos holofotes, mas eu me preparei sempre para isso. Agora que vou sentir como é. Sempre pensei nesse momento. E queria que fosse nesse momento como está sendo agora. Como se fosse um casamento, tudo preparadinho. Estou feliz, estou leve e estou grato. Tanta gente que me ajudou e me trouxe até aqui (NR: os pais de Tino Marcos, Faustino Ruiz Fernandes e Maria Aparecida Ruiz Fernandes, faleceram no ano passado).
Essa decisão foi bem pensada então?
TINO MARCOS: Por exemplo, da seleção brasileira. Quando acabou a Copa América em 2019, eram exatos 30 anos depois da minha primeira Copa América que eu cobri. Também no Maracanã, também com vitória do Brasil. Eram 30 anos redondos. É a melhor data para eu… O meu processo foi um processo de desmame, que começou assim, com esses 30 anos de cobertura da Copa América, ganhando a Copa América também, fazendo a crônica como eu fiz da outra vez também. Esse é o momento mais legal para eu dar um ponto final bonito com a seleção brasileira, alegre. Não vinha cobrindo a Seleção no segundo semestre. Vem a pandemia e tudo para. Fiquei fazendo grandes reportagens, fiz a série olímpica, que ficou maravilhosa, e vai ao ar. Vamos explicar que foram gravadas antes da pandemia. Super feliz… Vai ser a cereja do bolo. E minha última grande produção no esporte, com câmera aquática, câmera aérea, uma captação maravilhosa. Depois, acabou a brincadeira com a pandemia e mudou o jogo.
Sem os direitos de cobertura dos principais campeonatos de futebol, sem F1, sem jogos da seleção, certamente com redução de salário e de verbas para trabalhos fez certo o Tino em parar no auge. O próximo a pedir o pinico será Galvão não tem mais o que ele fazer na Globo.
É importante saber a hora de sair de cena para que o novo apareça. Tudo tem seu tempo. Tudo que tem seu apogeu tem seu declínio até mesmo quem tem milhões de voto.
Já foi bom ver os jogos da seleção… A gente já sabia quando era Tino que fazia as reportagens, boas coberturas…
Hoje em dia nem vejo mais jogo dessa “seleção”, conseguiram politizar até a seleção brasileira. A boiada não tem o que fazer, veste a camisa da seleção e fica nas esquinas com cara de bocó falando que são “ôs Patriota”.
Prefiro torcer pra Argentina
Nas antigas, abem pouco tempo atrás, era todo mundo querendo entrar na platinada, agora a turma toda só pulando fora dessa barca furada.
hehehehe!!!!
Vai mexer com quem teve quase 60 milhões de votos, e é corajoso vai!!!!!
Ôh prejuízo fila da puta dessa emissora.
É bem empregado, querem governar sem serem votados, agora pegue!!!
É igual a nhonhom botafogo, teve 74 mil votos no RJ e queria peitar quem teve 60. Milhões.
Kkkkkkkkkkkkkkkk
Era só o que faltava.
Ei!
Ei!
Psiu!!!!
Alguém da notícia do pixuleco e ze gado???
hum!!
Já sei, só pode ter pegado a Rural mais nhonho Botafogo.
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Pois então!!
Já pode ir de Roberta Miranda.
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
E pegue pêia.
Kkkkkkkkkkkkk
Mito em primeiro turno!!
A Subsecretaria do Trabalho da Sethas-RN, através do SINE-RN, oferece nesta terça-feira(02) 52 vagas de emprego para Natal, Região Metropolitana, Pau dos Ferros e região.
Para concorrer às vagas, o(a) candidato(a) deve se cadastrar via Internet no Portal Emprega Brasil do Ministério do Trabalho e Emprego, através do endereço empregabrasil.mte.gov.br ou nos aplicativos Sine Fácil e Carteira de Trabalho Digital, disponíveis para Android e IOS.
Neste momento, devido à pandemia do novo coronavírus (Covid-19), o Sine-RN está com atendimento presencial realizado mediante agendamento.
Em Natal, os telefones para agendamento da unidade matriz, em Candelária, são: (84) 3190-0783, 3190-0788, 98106-6367 e 98107-4226.
Os agendamentos e atendimentos acontecem de segunda a sexta-feira, das 8h às 13h.
VEJA AS OFERTAS DE VAGAS DE EMPREGO POR OCUPAÇÃO:
NATAL e GRANDE NATAL – (46 Vagas Permanentes)
AUXILIAR DE COZINHA 01
AUXILIAR DE FABRICAÇÃO NAS INDÚSTRIAS DE ARTEFATOS DE CIMENTO 10
AUXILIAR DE RECEPÇÃO 01
AUXILIAR MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO 02
COZINHEIRO DE RESTAURANTE 01
ENCARREGADO DE MANUTENÇÃO MECÂNICA DE SISTEMAS OPERACIONAIS 01
A possível chegada de vacinas contra a Covid-19 à rede particular aqueceu o mercado de clínicas privadas no Brasil. É que o dizem especialistas e consultores da área ouvidos pelo G1.
Ainda que a campanha de vacinação esteja restrita à rede pública, eles relatam que:
a rede privada passou a negociar a compra de vacinas;
clínicas já estabelecidas buscam agregar serviço de imunização, e há quem esteja começando o negócio do zero;
para os novatos, compra de vacinas é um desafio (quase 100% dos imunizantes disponíveis na rede privada são importados);
e a venda de refrigeradores subiu (com registro de até 30% entre 2019 e 2020).
Trata-se de um mercado que demanda alto investimento inicial, importação de vacinas e conhecimento de normas e regulamentações. Por exemplo: toda dose de vacina aplicada na rede particular deve ser reportada ao Ministério da Saúde, assim como eventuais efeitos adversos.
O presidente da Associação Brasileira de Clínica de Vacinas (ABCVac), Geraldo Barbosa, disse que a possibilidade real da chegada da vacina contra a Covid- 19 desencadeou nos últimos meses um aumento “significativo e expressivo” da procura de profissionais de saúde por informações sobre como abrir a própria clínica.
Fenômeno semelhante ocorreu em 2016, depois de um surto da gripe H1N1, quando filas enormes se formaram em clínicas particulares de vacinação.
Segundo Barbosa, de 2016 para 2017, o número de clínicas cresceu 60% no país. Mas, entre os estabelecimentos que abriram no período, apenas metade conseguiu manter as operações. “Houve uma expectativa de que era um serviço fácil de executar – e não é”, afirma ele.
No início de janeiro de 2021, a ABCVac informou que estava negociando a compra de 5 milhões de doses da vacina Covaxin, do laboratório indiano Bharat Biotech. A iniciativa despertou o interesse de clínicas particulares brasileiras.
No dia 12 de janeiro, a Bharat disse que assinou um acordo de fornecimento para a companhia brasileira Precisa Medicamentos. Nesta segunda-feira (1º), a Precisa anunciou que vai pedir autorização à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para começar os testes clínicos da fase 3 da Covaxin no Brasil. Caberá a um hospital coordenar os estudos com os voluntários.
A possibilidade da chegada da vacina na rede privada – enquanto a vacinação na rede pública ainda é incipiente – gerou críticas de especialistas.
“As vacinas são bens públicos nesse momento”, disse no início de janeiro à GloboNews Mariângela Simão, diretora-adjunta para acesso a medicamentos da Organização Mundial de Saúde (OMS). “Não deveria ter discriminação no acesso à vacina para quem paga e não paga.”
Toda a produção do Instituto Butantan e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) é destinada à rede pública.
Há duas iniciativas da rede privada para a tentativa de compras de vacina:
a da ABCVac com a indiana Bharat Biotech;
e outra frente formada por empresas brasileiras que buscam doses do imunizante de Oxford/AstraZeneca.
Novo negócio
Dono de uma empresa de tricô em Imbituva, no interior do Paraná, Leandro de Andrade, de 42 anos, viu a renda minguar em 2020. Com a chegada da Covid-19, ele e a esposa, que é dentista, resolveram abrir uma clínica particular de vacinação.
“É duro a gente falar isso, mas infelizmente foi por causa da pandemia”, disse Leandro.
Os dois começaram a concretizar o plano em setembro de 2020, e a previsão é inaugurar em março de 2021. Eles buscam ocupar um espaço ainda pouco explorado no pequeno município em que moram. “Será a primeira clínica na cidade. É nisso que a gente está apostando também”, afirma ele.
Hoje, no Brasil, em teoria, qualquer pessoa pode abrir uma clínica de vacinação, desde que o espaço tenha um responsável técnico (médico, enfermeiro, farmacêutico ou biomédico, filiado ao conselho da sua categoria).
No caso do estabelecimento de Leandro, uma enfermeira foi contratada para desempenhar a função.
Aumento de demanda
O consultor Marcos Tendler, que atua há 20 anos na área de abertura de clínicas de vacinação, viu aumentar a demanda por seus serviços nos últimos meses, principalmente na virada do ano.
Ao longo de dezembro de 2020, 28 pessoas solicitaram à empresa dele informações sobre o tema. Considerados só os primeiros 15 dias de janeiro, foram 74 interessados.
O consultor disse que uma clínica padrão, de 30 m², é um “pequeno bom negócio” para um profissional de saúde: “Em vez de fazer dois ou três plantões para complementar a renda, ele tem uma clínica”.
Segundo os especialistas, a maioria das pessoas que abrem uma clínica de vacinação é formada por profissionais de saúde que já têm alguma estrutura – um consultório, por exemplo – e querem passar a prestar o serviço de imunização.
É o caso da imunologista Nathalia Simis, de 36 anos, que pretende abrir uma clínica de vacinação em Sorocaba, no interior de São Paulo, em fevereiro. O sogro dela tem laboratórios e consultórios, e a família irá aproveitar a infraestrutura, já pronta, para também aplicar vacinas. Simis e o marido, também médico, irão continuar atendendo seus pacientes, e o empreendimento trará uma renda complementar.
Para quem quiser sair do zero, o investimento é alto. “Vai precisar de uns R$ 200 mil para começar, até ter um faturamento positivo, o que deve acontecer na virada do primeiro para o segundo ano [após a abertura do negócio]”, disse Tendler.
A enfermeira e consultora Meire Branco, do Mato Grosso, também recebe ligações de todo o país em busca de orientações para a abertura de clínicas particulares. Ela diz já ter rejeitado clientes ao perceber eles tinham uma visão oportunista.
“Eu já dispensei muitos treinamentos, muitas aberturas de clínica, porque a pessoa liga para mim e fala: ‘Ai, eu quero um treinamento, porque quero abrir uma clínica e bombar com essa vacina da Covid’.”
Para a médica Isabella Ballalai, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), é importante ressaltar que “vacinar não é aplicar uma injeção”.
O profissional de saúde que irá trabalhar com imunização tem de atender a uma série de exigências e padrões técnicos da Anvisa, além de reportar cada dose aplicada e possíveis eventos adversos ao Ministério da Saúde.
Aumento de venda de refrigeradores
As empresas que vendem refrigeradores específicos para o armazenamento de vacinas já sentem o aquecimento do mercado. A Indrel Scientific, uma das líderes do segmento, informou que em 2020 as vendas foram 30% maiores que em 2019.
“Sentimos um aumento grande na procura do meio de 2020 até o momento. As clínicas estão se preparando para uma possível abertura da vacina do Covid na rede particular”, disse ao G1 o CEO da empresa, João Rapcham.
Ele afirma que também já recebeu demanda de países da América Latina, como Paraguai, Bolívia, Peru e República Dominicana.
A Biotecno, também líder de mercado, disse que em 2020 o aumento de faturamento foi de 35%.
Comparando a primeira quinzena de janeiro de 2020 ao mesmo período neste ano, o aumento chega a 800%. “Isso é algo nunca experimentado antes por nós, algo novo, e [é] uma demanda que estamos preocupados em atender”, disse Lídia Linck Lagemann, sócia-diretora da Biotecno.
As duas empresas vendem tanto para a rede privada como para governos e não revelam os números absolutos das vendas.
Vacinas da rede particular são importadas
Para além das normas obrigatórias do setor, o profissional que abrir uma clínica terá de entrar na disputa pela compra de vacinas.
Hoje, na rede particular do Brasil, quase todas as vacinas são importadas, a maior parte vinda dos Estados Unidos e da Europa, segundo a ABCVac. A única produzida no Brasil que vai para a rede privada é a BCG, fabricada na Fundação Ataulpho de Paiva.
Ou seja: o país disputa a compra de vacinas com outros mercados do mundo. “Quem tem vacina é quem tem contrato de longo prazo com o fornecedor, os novos estão sofrendo muito”, disse Geraldo Barbosa, presidente da Associação Brasileira de Clínica de Vacinas (ABCVAC).
Segundo Barbosa, hoje várias vacinas estão em falta na rede particular, como febre amarela, BCG e algumas de meningite.
“O cara vai cair de paraquedas no mercado, não vai conseguir comprar vacina de Covid e vai se frustrar”, alerta o consultor Marcos Tendler.
Pela dificuldade em se conseguir vacinas, o presidente da ABCVac afirma que há anos o mercado atua em 70% da sua capacidade de operação. A quantidade de imunizantes que chega ao Brasil já vem dentro do consumo médio estabelecido.
Por isso, quando há algum tipo de crise, muitas vezes não é possível atender a demanda e se formam as longas filas, como quando foi disseminada a informação de que o neto do ex-presidente Lula, de 7 anos, teria morrido de meningite.
“Você não tem noção do que viraram as clínicas de vacinação. Em um mês consumiram 90% do estoque das vacinas de meningite”, contou Marcos Tendler.
“Então, não basta você abrir uma clínica, você tem que ter certeza que terá acesso ao imunizante”, afirma Barbosa.
Compra de vacinas pelo setor privado
A vacina indiana Covaxin recebeu autorização emergencial da agência reguladora de medicamentos da Índia no início de janeiro. No entanto, ainda não foram divulgados os resultados da fase 3 de testes, o que deve ser feito até o final deste mês.
A expectativa é que a Bharat faça a solicitação de registro na Anvisa em fevereiro. “A gente não está com essa pressa de fazer com que a Anvisa corra. A gente quer que o processo seja feito dentro dos trâmites normais para garantir a vacina”, disse o presidente da ABCVac.
Já a iniciativa de grandes empresas brasileiras que tentam adquirir 33 milhões de doses da vacina de Oxford ainda não tem data prevista. O presidente Jair Bolsonaro falou que aprova a compra pela rede privada.
No entanto, em nota, a AstraZeneca informou que, por ora, não tem condições de vender doses para o setor privado.
“No momento, todas as doses da vacina estão disponíveis por meio de acordos firmados com governos e organizações multilaterais ao redor do mundo, incluindo o Covax Facility [consórcio coordenado pela Organização Mundial da Saúde (OMS)], não sendo possível disponibilizar vacinas para o mercado privado”, disse a farmacêutica.
Quem é essa fulana no jogo do bicho, nunca vi falar nessa criatura sem futuro, como está fazendo parte de um programa lixo , está bem representado sua postura de um lixo de pessoa, mal educada, descontrolada, autororitaria, prepotente arrogantemente simplificando um lixo, se fosse Branca já teria sido execrada e taxada de extremista e talvez bolsonarista aí é negra ninguém diz nada , ah me poupe o povo se ilude com tudo , isso é totalmente irrelevante para sociedade.
Essa Karol nunca me enganou…ela é de uma extrema falta de Humildade e Humanidade.
#FORAKAROL
Quem fala o que quer, escuta e toma até o que não quer… Toma Karol
Pelo menos esse programa lixo serviu p alguma coisa kkkk
Karol Congá? Faz o quê? Influencer de quem?
Como seguem uma pessoa sem conhecer, apenas pelo que escreve? Se é pelo que escreve, deveriam se ater as escritas, não a pessoa.
A pessoa cria um blog, um site, escreve um artigo e muitos ficam admirando sem sequer saber de quem se trata realmente, lamentável esse mundo virtual.
O mundo no papel nos resguardava dessas armadilhas.
Eu me arrependi de pre-acusar,pre-julgar e pre-condenar as atitudes e ações e gestos dessa senhorita Karol conka ou com k,mas,ela só está retransmitindo o que aprendeu na vida,ela cresceu e envelheceu com os seus pensamentos e sentimentos carregados de choros,dores,raivas,rancores,ressentimentos,mágoas e traumas e aprendendo também na experiência prática as rejeicoes e desprezos e da maldade humana,sofrendo diretamente e indiretamente preconceitos do gênero feminino,cor,etnia e pela limitada condição material,isso acontece bastante com pessoas de classes sociais e econômicas e principalmente nas grandes cidades nas periferias onde as pessoas sobrevivem em casas muito pequenas com poucos cômodos e quase sempre conjugadas, preconceituosamente chamadas de subúrbios e favelas,a senhorita Karol conka ou com k só está repassando,retransmitindo o que as outras pessoas fizeram com ela,principalmente ela que com o seu esforço pessoal no seu trabalho artístico labutando,batalhando e vencendo nesse universo musical complexo,esse tipo de comportamento agressivo,ofensivo e hostil,invejoso e ciumento e maldoso sempre acontece com pessoas pelo qual se costumam dizer que sairão de baixo e que depois venceram na vida pessoal,profissional e financeira,a pessoa que ascendeu social e econômicamente quer se mostrar ou demonstrar ser igual,melhor ou superior que as outras pessoas,infelizmente essa é a realidade da condição humana,repassapar para segundos e terceiros os nossos maiores traumas,aflições, medos,sofrimentos,choros e dores e preconceitos,intolerância e maldades emocionais e sentimentais que sofremos na vida desde quando nascemos,crescemos,envelhecemos e até o instante do última inspiração e expiração do fôlego da vida para a morte invencível para todo(a)s.
Se fosse branca e de direita vc estava jogando pedra nela ao invés de estar passando pano pra ela
Kkkkkkkkkkkk… Que fala hipócrita hein pai? Queria ver isso se fosse um mulher de direita! Como é da patota tá passando paninho né? A verdade é que a bolha lavcadora e ditadora agora tá experimentando do seu próprio veneno! Que sirva de aprendizado e que realmente se passe a respeitar a diversidade, inclusive de ideias, de poder pensar diferente e não ser excomungado.
Quem?
Pense num programa fuleiro!